sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Elas falam: carro não é pré-requisito no jogo da sedução

Perguntar a uma mulher se ela só se relaciona com caras que tenham carro pode ser entendido como ofensa. O termo "maria gasolina" não surgiu ao acaso e, realmente, os carrões chamam a atenção quando passam pelas ruas, não só do público feminino, como dos homens também. Algumas mulheres podem até aceitar sair com um homem por causa do carro que ele tem, mas além de ser uma situação superficial, o motor e as quatro rodas não são suficientes para manter um relacionamento. 
O conselho para os bonitões que gostam de gastar mais do que podem em um possante, passear pela cidade ou praia com o vidro abaixado, braço para fora e som ensurdecedor é que se a intenção for encontrar uma namorada, as atitudes estão completamente erradas. "Um carro legal remete a status e à primeira vista de que o motorista é bem sucedido, o que é atraente. Mas no final do dia, o cara só pega mulher por causa de seu status e não consegue conquistar ninguém. É deprimente", criticou a publicitária Luana Hazine. Segundo ela, este tipo de comportamento só atrai pessoas interessadas nos bens materiais.
Para entender o quanto é importante o homem ter carro, foi descoberto que os possantes não compensam as características emocionais, personalidade e caráter dos homens. A relações públicas Mônica Munuera não faz questão de que o parceiro tenha um automóvel, como ela mesmo não dirige, não faz este tipo de cobrança. "Vou para todos os lugares, cinema, por exemplo, de condução, sem problemas", disse ela. Mônica valoriza muito mais o bom humor, compatibilidade e maturidade do que o homem ter um carro. "Acho importante ele ter um objetivo de vida", afirmou. Um pretendente com carro, mas sem planos para o futuro seria descartado por Mônica.
A turismóloga Thiciane Amorim tem opinião similar: "não acho que isso é o mais importante, ter é bom, mas não é essencial", disse ela. Para conquistar Thiciane, os bens materiais não são os ingredientes. O homem ideal deve trabalhar, ter planos e não ficar estagnado, mas ela afirmou que "nem quer saber" o que ele tem ou deixa de ter. "Sinceridade, respeito e não vou ser hipócrita e dizer que a beleza não conta, né?", afirmou a auxiliar de vendas Luana Lazzaro sobre os fatores que ela avalia na hora de escolher um namorado. Segundo Luana, quando existe amor, andar de ônibus ou a pé faz parte da aventura.
Carro é conforto
Apesar de o automóvel não estar na lista de pré-requisitos, as mulheres entrevistadas concordaram entre si de que ter um veículo próprio pode ser cômodo, trazer conforto e facilitar os programas do casal. A operadora de atendimento Cristiane Alves disse: "Carro é uma questão de conforto e mulher adora isso". O bem ajuda também quando os parceiros moram longe um do outro, como é o caso de Mônica, moradora da zona norte de São Paulo, que namora um santo andreense. "Claro que o carro ajudaria na hora de viajar e se ver, mas não é um fator definitivo na escolha de um namorado", afirmou.
Luana Hazine explica que quando o homem tem carro, existe uma sensação confortável e de proteção, mas que o fato de ele não ter só seria problema se a situação fosse usada como desculpa para não sair ou vê-la. "Não ter carro não muda o interesse pelo outro", disse. O que os homens precisam entender, de acordo com a publicitária, é que as mulheres buscam um companheiro, "seja para me buscar e levar de carro para onde eu quiser ou para me segurar no balanço do ônibus", concluiu Luana.

Enzima pode ser solução para o vício em álcool e tabaco

Pesquisa aponta que quando a enzima PKC ípison é inibida, o sistema de recompensa ao cigarro e ao álcool também são inibidos

Enzima produzida pelo organismo estaria relacionada à maneira como reagimos à nicotina e ao álcool
Enzima produzida pelo organismo estaria relacionada à maneira como reagimos à nicotina e ao álcool 

Uma enzima natural no corpo parece desempenhar um papel importante no controle do cérebro à nicotina e ao álcool. Em testes feitos em laboratório, pesquisadores da Clínica Ernest Gallo e do Centro de Pesquisa, da Universidade da Califórnia, descobriram que a enzima chamada proteína quinase C (PKC, sigla em iglês) ípsolon interferia na maneira como camundongos reagiam às duas substâncias: ficando viciados ou não. O estudo foi publicado na versão on-line do periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.
Durante a fase de testes, os camundongos modificados geneticamente para não terem a PKC ípsilon consumiram menos soluções de água contendo nicotina, frente aos animais normais. Eles foram ainda menos suscetíveis à voltar para uma câmara onde haviam recebido nicotina. Em contraste, os animais normais acabaram por aumentar o consumo de nicotina – o que não aconteceu com aqueles que não tinham a PKC.
Em camundongos normais, assim como em humanos, a nicotina se liga a uma determinada classe de receptores localizados nos neurônios, o que acaba por fazer com que a dopamina seja liberada no cérebro. Como a dopamina cria uma sentimento de prazer, sente-se uma sensação de recompensa – ao fumar, a pessoa sente o desejo realizado. Segundo Robert O. Messing, diretor sênior da Clínica Ernest Gallo e professor de neurologia, e Anna M. Lee, coordenadores do estudo, os animais que não tinham a PKC ípsilon também não tinham esses receptores de nicotina.
Álcool - A descoberta complementa pesquisas anteriores, nas quais Messing havia notado que camundongos geneticamente modificados para não terem a enzima PKC ípsilon bebiam menos álcool do que os animais normais, além de serem menos suscetíveis a retornar para uma câmara onde haviam recebido álcool. “Isso pode significar que esses camundongos não recebem a mesma sensação de recompensa da nicotina e do álcool. Pelo o que pudemos ver, essa enzima regula a parte do sistema de recompensa que envolve esses receptores de nicotina”, diz Messing. O sistema de recompensa é um complexo de áreas no cérebro que afetam o desejo por nicotina, álcool e outras substâncias viciantes.
O próximo passo da pesquisa, diz Messing, será desenvolver compostos eficientes em inibir a PKC ípsilon. Assim, será possível criar medicamentos que poderão ser usados para eliminar o vício ao cigarro e ao álcool, apenas ajudando cada pessoa a superar os mecanismos de recompensa no cérebro.

Mulheres que preservam a mama têm sobrevida semelhante às que fazem mastectomia

Este é o maior estudo feito até agora que compara a sobrevivência de mulheres que conservaram a mama contra quem fez mastectomia

Mulheres que preservam a mama têm sobrevida semelhante às que fazem mastectomia
Mulheres que preservam a mama têm sobrevida semelhante às que fazem mastectomia

Mulheres jovens com câncer de mama em estágio inicial e tratadas com lumpectomia e radioterapia têm taxas de sobrevivência semelhantes às daquelas que fizeram mastectomia, sugere estudo da Universidade de Maryland. A análise de quase 15.000 pacientes será apresentada no Simpósio de Câncer de Mama, realizada entre os dias 8 e 11 de setembro, na Califórnia.
A lumpectomia é uma cirurgia que preserva a mama da mulher. Em geral, o médico remove apenas o tumor e uma pequena quantidade de tecido que está em volta dele. Já a mastectomia é a remoção total da mama. Na radical, retira-se a mama inteira, o músculo e a glândula mamária. 
Steven J. Feigenberg, oncologista da Universidade de Maryland, afirma que a mastectomia entre mulheres jovens está aumentando, principalmente por causa de preocupações quanto à recidiva do câncer. “Acreditamos que estes resultados serão muito importantes para mulheres jovens com câncer de mama em estágio inicial. O estudo confirma que a conservação da mama combinada com terapia é uma opção segura de tratamento e não tem um efeito negativo na sobrevivência”, disse.
Segundo Feigenberg, este é o maior estudo feito até agora que compara a sobrevivência de mulheres que fizeram a terapia de conservação da mama contra quem fez mastectomia. Mulheres com menos de 40 anos podem ter tumores mais agressivos e mais chances de apresentar recorrência do câncer. Estudos anteriores sugeriram que o câncer volta a reaparecer mais em mulheres jovens que optam por um procedimento que conserva a mama. Feigenberg diz, porém, que esses estudos não demonstraram o efeito disso na sobrevivência delas.
“Essa análise avança nos conhecimentos que temos sobre como tratar mulheres mais jovens com câncer de mama em estágio inicial. Ela certamente vai ajudar as jovens e seus médicos a entender melhor as opções de tratamentos mais adequados e tomar decisões baseadas no que é melhor para cada paciente”, diz Albert Reece, vice-presidente de assuntos médicos da Universidade de Maryland.
Para chegar aos resultados, os pesquisadores utilizaram um banco de dados em que identificaram 14.764 mulheres com idades entre 20 e 39 anos que haviam sido diagnosticadas com estágio inicial de câncer de mama entre 1990 e 2007. Segundo o levantamento, 45% das mulheres fizeram a cirurgia de conservação da mama e 55% optaram pela mastectomia. Em média, elas foram acompanhados por seis anos.
Os pesquisadores consideraram fatores como ano do diagnóstico, tamanho do tumor, número de tumores e o tipo particular de câncer de mama. Segundo os resultados, ainda assim, não houve diferença na sobrevida global ou sobrevida específica para cada câncer de mama. A sobrevida global para aqueles que optaram pela lumpectomia foi de 92,5% depois de cinco anos, 83,5% depois de 10 anos, e 77% após 15 anos. Para quem fez mastectomia, os índices foram de 91,9%, 83,6% e 79,1%, respectivamente.

Mulher liga para ex-namorado 65 mil vezes em um ano

Uma holandesa de 42 anos está sendo processada por ligar 65 mil vezes para o ex-namorado durante um ano.
A vítima das ligações tem 62 anos e, no mês passado, registrou na polícia de Haia uma reclamação contra a incômoda ex.
Ela foi detida em sua casa em Roterdã na segunda-feira passada e, em seu telefone e no seu computador, havia registros das ligações.
A mulher afirma em sua defesa que eles tinham um relacionamento --o que ele nega-- e que o número de chamadas não era tão alto assim.
Segundo o site Gawker, são 178 ligações por dia, o que corresponde a 7,4 ligações por hora durante 24h. Ou ainda uma ligação a cada 8,1 minutos durante um ano inteiro sem nenhuma trégua!

Pais que perdem bebê podem morrer de tristeza

Pais que perdem um filho pequeno correm um risco elevado de morrer prematuramente, revelou um estudo publicado nesta quinta-feira.
Cientistas analisaram uma amostra aleatória de registros nacionais de óbitos entre 1971 e 2006.
Eles compararam as mortes de pais que tiveram um filho natimorto ou que sofreram a perda de seu bebê no primeiro ano de vida com as mortes de pais cujo filho sobreviveu ao primeiro ano.
Os pais que sofreram tais perdas demonstraram ser de duas a dez vezes mais propensos a morrer ou enviuvar nos primeiros 10 anos após a morte do filho em comparação com aqueles que não viveram essa experiência.
As mães, em particular, demonstraram correr mais riscos.
Mães com este histórico na Inglaterra e no País de Gales tinham um risco quatro vezes maior de morrer prematuramente, e na Escócia, seis vezes maior, em comparação com mulheres cujos filhos sobreviveram ao primeiro ano de vida.
O risco para as mães diminuiu suavemente com o passar do tempo, mas ainda demonstrou ser significativo - 50% maior - após 25 anos. Depois de 35 anos, foi 20% maior.
As razões para esta mortalidade não estão claras porque os dados não fornecem detalhes.
Os autores especulam que pode existir um vínculo entre abuso de álcool entre pais nesta situação, e que o suicídio seria também um fator.
O nascimento de natimortos e a morte de bebês pode ser mais comum entre pais que têm uma saúde precária, concluíram.
A pesquisa, chefiada por Mairi Harper, da Universidade de York, norte da Inglaterra, é publicada na revista especializada BMJ Supportive and Palliative Care.

Autoconhecimento nos ajuda a mudar para melhor

Muitas vezes temos a nítida sensação que fazemos tudo errado, e tendemos a recuar, mudar o caminho.

Mas será que é errado mesmo ou é apenas o julgamento e a opinião de outras pessoas que possuem valores diferentes dos nossos?


Mas por que permitimos que algumas pessoas invadam nossa vida e com suas críticas nos coloquem para baixo?


Por que insistimos em permanecer em nossa zona de conforto, temendo mudanças e todo o desconhecido que traz?


Por que continuamos em situações que nos faz sofrer, nos entristece e angustia?


Sim, as perguntas são muitas, mas não estou aqui para dar as respostas, pois mesmo que as tivesse, seriam as minhas respostas, e a intenção de toda reflexão e questionamento é que cada um encontre as suas próprias.
Claro, é um pouco mais trabalhoso, requer tempo, persistência, confronto com dores reprimidas, e muita, muita coragem. Mas quando as encontramos, a sensação é de que somos capazes, e assim não “terceirizamos” o que compete a nós.

Você sabe quais são as mudanças que gostaria de fazer em sua vida? Em seu modo de agir e reagir? O que o impede? E qual caminho gostaria de retornar?


Sim, muitas vezes desejamos não termos deixado um caminho, um trabalho, a pessoa amada, mas por medo, vergonha, orgulho, resistimos e não voltamos. Quanto tempo tem se dedicado a pensar sobre isso? Estamos falando de sua vida, seus sentimentos, seus desejos e vontades. Sim, concordo que muitos têm um passado doloroso e um presente determinado por esse passado, mas como construir um novo amanhã se não começar hoje? Nada de esperar que alguém mude, faça como você gostaria que fosse feito. Identifique tudo, mas tudo mesmo que está lhe causando preocupação, aborrecimento, tristeza, angústia, e reflita o que efetivamente depende de você. Em muitas situações somos impotentes, ou muitas vezes a própria pessoa que tanto nos preocupamos não deseja mudar. Sim, você pode apoiar as pessoas, mas não pode decidir nada por elas, o que nos leva a concluir que algumas preocupações não nos levarão a lugar algum.


O que mais está lhe causando dor, seja física ou emocional? Está doente? O que lhe causou esses sintomas? Já pensou o que estava acontecendo em sua vida quando começaram? Já relacionou seus sintomas físicos com suas emoções? Quanta pergunta!!! É, autoconhecimento exige questionamentos, e são esses em geral, que nos conduz às mudanças, e para que aconteçam é necessário acima de tudo flexibilidade. O quanto tem sido rígido consigo mesmo e com outras pessoas? Pense, reflita, questione, mude, retome caminhos, comece novos. Só não fique parado vendo a vida passar, afinal ela passa muito rápido, e geralmente só nos damos conta disso quando estamos no final, mas ainda assim, sempre há tempo de levantar e (re)começar, independente de quantas vezes tenhamos caído, e também não importa a idade, esteja você com 25, 30, 40, 55, 80 anos ou mais.


O que importa mesmo é termos consciência que nossa vida depende de nós, e de mais ninguém. Não permaneça em sua rigidez, orgulho, vaidade, preconceito, ou o que for que o impede de mudar, você sabe que isso tudo são apenas máscaras que encobrem uma necessidade enorme de reconhecimento, aprovação, carinho, afeto e amor. Mas antes de pensar em reconsiderar e fazer as pazes com pessoas e/ou situações, faça as pazes consigo mesmo. Pare de ser seu maior inimigo e comece a ser mais afetuoso, carinhoso e compreensivo com você! Lembre-se de que nada adianta querer mudar o mundo, o país, a cidade, o bairro, a família, uma pessoa, se não começarmos por nós mesmos!

Cura para calvície pode estar em células-tronco na gordura da pele

Quem sofre com a calvície tem agora nova esperança. Pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, descobriram a fonte dos sinais que desencadeiam o crescimento dos cabelos. Essa descoberta pode ser a solução para a calvície.
Os pesquisadores identificaram células-tronco dentro da camada de gordura da pele e demonstraram que os sinais moleculares dessas são necessários para estimular o crescimento de pêlos. Segundo os cientistas, os homens calvos continuam tendo essas células-tronco nas raízes dos folículos, mas essas perdem a capacidade de induzir a regeneração capilar.
Os especialistas explicam que, quando o cabelo morre, a camada de gordura no couro do cabelo diminui, e quando o crescimento do cabelo começa, ela se expande.  De acordo com os pesquisadores, as células-tronco envolvidas na criação de novas células de gorduras são necessárias para regeneração do cabelo.
"Se conseguirmos que essas células de gordura na pele conversem com as células-tronco adormecidas na base dos folículos pilosos, poderíamos ser capazes de fazer o cabelo crescer novamente," disse Valerie Horsley, uma das autoras da pesquisa.

Sua vontade de ter filhos é emocional ou racional?

A vontade de ter um bebê pode ser um sentimento muito forte. O desejo emocional de se tornar pai ou mãe pode ser até mesmo confundido com a escolha racional de ter filhos, e é importante saber diferenciar os dois na hora de tomar a decisão de gerar uma criança.
Um novo estudo desenvolvido na Kansas State University analisou a chamada “baby fever”, termo americano que designa o desejo forte de ter filhos. Pesquisas mostram que essa vontade é um sentimento que ambos homens e mulheres têm, apesar de ser mais frequente nelas. De acordo com Gary Brase, autor do estudo sobre a baby fever, explica que “o quão frequentemente mulheres têm o desejo de ter um filho diminui com a idade, e diminui também quando elas realmente têm filhos. Para os homens, ele tende a aumentar. (...) É como se homens e mulheres estivessem convergindo com o tempo”.
O cientista investigou o papel que a emoção tem na decisão de ter um filho, observando o comportamento de pessoas. Pesquisadores Um experimento foi desenvolvido com o objetivo de diferenciar se a vontade era mais influenciada pela emoção do pela racionalidade. Para isso, eles perguntaram a voluntários se eles sentiam um desejo corporal pela presença, cheiro e imagem do bebê. Uma resposta afirmativa mostraria inclinações mais fortemente emocionais.
“Se você conversa com um biólogo, ele diz, ‘Você quer ter filhos porque passar os seus genes é a razão pela qual você está aqui’, mas se você conversa com um economista, ele calcularia os números e diria, ‘Essa é uma péssima idéia de investimento’. Se você tentar fazer uma análise racional de custo benefício, ter um filho não faz sentido. Mas se você olhar para isso biologicamente, é a única coisa que faz sentido”, explica Brase.
Imagens positivas e negativas da maternidade e paternidade exercem influências nessa vontade de ter filhos. O estudo mostrou que imagens de crianças sorrindo e roupas de bebês aumentavam o desejo de gerar uma criança, enquanto experiências com situações cotidianas desagradáveis diminuam o desejo.
É importante conhecer bem as origens do desejo de ter filhos, já que a decisão deve ser bem pensada e racionalmente planejada.

Amantes substitutos ajudam mulheres com problemas sexuais

A terapia sexual é uma prática que ajuda pessoas a lidarem com seus problemas sexuais, fazendo com que elas se sintam mais confortáveis com a intimidade física e emocional. Mas em alguns casos, apenas conversar com o terapeuta não é suficiente e o paciente pode precisar de prática. Quando a pessoa não tem um parceiro ou conjugue, procurar um amante substituto, treinado para lidar com essas situações pode ser a solução.
O uso de amantes substitutos foi iniciado na década de 70, mas está passando atualmente por uma fase de decadência. No auge da prática, apenas nos Estados Unidos a International Professional Surrogates Association (IPSA – associação internacional desses profissionais) contou com aproximadamente 300 membros. Hoje são apenas 50, sendo que 35% são homens.
A procura de amantes substitutos era mais comum entre homens, mas agora mulheres estão começando a buscarem a prática com mais frequência. De acordo com a presidente da IPSA, Vena Blanchard, as mulheres querem melhorar sua qualidade de vida e dominar a sua própria sexualidade. Dados da associação mostram que essa tendência é mundial. Em Israel uma clínica de terapia sexual tinha apenas pacientes homens quando foi fundada em 1989. Atualmente, 40% das pessoas que procuram a clínica são mulheres.
O uso dos amantes substitutos é controverso, e não são todos os terapeutas sexuais que utilizam a prática. Algumas pessoas questionam a legalidade da técnica (que não é proibida) e o risco de os pacientes se envolverem emocionalmente com o profissional. Mas existem também aqueles que aprovam os amantes substitutos e recomendam o seu uso, que pode fazer com que os pacientes aprendam a se envolver com outras pessoas, superem traumas sexuais (como os de abuso) e se sintam mais confortáveis consigo mesmos.

Usuários da maconha correm menos riscos de desenvolverem obesidade

Um novo estudo mostra que apesar de muitas pessoas sentirem maior apetite após consumirem a maconha, usuários da droga correm menos riscos de desenvolverem obesidade do que não-usuários.
O estudo surpreendeu os pesquisadores, que esperavam resultados contrários. Os cientistas não conseguem explicar os motivos dessa relação entre a obesidade e a droga, mas eles desenvolveram algumas hipóteses. Uma explicação é que usuários da maconha podem apresentar outros comportamentos que reduzam os riscos do surgimento da obesidade. Outra possibilidade é que essas pessoas tenham hábitos de alimentação e atividades físicas que os mantenham em forma.
Existe também a chance de que um componente da maconha ajude no emagrecimento. Caso confirmada, essa hipótese pode dar origem a novas pesquisas e possibilidades de uso da droga. O componente poderia ser utilizado como um medicamento.

Nova vacina contra a malária pode ser feita com saliva de mosquito

A malária é transmitida através da picada dos mosquitos, que passam o parasita Plasmodium falciparum para a corrente sanguínea dos humanos. Uma das estratégias mais promissoras para o desenvolvimento de novas vacinas contra essa doença é buscar a fonte da doença dentro do corpo do mosquito e assim desenvolver os componentes chave da vacina.
Um novo estudo desenvolvido pelo pesquisador Stephen L. Hoffman criou mosquitos dentro de laboratórios que foram infectados com a malária mas mantidos livres de outras doenças. As glândulas salivares desses insetos foram retiradas para o desenvolvimento da vacina. Em experimentos com animais, a vacina intravenosa fez com que 71% deles desenvolvessem imunidade contra a malária.
 Resta saber se a vacina funcionaria em seres humanos e se ela poderia ser efetivamente aplicada em grandes populações. A malária é responsável pela morte de um milhão de pessoas por ano em todo o mundo.

Inscrições abertas para o III Festival Universitário da Canção


A Pró-Reitoria de Cultura da Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA, juntamente com a Prefeitura de Sobral, abriram inscrições para a realização do III Festival Universitário da Canção-UVA.
O Festival tem como eixo central a produção musical da comunidade acadêmica, democratizando o acesso às artes e bens culturais. A participação é aberta a estudantes e professores de todas as IES sediadas no Estado do Ceará, dos Institutos Conveniados com a Universidade Estadual Vale do Acaraú e Instituições de Ensino Superior nos demais Estados brasileiros.
As inscrições das músicas poderão ser efetuadas de 05 a 30 de setembro de 2011, das 08h às 12h e das 14h às 18h, nos seguintes endereços: Pró-Reitoria de Cultura da UVA/ Memorial da Educação Superior de Sobral – MESS. Campus da CIDAO - Avenida Dr. Guarany, 535, Bairro Derby – Sobral/Ce, CEP: 62.040-730. Mais Informações: 3611-6990.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

OUÇA A RÁDIO WEB ANTENA 10 - A RÁDIO JOVEM


A Rádio Antena 10 está de volta agora na internet, muita musica jovem pra você, o melhor da dance music e pop music. A Antena 10 fez muito sucesso no FM nos meados de 2004 e algum tempo depois, mas agora ela volta na inernet trazendo quase que toda a equipe daquela época, Diozelio, Kaka Viana, Paulo Henrique(PH)e agora conta com Tony Toin. Essa é Antena 10. adicione MSN: antena10web@hotmail.com

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Estudo mostra aumento de 20% de casos de câncer na última década

A incidência de câncer no mundo cresceu 20% na última década, sendo registradas 12 milhões de novas ocorrências por ano --número superior à população da cidade de São Paulo, com 11.316.149 cidadãos. A informação, divulgada nesta quarta-feira, é do WCRF (sigla em inglês da ONG World Cancer Research Fund).
Para efeitos comparativos, a população global passou de aproximadamente 6,2 bilhões para 6,9 bilhões de pessoas em dez anos. Um aumento de cerca de 11%, segundo estatísticas da ONU.
Os cálculos do WCRF, feitos a partir de dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), apontam que 2,8 milhões dos cânceres estão relacionados à alimentação, às atividades físicas e ao peso da população. "O número deve crescer dramaticamente ao longo dos próximos dez anos", indica a organização.
O alerta é feito em antecipação à conferência da ONU, nos próximos dias 19 e 20, sobre as chamadas doenças não transmissíveis --câncer, males cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas e diabetes.
"[Essas] doenças são uma ameaça ao mundo inteiro e, em particular, aos países em desenvolvimento", diz o comunicado do WCRF.
BRASIL
No caso do Brasil, os dados mais recentes --disponibilizados pelo banco de dados Globocan, da OMS-- datam de 2008. Eles apontam para os tipos mais comuns de câncer, que são os de próstata (41,6 mil registros) e os de pulmão (16,3 mil) entre os homens.
Entre as mulheres, a maior incidência é de câncer de mama (42,5 mil) e de colo do útero (24,5 mil).
Para o WCRF, também no Brasil muitos casos de câncer têm relação com o estilo de vida. "Cerca de 30% dos tipos de câncer que estudamos no Brasil estão relacionados à dieta, às atividades físicas e ao peso", disse por e-mail à BBC Brasil um porta-voz da ONG, Richard Evans.
"Com relação ao câncer de intestino, um dos tipos de câncer mais ligados ao estilo de vida, estimamos que 37% dos casos brasileiros estejam relacionados a esses fatores."
ESTILO DE VIDA
De acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), há um ritmo crescente de obesidade entre as crianças brasileiras: 16% dos meninos e 12% das meninas com idade entre 5 e 9 anos estão obesas hoje no país, ou quatro vezes mais do que há 20 anos.
O aumento recente da renda média do brasileiro levou à substituição dos alimentos naturais pelos industrializados e a maiores níveis de estresse e sedentarismo, que estão por trás do crescimento dos índices de obesidade na população, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil em agosto.
O movimento foi acompanhado por um aumento nas taxas de excesso de peso, que passaram de 42,7%, em 2006, para 48,1%, em 2010, indica o Ministério da Saúde.

Consumo diário e exagerado de álcool pode causar cirrose em dez anos

O consumo crônico e excessivo de bebidas alcoólicas pode causar uma variedade de problemas hepáticos, incluindo excesso de gordura no fígado (esteatose), hepatite alcoólica (inflamação) e, finalmente, cirrose - dano permanente ao fígado, com possível necessidade de transplante. Além disso, o abuso de álcool aumenta o risco de pancreatite (inflamação do pâncreas), miocardiopatias (doença do músculo do coração), traumas (secundários a acidentes por embriaguez) e o desenvolvimento de inúmeras doenças em recém-nascidos de mães alcoólatras.
Quais os principais sintomas que indicam que o fígado está comprometido?
Resposta: Sangramentos, inclusive nas fezes e nos vômitos, náuseas e pele amarelada.
Para o fígado, o que é beber moderadamente, ou seja, até quanto é possível beber sem ter problemas?
Resposta: A quantidade de álcool que pode ser ingerida é bastante variável. Algumas pessoas são extremamente sensíveis aos efeitos da bebida alcoólica, enquanto outras parecem ser completamente imunes. E não existem testes laboratoriais para se determinar quem tem essa predisposição. Em regra geral, quanto maior a quantidade e o tempo de consumo, maior a chance de se acarretar danos ao fígado. O recomendável é, no máximo, 4 a 5 doses por semana.

Vale lembrar que a dose é medida pelo teor alcoólico da bebida. Sendo assim, no caso do vinho, uma dose corresponde a uma taça. Para a vodka, que tem maior teor alcoólico, a dose corresponde a menos da metade de um copo. A cerveja é uma das bebidas com menor teor alcoólico e a dose corresponde a uma lata de 350ml. Mas é necessário ter cautela no consumo, pois tudo que excede os limites da moderação tem consequências. Ou seja, quanto maior o teor alcoólico, menor tem que ser o consumo.
Há diferença entre homens e mulheres? Homens podem beber mais? Têm o fígado mais resistente?
Resposta: Sim, os homens possuem mais massa corporal, portanto apresentam uma tolerância maior ao álcool, visto que a diluição da substância em indivíduos maiores é maior. Consumos diários em torno de 20 – 40 gramas de álcool em mulheres e 80 gramas em homens (uma taça de vinho = 20g; uma dose de destilado = 60g; uma garrafa de cerveja = 25g) provocam o desenvolvimento de cirrose em aproximadamente 10 anos. Esta é a estatística para pessoas que não sofrem de doenças do fígado. Para aqueles que já apresentam danos no órgão, recomenda-se a abstinência total.
Qual o tratamento indicado para quem tem o fígado comprometido pela bebida?
Resposta: Acompanhamento médico constante e não ingerir álcool ou alimentos gordurosos.
É possível regenerar um fígado doente? As funções do órgão voltam ao normal?
Resposta: É possível até determinado estágio de comprometimento. Porém, a partir de certo ponto torna-se impossível e irreversível a mudança do quadro e é necessário se adaptar para viver com um fígado debilitado.
Quais os tratamentos mais indicados para a cirrose hepática, causada pela bebida alcoólica?
Resposta: O transplante de fígado geralmente é o caminho final desses pacientes. Porém, muitas vezes há óbito antes de se conseguir um novo fígado, infelizmente.

Os homens sabem identificar o orgasmo feminino?

Um estudo recente divulgado pela da University of Central Lancashire, no Reino Unido, aponta que os gemidos que as mulheres fazem na cama, não correspondem exatamente ao orgasmo e que geralmente elas o atingem durante as preliminares ou durante o orgasmo do parceiro. Resumindo: O homem que acha que sabe bem quando a mulher atingiu o ápice, pode estar sendo ludibriado. Mas caso, você queira se inteirar sobre o assunto, acompanhe a entrevista com a sexóloga e ginecologista, Dra. Elza Gay.
Quais as razões que fazem uma mulher fingir orgasmo?
Dr. Elza:O órgão mais erótico do corpo é o cérebro. O orgasmo depende se a pessoa está bem com sua cabeça.  Ela finge muitas vezes para agradar ao outro, com medo de ser abandonada. Tudo relacionado à sexualidade tem haver com a parte psicológica.
O homem consegue perceber quando a mulher está fingindo?
Dra.: Depende do comportamento, da química que rola entre os dois e da intimidade. Mas diferente do homem, que junto ao orgasmo tem a ejaculação, na mulher ocorrem pequenas contrações na vagina que podem passar despercebidas. Porém, alguns sinais como um bico do peito mais duro ou maçãs do rosto mais avermelhadas e uma sensação de anestesia no corpo podem entregar o jogo. No geral elas enganam bem, só que não vão conseguir fazer isso muitas vezes, chega uma hora que o outro percebe.
A simulação frequente acarreta algum mal para a saúde?
Dra.: Do ponto de vista médico acarreta uma sensação de congestão pélvica. A mulher tem um aumento da vascularização no órgão genital pois não consegue descarregar aquela sensação gostosa de prazer.
Como se manifesta o orgasmo feminino?
Dra.: A maioria das pacientes, quando questionadas sobre isso, tem dificuldade de explicar como é sua sensação prazerosa. Você treme ou tem a sensação que o coração dispara? São em sinais como esse é que elas percebem que aconteceu o orgasmo. Mas às vezes a pessoa está tão preocupada em sentir esse prazer que esquece de valorizar a sensação que acontece antes desse pico máximo.
O prazer do sexo só é alcançado quando há orgasmo?
Dra.: O homem é que se preocupa muito com essa questão do orgasmo. A mulher pode muitas vezes ter uma sensação super prazerosa na relação se tem boas preliminares, intimidade, se ela entra no jogo... A satisfação não depende do orgasmo.
Que dicas você dá para que as mulheres consigam alcançar o orgasmo?
Dra.: Em primeiro lugar a mulher tem que conhecer seu corpo. E os homens tem que ter em mente que as preliminares são muito importantes para elas. Massagem sexual, falar coisas gostosas no ouvido, são algumas opções. 
Concurso Nacional de Gemidos
E se vocês, homens, ainda duvidam que elas conseguem simular um orgasmo, tem um concurso rolando na internet que tira essa prova. Intitulado o Primeiro Concurso Nacional de Gemidos, para participar é bem simples, basta gravar um gemido, enviar e esperar que ele faça sucesso entre o público e entre os jurados. Jurados? É... Brincadeiras à parte, o negócio é sério e passa por uma espécie de “banca examinadora”, afinal o prêmio é nada mais nada menos que um carro zero.
Fato é que entre os inúmeros inscritos, quem está na frente com o “gemido mais popular” é uma mulher, a Anna Beatriz Gomes. O gemido da garota está arrastando uma legião de fãs. A questão é que o perfil do Facebook da concorrente fica alí, estampado para quem quiser ver. Uma exposição daquelas! Coragem, né? 
Anna tem 22 anos, é estudante de Geologia e mora no Amazonas. Quando questionada sobre essa loucura de gravar seu gemido e divulgar na internet, logo de cara, ela já soltou: “Não é loucura, é desespero mesmo!”.  Anna disse que no dia que descobriu o concurso na internet, o carro dela tinha acabado de pifar e ela depende dele para muitas coisas, entre elas para levar a filha, de 5 anos, para a escola. Então não pensou duas vezes! Gravou o gemido, enviou e quando viu estava lá no posto dos mais populares.
E a exposição onde fica? Ela tem recebido muitos recados, muitos bem vulgares e tem consciência de que as pessoas devem imaginar mil coisas ao seu respeito, mas tenta nem pensar nisso. “Todos os meus amigos sabem a razão de eu ter resolvido participar do concurso e isso é o que importa. Eles me dão a maior força, ajudam a divulgar o gemido e estão torcendo para que eu ganhe o carro também”.
Quanto à família, Anna acredita que muitos primos e tios saibam, mas os pais nunca comentaram nada. “Acho que eles devem saber sim, mas fingem que não, ou preferem não comentar sobre”.

Liberte-se de dez mitos que prejudicam a sexualidade

Que fazer sexo é bom, todo mundo sabe. Mas quem nunca se sentiu inseguro ao sugerir alguma prática polêmica ou não saber direito como agir quando acontece o inverso? Para não passar mais por saias-justas, especialistas apontam dez mitos da sexualidade entre homens e mulheres – e ainda ensinam como combatê-los. “É preciso permitir-se. Sexualidade é uma troca e cada parceria define a melhor forma para os dois, em que ambos estejam felizes e satisfeitos. Daí a importância da conversa, cumplicidade e sinceridade”, explica Glene Rodrigues, ginecologista e terapeuta sexual. Aproveite que terça (6) é Dia do Sexo, tire suas dúvidas e curta esta data a dois!

Dez mitos que bombardeiam a sexualidade


1. O casal tem que chegar ao orgasmo ao mesmo tempo.


“Homens e mulheres têm sensibilidade e tempos diferentes. Por isso, esse fato é raro e não é necessário que aconteça para mostrar que a relação a dois é boa. Mas uma coisa é certa: a mulher precisa estar bem relaxada, estimulada e envolvida para chegar ao orgasmo junto com o parceiro. Uma dica para as mulheres é praticar exercícios musculares de
pompoarismo. Eles as ajudam a ter mais controle da região, a desinibir e facilitam a chegada ao ápice do prazer”, declara Valéria Walfrido, terapeuta corporal, sexóloga e escritora.

2. Só é possível alcançar o orgasmo vaginal na transa – e apenas um por relação.


Dá para ter (vários!) orgasmos manipulando brinquedos, como vibradores, e sem a participação do parceiro. “É libertador saber que não se depende dele para se sentir atraente e sensual e que, sempre que quiser, você pode se dar prazer até atingir o clímax. Da mesma forma, é bom saber que se conhecemos bem nosso corpo, o que nos excita e nos torna orgásticas, então o sexo com o parceiro só tende a melhorar”, afirma Jenny Hare no livro “Orgasmos: como chegar lá” (Editora BestSeller).


3. A mulher tem que ter orgasmo vaginal em toda transa.


“Grande parte das mulheres não sabe nem o que é orgasmo porque, pela nossa cultura machista, muitas ainda têm vergonha de se descobrir e se tocar. A sexualidade da mulher só é despertada quando ela tem envolvimento sexual por masturbação. E o primeiro passo (e o mais fácil) é chegar ao orgasmo clitoridiano. Eu diria que ela precisa estar estimulada, relaxada e segura de si para ir em busca do orgasmo vaginal.”, comenta a ginecologista e sexóloga Denise Coimbra.


4. Só de olhar para um pênis ereto a mulher já começa a lubrificar.


“Homens e mulheres são diferentes na hora do prazer. A mulher pode demorar até vinte minutos para se excitar, enquanto a maioria dos homens leva segundos. Por isso, é necessário que o parceiro entenda que ela precisa, sim, das preliminares”, aponta Glene Rodrigues.


5. Quanto maior o órgão dele maior o prazer dela.


“Esse mito se forma quando o homem ainda é moleque. Homens confundem performance sexual com tamanho ou forma de órgão, e isso é algo irrelevante para a mulher. Tanto aquele que tem o membro avantajado quanto o de tamanho normal ou inferior deve ser mais carinhoso, compreensivo e habilidoso nas preliminares. Para a mulher, o sexo é um conjunto de ações e não só a penetração em si”, lembra Valéria.


6. Pênis muito grande prejudica a mulher durante e depois da relação.


Tem quem pense que um instrumento masculino grande e grosso pode deixar a vagina mais larga. “Isso é mentira. A vagina é elástica e capaz de adaptar-se a qualquer tipo e tamanho de membro, desde que a mulher esteja devidamente excitada e em posições confortáveis”, afirma Valéria Walfrido, terapeuta corporal, sexóloga e escritora.


7. Elas preferem estímulo no clitóris bem rápido e forte, como na masturbação masculina.


“Isso é mito. A região do clitóris é tão sensível quanto a cabeça do pênis e a forma como ela é tocada faz toda a diferença. Grande parte das mulheres atinge o prazer quando o parceiro sabe estimular de maneira dosada e inconstante (misturando o toque mais rápido com outros mais lentos e demorados) esta região tão importante. É por isso que o sexo oral nas preliminares ou mesmo um estimulador ou massageador usados a dois ajudam muito”, diz Glene.


8. Elas gostam de penetração com força no sexo anal.


“Nenhuma mulher gosta de penetração muito rude nessa área, já que se trata de uma região extremamente sensível, irrigada por vasos e nervos. Mas, quando estimulada de maneira correta, com carinho e calma, pode dar prazer. Outro problema é que o ânus não tem a mesma lubrificação da vagina.
Daí a importância do uso de lubrificantes, do preparo para o sexo anal e do cuidado do parceiro para que tal ação seja orgásmica para ambos”, ensina Valéria.

9. Sexo anal provoca hemorroidas e deforma o ânus.


“A hemorroida é uma dilatação de um vaso sanguíneo e ocorre por outros fatores. O ato sexual nessa região não provoca o problema, mas causa dor e desconforto para quem já o tem. E a afirmação de que o local se alarga é falsa: o ânus não pode ser alargado. Mas é claro que, dependendo de como a prática é feita (sem lubrificação, com ferocidade e sem calma), pode causar rupturas – machucados na região – e comprometer sua função”, explica Denise.

10. Homem que curte ser estimulado “por trás” (mesmo que por uma mulher) é homossexual.
A sexóloga Regina Navarro Lins escreve sobre este tema, que considera controverso. Em “O Livro de Ouro do Sexo” (Editora Ediouro), a especialista cita um estudo, realizado nos Estados Unidos, que ouviu 7.239 homens entre 13 e 97 anos. Publicado em 1981, o Relatório Hite revelou que a maioria deles – heterossexuais ou homossexuais – curtiu a experiência da penetração anal. “Isso lhes deu sensações de profundo prazer e realização. Muitos homens disseram que o orgasmo, quando acompanhado de estimulação anal, podia ser fisicamente delicioso”, escreve Regina.

Por que as pessoas bêbadas fazem coisas embaraçosas?

Muitas pessoas já passaram por situações constrangedoras depois de consumir bebidas alcoólicas, ou, pelo menos, já presenciaram alguém nessa situação. Pesquisadores da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, investigaram a atividade cerebral de 67 voluntários, com idade entre 21 e 35 anos, a fim de descobrir o porquê o álcool faz com que as pessoas paguem “mico”.
"Quando as pessoas cometem erros, a atividade em uma parte do cérebro responsável por monitorar o comportamento aumenta, essencialmente enviando um sinal de alarme para outras partes do cérebro indicando que algo deu errado", diz Bruce Bartholow, responsável pelo estudo.
Os participantes foram divididos em três grupos: um que recebeu bebida alcoólica, outro que ingeriu uma bebida placebo e o terceiro que não consumiu nenhuma das duas. Além da atividade cerebral, os pesquisadores também mediram as mudanças de humor, a precisão de tarefas realizadas no computador e a percepção dos voluntários quanto ás situações e suas atitudes.
Os resultados mostraram que o álcool reduz o sinal de alarme, mas não a consciência dos erros, ou seja, diminui o quanto a pessoa se importa em cometer os erros. O estudo foi publicado no Journal of Abnormal Psychology.

Banana pode reduzir risco de asma infantil

Segundo pesquisadores do Imperial College, em Londres, Inglaterra, crianças que comem pelo menos uma banana por dia têm menos chances de desenvolver sintomas de asma. A afirmação tem como base um estudo realizado com 2.640 crianças com idade entre cinco e dez anos, no qual foi analisado o risco de desenvolvimento de asma.

Os resultados mostraram que aqueles que consumiam pelo menos uma banana ao dia reduziram o risco de desenvolver os sintomas de asma, ou problemas respiratórios como chiado, em até 34%. Outra alternativa que auxilia na prevenção é o suco de maçã. De acordo com a pesquisa, crianças que bebiam suco de maçã diariamente reduziam em até 47% o risco de desenvolver a doença.

Leite é mais indicado para hidratar crianças do que água

Para combater a desidratação a recomendação é o consumo de líquidos, em especial, muita água. Agora, pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, afirmam que o ideal é hidratar as crianças com leite.

“As crianças ficam desidratadas durante o exercício, e é importante que tomem bastante líquido, especialmente antes de praticarem atividades físicas. O leite é melhor do que qualquer outra bebida esportiva ou água, porque é uma fonte de proteína de alta qualidade, carboidratos, cálcio e eletrólitos”, explica Brian Timmons, autor do estudo.

Segundo o especialista, o leite substitui o sódio perdido no suor e ajuda o corpo a reter melhor o líquido. Dessa forma, a bebida fornece proteínas para o desenvolvimento muscular e o crescimento da criança.

Líquido demais durante a corrida causa problemas de saúde

Se manter hidratado durante atividades físicas é fundamental, mas alguns corredores podem estar ingerindo mais líquido do que deveriam durante exercícios.
De acordo com uma pesquisa realizada na Universidade de Loyola (EUA), muitos atletas se preocupam em evitar baixos níveis de sódio. 29,6% das pessoas que foram entrevistas para o estudo acreditavam que precisavam ingerir quantidades extras de sal durante corridas e mais de 57% disseram consumir bebidas de esportes por causa dos eletrólitos que previnem baixos níveis de sódio no sangue. Mas, sem saber, esses atletas podem estar provocando o problema. A ingestão excessiva de líquidos é a principal causa de baixos níveis de sódio no sangue.
Antes de começar a prática de exercícios, é importante procurar um médico, que pode oferecer orientações específicas quanto a qual exercício é o mais indicado e quais são os cuidados necessários.

Pesquisa encontra nova arma contra a osteoartrite

Testes clínicos demonstram que o sulfato de condroitina é um tratamento seguro e eficaz para pacientes com osteoartrite na mão

Osteoartrite nas mãos: a doença se caracteriza por dores, perda de função e rigidez matinal
Osteoartrite nas mãos: a doença se caracteriza por dores, perda de função e rigidez matinal

Uma nova pesquisa publicada no periódico Arthritis & Rheumatism aponta que o sulfato de condroitina é eficaz em reduzir significativamente a dor e melhorar as funções da mão em pacientes com osteoartrite (OA). De acordo com o estudo, a substância consegue ainda melhorar a força de preensão e aliviar a rigidez matinal causada pela doença.
A osteoratrite é a doença articular mais frequente, causada por uma inflamação da articulação, que pode causar dores, desconforto local e cansaço. Posteriormente, pode haver limitação de movimentos e deformidades. Segundo dados de um levantamento feito em 2000 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 10% da população com 60 anos ou mais têm a doença. Estudos anteriores descobriram que de 20% a 30% dos adultos têm OA na mão, com o aumento da prevalência para mais de 50% depois dos 60 anos.
“Embora a osteoartrite na mão seja altamente prevalente entre adultos e possa impactar significativamente na qualidade de vida deles, as opções terapêuticas ainda são limitadas”, diz Cem Gabay, pesquisador chefe do Finger osteoArthritis Chondroitin Treatment Study (Facts). “Há poucos estudos sobre abordagens terapêuticas específicas para a osteoartrite da mão, e muitas das evidências disponíveis são extrapoladas de estudos sobre outras formas de osteoatrite.”
Levantamento – No estudo controlado, os 162 voluntários receberam ou 800 miligramas de sulfato de condroitina (80 pacientes) ou placebo (82), uma vez por dia durante seis meses. Os resultados mostraram que os pacientes que receberam o sulfato de condroitina tiveram redução significativa na dor na mão, frente ao grupo placebo. Houve ainda uma melhora significativa na mão e redução na rigidez matinal entre os participantes que tomaram o sulfato.
“Nossas descobertas mostram que o sulfato de condroitina é um tratamento seguro e eficaz para pacientes com OA na mão”, diz Gabay. “Terapias alternativas, como as drogas anti-inflamatórias não-esteróides, promovem uma redução similar na dor, mas com mais toxicidade a longo prazo.” O sulfato de condroitina, por sua vez, é uma molécula que acontece naturalmente e um componente importante na cartilagem das articulações.
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