terça-feira, 5 de julho de 2011

Sobral está entre cidades mais atrativas do País

A "Princesa do Norte" comemora hoje não só sua emancipação política, mas processo de crescimento econômico

 









Referência para a Zona Norte do Estado, este Município chega hoje aos seus 238 anos experimentando um processo de expansão nos setores da indústria, comércio e serviços, bem como nas áreas de gestão pública como educação, saúde e assistência social. É um centro de convergência na região para novos investimentos. O Município é acessado por duas rodovias federais e quatro estaduais, dispondo ainda de um aeroporto, que obedece às especificações do Departamento de Avaliação Civil (DAC). Possui ainda terminal rodoviário, em breve, ferroviário e um boa infraestrutura hoteleira.

Inserida no índice das cidades que mais se desenvolveram no Brasil nos últimos 10 anos, além de ser uma das 30 melhores para se morar, Sobral, com uma população estimada em quase 190 mil habitantes, de acordo o Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBGE), completa 238 anos de emancipação política com outra grande conquista: está entre as seis cidades com as melhores perspectivas para investimento estrangeiro, desenvolvimento econômico e expansão de negócios, conforme pesquisa feita por uma das mais respeitadas publicações do mercado econômico mundial, a revista britânica FDI Magazine Times. A cidade possui, hoje, uma população flutuante de mais de 10 mil pessoas/dia, em demandas empresariais, de saúde e educacionais. "Precisamos oferecer o melhor conforto possível para essas pessoas que vêm à cidade em busca dos novos serviços", disse o prefeito Veveu Arruda.

Agora, a "Princesa do Norte" dá o primeiro passo para entrar no rol dos grandes centros dotados de shopping center. A Prefeitura acredita nesse setor e doou um terreno de 38.000m², para instalação do primeiro shopping do Município, um empreendimento do consórcio Technic Engenharia Ltda. e Camerom Construtora Ltda., que está sendo construído nas proximidades do Rio Acaraú, na Avenida Monsenhor Aloísio Pinto, logo após à ponte Dr. José Euclides.

A localização geográfica, entrada principal para a maioria das cidades da Zona Norte, é um dos motivos do Município ter se tornado polo de atração de novos investimentos pela sua característica de desenvolvimento sócio-econômico cultural. A modernização do sítio histórico, com seus casarões tombados pelo Instituto de Patrimônio Histórico Nacional (Iphan), com projeto de internalização de toda sua fiação externa; a construção de um grande hospital que atenderá a população de toda Zona Norte; a construção de um moderno centro esportivo - a Vila Olímpica Ministro Ciro Gomes; o novo Parque de Eventos, considerado por quem visita como o mais moderno do País; a construção do metrô de superfície, interligando diversos bairros ao Centro da cidade; e anúncio da possibilidade de construir um porto seco, são alguns dos indicadores do processo de expansão da cidade.

Porto seco
O porto seco deve incentivar o crescimento comercial, aumentando a oferta de emprego e diminuindo os custos de escoamento e chegada de produtos às localidades mais distantes do litoral. "Para cá devem vir toda a produção da região. Destaque para os Municípios que produzem frutas, hortifrutigranjeiros e rosas, principais produtos de exportação. Sobral tem o maior polo calçadista do Ceará e é também responsável pela maior produção de cimento do Nordeste", destaca Veveu Arruda, acrescentando que o porto trará para este Município o mercado atacadista, se tornando um instrumento que viabilizará o deslocamento desses produtos para outras regiões. Outros grandes atrativos que fazem a cidade se encher de visitantes são as grandes festas, como o Carnabral, o carnaval fora de época; a Exposição Agropecuária e Industrial da Zona Norte (Exponorte); e a Feira de Negócios Artesanais e Industriais do Vale do Acaraú (Fenaiva), que acontece entre os dias 21 e 23 deste mês.

O shopping de Sobral é um empreendimento que tem previsão de gerar 500 empregos diretos, englobará mais de 130 espaços comerciais, compreendendo quatro lojas âncoras, 96 lojas satélites, três cinemas, praça de alimentação com restaurante e 15 lojas, um hotel com 100 unidades habitacionais, uma torre empresarial e estacionamento com aproximadamente 800 vagas. O prazo previsto para conclusão das obras é de 24 meses. O shopping ficará na área nobre da cidade, às margens do Rio Acaraú. O empreendimento vai atrair investimentos e proporcionar maior movimentação do comércio de toda a região.

Esta cidade da Zona Norte do Estado, considerada como uma das melhores cidades do Brasil no que diz respeito à qualidade de vida, chega aos 238 anos de emancipação política. Conhecida como a "Princesa do Norte", seu patrimônio histórico constitui os principais pontos turísticos locais. Entre os quais destacam-se construções como o Arco de Nossa Senhora de Fátima, construído em 1953; o Teatro São João, construído sob a inspiração do estilo neoclássico, é um dos raros exemplos brasileiros do período; Museu Diocesano Dom José - com acervo de quase cinco mil peças; o Museu do Eclipse, a Casa de Cultura, principal espaço dos artistas de Sobral e da região; o Becco do Cotovelo e o Paço Municipal. A cidade possui boa estrutura de hospedagem e com preços bem acessíveis. Quanto aos restaurantes, o forte são os pratos típicos do sertão.

Para marcar a data, um mês inteiro de comemoração. Depois da realização do Grande Prêmio Turfe Cidade de Sobral, no sábado a tarde, no Derby Clube Sobralense, ontem a noite se desenvolveu uma solenidade cultural no Teatro São João, com a entrega de Diploma Cultural Mestre Anísia Rocha, e show com o cantor Gilberto Gil na Boulevard do Arco, que atraiu grande multidão. Para hoje, Ação Global da Cidadania, na Praça de Cuba, encerrando com Missa de Ação de Graças, na Igreja da Sé Catedral. Amanhã, haverá colação de grau dos concludentes da Universidade Federal do Ceará (UFC) de 2011. Outro momento cultural marcante acontecerá na sexta-feira, com o lançamento do CD Nascente, de Vicente Lopes. A programação de aniversário dos 238 anos de Sobral se encerra, dia 28, com a inauguração do Conjunto Habitacional Padre José Linhares.

Benfeitor
Dom José Tupinambá da Frota é o maior benfeitor desta cidade. Ele implantou um modelo de Igreja Católica Romana dentro dos padrões e diretrizes da Santa Sé, litúrgica e moralmente. Sua influência na sociedade foi além de seu poder episcopal. Influenciou a política local e regional, utilizando-se de forma extensiva a Rádio Tupinambá de Sobral - fundada por ele - e de grande audiência. Dentre seus feitos: Museu Diocesano, Santa Casa de Misericórdia e o Seminário Teológico-filosófico, embrião da Universidade Estadual Vale do Acaraú.

Tamanho do pênis está ligado ao dos dedos, diz nova pesquisa

A partir de agora, o dedo anular masculino servirá como mais do que um possível indicador de estado civil. Cientistas descobriram que, pela comparação entre ele e o indicador, é possível prever o tamanho do pênis ereto.
O cálculo não é feito pelo tamanho absoluto dos dedos, mas sim pela razão entre eles. A conta é feita dividindo o comprimento do dedo indicador pelo do anular. Quanto menor for resultado, maior deve ser o pênis. Ou seja: homens com o dedo indicador menor do que o anular tendem a ter o pênis ereto mais longo.

De acordo com os pesquisadores, liderados por In Ho Choi, da Universidade Gachon (Coreia do Sul), o resultado tem a ver com o nível de exposição que os homens tiveram à testosterona quando ainda estavam no útero.
Essa relação entre o tamanho dos dedos e a exposição ao principal hormônio masculino já era conhecida. Além de fornecer pistas sobre o tamanho do órgão sexual, conhecer o nível de exposição à testosterona pode ajudar no diagnóstico de doenças ligadas ao hormônio, como câncer de próstata.
A pesquisa, publicada no "Asian Journal of Andrology", analisou o tamanho do órgão sexual de 144 homens com mais de 20 anos e com doenças urológicas.
Embora os cientistas digam que nenhuma dessas doenças interfira no tamanho dos pênis, eles admitem que o universo da pesquisa é restrito e pode estar enviesado.
Antes de terem seus órgãos sexuais medidos, todos os pacientes foram anestesiados. Para que não houvesse interferência da temperatura, a medição foi feita logo após eles terem sido despidos.

Depressão não aumenta risco de prematuridade

Depressão é um problema para muitas grávidas. Mas o impacto da depressão sobre a gestação é tema controverso. Um  estudo brasileiro tranquiliza um pouco as gestantes que estão deprimidas.  
Saíram os resultados de um estudo nosso, brasileiro, abordando o impacto da depressão no desfecho da gravidez. Mais de 800 gestantes do serviço público da zona oeste de São Paulo foram seguidas desde a metade da gravidez até o parto. Por meio de questionário, elas foram classificadas em deprimidas ou não. Estes dados foram cruzados com os dados perinatais, em particular, com a época do nascimento e o peso do recém-nascido. Os resultados do estudo podem ser lidos de duas maneiras.
          A primeira é uma ótima notícia para gestantes que estão se sentindo tristes na gravidez: estar deprimida na gravidez não aumenta os riscos da mulher vir a ter parto prematuro ou bebês cujo peso é menor do que 2.5 kg ao nascer. Ambas as situações, prematuridade e baixo peso, estão fortemente associadas com mortalidade do recém-nascido, de modo que muitos esforços, nem sempre satisfatórios são empregados para evitar que o bebê nasça antes da hora, prematuro, ou com baixo peso, ou seja, com menos de 2.500g. Dito de outra maneira, a depressão na gravidez não aumenta o risco destas complicações.
          A segunda interpretação dos dados já não é tão boa assim. Cerca de uma em cada 3 mulheres apresentava sintomas depressivos. É um número muito impressionante já que são muitas mulheres sofrendo. O estudo contradiz resultados de outras pesquisas que apontam um aumento leve a moderado do risco da gestante deprimida ter uma complicação com seu bebê. E a explicação pode estar no fato de que o impacto da depressão é pior em cenários de pobreza extrema, o que não era, afortunadamente, o caso desta nossa pesquisa brasileira. Mas ele também confirma o que já se sabia: o problema é comum e que merece ser enfrentado, já que as futuras mamães merecem ser felizes.

Conversando com os pais sobre sexo

Todos nós temos dúvidas sobre sexo. Algumas são baseadas em curiosidades, outras em medo e a maioria em pura antecipação. E se você, adolescente, conhece alguém da sua idade que acredita ter todas as respostas, ele provavelmente está mentindo. Na verdade, muitos adultos também têm dúvidas sobre o assunto.
1210044 40426924 1 300x200 Conversando com os pais sobre sexo
Então, onde encontrar as respostas? Você pode começar conversando com os seus pais. Eles podem não saber tudo, mas com certeza saberão te indicar um caminho.
Você pode estar com dúvidas sobre a sua primeira vez e como lidar com os sentimentos que envolvem esta questão. Existem, sim, vários aspectos que devem ser considerados antes de tomar esta atitude. Você precisa analisar suas questões morais, se é isso realmente que quer. Mesmo que seus pais a princípio reajam de forma negativa com relação à sua decisão, lembre-se que isso é normal, eles apenas querem o melhor para você.
No final das contas, se você está pensando neste assunto é porque tem idade suficiente para arcar com as consequências da sua decisão.
Repare que talvez os valores morais de seus pais sejam um pouco mais restritivos ou rigorosos que os seus. Questioná-los é um sinal de amadurecimento, porém não deixe de levar em consideração as razões apresentadas por eles sobre o assunto. Não é porque você não concorda com a opinião deles que eles estão errados e você pode se surpreender.
Apenas conte a seus pais que você quer conversar com eles sobre sexo ou tente puxar o assunto desta forma:
• Nós iremos falar sobre sexo na escola este ano, mas eu não sei muito sobre o assunto;
• A professora falou sobre sexo hoje com a classe. Eu aprendi algumas coisas interessantes;
• Ouvi alguns amigos falando sobre sexo hoje. Eles disseram [aqui é o momento de expor sua dúvida], isso é verdade?
E veja que rumo a conversa irá tomar. Pode ser que seus pais se sintam à vontade para esclarecer suas dúvidas. Para garantir, espere o momento certo, uma hora em que estejam todos reunidos e sem prazos, como na hora de sair para ir ao trabalho.

Estresse não é fator de risco para esclerose múltipla, aponta pesquisa

O estresse não é fator de risco para o desenvolvimento da esclerose múltipla (EM) em mulheres. Este foi o resultado de uma pesquisa desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Bergen, na Noruega, publicada no periódico Neurology.
“Pesquisas anteriores mostram a relação entre eventos estressantes como capazes de aumentar o risco de um episódio de EM, mas não estamos certos de que este estressor pode realmente levar ao desenvolvimento da doença”, diz o autor do estudo, Trond Riise.
A EM é uma doença neurológica crônica, de causa ainda desconhecida, mais comum entre mulheres e pessoas brancas (genótipo caucasiano). Neste sentido, a pesquisa envolveu dois grupos de mulheres enfermeiras do Nurses Health Study, grupo formado em 1976 de estudos epidemiológicos. O primeiro grupo, acompanhado desde aquela data, era formado por 121,7 mil enfermeiras, com idades entre 30 e 55 anos. O segundo grupo começou a ser acompanhado em 1989 e era formado por 116.671 enfermeiras, com idades entre 25 e 42 anos.
As participantes deveriam informar os pesquisadores sobre situações de estresse em casa e no trabalho, incluindo se foram vítimas de violência física ou sexual durante a infância e adolescência. No primeiro grupo, 77 pessoas desenvolveram esclerose múltipla até 2005. No segundo grupo, 292 pessoas desenvolveram a doença até 2004. “O risco de EM é particularmente elevado entre mulheres jovens, e a diferença no número de casos está relacionada com as diferenças nas idades das mulheres nos dois grupos no início do acompanhamento da doença”.
Depois de levar em consideração fatores como idade, etnia, local de nascimento, massa corporal e se fumavam ou não aos 18 anos, o estudo apontou que níveis altos de estresse em casa não são fator de risco para o desenvolvimento de esclerose múltipla. Não existiu aumento significativo no risco de desenvolvimento de esclerose múltipla entre aquelas que reportaram violência física ou sexual durante infância ou adolescência.
“Estas regras excluem o estresse como um fator de risco para a esclerose múltipla. Pesquisas futuras podem agora mudar o foco”, conclui Riise.
 

Barulho constante no ambiente de trabalho dobra riscos de doença cardíaca

Barulho persistente no ambiente de trabalho pode mais que dobrar os riscos de doenças cardíacas nos funcionários. O risco é ainda maior entre os fumantes. Este foi o resultado de uma pesquisa publicada no periódico Occupational and Environmental Medicine.
O estudo foi feito com base em dados de uma pesquisa realizada nos EUA entre 1999 e 2004 com mais de 6 mil trabalhadores, que envolveu entrevistas em domicílio com detalhes sobre estilo de vida, exames médicos e amostras sanguíneas.
Os participantes foram agrupados entre aqueles que conviviam com barulho constante no ambiente de trabalho, com intensidade que os impedia de falar em tom normal, e aqueles que não tinham este problema.
Trabalhadores que sofriam com problemas de barulho no ambiente de trabalho somaram 21%. A maioria destes eram homens, com idade média de 40 anos, fumavam e estavam acima do peso – fatores de risco para doenças cardíacas. Segundo a pesquisa, em comparação com aqueles que conviviam em um ambiente de trabalho tranquilo, estes apresentavam três e quatro vezes mais probabilidade de ter angina, doença arterial coronariana ou um ataque cardíaco.
Os exames de sangue destes trabalhadores não indicaram níveis altos de colesterol ou proteínas inflamatórias, ambas associadas a doenças cardíacas. Porém, a pressão arterial diastólica, que mede a pressão das paredes da artéria quando o coração relaxa entre os batimentos cardíacos, foi maior do que o normal – uma condição conhecida como hipertensão diastólica isolada, ou IDH, um preditor independente de problemas cardíacos graves.
Para os autores, o barulho constante pode ser um estressor tão forte como uma emoção súbita ou esforço físico. “Este estudo sugere que a exposição excessiva ao barulho no ambiente de trabalho é uma importante questão de saúde ocupacional e merece atenção especial”, concluem.

Diferenças na criação de meninos e meninas podem prejudicar a criança; veja exemplos

Quem nunca ouviu as frases: "Seu irmão pode porque é homem" ou "Você é homem e não precisa disso"? Uma verdadeira chatice para os filhos, mas para os pais, não. Criar de forma diferente meninos e meninas ainda é comum nas famílias brasileiras. "Elas são educadas para serem meigas, delicadas, cuidadoras, com incentivo à maternidade, à domesticidade e ao embelezamento. Já eles são encorajados a serem agressivos, ativos, independentes", diz a psicóloga Jane Felipe, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
As expectativas que a sociedade estabelece entre homens e mulheres. "Há pesquisas que mostram o quanto os adultos se preocupam, até mesmo com bebês, de forma diferenciada em função do sexo. Por exemplo, quando um menino tem sono inquieto, isso não é motivo de preocupação, pois espera-se que eles sejam mais agitados. No entanto, para as meninas, os pais consideram preocupante, pois acham que elas devem ser mais calmas."
E isso é certo?
Diferenças existem e devem ser respeitadas. "Entretanto, os pais precisam se atentar para que essas especificidades não sejam traduzidas em forças e fraquezas, em qualidades e defeitos, mas em comportamentos próprios, não só ao gênero ao qual pertencem, mas também ao ambiente social e ao comportamento que é esperado neste meio", afirma a psiquiatra Ivete Gianfaldoni Gattás, coordenadora da Unidade de Psiquiatra da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo.

"Cada filho deve ser criado diferentemente, já que se trata de um ser único, com necessidades, desejos, potencialidades e limitações únicas. Depende da demanda de cada um, se estiver estritamente ligada ao gênero, sim, haverá diferenças de criação, do contrário não", explica a psiquiatra.
Oportunidades iguais
De acordo com os especialistas, diferenças entre os sexos não são naturais, mas construídas socialmente. "Cabe aos pais dar oportunidade a experiências diversas a seus filhos e filhas. Por exemplo, dar às meninas brinquedos e brincadeiras que incentivem o raciocínio lógico-matemático da mesma forma que incentivam os meninos", afirma Jane Felipe. "Os mesmos cuidados com um filho, que sai para a balada e volta de madrugada, também deve ser dado à filha. Ensinar a arrumar seu próprio quarto, preparar sua refeição são atribuições de todos, sejam meninos ou meninas", segundo Ivete Gattás.
 Conheça algumas dicas do best seller Criando Meninos, do escritor Steve Biddulph (ed. Fundamento) para incentivar seu filho durante a vida toda

1. Não comenta o erro de tratar o menino com rispidez.
Infelizmente, os adultos têm essa péssima mania. “Estudos demonstram que os pais abraçam e acariciam muito mais as filhas, mesmo quando recém-nascidas, e falam menos com os meninos. As mães dos meninos tendem a bater neles com mais força e com mais frequência do que o fazem com as meninas.”

2. Demonstre interesse e prazer em ensinar e conversar com seu filho.
“O cérebro dele desenvolve maior habilidade verbal e ele se torna mais sociável.”

3. Mães devem ser mais presentes nos primeiros anos.
Privar o filho de calor e afeto de sua presença faz com que o menino desligue a parte mais terna e amorosa. “Ele conclui que dói demais amar alguém sem ser correspondido. No futuro, terá problemas tornando-se um homem tenso e irritável.”

4. Decisões devem ser tomadas em conjunto pelos pais.
Não deixe o trabalho difícil só para a mãe. Há maneiras de disciplinar calmas e firmes. “Faça questão do respeito. Não seja você também uma das crianças.”

5. Seja expansivo.
Abrace, beije, brinque com atividades calmas. “Alguns pais temem que, por darem carinho a seus filhos, eles se tornem 'maricas' ou, talvez, gays. Não é assim. Na verdade, pode ser o contrário. Muitos gays ou bissexuais dizem que a falta de afeto paterno contribuiu para tornar a afeição masculina mais importante para eles.”

6. Tenha uma estrutura familiar.
Meninos se sentem inseguros em perigo. “Se ninguém está no comando, eles começam a competir para determinar a ordem social. Sua natureza movida a testosterona os leva a querer estabelecer hierarquias.”

7. Pai deve ensinar qualquer coisa ao menino – ele irá adorar.
“Se você não sabe pescar, fabricar objetos ou consertar carrinhos e computadores, tudo bem; vocês podem aprender juntos. O importante é tentar.”

8. Encontre algo que ocupe o espírito do menino quando ele completar 14 anos.
Dê asas à sua existência. “Todos os pesadelos que povoam a imaginação dos pais (álcool, drogas, crimes) só acontecem quando não encontramos canais para o desejo que o jovem tem por glória e papéis heroicos.”
Conheça algumas dicas do best seller Criando Meninas, da escritora Gisela Preuschoff (Ed. Fundamento) para incentivar suas filhas durante a vida toda.
1. Se ela errar, não avalie os erros, mas anime-a a usar o fracasso como informação, por exemplo, incentivando assim: “Isso não deu certo. Então, talvez tenha outro caminho; você, com certeza, o achará. Ou então: “E daí? Tente de novo!”. “Pessoas que são fracas porque aprenderam a ser fracas estão convencidas de que não existe nenhuma relação entre a própria ação e o resultado dela. O que equivale a dizer: 'Qualquer coisa que eu faça, nunca dá certo”, comenta a autora.

2. Não compare ou critique as crianças.
“Isso nos leva para um caminho errado! Comparações não motivam; ao contrário, elas desencorajam, porque toda criança é um ser único, com suas capacidades, os seus conhecimentos e as suas experiências.”

3. Não oprima nas meninas sentimentos como raiva e agressões.
“Consequentemente elas se desvalorizam, se limitam ou comentem algum ato de violência contra si mesmas.”

4. Desestimular atividades perigosas demais ou inaptas para meninas é um erro
que os pais frequentemente comentem. “Eles dizem muitas vezes aos meninos para que se defendam, enquanto as meninas aprendem a aceitar as coisas e oprimir a agressividade.” É importante encarar desafios e ter coragem.

5. Incentive a descoberta da sexualidade.
Meninas são mais reprimidas neste quesito do que os meninos, que apalpam os órgão sexuais com mais facilidade, enquanto que os delas são escondidos. “Ensine sua filha, quando ela manifestar interesse, de onde sai o xixi, o que é clitóris e através de qual abertura saem os bebês.”

6. Nem todas meninas querem bonecas.
“Deixe que brinquem com bloquinhos de madeira, carros e guindastes. Não é aconselhável influenciar sua filha direcionando-lhe o interesse para determinados brinquedos. Pelo contrário: apoie os interesses dela. Dê-lhe estímulos bem variados. Siga a alegria dela, porque essa é a melhor motivação.”

7. Não dê preferência a nenhum filho.
“Se o menino for o queridinho de todos, sua filha terá dificuldades em assumir a própria feminilidade. Mas se vocês conseguirem transmitir a cada criança a sensação de ser, com todas as suas características, amada e reconhecida, a vida familiar se desenvolverá em harmonia.”

8. Dê muito amor.
“Uma criança sente que é amada e que tem valor se os pais cuidarem dela de modo que inspirem confiança e se levarem a sério suas necessidades.” Cada menina só pode desenvolver confiança no próprio valor se o amor dos pais se basear no seu valor como ser humano e que não é medido conforme rendimento ou aspecto físico.

ENTRE ELES E ELAS
Diferenças na educação dada pelos pais (e que podem ser repensadas):

Meninos Meninas
Praticam artes marciais Fazem balé
Brincam de carrinho Brincam de boneca
Não ajudam em afazeres domésticos Precisam ajudar nos afazeres domésticos
Podem sair sozinhos Não podem sair sozinhas
São menos contrariados e têm poucos limites Recebem educação mais rígida
Aprendem a não levar desaforo para casa Aprendem que jamais podem se meter
em confusão
São cobrados a ter desempenho intelectual e
físico superior
Menos estimuladas a se destacarem intelectualmente
ou serem fisicamente fortes
Podem falar palavrão Proibidas de falar palavrão
Estímulo da sedução mais agressiva Estímulo do jogo de sedução casta
Podem brincar na rua Não podem sair


Disfunção renal e hipertensão podem estar associadas

A hipertensão é causa de muitos casos de disfunção renal. Segundo a Sociedade Gaúcha de Nefrologia, um dos fatos que vem chamando atenção da comunidade cientifica é o papel que a disfunção renal exerce no aumento do risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares prematuras.
Pacientes hipertensos têm maiores chances de perder a função dos rins em longo prazo, condição conhecida como insuficiência renal crônica. Dependendo da gravidade, essa condição pode levar a pessoa a precisar se submeter ao tratamento de diálise.
Contudo, como lembra Dr João José A. de Freitas, diretor da entidade, o tratamento da hipertensão diminui o risco de desenvolvimento da insuficiência renal crônica em até 50%. 
Aldo Peixoto, médico e professor da Yale University Schooll of Medicine, nos Estados Unidos, diz que a hipertensão faz com que as doenças progridam mais rapidamente, no caso de paciente que tem doença renal crônica de qualquer causa. “Cuidar da pressão não só é importante para prevenir doença renal, mas também para impedir o avanço das complicações renais”, explica.
Considerada um problema de saúde pública mundial, a doença renal crônica faz com que mais de um milhão de pessoas se encontre em terapia renal substitutiva (diálise). Estima-se que no Brasil de 5% a 10% da população é portadora de alguma forma de doença renal, o que equivale a cerca de 10 milhões de brasileiros, e 90 mil encontram-se em diálise. O mais grave disso, é que a maioria nem sequer sabe que tem algum distúrbio.
Os especialistas lembram que combater a hipertensão ajuda no controle dessas doenças, e para isso deve-se levar uma vida com alimentação saudável e praticar atividades físicas. “Do ponto de vista cultural o problema maior é vencer resistências a mudar a dieta, a fazer um exercício e até mesmo a fazer um tratamento”, alerta Peixoto.

Leite em produtos assados ajuda crianças com alergia ao alimento

Um novo estudo desenvolvido na Mount Sinai School of Medicine (EUA) mostra que a presença de leite em alimentos assados pode ser benéfica para crianças com alergia ao alimento.
Pesquisadores fizeram um experimento com 88 crianças entre as idades de 2 e 17 anos. Todas sofriam de alergia ao leite e o objetivo do teste era avaliar a tolerância dos participantes a alimentos que continham leite cozido, como bolos, waffles e biscoitos.
Durante cinco anos, as crianças foram gradativamente apresentadas a alimentos que continham progressivamente quantidades menores de leite cozido. No final desse período de tempo, 47% das crianças conseguiam tolerar produtos laticínios que não haviam sido aquecidos, como iogurte e sorvete, quando comparadas a 22% dos participantes do grupo controle.
Os pesquisadores acreditam que as temperaturas elevadas usadas no cozimento poderiam causar a quebra das proteínas do leite, o que reduziria as propriedades alergênicas.
A co-autora do estudo, Dra. Anna Novak-Wegrzyn, afirma que “esse estudo mostra que muitas crianças com alergias não precisam evitar completamente produtos com leite. Também é um sinal encorajador de que através de supervisão médica cuidadosa, crianças podem superar suas alergias mais rapidamente com o crescimento”.

Homens têm mais facilidade em localizar origem de sons

Um novo estudo mostra que homens podem ter uma melhor habilidade de identificação da localização de origem de sons em lugares barulhentos.
Pesquisadores mediram essa habilidade em homens e mulheres saudáveis através de tarefas de localização. Os participantes deviam ouvir barulhos e determinar onde estava a fonte do som, apontando ou dizendo a posição (45º à esquerda, por exemplo).
Em um primeiro momento, os barulhos soavam sozinhos, e ambos os homens e as mulheres puderam identificar a localização da fonte facilmente. Depois, vários sons foram apresentados simultaneamente, e foi pedido aos participantes que eles focassem em apenas um dos barulhos e identificassem seu local de origem.
Os resultados do estudo mostraram que a segunda tarefa foi muito mais difícil para as mulheres do que para os homens. Em algumas situações, as mulheres disseram que a fonte dos barulhos estava na posição oposta de onde elas realmente estavam localizadas.
A pesquisa foi desenvolvida na Universidade Tubingen (Alemanha) e publicada no periódico Cortex.
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