quinta-feira, 30 de junho de 2011

Aplicativo do iPhone detecta festa onde tem mais mulher

Ferramenta ajuda a acabar com a vergonha de entrar na festa errada



Um novo aplicativo para iPhone, o SceneTap, detecta qual é a quantidade de homens e mulheres presentes em uma festa. Isso é possível, porque o programa usa a tecnologia de reconhecimento facial.
Para ativá-lo, basta instalar câmeras de reconhecimento facial nas entradas e saídas do local do evento. O aplicativo mostra os lugares onde você pode realmente ter a chance de conversar com alguém do sexo que estiver procurando.
Essas câmeras,  não são equipadas com tecnologia suficiente para realmente identificar cada homem ou cada mulher, mas são capazes de detectar gênero. E, ao fazer isso, mantêm uma contagem de quantas mulheres e homens estão em um determinado ambiente naquele momento.

Brasil vai testar superpílula que reduz risco de infarto e derrame em 60%

Produto combina duas substâncias que controlam a pressão arterial


Uma superpílula, que reunirá num único comprimido quatro medicamentos para combater as doenças cardiovasculares deve ser testada em 22 hospitais do país em quatro meses. Estudos iniciais, feitos no Brasil pelo HCor (Hospital do Coração), em São Paulo, indicaram que a polipílula reduziu em até 60% os riscos de uma pessoa sofrer infarto ou acidente vascular cerebral (AVC,o derrame), além de controlar o colesterol e a pressão arterial.

O multicomprimido combina duas substâncias para o controle da pressão arterial, uma que atua sobre o colesterol e outra que evita o entupimento dos vasos sanguíneos do coração. Comprovada a função preventiva do remédio, agora os pesquisadores irão verificar como ele age em pacientes que já tiveram problemas cardiovasculares.
E o Ministério da Saúde já aguarda esses resultados para incluir o medicamento na lista de remédios distribuídos gratuitamente - o que deve ocorrer em 2013. No país, as doenças cardiovasculares são as principais causas de morte.

Cerca de 2.000 pacientes brasileiros que já tiveram infarto ou derrame testarão o produto, por 18 meses, nessa segunda fase de pesquisa. Outros cinco países também participarão dessa etapa. Otávio Berwanger, diretor do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital do Coração e coordenador nacional da pesquisa, diz que na previsão "mais pessimista", o tratamento experimental com pacientes deve começar em outubro ou novembro.


Ao todo, 8.000 pessoas receberão o remédio multifuncional no mundo, diz Berwanger.
– Estamos na fase regulatória nos comitês éticos hospitalares e na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e aguardamos a aprovação.
Ele conta que os resultados da primeira fase, da qual participaram 400 voluntários, animaram os especialistas. Na ocasião foram avaliadas pessoas com risco cardiovascular moderado.
Consideramos "moderados" os pacientes que nunca sofreram infarto ou AVC, mas têm predisposições, como fumo, sedentarismo, obesidade ou pressão alta.

Os primeiros estudos sobre a superpílula começaram em 2006. Além de reduzir o risco cardiovascular dos pacientes, controlando a pressão e as taxas de colesterol, o remédio não oferece ações adversas diferentes daquelas já esperadas para o tratamento convencional desse grupo - náuseas, dores de estômago e cabeça, além de sangramentos.

25% dos idosos que fraturam o fêmur morrem em menos de um ano

Estudo da Sociedade Brasileira de Ortopedia diz que acidentes acontecem à noite

Uma pesquisa da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia) constatou que 25% dos idosos que sofrem fratura do fêmur  morrem em menos de um ano após a fratura. A pesquisa foi feita no Hospital Governador Israel Pinheiro, em Belo Horizonte, iniciada com 190 pacientes, principalmente funcionários públicos aposentados.

A pesquisa realizada pelo professor Marco Antonio Castro Veado, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, com o ortopedista Ulisses Cunha, acompanhou 153 pacientes. 38 morreram em menos de um ano após a cirurgia, 13,7% ficaram totalmente dependentes depois de operados, e outros 19,6% ficaram parcialmente dependentes.
Ao todo, 33 participantes foram excluídos da pesquisa por terem perdido contato com os pesquisadores ao longo do estudo e outros quatro morreram logo após a cirurgia.

Segundo Marco Antonio, a pesquisa mostra que a grande maioria dos pacientes sofre a fratura em casa, no trajeto entre o quarto e o banheiro durante a noite.


- Caem ao perderem o equilíbrio por estarem de meia, que escorrega no piso, por causa de tapetes que deslizam e por ausência de “vaga-lume”, a lâmpada junto ao rodapé, que ilumina o piso junto à cama.


Além dessas causas comprovadas, o ortopedista verificou que uma grande porcentagem dos fraturados (80%), fazia uso de um ou mais remédios, como anti-hipertensivos, que podem causar alguma tontura e facilitar a queda. 


Cirurgia e musculação são o caminho

Para reduzir os efeitos da fratura, os pesquisadores recomendam a cirurgia precoce, o mais cedo possível após o acidente, para evitar que o idoso chegue na sala de operação mais enfraquecido.


O presidente da SBOT, Osvandré Lech, recomenda também a musculação como forma de evitar fraturas como essa e mesmo depois da cirurgia.


De acordo com o ortopedista, o ideal é que o idoso seja orientado não só a exercitar-se caminhando, mas principalmente que faça musculação, levantando pesos para reforçar a musculatura dos membros, de acordo com sua capacidade, e tome sol.


A pesquisa mostrou ainda que, em muitos casos, após a fratura de um fêmur, pouco depois há fratura do outro, o que significa ou que não foi administrada a medicação para reforçar os ossos ou não foi seguido um programa de fortalecimento muscular adequado.

Orientação psicológica virtual traz comodidade e orientações pontuais

Modalidade é indicada para pessoas tímidas e com falta de tempo 

Desde o seu surgimento, a internet tem facilitado muito a vida das pessoas, aumentando a conectividade entre elas, diminuindo distâncias e ajudando a otimizar o tempo gasto nas tarefas profissionais e pessoais. Talvez muitas pessoas não saibam, mas hoje em dia a internet facilita também o acesso ao psicólogo.

A orientação psicológica virtual, que também é conhecida como terapia virtual ou terapia online, é caracterizada pela orientação de questões psicológicas feitas pelo profissional via e-mail, skype ou telefone.

Durante cada atendimento a pessoa terá condições de encontrar auxilio para dúvidas, medos, dificuldades pontuais e orientações sobre diversas questões emocionais. O número de atendimentos, duração e valor variam de acordo com cada profissional.  

Pesquisadores Europeus e Americanos têm se empenhado em testar e comprovar os benefícios da terapia virtual. Segundo matéria publicada no site da rádio Netherland Wereldomroep, "a terapia online é um sucesso na Holanda. A psicoterapia na qual o contato entre psicólogo e paciente só acontece via internet é tão eficiente quanto o tratamento 'cara a cara'."

Segundo publicado no Portal dos Psicologos em Portugal, "tem sido também constatado que online as pessoas vão mais diretamente ao foco de suas preocupações, o que agiliza a intervenção." No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia (CFP) regulamenta através da resolução CFP N°012/2005 a prática da orientação psicológica virtual.

Há uma série de estudos e pesquisas em desenvolvimento com relação aos benefícios da terapia virtual no país. No entanto, enquanto esses testes não forem totalmente concluídos e as pesquisas internacionais não tiverem sido validadas no Brasil, não é permitido praticar psicoterapia virtual, e sim orientação psicológica.

Por esse motivo é importante tomar cuidado com os serviços oferecidos online e com falsos profissionais que se utilizam da facilidade da internet para agir de má fé e enganar as pessoas.  
Futuramente o acompanhamento psicológico virtual não deverá substituir totalmente a psicoterapia tradicional, mas sim se tornar uma alternativa a ela, para que mais pessoas possam se beneficiar de seus efeitos.

A orientação virtual se destina aos seguintes grupos de pessoas:

- Portadoras de dificuldade física de locomoção: Pessoas com problemas de paralisia, doenças graves e contagiosas, gestantes e acamadas;

-Pessoas com falta de tempo para ir até o consultório: Para aqueles que trabalham muitas horas, moram longe do local de trabalho e gastam muito tempo se deslocando de um local para outro;

- Que moram em cidades em que há excasses de profissionais de psicologia: Há cidades onde, infelizmente, não há profissionais da área da psicologia, os existentes geram desconfiança ou não têm mais horários disponíveis;

- Timidos e reservados: Se sentem desconfortáveis ao pensar que podem ser observados e julgados por entrar em um consultório;

- Casais com dificuldades no relacionamento e sexuais: Sentem-se desconfortáveis em se expor diante de uma terceira pessoa ou tem dificuldades de ajustar os seus horários para irem juntos a consulta.

- Pais com problemas e dificuldades na orientação dos filhos: Dificuldades de diálogo, desempenho escolar e de relacionamento na familia, entre outras questões que possam aparecer em relação aos filhos;

- Que estão morando fora do seu país de origem: Geralmente podem ter dificuldade em se adaptar ao local e encontrar profissionais que falem o seu idioma e entendam a sua cultura;

- Estágios avançados de depressão: A pessoa sente muita dificuldade e desânimo para sair de casa;

- Que buscam orientação psicológica para questões cotidianas relacionadas ao profissional e pessoal.

Se você pertence a algum desses grupos acima, saiba que agora você pode se beneficiar de mais um serviço importante, cômodo e seguro oferecido via telefone ou internet. 

Conheça dez sinais de alerta para a baixa imunidade

Descubra os sintomas mais comuns que indicam um sistema de defesa deficiente 

Unhas fracas, queda de cabelo, cansaço, problemas de pele... Se você apresenta um ou mais desses problemas, deve imaginar que está com a imunidade baixa, certo? Na verdade, não é tão simples assim. Sinais como esses podem ser muito vagos, já que podem significar uma infinidade de complicações, doenças e até fatores genéticos, que pouco têm a ver com uma imunodeficiência.

A médica imunologista Elisabete Blanc, do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ, conta que a baixa imunidade pode ser de causa primária, ou seja, quando a pessoa já nasce predisposta pela genética. "Por outro lado, pessoas que são saudáveis, em um dado momento da vida, podem se expor a situações que levem à dificuldade do organismo em manter um equilíbrio imunológico", completa.

Exemplos dessas situações vão desde maus hábitos a tipos específicos de tratamentos: uso de medicamentos que suprimem a imunidade, exposição à radiação, quimioterapia, má alimentação, uso de drogas, consumo de álcool, excesso de exercício físico, estresse prolongado, doenças que levam a uma grande perda de proteínas - substâncias que são "a matéria prima dos anticorpos", como explica Elisabete -, doenças crônicas, deficiências de vitaminas, falta de repouso adequado, entre muitos outros fatores.  
Consulta médica - Foto: Getty  Images
De olho nas doenças mais persistentes
Como saber, então, se você realmente está com o sistema de defesa comprometido? De acordo com o clínico geral Fernando Manna, do Laboratorio NASA, não existe um exame único capaz de detectar se a pessoa está com a imunidade prejudicada. "O ideal é procurar um médico ao perceber sintomas recorrentes ou persistentes. O exame clínico realizado pelo médico assistente, aliado à queixa e evolução de sintomas, são orientadores na solicitação de exames", completa.

É mais fácil, portanto, perceber que o sistema imunológico está pedindo ajuda quando há repetições de várias complicações no organismo, que demoram a ir embora. "A diminuição da resistência orgânica cria condições para o desenvolvimento frequente de doenças", conta Fernando. Se a pessoa apresentar um mesmo problema - ou mais de um - diversas vezes, deve procurar um profissional.

A lista dos sinais alarmantes

Ainda assim, não é tão simples a detecção, uma vez que repetir demais uma complicação não é certeza de uma queda na imunidade. Um indivíduo pode ter as unhas fracas durante meses, por exemplo, mas isso pode ser apenas consequência de má higiene ou falta de alguns nutrientes na alimentação.  
Fique de olho nas doenças frequentes - Foto: Getty Images
Por isso, vale ficar mais atento aos sintomas decorrentes de doenças que são mais comuns quando as defesas do organismo estão frágeis. Confira exemplos dados pelo clínico geral Fernando Manna e a imunologista Elisabete Blanc:

Boca: herpes, amigdalite e estomatite

Pele: infecções recorrentes, abscessos, doenças gerais causadas por fungos, vírus e bactérias

Ouvido: otites

Região genital: herpes

Sistema respiratório: gripes e resfriados

A percepção da imunodeficiência fica ainda mais clara com a lista da Fundação Jeffery Modell e a Cruz Vermelha Americana, elaborada para guiar médicos e profissionais no diagnóstico de pacientes. Elisabete explica que, ao apresentar um ou mais desses itens abaixo, a pessoa já deve ser investigada. 
Otite - Foto: Getty Images
1. Duas ou mais pneumonias no último ano
Os sintomas da infecção no pulmão costumam ser: febre muito alta, calafrios, tosse com expectoração, falta de ar, dor no peito, vômitos, prostração, perda de apetite e dores no corpo.

2. Oito ou mais otites no último ano

A inflamação é provocada pelo acúmulo de líquido no ouvido. Há vários tipos de otite, que podem apresentar os seguintes sintomas: dor intensa, diminuição da audição, secreção, coceira, febre, falta de apetite, entre outros.

3. Estomatites de repetição ou monilíase por mais de dois meses

A estomatite pode ser percebida por lesões na boca e gengivas. Já a Monilíase é uma infecção causada por fungos e apresenta pontos brancos e escamosos em qualquer área da região bucal: língua, bochechas, gengivas ou lábios.

4. Abscessos de repetição ou ectima

O acúmulo de pus na pele em determinada área do corpo é conhecido como abscesso, também chamado de furúnculo. A ectima é uma infecção bacteriana que acontece, geralmente, por falta de higiene, com lesões que costumam acontecer com maior frequência nas pernas e nos pés. 
Criança com febre - Foto: Getty Images
5. Um episódio de infecção sistêmica grave: meningite, osteoartrite ou septicemia
Essas infecções comprometem o organismo como um todo e podem ser perigosas. A meningite é uma inflamação das meninges, membranas do encéfalo e da medula espinhal e pode ser causada por vírus ou bactérias.

A osteoartrite, por sua vez, é caracterizada por problemas que alteram as juntas dos joelhos, quadris, mãos e coluna vertebral, prejudicando o movimento.

Já a septicemia é uma infecção generalizada que se espalha por todo o organismo, por causa de bactérias que infectam o sangue.

6. Infecções intestinais de repetição ou diarreia crônica

O mau funcionamento do intestino pode ser causado por vários fatores, como alimentação ruim e problemas emocionais. No entanto, frequentes diarreias e problemas intestinais, relacionados a infecções, são mais preocupantes e podem ser indícios de imunodeficiência.

7. Asma grave, doença do colágeno ou doença autoimune
Tanto a doença do colágeno quanto a doença autoimune, como explica Elisabete, representam um grupo de doenças que faz o organismo produzir anticorpos contra ele mesmo, o que provoca uma queda na imunidade.

8. Efeito adverso ao BCG e/ou infecção por micobactéria
Esse caso diz respeito, principalmente, a crianças que têm reação da vacina BCG, contra tuberculose. "A pele pode não cicatrizar após a vacina ou a criança pode sofrer com própria bactéria que dá a tuberculose", conta Elisabete.  
9. Quadro clínico associado à imunodeficiência
De acordo com Elisabete, nesse tópico entram as mais variadas doenças e síndromes que podem ter relação com o sistema imunológico. "O médico poderá suspeitar de acordo com o histórico da pessoa e da predisposição genética", completa a imunologista.

10. História familiar de imunodeficiência

Pessoas que possuem casos na família de baixa imunidade também devem ficar mais atentas às respostas do organismo para doenças e, de preferência, fazer uma avaliação médica. 

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mel ajuda no combate de doenças gastrointestinais

Natural e completo, alimento é grande aliado na digestão 

Você consome mel? Se ainda não, saiba que está perdendo diversos benefícios que este alimento oferece para sua saúde. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), ele possui mais de 70 substâncias essenciais ao organismo, como água, frutose, sacarose, glicose (carboidratos), potássio, ferro, sódio, fósforo, zinco, cloro, cálcio, magnésio, vitaminas do complexo B, vitaminas A, E, C e alguns tipos de aminoácidos (proteínas). "Trata-se de um alimento de alta qualidade e energético, com ação imunológica, analgésica, antibactericida, anti-inflamatória e que funciona como laxante natural", afirma a nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde. 
Mel é grande aliado na digestão - Foto: Getty Images
Para usufruir de todos os benefícios do mel, a especialista diz que duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes. As crianças a partir de um ano podem consumir o alimento sem risco de alergia. O cuidado fica por conta dos diabéticos, já que o mel é fonte de carboidratos simples e de alto índice glicêmico, correndo o risco de descontrolar as taxas de açúcar no sangue.

No entanto, ele é mais bem aceito pelo organismo do que o açúcar branco, fonte de calorias vazias e que não oferece nenhum nutriente ao organismo, além da glicose. "Isso porque 40% da composição do mel é frutose, o açúcar natural das frutas, bem menos prejudicial", afirma a nutricionista Vivian Goldberger, do Emagrecentro.  
Flávia ressalta ainda sua função pré-biótica, que melhora o funcionamento do intestino e a absorção de nutrientes.

A aplicação do mel, por sinal, é muito indicada na assimilação dos alimentos e na prevenção e nos tratamentos de desordens gastrointestinais, tais como úlceras, gastrites e gastroenterites. 

Probióticos: conheça as bactérias que fazem bem ao organismo

Quando pensamos em bactérias, a primeira coisa que nos vem à cabeça são as imagens de sujeira e doenças. Todavia, há bactérias que fazem bem para o nosso organismo e podem ser consumidas sem moderação: os probióticos.
"Os probióticos são um tipo de alimento considerado funcional. São micro-organismos vivos que produzem ácido lático e, quando ingeridos, exercem efeitos benéficos para a saúde. Esses organismos são adicionados aos alimentos, como os leites fermentados, por exemplo", explicou a nutróloga Luciana Carneiro, do Rio de Janeiro (RJ), membro da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).
E esses micro-organismos vivos só ajudam o nosso organismo, pois aumentam o valor nutritivo e terapêutico dos alimentos porque, segundo a nutróloga, há um aumento dos níveis de vitaminas do complexo B e aminoácidos, além de cálcio e ferro. Além disso, são aliados da beleza por terem propriedades naturais anti-inflamatórias que ajudam a eliminar as bactérias que causam acne, rosácea, dermatites e psoríase e por ajudarem a reduzir vermelhidão e inflamações e combater rugas prematuras a longo prazo.
Como precisam de uma alta concentração de lactose para se desenvolverem, os probióticos geralmente são encontrados em produtos lácteos, como os leites fermentados. Dentre os micro-organismos mais comuns estão leveduras e os lactobacilos.
Outra vantagem é que não há restrições no consumo de alimentos probióticos, "mesmo quem tem problemas intestinais e crianças podem ingerir o produto". Todavia, por ser um alimento funcional, seus benefícios só serão notados com a ingestão frequente, mesmo que em cápsulas. "Mas os suplementos devem conter entre 1 bilhão a 1,5 bilhões de células vivas dos principais probióticos por comprimido/cápsula, pelo menos, tomando duas cápsulas/comprimidos durante as principais refeições para ter o mesmo efeito do alimento".
Luciana adverte que não adianta ingerir alimentos probióticos e descuidar da dieta como um todo. "A boa alimentação, bem equilibrada, faz com que os probióticos funcionem melhor. Pouco adianta ingerir alimentos funcionais se o resto da alimentação não for adequada", falou. Para facilitar o consumo destes alimentos, eles podem ser acrescentados como ingrediente de outra receita, como uma vitamina, por exemplo, desde que não altere demais a temperatura, ou os micro-organismos perdem suas funções.
Veja algumas vantagens do consumo de probióticos, listadas pela nutróloga Luciana Carneiro:
- Facilitam o processo digestivo, ajudando a produzir enzimas essenciais para degradar nutrientes complexos, aumentando a assimilação dos mesmos;
- Regularizam a função intestinal, diminuindo diarreias, gases e constipação;
- Normalizam o pH intestinal e, com isso, ajudam a prevenir infecções causadas por fungos, leveduras e bactérias nocivas;
- Ajudam a remover toxinas e diminuem a absorção do colesterol;
- Melhoram a saúde da pele, contribuindo com a beleza;
- Estimulam o sistema imunológico;
- Normalizam a produção de vitaminas K e B12 no intestino.
Prebióticos, Probióticos ou Simbióticos?
Eles são bastante populares, mas são diferentes. Por isso, não confunda. "Os prebióticos são carboidratos ou fibras solúveis em água encontradas em certos alimentos, como os cítricos e a maçã. São alimentos não digeríveis que beneficiam a atividade das bactérias benéficas que vivem no cólon (parte do intestino grosso)", disse Luciana.

Alguns prebióticos são os frutooligossacarídeos (FOS), presentes na cerveja, cevada, aveia, mel, trigo, banana, cebola, alho, tomate, entre outros; a pectina, da maçã e dos cítricos; as ligninas, das cascas de frutas oleaginosas e leguminosas, como linhaça e soja; e a inulina, presente na raiz da chicória, no alho, cebola, aspargos e alcachofra. Eles estimulam o trânsito intestinal e a manutenção da flora, estimulam o crescimento das bifidobactérias, que inibem a atividade de bactérias nocivas, e colaboram para que o excesso de colesterol e glicose não sejam absorvidos pelo intestino.
"Os simbióticos são suplementos alimentares que combinam os probióticos e os prebióticos", ensinou a nutróloga da capital carioca.

Tipo de framboesa pode ajudar a prevenir câncer

Cientistas identificaram componentes em framboesas pretas ue poderiam ajudar a prevenir o câncer, segundo informações do site do jornal inglês Daily Mail. Esse tipo de framboesa tem um sabor mais intenso que as tradicionais e são ricas em ácido elágico, antocianinas e antioxidantes, que ajudam a destruir os radicais livres, as moléculas nocivas que se acumulam no corpo e podem danificar as células.
Estudos da Universidade de Ohio State descobriram reduções significativas nos tumores de cólon e esôfago em ratos alimentados com uma dieta com framboesas pretas.
Pesquisas têm demonstrado que extratos de framboesas e amoras podem retardar o crescimento da mama, do colo do útero, câncer de cólon e esôfago.

Brócolis pode ser aliado na luta contra o Alzheimer

Cientistas da Dundee University investigam as propriedades benéficas do brócolis contra o mal de Alzheimer, segundo informou o jornal britânico Daily Mail nesta terça-feira (28).
O sulforafano presente no vegetal e também encontrado na rúcula, couve e repolhos, foi definido como um importante agente de defesa do corpo e de células vitais do cérebro contra os radicais livres.
Os pesquisadores concluíram que um produto químico derivado do vegetal pode ajudar o órgão a se manter ativo e em pleno funcionamento na velhice. Sendo assim, pílulas baseadas nesta química podem ser ainda mais eficazes ainda do que ingerir o próprio brócolis, uma vez que o efeito biológico causado pelo alimento varia de pessoa para pessoa.
Espera-se que o produto possa retardar ou até mesmo parar a progressão da doença de Alzheimer e que remédios similares também possam atuar no combate a outros tipos de doenças como Parkinson, derrame e câncer.

Crianças que moram em casas com barata têm mais asma

 . Foto: Getty Images
Incidência de asma em crianças que moram em casa com baratas aumentaria em até três vezes

Baratas podem ampliar o risco de asma entre crianças e adolescentes. Segundo estudos da Universidade Federal de Pernambuco, a incidência de asma em pessoas que moram em residências com baratas é três vezes maior do que entre os moradores de casas onde não há o inseto.
Os pesquisadores examinaram 172 domicílios dedetizados em Recife para verificar a existência de baratas mortas, o que confirmaria que os moradores estavam expostos aos insetos. Das 79 crianças que estavam expostas às baratas, 32% tinham asma; no grupo de 93 crianças que moravam em casas onde não foram encontradas baratas, 12% tinham asma.
"No caso das baratas, são os fragmentos da sua superfície dispersos no ar que causam a alergia. Assim como há pessoas sensíveis a ácaros, há alérgicos a barata", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), Roberto Stirbulov.
E o inseto não precisa estar vivo para causar alergia. Quando a barata é morta, partículas do seu exoesqueleto se decompõe e ficam no ar. Mesmo que a pessoa não tenha predisposição à asma, outras alergias podem ocorrer.

Substância encontrada no plástico pode gerar inibição sexual

 . Foto: Getty Images
Cientistas descobriram que o comportamento sexual masculino seria inibido pela substância BPA

Produto usado na fabricação de mamadeiras e latas de alimentos e bebidas atrapalhou o comportamento sexual de roedores, segundo pesquisa publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences. Estudos anteriores já diziam que a substância Bisfenol-A (BPA), usada para dar maleabilidade ao plástico, pode causar problemas no aparelho reprodutor e aumentar a hiperatividade.
Agora, os cientistas descobriram que o comportamento sexual masculino seria inibido pela substância, que "imita" o efeito do hormônio feminino estrogênio e é liberada no alimento quando o plástico é aquecido.
No estudo, fêmeas do roedor consumiram BPA na gestação e na amamentação. Os filhotes delas não conseguiam sair de um labirinto, o que outros machos fazem com facilidade. A proporção da substância não ultrapassava os níveis considerados seguros para humanos estipulados pela FDA, a autoridade sanitária americana: 50 miligramas por quilo de alimento.
Segundo os pesquisadores, a dificuldade espacial é um sintoma de "feminilização", já que os machos da espécie estudada possuem um senso de orientação aguçado. Sem ele, não conseguem encontrar as fêmeas espalhadas no ambiente e se reproduzir.
Os estudos em humanos ainda não são conclusivos. Mas sugeremque garotos podem ser mais suscetíveis.
No Brasil, a Anvisa permite o uso de BPA com o limite de 0,6 mg do produto para cada quilo de plástico. Nesse limite não há risco. Embalagens que têm no fundo o número 7 podem ter BPA.

Segundo pesquisa, homens preferem as curvilíneas


Mais uma prova de que homens e mulheres têm gostos bem diferentes. Enquanto a maioria de nós quer ser magrinha, uma pesquisa de uma marca de desodorantes, feita com mais de dois mil ingleses, prova mais uma vez que os homens gostam mesmo de ‘ter onde pegar’.
De acordo com o levantamento, a atriz Scarlett Johansson tem o corpo mais desejado pela maioria dos homens (20%). Segundo os entrevistados, mulheres muito magras não fazem sucesso.
Apesar disso, as magrelas Pippa e Kate Middleton também foram lembradas na pesquisa, mas só porque elas são naturalmente magrinhas, não fazem dietas exageradas. Será?

Internet cresce mais entre brasileiros com baixa escolaridade

Sudeste e Sul ainda têm a maior proporção de domicílios com acesso à web

A proporção de domicílios com acesso à internet no Brasil passou de 24% para 27% entre 2009 e o ano passado. O crescimento foi proporcionalmente maior entre indivíduos com baixa escolaridade. Em 2010, 43% dos brasileiros com ensino fundamental acessavam a rede mundial de computadores, contra 36% em 2009.

Os dados fazem parte da sexta Pesquisa Sobre Uso das Tecnologias da Informática e da Comunicação no Brasil (TIC Domicílios 2010), coordenada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

A pesquisa revela que a quantidade de domicílios brasileiros na área urbana com internet cresceu de 27% para 31% entre 2009 e 2010. Mas na área rural o acesso à web está estagnado, já que apenas 6% dos domicílios usaram a internet em 2010, mesmo índice apontado pela pesquisa referente a 2009.

Entre as regiões, o maior crescimento de uso da rede entre 2009 e 2010 aconteceu na região Centro-Oeste, onde o acesso passou a estar presente, no ano de 2010, em 33% dos domicílios, contra 25% em 2009. O Sudeste e o Sul ainda são as regiões que têm a maior proporção de domicílios com acesso à internet.

Brasileiros navegam cada vez com mais velocidade

A cada dia, a conexão discada passa a fazer parte do passado dos brasileiros que usam a internet. Em 2008, esse tipo de conexão atingia 31% dos domicílios da área urbana do país com acesso à web. Em 2010, esse índice é de apenas 14%.

A banda larga continua a crescer no Brasil e as pessoas usam cada vez mais velocidades maiores. Entre 2009 e 2010, o número de domicílios cujos moradores navegam com velocidade de até 1 Mbps (megabit por segundo) caiu de 55% para 40%, enquanto o uso que vai de 1 Mbps a até 2 Mbps passou de 15% para 24% entre o ano retrasado e o ano passado. O uso de velocidade acima de 2 Mbps também cresceu, passando de 7% para 15% no mesmo período.

A pesquisa TIC Domicílios 2010 foi feita em mais de 24 mil domicílios em todas as regiões do país.

Notebook e modem 3G ganham mais usuários

A pesquisa divulgada nesta terça-feira (28) revela que os domicílios brasileiros que têm apenas notebook passaram de 2% em 2009 para 4% em 2010. O crescimento entre os dois anos apenas na área urbana foi de 80%, passando de 5% do total para 9%.

O celular também está mais presente nos lares. Em 2009, 82% dos domicílios tinham aparelho celular. Esse índice em 2010 chegou a 86%.

Entre esses dois anos, a porcentagem de domicílios que têm modem 3G para acesso à internet foi de 6% para 10%.

O acesso à web via celular continua estagnada, segundo a pesquisa, como já indicava o relatório divulgado no ano passado.

Bebês prematuros têm três vezes mais chance de sofrer de problemas mentais

Distúrbios têm mais chance de aparecer na adolescência, segundo estudo

Prematuros ou bebês de baixo peso estão três vezes mais propensos a sofrer de transtornos de ansiedade e de humor na adolescência do que bebês nascidos no tempo normal e com peso considerado adequado, de acordo com psicólogos da Universidade de Birmingham, no Reino Unido.

A pesquisa, publicada na revista Psychological Medicine, descobriu que os jovens que nasceram mais cedo ou estavam abaixo do peso no nascimento estavam com "aumento significativo do risco" de sofrer de distúrbios de saúde mental, particularmente durante a adolescência.

Na população em geral, distúrbios psiquiátricos, como ansiedade, depressão e psicose muitas vezes surgem em torno da puberdade, embora esses possam ser precedidos por distúrbios emocionais e comportamentais na infância.
Ao estudar em conjunto com cientistas da Universidade de Melborne, na Austrália, o professor Stephen Wood, realizou uma meta-análise de dez estudos sobre efeitos de saúde mental em crianças nascidas prematuramente para chegar a essa conclusão.

- À medida que mais e mais desses bebês sobrevivem e os seus problemas físicos são combatidos, estamos vendo um aumento aparente dos casos de transtornos de humor e de ansiedade. Parece que quanto mais cedo um bebê nasce há mais chances de problemas dessa natureza ocorrerem.


Essa é a primeira vez que houve provas concretas sobre o assunto, diz Wood.
- Embora as condições tais como Déficit de Atenção e Hiperatividade tenham sido reconhecidas como um problema neste grupo, isso mostra que a chance de desenvolver outros transtornos mentais também aumentou.

Entretanto os pesquisadores ressaltam que não há motivo para pânico dos pais. Para eles, a informação vale como alerta para os pais ficarem atentos aos sinais que os filhos possam dar.
- Estar consciente pode aumentar a probabilidade de transtornos de humor ser diagnosticados e tratados. Existem muitos serviços disponíveis para os jovens e nós recomendamos terapias psicológicas, em vez de medicação.

Quem mastiga rápido tem mais gordura no corpo

Ato da mastigação tem relação com hormônio que "avisa" quando a fome acabou

Desde crianças recebemos orientações sobre a importância de comer devagar, mastigando bem os alimentos. Mastigar de forma correta ajuda o organismo a produzir enzimas que atuam no processo de digestão. A mastigação correta é aquela que quebra, tritura e reduz a comida em pequenas porções, para que haja uma melhor absorção dos nutrientes.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Saúde e Nutrição em Tóquio, no Japão, apontou que a velocidade com que ingerimos os alimentos pode influenciar no índice de gordura corporal. Os pesquisadores descobriram que, quanto mais rápido uma pessoa come, mais alto é o IMC (índice de massa corpórea, uma relação entre o peso e altura do indivíduo) e a quantidade de gordura no organismo.
O ato de comer devagar possibilita ao cérebro captar de maneira correta a mensagem do hormônio PPY, conhecido como hormônio da saciedade, que avisa quando o organismo está saciado. Esse hormônio entra em ação cerca de 20 minutos depois do início da refeição, quando em tese ainda devemos estar à mesa.
Comer devagar também evita desconfortos gastrointestinais como a azia, gases e refluxos.
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