quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Tomar muitos remédios ao mesmo tempo eleva risco de disfunção erétil

Medicações contra hipertensão e psicogênicos são os tipos mais associados ao distúrbio 

Segundo estudo publicado no British Journal of Urology International, o uso de muitas medicações ao mesmo tempo está associado a um maior risco de disfunção erétil (DE). A pesquisa analisou 37.712 homens de diversas etnias do Sul da Califórnia, Estados Unidos, e faz parte do California Men's Health Study, que engloba homens de 46 a 69 anos.

Informações sobre os remédios utilizados entre 2002 e 2003 foram obtidas de registros de farmácias. Entre os homens analisados, 29% declarou sofrer de disfunção erétil moderada ou grave. Junto ao número de medicações, a DE foi associada a fatores como idade mais avançada, maior índice de massa corpórea, diabetes, colesterol alto, hipertensão, depressão e tabagismo (mesmo que a pessoa já tenha largado o vício). No entanto, mesmo depois de eliminar esses fatores, a relação entre a ingestão de muitas medicações e o distúrbio de ereção continuou.

As medicações mais associadas à disfunção erétil são anti-hipertensivos considerados fortes (bloqueadores beta, tiazidas e clonidina); medicamentos psicogênicos, como inibidores seletivos da recaptação da serotonina, antidepressivos tricíclicos, lítio, inibidores da monoamina oxidase, e qualquer medicação que possa interferir nas vias de testosterona.

Os estudiosos descobriram que 57% dos homens desse estudo tomam mais de três medicações. O uso de múltiplos remédios era mais comum no grupo de idade mais avançada - onde 53% dos homens de 50 a 59 anos tomam pelo menos três medicações, e 66% daqueles entre 60 e 70 anos tomam a mesma quantidade. Além disso, 73% dos homens que usam mais de três remédios possuem IMC maior de 35kg/m², dentro da faixa de obesidade. Outro dado revelado ainda é que 25% dos homens pesquisados usam, ao menos, 10 medicações. 
Estilo de vida pouco saudável favorece disfunção sexual em homens

Outro estudo, publicado no The Journal of Sexual Medicine, revelou que hábitos pouco saudáveis, como problemas com peso, inatividade física, alto consumo de álcool, tabagismo e uso de drogas, aumentam as chances de disfunções sexuais em homens. Ao mesmo tempo, os pesquisadores liderados por um estudioso do Statens Serum Institut, na Dinamarca, perceberam que tal estilo de vida é mais comum em pessoas sexualmente inativas.

A análise contou com informações médicas de 5.552 homens e mulheres entre 16 e 97 anos. A partir dos dados, foi possível quantificar a porcentagem de indivíduos com riscos de saúde e disfunção ou inatividade sexual.

Os resultados apontaram que 78% dos homens e 91% das mulheres com hábitos de vida não saudáveis mantinham tal estilo por não terem um parceiro sexual. Já entre aqueles que tinham parceiros, os riscos de apresentar disfunções sexuais foi representativo apenas no caso dos homens, com probabilidade de 71%.

De acordo com os cientistas, há muitas razões para a disfunção sexual, incluindo algumas sobre as quais a pessoa não tem controle, como após tratamentos de câncer. Entretanto, os hábitos analisados na pesquisa faziam parte de escolhas individuais e, portanto, cabe a esses mesmos indivíduos decidir melhorar a sua vida sexual.

Eficácia da vacina contra gripe suína não é comprovada

Não há provas científicas de que a vacina contra o vírus H1N1 seja
eficaz para conter a gripe suína. Esta é a opinião de especialistas internacionais que participaram ontem do VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia, em São Paulo. Eles também questionaram a eficácia do fechamento de escolas e do controle em aeroportos como estratégias de Proteção na pandemia de 2009.

O próprio Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa Silva Junior, reconheceu, durante o evento, que faltam evidências que mostrem o impacto da vacinação contra o H1N1. ?Não há estudos comprovando de maneira efetiva o impacto da vacina?, afirmou. Ele acrescentou que a adoção de medidas de contenção, como o isolamento de pacientes e adiamento de aulas, são

Ineficazes. ?Algumas doenças infecciosas são impossíveis de conter.?

Para o professor Arthur Lawrence Reingold, chefe da Divisão de Epidemiologia da Universidade da Califórnia, nenhuma das estratégias atualmente disponíveis para conter o vírus - do uso de antivirais ao isolamento dos pacientes - tem eficácia comprovada. ?Não acho que a cobertura vacinal tenha a ver com a mudança na circulação do vírus. Ainda não é possível conter uma epidemia de influenza, só atrasá-la?, disse. Até a recomendação de se lavar as mãos com frequência é vista com ceticismo. ?Nunca foi comprovado que isso previne a transmissão do H1N1, apesar de ser uma medida Importante de saúde.

Falta de disposição ou fraqueza muscular podem ser problemas na tireoide

Mulheres devem dar ainda mais atenção a detectação de possíveis distúrbios

Anda com pouca ou nenhuma disposição para realizar as atividades diárias? Esquece as coisas mais básicas e sente fraqueza muscular? Convem realizar exames clínicos para chegar o funcionamento da tireoide.
  Localizada na base do pescoço, a glândula é de vital importância no funcionamento de nosso organismo, pois produz hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (tetraiodotironina), que estimulam o crescimento e o desenvolvimento geral do organismo, além de controlarem a produção de energia e calor; e o hormônio calcitonina, fundamental na regulação do metabolismo do cálcio.

As mulheres devem dar ainda mais atenção a detectação de possíveis distúrbios na tiroide. Estudos já apontaram que cerca de 10% das pessoas do sexo feminino acima de 40 anos e 20% com mais de 60 sofrem alguma disfunção na glândula. O hipertireoidismo, que acontece quando há produção exagerada de hormônios, acelerando o metabolismo e provocando a perda de cálcio dos ossos, ansiedade e irregularidade no ritmo cardíaco, é uma dessas desordens.

Outro distúrbio é o hipoteroidismo, que ocorre quando a produção de hormônios pela tireoide é insuficiente, provocando cansaço, depressão e diminuição da atividade cerebral. O diagnóstico precoce controla essas sensações e previne o agravamento das consequências geradas pelos distúrbios, como a hipertensão arterial, arritmias cardíacas, derrane e anemia.

Estudo sugere que gentileza tem fator genético

Variação é relacionada com a ocitocina, conhecida como "hormônio do amor"

Pessoas dotadas de um certo traço genético são mais gentis e carinhosas do que as demais e esta característica pode ser rapidamente identificada por estranhos, revelou um estudo publicado nesta segunda-feira (14) nos Estados Unidos.
Esta variação é relacionada com a ocitocina, gene receptor também conhecido como "hormônio do amor" porque costuma se manifestar nas relações sexuais e incita comportamentos sociais como união e empatia.
Cientistas da Universidade do Estado do Oregon desenvolveram um experimento no qual 23 casais, cujos traços genéticos eram conhecidos dos pesquisadores mas não dos observadores, foram filmados.
Pediu-se a um dos membros do casal que contasse ao outro sobre um período de sofrimento de sua vida. Os observadores deviam observar o ouvinte por 20 segundos, com o som desligado.
Na maior parte dos casos, os observadores conseguiram identificar quais ouvintes tinham o "gene da gentileza" e quais não, revelou a pesquisa, cujos resultados foram publicados na edição de 14 de novembro do periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, explicou o principal autor do estudo, Aleksandr Kogan, estudante de pós-doutorado da Universidade de Toronto.
- Nossas descobertas sugerem que até mesmo a variação genética mais sutil pode ter impacto tangível no comportamento das pessoas e que estas diferenças comportamentais são rapidamente notadas pelos demais.
Nove entre 10 pessoas, consideradas "menos confiáveis" pelos observadores neutros tinham a versão A do gene, enquanto 6 entre os 10 considerados os "mais pró-sociais" tinham o genótipo GG.
Os participantes da pesquisa foram testados antecipadamente e identificados como detentores dos genótipos GG, AG ou AA para a sequência de DNA do gene receptor de ocitocina (OXTR).
As pessoas com duas cópias do alelo G foram geralmente consideradas mais empáticas, confiáveis e amorosas.
As dotadas dos genótipos AG ou AA tenderam a dizer que se sentiam menos confiantes de modo geral e menor sensibilidade parental. Pesquisas anteriores demonstraram que estes indivíduos também apresentavam um risco mais elevado de desenvolver autismo.
- Nosso estudo questionou se estas diferenças se manifestam em comportamentos rapidamente detectáveis por estranhos e demonstrou que são.
No entanto, nenhum traço genético pode prever totalmente o comportamento de uma pessoa e é necessário fazer mais pesquisas para descobrir como esta variação afeta a biologia comportamental.

Farinha de ameixa pode ajudar a emagrecer até 5 kg por mês

Alimento infla no estômago e dá sensação de saciedade além de diminuir colesterol

Conhecida pela capacidade de melhorar o trânsito intestinal e ser um remédio natural contra a prisão de ventre, a ameixa, agora consumida em forma de farinha, pode ajudar a emagrecer até 5kg por mês. 
É que além das já famosas propriedades laxativas, a farinha de ameixa é rica em fibras (em especial a pectina). Uma vez no estômago as fibras ajudam a absorver mais a água que é ingerida pelo organismo e inflam, mantendo e prolongando por mais tempo a sensação de saciedade.

A fibra solúvel da ameixa também ajuda a diminuir o colesterol ruim oriundo das gorduras saturadas e colabora na redução dos altos níveis de açúcar no sangue. Sem falar que regula a digestão e absorve mais rapidamente o cálcio de nosso organismo, ajudando também a evitar a queda de cabelo e a fortalecer os ossos, evitando o reumatismo. 


Ajuda ainda a controlar estados depressivos, pois proporciona níveis maiores de energia. Comercializada em supermercados, lojas de produtos naturais ou sites na internet, a farinha de ameixa pode ser utilizada em sucos, iogurtes ou vitaminas. O ideal é que seja consumida meia hora antes das principais refeições.

Salário médio do brasileiro é de R$ 1.202

Por domicílio, valor sobe a R$ 2.222; DF é onde estão os maiores níveis de renda por família

O brasileiro tinha uma renda média de R$ 1.202 no ano passado. O número considera somente a parcela da população que declarou ter alguma fonte de rendimento e tirou da conta praticamente 1 em cada 3 pessoas dos 190 milhões de brasileiros que não ganham nada, segundo dados do Censo 2010 divulgados nesta quarta-feira (16).
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) diz que esse número trata de qualquer pessoa que tenha uma fonte de renda, seja ela de trabalho assalariado, bico ou aposentadoria, por exemplo.

Segundo o instituto, a desigualdade de renda ainda é bastante acentuada no Brasil, apesar da tendência de redução observada nos últimos anos. Isso porque, partindo da média verificada para os domicílios brasileiros, é fato que quem mora nas cidades ganha mais do que quem mora no campo.


Apenas como quesito de comparação, no censo de 2000, a renda nominal mensal estava em R$ 1.117,95, sendo que o salário mínimo, da época, estava na casa de R$ 180, mas a inflação era alta. Dez anos depois, o mínimo subiu a R$ 510 e a inflação estava sob controle.
A renda média das pessoas de dez anos ou mais que moram nas cidades foi de R$ 1.294. Nas áreas rurais, o salário era praticamente a metade desse: R$ 596, ou 46,1% daquele pago na cidade.

Sem considerar as diferenças entre roça e cidade, mas somente as diferenças regionais, os nordestinos tinham os menores rendimentos: R$ 906. Na outra ponta, o Centro-Oeste (R$ 1.422) e o Sudeste (R$ 1.396) concentravam os melhores níveis de renda.

Saindo da esfera das pessoas e indo para a dos domicílios, isto é, as famílias que dividem a mesma casa (seja o casal, com filhos ou não, separados ou não ou em qualquer outro arranjo familiar), a renda aumenta.

A média dos rendimentos dos 67,6 milhões de domicílios brasileiros ficou em R$ 2.222. Na cidade (R$ 2.407) esse número foi maior que o do campo (R$ 1.051).

O Estado com os maiores níveis de renda por domicílio é o Distrito Federal. Na capital do país, cada moradia particular tem renda na casa dos R$ 4.635, sem considerar a quantidade de pessoas que nela vivem.

Em seguida, aparecem São Paulo (R$ 2.853), Santa Catarina (R$ 2.636), Rio de Janeiro (R$ 2.630), Rio Grande do Sul (R$ 2.403), Paraná (R$ 2.364), Amapá (R$ 2.252), Espírito Santo (R$ 2.205), Goiás (R$ 2.183) e Mato Grosso do Sul (R$ 2.169).

No outro extremo, ficaram os Estados do Maranhão (R$ 1.247) e Piauí (R$ 1.354).

O IBGE visitou, no ano passado, em torno de 67,6 milhões de domicílios nos 5.565 municípios brasileiros para saber um pouco mais sobre a população. Os dados sobre renda e salários ainda são preliminares e podem ser modificados até setembro de 2012, quando saem os números definitivos sobre trabalho e renda do Censo 2010.

Brasileiras têm menos filhos e engravidam bem mais tarde, revela Censo 2010

Percentual de mulheres que são chefes de família chega a quase 40%

Com presença cada vez mais consolidada no mercado de trabalho, mais anos de escolaridade e responsabilidades assumidas, as mulheres brasileiras estão tendo menos filhos e deixando a maternidade para mais tarde. Além disso, são maioria entre a população que deixa o país para trabalhar no exterior.
Os números definitivos do Censo 2010, divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (16), indicou também o aumento no número de mulheres que são chefes de família nos últimos dez anos. De cada dez famílias, quatro são chefiadas por mulheres.

Outra importante mudança apurada diz respeito à taxa de fecundidade,
despencou da média de 2,38 filhos por mulher para apenas 1,86, seguindo a tendência de queda na natalidade observada no país desde os 1960, quando a média era de seis filhos por família.

O impacto da popularização da pílula anticoncepcional começou a ser sentido com mais força a partir da década de 80, quando a fecundidade ficou em 4,4 filhos por mulher.
Com isso, as taxas de crescimento também perderam força. Hoje, ela é de 1,17% ao ano e a tendência é diminuir. O IBGE estima que, no período de 2010 a 2015, será de 0,89%.

Com recursos próprios, as brasileiras se tornaram mais capazes de decidir sobre o próprio destino. A presidente do IBGE, Wasmália Bivar, considera positiva a inversão nos índices, com as mulheres optando pela maternidade entre os 25 e 35 anos.

- Para as mulheres e a sociedade como um todo é muito melhor. Significa que você tem menos jovens, especialmente jovens adolescentes tendo filhos. São mães mais maduras e, portanto, preparadas para essa nova etapa da vida, não só em termos financeiros, mas emocionais também.

População brasileira mais que triplicou em 60 anos

A população brasileira atingiu um total de 190.755.799 habitantes, segundo os resultados do Censo 2010. O total mais que triplicou nos últimos 60 anos. Na década de 1950, a quantidade não passava de 51 milhões.


Nos anos 50 e 60, o país registrou as maiores taxas de crescimento, chegando a quase 3% ao ano. Com isso, era possível duplicar a população em aproximadamente 24 anos. Naquela época, as mulheres tinham muitos filhos (mais de 6) e as taxas de mortalidade caíam, ou seja, mais bebês conseguiam sobreviver.


Urbano e rural


Em 2010, a população urbana chegou a 160, 9 milhões, representando 84,4% do total. Os moradores da zona rural somam 29,8 milhões, ou 15,6% do total.


Nos últimos 60 anos, o país praticamente inverteu a relação entre população urbana e rural. Em 1950, quase 64% dos brasileiros moravam nas áreas rurais. O processo de industrialização iniciado a partir da Segunda Guerra Mundial fez com que boa parte dessa população migrasse para as cidades.
Foi em 1970 que o número de habitantes residindo em áreas urbanas ultrapassou o de áreas rurais pela primeira vez.
Cidades pequenas
Boa parte das cidades brasileiras são pequenas e médias. Apenas 40 têm mais de 500 mil habitantes. Cerca de 28% têm entre 20 mil e 500 mil pessoas; 31% têm entre 8.000 e 20 mil. 
Os menores municípios, com até 2.500 moradores, são 260.
Idade e sexo
O Brasil está envelhecendo. Enquanto a idade média dos habitantes em 1991 era de 26,5 anos, em 2010 foi de 32,1 anos. As mais altas idades médias são encontradas nas regiões Sudeste e Sul, tanto na área urbana quanto na rural. No Rio de Janeiro, a média é 34,5 anos. No Rio Grande do Sul, 34,9 anos.

Nas áreas rurais, há mais homens que mulheres – são 111,1 deles para cada grupo de 100 delas. Isso porque as atividades agrícolas fazem com que mais trabalhadores permaneçam no campo.


Nas cidades, há 93,4 homens para cada grupo de 100 mulheres. Apesar de nascerem mais crianças do sexo masculino, há mais mulheres que homens em razão dos diferenciais de mortalidade existentes entre os sexos: mais homens morrem ao longo da vida.


A coleta do Censo Demográfico 2010 foi realizada no período de 1º de agosto a 30 de outubro de 2010.

Sobral tem a 4ª melhor renda per capita do Estado

Vista Aerea de Sobral
















A renda média per capita nos municípios brasileiros cresceu e a desigualdade caiu nos últimos 30 anos. Apesar dos baixos salários, os municípios do Ceará estão entre os menos desiguais do País, diz estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). A desigualdade na distribuição de renda no estado, nos últimos 30 anos, caiu mais que a média brasileira. Enquanto a redução no Ceará foi de 38,6%, no Brasil 22,8%.
Os dados são do estudo Evolução da desigualdade no rendimento domiciliar per capita nos municípios brasileiros, feito pelo IPEA. As unidades da federação com menores graus de desigualdade no rendimento domiciliar per capita médio dos municípios são Paraíba, Ceará, Rondônia, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul e Goiás, todos com 0,11 em 2010. R$ 776 reais é a renda média domiciliar per capita da capital do Ceará, a maior do Estado em 2010.
Na Região Norte, duas cidades se destacam de forma paradoxal. Enquanto Sobral a renda está entre a 4ª melhor da região, com R$ 438 reais por domicílio. O município de Granja surge como a segunda pior do estado, com R$ 196 reais. A pior é Miraíma, com R$ 193.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

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Novo anticoagulante reduz mortalidade e recorrência de infartos

Pessoas hospitalizadas por causa de um infarto ou fortes dores no peito correm riscos menores de morte ou recaída com o uso de um novo anticoagulante, o Xarelto, dos laboratórios Johnson & Johnson e Bayer, concluiu um teste clínico, publicado este domingo no New England Journal of Medicine (NEJM).
No entanto, o Xarelto - rivaroxaban, nome da molécula - administrado oralmente e se combinado com um anticoagulante padrão, causa risco maior de hemorragia do que outros tratamentos que impedem a coagulação do sangue, afirmaram os autores deste estudo clínico publicado na versão online do NEJM.

Os resultados foram apresentados simultaneamente na conferência anual da American Heart Association, reunida este fim de semana em Orlando, Flórida (sudeste).


Os cientistas estudaram os casos de 15.000 pacientes hospitalizados após sofrer uma crise cardíaca ou angina de peito instável, em vários países.


Um grupo destes doentes escolhido ao acaso foi tratado com o Xarelto, combinado com um anticoagulante padrão, enquanto o outro grupo tomou um placebo.


Os doentes foram acompanhados durante mais de um ano, aproximadamente.


Aqueles tratados com o Xarelto apresentaram um risco de morte por infarto ou acidente vascular cerebral reduzido em 16% em comparação com os que tomaram um placebo.


O risco de morte por qualquer outra causa diminuiu mais de 30% com o Xarelto.


Os autores do estudo constataram também um risco maior de hemorragia interna com o uso deste anticoagulante em comparação com os demais, mas não foram registrados casos de morte.

Estudo mostra risco de incêndio na Amazônia com antecipação

Um novo método promete prever com até cinco meses de antecedência os surtos de incêndios florestais que ocorrem na Amazônia cada vez que uma seca inesperada atinge parte da floresta.



A nova técnica foi apresentada ontem por cientistas da Universidade da Califórnia em Irvine e do Centro Goddard da Nasa. Os pesquisadores elaboraram o método com base em medições feitas entre 2001 e 2009, analisando a influência do clima dos oceanos sobre a floresta.
O modelo de computador que os cientistas criaram conseguiu prever como oscilações no superaquecimento do Pacífico (o El Niño) estão relacionadas a secas no leste da Amazônia. Anomalias de temperatura no Atlântico, por outro lado, favorecem mais o espalhamento de incêndios no sul e sudoeste.
Fazer esse tipo de previsão é complicado porque, além de estimar quando e onde a floresta vai estar seca, é preciso saber onde agricultores vão iniciar os incêndios nas lavouras.
Quando o fogo para limpar o campo de plantio sai do controle é que a floresta começa a queimar.
SALTO DE FÉ
Segundo Yang Chien, autor principal do trabalho, a criação do novo modelo precisou de uma espécie de salto de fé dos cientistas.
"Estudos anteriores em geral separavam esse problema em dois, primeiro observando como a temperatura da superfície do mar afeta as chuvas e, segundo, como o nível de chuvas afeta a ocorrência de fogo", diz. "No nosso estudo, decidimos combinar isso diretamente para inferir como a temperatura do mar afeta os incêndios."
O que os pesquisadores também fizeram foi procurar correlações de longo prazo entre o clima oceânico e o florestal. O mecanismo com que essa influência se dá ainda é pouco compreendido.
"Nós sugerimos que as temperaturas oceânicas durante a estação úmida e no começo da estação seca são muito importantes para recarregar o nível de umidade do solo", diz Chien. "Elas afetam a umidade que alimenta a chuva na estação seca."
O trabalho dos pesquisadores, publicado nesta sexta-feira na revista "Science", segue os passos de um estudo publicado em julho, liderado pela brasileira Kátia Fernandes, que já tinha conseguido previsões até mais precisas que as de Chien, mas apenas para o oeste da Amazônia.
Segundo Fernandes, as duas técnicas podem ajudar a aumentar a robustez dos sistemas de monitoramento do clima da região, que hoje só conseguem identificar secas violentas com três semanas de antecedência.
"No ano passado, que teve uma seca forte, o governo do Acre suspendeu as permissões de queima para os agricultores, porque o tempo já estava seco e a previsão era que continuasse assim", conta. Com uma previsão de três meses, diz Fernandes, os governos podem antecipar o planejamento desse tipo de medida complicada.
Outros climatólogos, porém, ainda são céticos quanto à confiabilidade do método para períodos tão longos.
"Faltou os autores desse estudo trabalharem com as previsões reais, e não só com os dados coletados", diz Alberto Setzer, coordenador do monitoramento de queimadas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Chien, porém, afirma que o modelo conseguiu uma previsão adequada para meados de 2011. "Só não incluímos no estudo porque a estação seca ainda não tinha acabado."

Estudo diz que indonésios matam 750 orangotangos ao ano

Especialistas questionaram nesta segunda-feira uma pesquisa feita na ilha indonésia de Bornéu, que contabiliza em 750 o número de orangotangos mortos no país em 2010, embora admitiram que a conta é bem próxima da realidade.
Conforme o estudo elaborado pela Natures Conservancy e publicado na revista científica "PLoS One", os nativos matam os primatas em risco de extinção para proteger as plantações e comercializar sua carne.
Os pesquisadores entrevistaram 6.983 pessoas em 687 localidades de Kalimantan, a parte indonésia da ilha de Bornéu e o maior santuário de orangotangos do mundo.
Mais da metade dos homens ouvidos admitiu ter matado ao menos um animal desses em sua vida, por medo, necessidade ou para proteger as plantações.
Porém, o porta-voz do Ministério de Florestas da Indonésia, Ahmad Fawzi, advertiu que é necessário revisar os dados considerados por ele como duvidosos.
Para a veterinária espanhola Karmele Plano, diretora de um centro de apoio aos orangotangos de Kalimantan, talvez a pesquisa não tenha sido feita de maneira adequada, mas garantiu que são aproximados da realidade.
Karmele disse à Agência Efe que, em seus anos de trabalho na Indonésia, assistiu à venda da carne desses animais nos mercados e também o comércio de filhotes órfãos devido à caça de suas mães. "os dados emitidos pela Nature Conservacy não são surpreendentes", disse.
Apesar do estudo se concentrar na morte dos primatas pelas mãos do homem, outro problema que afeta a vida dos orangotangos é a perda de seu habitat natural.
As florestas povoadas pelos macacos diminuem ano após ano, pela extração ilegal de madeireiras e empresas dedicadas ao cultivo da palma, de onde é extraído um óleo, assim como queimadas para abrir terras à agricultura e a exploração de minérios.
A população de orangotangos diminuiu em 20 mil exemplares em Bornéu e atualmente o país abriga 45 mil animais desta espécie, contabilizam especialistas.

Fertilização in vitro traz risco ligeiramente maior de câncer no ovário

Mulheres que fizeram estimulação ovariana para produzir óvulos para fertilização in vitro (FIV), têm risco ligeiramente maior de um tipo de câncer de ovário, segundo um amplo estudo.
Pesquisadores holandeses estudaram mais de 19.000 mulheres com idades até 40 anos que fizeram FIV e cerca de 6.000 que visitaram clínicas de fertilidade mas não passaram pelo procedimento.
Depois de um acompanhamento de 15 anos, descobriu-se que mulheres que passaram por FIV estavam mais de quatro vezes mais propensas a terem câncer ovariano limítrofe, um tumor maligno que é tratável e curável.
Os resultados, publicados online em 26 de outubro no periódico Human Reproduction, se mantiveram mesmo com ajustes de idade, ocorrências passadas de gravidez, causa da infertilidade e outros fatores. O risco não aumentou por múltiplos procedimentos ou pelo número de óvulos cultivados, e não houve aumento significativo de câncer invasivo de ovário.
O risco de câncer de ovário de qualquer tipo aos 55 anos é pequeno - aproximadamente 0,45% - e os autores estimam, pelos seus dados, que o risco para mulheres que fizeram FIV aumentaria para 0,71%.
"Isso não deve ser motivo de preocupação para mulheres que fazem FIV", disse Flora E. Van Leeuwen, autora principal do estudo. "Estamos falando de um tumor muito raro e altamente tratável." Van Leeuwen é chefe de epidemiologia no Instituto Holandês de Câncer.

Veja locais que inspiram fantasias sexuais, mas não devem ser usados

Chuveiro:  Além de o espaço usado para o banho não ser ideal para comportar duas pessoas em movimento, existem chances de um dos parceiros escorregar e ter danos permanentes. O conselho serve também para os que se aventuram em cachoeiras  Foto: Getty Images
Chuveiro:

Além de o espaço usado para o banho não ser ideal para comportar duas pessoas em movimento, existem chances de um dos parceiros escorregar e ter danos permanentes. O conselho serve também para os que se aventuram em cachoeiras

 Palheiro:  Basta o contato das palhas com o corpo para o início de uma alergia. Ter relações sexuais em um palheiro além da possibilidade de cortes na pele, o comichão depois vai trazer arrependimentos  Foto: Getty Images
Palheiro:

Basta o contato das palhas com o corpo para o início de uma alergia. Ter relações sexuais em um palheiro além da possibilidade de cortes na pele, o comichão depois vai trazer arrependimentos

Banco de trás:  A menos que o casal seja proibido de se encontrar em casa, não há motivo para se sujeitar às torções e desconforto do banco de trás de um carro. O espaço não comporta duas pessoas e casal ficará cheio de dores no corpo após o ato  Foto: Getty Images
Banco de trás:

A menos que o casal seja proibido de se encontrar em casa, não há motivo para se sujeitar às torções e desconforto do banco de trás de um carro. O espaço não comporta duas pessoas e casal ficará cheio de dores no corpo após o ato

Cama dos pais:  É o mesmo lugar onde os pais têm relações sexuais, basta mentalizar esta cena, para ter a certeza de que o local é inapropriado  Foto: Getty Images
Cama dos pais:

É o mesmo lugar onde os pais têm relações sexuais, basta mentalizar esta cena, para ter a certeza de que o local é inapropriado

Praia:  A areia vai impregnar e atingir lugares que nem você sabia ser possível. Além disso o atrito com grãos de areia não é agradável e causa machucados  Foto: Getty Images
Praia:

A areia vai impregnar e atingir lugares que nem você sabia ser possível. Além disso o atrito com grãos de areia não é agradável e causa machucados

 Meio de um campo gramado:   Sujeira e gramas como lâminas afiadas são motivos suficientes para não escolher o local como palco para o ato sexual. Caso o casal use um tecido para forrar, até pode cogitar um campo de futebol como ninho do amor, caso contrário os cortes surpresas não valem a experiência  Foto: Getty Images
Meio de um campo gramado:

Sujeira e gramas como lâminas afiadas são motivos suficientes para não escolher o local como palco para o ato sexual. Caso o casal use um tecido para forrar, até pode cogitar um campo de futebol como ninho do amor, caso contrário os cortes surpresas não valem a experiência

Banheiro:  Nem sempre o toalete estará limpo, desinfetado e cheiroso. Existem sempre as pessoas que não conseguem esperar até chegar em casa acabam usando os banheiros públicos. Portanto, não é higiênico se despir completamente e ter relações com parceiros no local  Foto: Getty Images
Banheiro:

Nem sempre o toalete estará limpo, desinfetado e cheiroso. Existem sempre as pessoas que não conseguem esperar até chegar em casa acabam usando os banheiros públicos. Portanto, não é higiênico se despir completamente e ter relações com parceiros no local

 Na parede:  A mulher empurra o parceiro contra a parede e arranca a camisa dele. Ele, por sua vez, levanta a saia da companheira e retira todas as peças de roupas dela. Além de a altura dos dois atrapalhar a relação sexual, o fluxo sanguíneo do homem começa a se dispersar para outros músculos por conta da força que ele faz para segurar a mulher, por exemplo. Sem dúvida o aproveitamento será menor do que se estivessem em outro local  Foto: Getty Images
Na parede:

A mulher empurra o parceiro contra a parede e arranca a camisa dele. Ele, por sua vez, levanta a saia da companheira e retira todas as peças de roupas dela. Além de a altura dos dois atrapalhar a relação sexual, o fluxo sanguíneo do homem começa a se dispersar para outros músculos por conta da força que ele faz para segurar a mulher, por exemplo. Sem dúvida o aproveitamento será menor do que se estivessem em outro local

 Bancada de mármore:  Em primeiro lugar, a mulher terá que se sujeitar a sentar em um apoio bem gelado. Outro problema que pode surgir é a diferença de altura entre o homem e a bancada, fazendo com que ele fique em posição pouco agradável  Foto: Getty Images
Bancada de mármore:

Em primeiro lugar, a mulher terá que se sujeitar a sentar em um apoio bem gelado. Outro problema que pode surgir é a diferença de altura entre o homem e a bancada, fazendo com que ele fique em posição pouco agradável

 Elevador:  Os filmes nunca mostram o sexo que acontece no elevador. Normalmente, as portas se fecham com as duas pessoas prestes a iniciar o ato e depois abrem quando, supostamente, já terminaram. Você sabe por que pulam o meio? Você  não quer saber?  Foto: Getty Images
Elevador:

Os filmes nunca mostram o sexo que acontece no elevador. Normalmente, as portas se fecham com as duas pessoas prestes a iniciar o ato e depois abrem quando, supostamente, já terminaram. Você sabe por que pulam o meio? Você
não quer saber?

 Escadas:  Imagina se um dos dois, ou o casal, rolam escada abaixo. As contusões e escoriações valem à pena? O local já é palco de acidentes para as pessoas que estão apenas caminhando, ter relações sexuais, sem dúvida, aumenta o risco  Foto: Getty Images
Escadas:

Imagina se um dos dois, ou o casal, rolam escada abaixo. As contusões e escoriações valem à pena? O local já é palco de acidentes para as pessoas que estão apenas caminhando, ter relações sexuais, sem dúvida, aumenta o risco

Ginecomastia atinge cerca de 40% dos homens; saiba mais

O aumento das mamas pode ter diversas causas
O aumento das mamas pode ter diversas causas
 
O verão traz o sol, o calor e as férias na praia. Não é incomum, todavia, ver que alguns homens e adolescentes insistem em ir para a praia com camisetas largas que não tiram de jeito nenhum. Para alguns deles, a medida é uma forma de esconder um problema estético que pode ser também de saúde: a ginecomastia.
A ginecomastia é o aumento das mamas masculinas, que podem inclusive ficar maiores do que os seios femininos, e que afeta a vida emocional e também física de cerca de 40% da população masculina. Roberto Stefanelli, cirurgião plástico do Hospital Santa Virgínia, da capital paulista, contou que o problema acontece, frequentemente, por conta de disfunção hormonal, uso de medicamentos ou drogas e até pode ser idiopática (sem causa identificável). "A região mamária aumenta de volume devido ao acúmulo de gordura, desenvolvimento da glândula mamária ou ambos", explicou.
Alan Landecker, cirurgião plástico da clínica que leva seu nome, em São Paulo (SP), disse ainda que há a pseudo-ginecomastia, que acontece quando a mama cresce única e exclusivamente por causa de gordura. "Tive um paciente que se queixava do peso das mamas, porque sentia desconforto físico. Fizemos uma lipoaspiração e tiramos mais de 1l de gordura, que pesava para ele cerca de 1,5kg."
O mal que te faz
O crescimento das mamas pode afetar bastante a autoestima e a sociabilidade masculina, em especial na fase da adolescência. "Eles têm grandes queixas de dificuldade de relacionamentos afetivos por vergonha, mesmo com amigos", lembrou o cirurgião do Hospital Santa Virgínia, que afirmou ainda que o problema pode afetar também a saúde física do portador, já que "é comum recebermos pacientes com problemas de coluna por manterem posições viciadas, como a de dobrar os ombros para frente para esconder o aumento das mamas".

A ginecomastia se apresenta em três graus, sendo o primeiro o mais leve, com aumento apenas nas aréolas e o terceiro , o mais grave, com o aumento da mama até o tórax e sobra de pele. "Já tivemos pacientes com as mamas maiores do que a de algumas mulheres. Lembro de um que tinha uma irmã que queria colocar prótese e ela dizia na consulta que queria ter as mamas do mesmo tamanhos das do irmão. Isso provoca um trauma grande na família toda, fora os problemas psicológicos e a formação de câncer de mama, que não é comum, mas pode acontecer", descreveu Roberto Stefanelli.
O problema pode ainda afetar apenas um dos lados do corpo, criando assimetria e Landecker contou que a ginecomastia pode ser levemente dolorida, mas não é o comum.
Na mesa de cirurgia
Há diversas maneiras de tratar a ginecomastia e cada caso deve ser estudado individualmente. Alan Landecker contou que há casos leves, em especial em adolescentes, nos quais não se faz nada, além de esperar o crescimento do paciente e a normalização do tamanho da mama. "Mas o procedimento cirúrgico é, habitualmente, o que resolve o problema", disse Stefanelli.
Dentre as cirurgias que podem ser realizadas para sanar o problema, estão a lipoaspiração com ou sem retirada de tecido mamário, em casos moderados, e, em casos mais graves, "temos que retirar gordura, tecido mamário, que não vai fazer falta, e pele. É um procedimento semelhante ao da mamoplastia que realizamos nas mulheres", ensinou Landecker.
Em adolescentes que sofreram com o efeito sanfona, a ginecomastia é um problema comum, mas os profissionais alertaram que uma cirurgia só é realizada após a estabilização do peso ideal por, pelo menos, seis meses. Além disso, "devemos pesquisar a provável causa do aumento do volume mamário e, caso seja identificada, um tratamento deve ser realizado antes da cirurgia", contou Stefanelli, já que problemas hepáticos e renais também podem contribuir com o crescimento das mamas. "Fazemos uma ultrassonografia também para detectar se o aumento da mama é por causa de gordura, tecido mamário ou ambas", disse o cirurgião do Hospital Santa Virgínia. Mamografias também podem ser utilizadas.
Se o paciente não apresenta problemas físicos associados, a cirurgia acontece pela manhã, com alta no mesmo dia. No pós-operatório é preciso usar cinta elástica, que parece um sutiã específico, por até três meses após a cirurgia, fazendo drenagem linfática no terceiro dia pós-cirurgia - cerca de cinco sessões -, para reduzir o inchaço, a formação de hematomas e a possibilidade de nódulos de fibrose embaixo da pele, que a deixariam irregular.
A primeira semana é de repouso total. Após a segunda semana já é permitido dirigir. Exercícios físicos são plenamente liberados após um mês, assim como abaixar para pegar objetos e crianças.

Mulheres têm mais pesadelos do que os homens, diz estudo

Alterações hormonais contribuem para pesadelos serem mais frequentes nas mulheres. Foto: Getty Images
Alterações hormonais contribuem para pesadelos serem mais frequentes nas mulheres

Em um estudo recente, 19% dos homens afirmaram ter tido pesadelos, contra 30% das mulheres. Segundo a pesquisa feita pela Universidade West England, as alterações de temperatura corporal causadas pelo ciclo menstrual nas mulheres aumentam a frequência dos pesadelos no público feminino. As informações são do The Sun.
Os sonhos ruins surgem do sistema límbico, região primitiva do cérebro que é responsável por emoções poderosas. Durante o sono, esta região faz um trajeto pelas coisas que aconteceram ao longo do dia. O processo produz sonhos e pesadelos.
Veja os significados dos 5 sonhos mais frequentes: Voar: você está passando por um período positivo de mudança pessoal.
Ser sexy em um abraço com uma celebridade ou colega: sua mente adormecida tem levado você a este lugar emocionante que não se atreve a ir na vida real.
Encontrar dinheiro: esta poderia ser a realização de um desejo ou sinal de algo que aconteceu com você.
Ir bem na escola: há alguém que você está ansiosa para agradar - um chefe, colega ou até mesmo um parceiro. Voltar à idade escolar simboliza uma época em que tínhamos de agradar as pessoas.
Ter o cabelo incrível: desejo por perfeição ou pode ser que você, inconscientemente, sabe que tem qualidades incríveis.
Veja os significados dos 5 pesadelos mais frequentes: Perseguida por um estranho: você está sobrecarregada, com muitas responsabilidades.
Seus dentes estão caindo: você tem problemas para se comunicar em algum momento em sua vida.
Ficar pelada em público: você está insegura, pode estar sendo pressionada demais e está se sentindo vulnerável.
Prestes a morrer, ou caindo de um penhasco: você sente que seu mundo está caindo aos pedaços.
Desesperada para chegar a algum lugar, mas as coisas estão em seu caminho: sua vida é caótica, você está a ponto de perder prazos e está sempre atrasada.

Estudo descobre relação entre Parkinson e uso de solvente industrial

O estudo relata uma associação significativa entre o solvente e a doença de Parkinson. Foto: Getty Images
O estudo relata uma "associação significativa" entre o solvente e a doença de Parkinson

Um estudo norte-americano liga a doença de Parkinson com o solvente industrial tricloroetileno solvente (TCE). Pesquisadores, liderados pelo Dr. Samuel Goldman e Caroline Dr. Tanner, do Instituto de Parkinson em Sunnyvale, Califórnia, entrevistaram 99 pares de gêmeos. Em cada par, um dos gêmeos, que tinha o contato com solventes, adquiriram a doença de Parkinson e o outro não. A informação é do site NY Post.
O estudo, publicado nesta segunda-feira (14), revelou que as pessoas regularmente expostas ao TCE - um agente comum em soluções de limpeza a seco, adesivos, tintas e produtos de limpeza do tapete - tinham seis vezes mais risco de desenvolver a doença de Parkinson. Embora a Food and Drug Administration proibiu o uso de TCE como um anestésico geral, desinfetante da pele em 1977, a substância ainda é usada como um agente desengordurante.
O estudo foi o primeiro a relatar uma "associação significativa" entre o solvente e a doença de Parkinson. Como resultado da investigação, os pesquisadores também consideraram que a exposição ao percloroetileno e tetracloreto de carbono tendeu para risco significativo de desenvolver a doença. "Nosso estudo confirma que os contaminantes ambientais comuns podem aumentar o risco de desenvolvimento de PD doença de Parkinson, que tem consideráveis implicações para a saúde pública", disse Goldman."

Estudo: 8,7 mil brasileiros fizeram universidade nos EUA em 2010

As universidades americanas estão recebendo um número recorde de estudantes estrangeiros, devido à chegada de uma onda de chineses e a um grande número de matrículas de outros lugares da Ásia, indica um relatório publicado nesta segunda-feira. O Brasil é o 14º país que mais mandou estudantes universitários ao país em 2010, com 8.777, sem mudanças em relação ao ano anterior. A China lidera a lista, com 158 mil estudantes.
O relatório do Instituto Internacional de Educação (IIE) e da agência de Questões Culturais e Educacionais do Departamento de Estado registrou um aumento de 5% no número internacional de estudantes universitários em comparação com o mesmo período do ano passado.
No total, 723.277 estudantes internacionais fizeram seus estudos nos Estados Unidos no ano acadêmico 2010/11, um recorde, segundo o relatório anual. "O número de estudantes chineses aumentou 22% no total e 43% no nível universitário", acrescentou.
Quatro dos cinco países que mais estudantes enviam para as universidades americanas são asiáticos, indica o informe. A China lidera a lista, seguida por Índia, Coreia do Sul, Canadá e Taiwan.

Avós têm papel importante na educação das crianças, mas não substituem os pais

Seja por necessidade ou escolha, avós estão cada vez mais presentes na educação dos netos. Em alguns casos, a participação é contante e a responsabilidade sobre eles é maior do que deveria. Auristela Temperani, 41 anos, supervisora administrativa de São Paulo, é divorciada e tem três filhas. Transferida para o Pará, deixou as meninas sob os cuidados da avó por três anos. "Na época, elas tinham 11, 15 e 19 anos e a mudança gerou uma dose de rebeldia no começo. Mas como eu já tinha passado por problemas com babás e empregadas, optei por pedir ajuda à minha mãe e não me arrependo", diz.
Para Blenda Marcelletti, terapeuta especializada em família, avós não foram feitos para terem a responsabilidade da educação dos netos. Isso cabe aos pais. “É uma tarefa intransferível quando os pais existem e gozam de boa saúde física e mental. Entretanto, não é preciso ser radical, criando uma situação desconfortável ou confusa”, explica. O primeiro erro, por exemplo, é achar que a convivência com os avós pode atrapalhar o conceito de hierarquia. “A criança precisa saber que qualquer adulto que a trate bem merece respeito e, muitas vezes, obediência. Os pais devem explicar quais são as pessoas confiáveis e que ficarão responsáveis, quando eles estiverem ausentes. Além disso, a convivência dos netos com os avós traz uma nova experiência de vida e oferece aprendizado a ambos", afirma a especialista.
Roseli Pires de Castro, psicopedagoga, diz que há, ainda, outra questão: o reflexo que a boa relação entre os pais e os avós causa nos filhos. "Há uma antiga teoria que diz que você pode saber se um homem e uma mulher serão bons pais pela maneira como lidam com seus genitores e como cada um viveu sua infância e adolescência. Portanto, demonstrar saúde nessa ligação só contribui para a educação das crianças", explica.
Todos os especialistas concordam que o diálogo evita conflitos. Os pais devem estar sempre em contato com os avós para deixar claro até onde eles podem ir. "Muitos entregam seus filhos e deixam tudo por conta deles. Isso não contribui para o equilíbrio das relações. O contrário também é válido: os avós podem mostrar qual é o tamanho da sua disponibilidade, já que muitos têm suas ocupações, projetos e amigos", diz Blenda.
O psicólogo Alessandro Vianna acha o contato estreito entre avós e netos positivo. O que o preocupa é a famosa frase: "pais educam e avós deseducam". "É extremamente importante que os avós mantenham a mesma linha de educação que os pais", diz. "O ideal é conversar com os avós para explicar que eles também fazem parte da educação das crianças e devem ser responsáveis. Essa instabilidade pode causar uma imensa confusão na cabeça da criança e até fazer com que ela crie a falsa fantasia que os pais não a amam como os avós."

O conflito entre gerações também é motivo de preocupação. Para Alessandro, é necessário considerar que tudo muda, assim como a forma de educar filhos. "Avós acreditam que sabem educar melhor do que os pais, mas esquecem que existem vários fatores que influenciam diretamente na conduta de uma criança que, pela circunstâncias atuais, os pais irão saber lidar melhor". Um exemplo: como avós conseguirão colocar limites nos netos em relação a Internet, se na época deles essa tecnologia não existia?

Dicas para os avós*

Os avós devem saber que não é tarefa deles serem pais;
Sempre que possível, contem para os netos como era a vida em outros tempos e como eram seus pais na idade deles. É importante que os mais velhos contem as histórias da família;
Quando tiverem dúvida do que fazer perguntem aos pais, principalmente se for algo de muita relevância;
Sempre conte aos pais fatos importantes sobre as crianças;
Mesmo que as medidas tomadas pelos pais sejam severas ou permissivas demais, não os desautorize. Opte pela conversa (longe dos netos);
Não permita qualquer tipo de desrespeito por parte dos netos e não tenha receio de colocar limites. Isso pode ser feito de forma afetiva e firme;
Se você não pode ficar com os netos, diga. Não é obrigação dos avós cuidar deles;
*consultoria: Blenda Marcelletti

Pesquisadora brasileira desenvolve nova droga contra obesidade

Uma equipe da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, chefiada pela pesquisadora brasileira Renata Pasqualini, está desenvolvendo uma nova droga para tratar a obesidade. Os medicamentos atuais para tratamento do problema focam-se na supressão do apetite ou no aumento do metabolismo. O trabalho de Renata usa uma espécie de "código de endereçamento postal" sanguíneo para atacar as células de gordura.
O novo medicamento age sobre o tecido adiposo branco, tipo não-saudável de gordura que se acumula sob a pele e ao redor do abdômen, destruindo seletivamente o suprimento de sangue desse.
Ligando-se a uma proteína na superfície dos vasos sanguíneos que abastecem a gordura, chamada proibitina, o medicamento libera um peptídeo sintético que desencadeia a morte celular. Sem suprimento de sangue, as células de gordura são reabsorvidas e metabolizadas.
A droga foi testada em macacos, que perderam, em média, 11% do seu peso corporal em quatro semanas de tratamento. Foram observadas reduções no índice de massa corporal (IMC) e na circunferência abdominal, além da diminuição significativa na gordura corporal.
"O desenvolvimento deste composto para uso humano pode se tornar uma forma não-cirúrgica para reduzir realmente a gordura branca acumulada, em contraste com os atuais medicamentos para perda de peso, que tentam controlar o apetite ou impedir a absorção de gordura da dieta," comenta Renata.

A maioria dos fumantes quer abandonar o vício

O Centers for Disease Control and Prevention (CDC), responsável pela pesquisa, afirma que 48% dos fumantes que se consultaram com um profissional da saúde no último ano foram aconselhados a parar de fumar e 32% buscaram acompanhamento terapêutico e medicamentos para isso.
“Mais de dois terços dos fumantes querem parar de fumar e mais da metade tentou ano passado”, afirma o diretor do CDC, o Dr. Thomas R. Frieden. “Fumantes que tentam parar podem duplicar ou triplicar suas chances ao buscarem acompanhamento terapêutico, medicamentos ou ambos. Outras medidas que aumentam as probabilidades de que fumantes conseguirão parar como eles querem incluem campanhas midiáticas fortes, políticas 100% antitabagismo e preços mais altos de tabaco”.
A pesquisa foi publicada como reforço a uma data significativa para a campanha contra o tabagismo nos Estados Unidos, o dia 17 de novembro. O objetivo é que o lançamento de campanhas midiáticas e a comemoração de datas específicas incentivem fumantes a tomarem a decisão de parar de fumar e desenvolvam planos de abandono do vício.

Consumidores não leem a tabela nutricional dos alimentos

Desde 2001, é norma que as embalagens de alimentos tragam impressas as informações nutricionais referentes àquele produto. A medida foi imposta para que os consumidores tivessem acesso a informações que os ajudassem a escolher o que era melhor para sua saúde. Contudo, pesquisa realizada na Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, comparou os consumidores que dizem ler as tabelas e os que realmente as leem.
Para tal, os pesquisadores utilizaram câmeras especiais que rastrearam onde os olhos dos consumidores focavam quando olhavam as embalagens dos produtos. Em seguida, eles foram entrevistados e relataram o quanto achavam importante as tabelas nutricionais e o quanto eles haviam lido.
Os resultados mostraram que o número de pessoas que afirmavam ler as tabelas nutricionais era muito maior do que os que realmente as liam. Os equipamentos especiais mostraram que quando os consumidores olhavam para tabela nutricional, focavam-se em seu centro, o que evidencia que esses liam os primeiros itens e interrompiam a leitura antes de chegar ao final da tabela.

Mulheres se sentem mais atraídas por bons dançarinos, afirma estudo

Homens que se arriscam na pista de dança podem estar demonstrando mais do que apenas suas habilidades como dançarinos. De acordo com uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Gottingen, na Alemanha, mulheres julgam a personalidade de um homem através de seus passos de dança. Elas acreditam, por exemplo, que bons dançarinos são mais escrupulosos e agradáveis.
A pesquisa foi construída com bases em descobertas anteriores que apontam que mulheres pensam que os passos de dança de homens mais fortes são mais atraentes e mais assertivos, e que homens que gostam de se arriscar também são melhores dançarinos.
“Nós dizemos que a personalidade é – até certo ponto – sinalizada através de movimentos do corpo (a dança em particular, já que ela é o movimento corporal mais complexo)”, explica o pesquisador Bernard Fink. “Se isso for verdade, explicaria porquê a dança é um tópico tão proeminente em quase todas as sociedades humanas”.

Protetor solar em excesso pode afetar a saúde óssea

Raios solares são essenciais para a produção de vitamina D 

 O verão começa às 03:30 do dia 22 de dezembro. E enquanto muitos sonham em divertir-se nas praias e piscinas, outros não ousam expor-se ao sol. Este é um comportamento de risco para o desenvolvimento da osteoporose, principalmente para pessoas de pele clara. Passar a vida inteira evitando a exposição ao sol pode deixar o organismo deficiente de vitamina D. Um número crescente de pessoas - um em cada três adultos - sofre de deficiência de vitamina D devido à falta de exposição ao sol e à má alimentação. Esta condição aumenta o risco de osteoporose e fraturas em até 60%.

É preciso saber que cerca de 90% da vitamina D no nosso organismo é produzida pela pele com a ajuda da luz solar. Os raios ultravioleta convertem o colesterol em vitamina D e, por isso, são importantes para nossa saúde. Algumas pessoas defendem que a vitamina D pode ser conseguida através do consumo de alguns alimentos. Isso, de fato, é verdade, mas apenas uma pequena parte do que precisamos é obtida por meio da dieta.  

Exposição solar com equilíbrio
Não há dúvidas que o risco de câncer de pele é real, e que o cuidado com a exposição solar deve acontecer. Há uma linha tênue entre a obtenção de uma quantidade suficiente de vitamina D e o de não ter aumentando o risco de câncer de pele. Usar um protetor solar fator 50, por exemplo, pode diminuir a síntese de vitamina D em 95%, o que efetivamente pára a produção do nutriente no organismo, prejudicando a saúde dos ossos.

Mas, como conseguir aliar a saúde dos ossos com a saúde da pele? É preciso entender que todos precisam de alguma exposição ao sol com a pele desprotegida, mas o tempo desta exposição varia de indivíduo para indivíduo. Em geral, quanto mais rápido sua pele tende a queimar, mais rápido seu organismo produz vitamina D. Assim, uma pessoa de pele muito clara não precisará mais do que 10 minutos ao sol sem proteção para diminuir as chances de perda óssea. Outra medida útil é a exposição sem proteção em horários em que o sol não está muito forte, ou seja, antes das 10 horas da manhã e depois das 14 horas da tarde. 

Prevenção da osteoporose é fundamental

Em relação à saúde óssea, é preciso um ajustamento fino da dieta e dos níveis de cálcio e de vitamina D, pois, segundo um relatório elaborado pela Fundação Internacional de Osteoporose, quando o assunto é osteoporose, o melhor é prevenir, pois a baixa adesão à terapia por parte dos pacientes é um fator recorrente.

É importante que o paciente com osteoporose saiba que já contamos com medicamentos eficazes e que protegem os pacientes da perda óssea ocasionada pela doença que podem ser administrados diariamente, semanalmente, trimestralmente, mensalmente ou ainda anualmente. Para os que têm problemas com o ritual de ingestão dos comprimidos que combatem a osteoporose, há a opção do tratamento intravenoso anual.

Ceará terá que fornecer remédio para idoso portador de câncer

Paciente de 78 não tem como arcar com tratamento para combater câncer linfático

A Justiça determinou que o Estado do Ceará forneça o medicamento Mabthera a um paciente portador de câncer nos gânglios linfáticos. A decisão foi publicada na última quinta-feira (10) no Diário da Justiça Eletrônico.
O paciente, de 78 anos, não tem condições para comprar o remédio e seu quadro clínico é considerado grave.

Segundo os autos, exames laboratoriais constataram que o uso do produto é indispensável e está diretamente ligado à contenção e possível cura da doença.
No dia 1º deste mês, o idoso entrou na Justiça, com pedido de liminar, requerendo que o Estado conceda o remédio. Na decisão, no último dia 8, o magistrado ressaltou que o paciente precisa com urgência do tratamento.
O juiz Paulo de Tarso Pires Nogueira, da 6ª Vara da Fazenda Pública do Fórum Clóvis Beviláqua, determinou a concessão do remédio no prazo de até 48 horas, a contar da intimação.

Veneno da cascavel pode tratar a dor

Pesquisadores testam compostos presentes no veneno para produzir remédio

O veneno da cascavel pode ser a solução para diversos tipos de dor que sentimos. Pesquisadores do Instituto Butantan, em São Paulo, estão testando o uso de moléculas do veneno para a produção de um remédio que pode ser tão potente quanto a morfina. O composto, que tem demonstrado ter efeito de longa duração, pode ser usado tanto para tratar dores crônicas, que duram muito tempo, quanto as agudas. 
Também está em teste o uso de moléculas da saliva de carrapato para tratar tipos de câncer agressivos.

Diabetes mata uma pessoa a cada dez segundos

11 milhões de pessoas sofrem com a doença no Brasil

Estima-se que haja, pelo menos, 300 milhões de pessoas com diabetes em todo o mundo. No Brasil, são cerca de 11 milhões de portadores, segundo dados do Ministério da Saúde e de sociedades médicas.
No Dia Mundial do Diabetes, lembrado nesta segunda-feira (14), o foco da campanha global, pelo terceiro ano seguido, é orientar a população para prevenir a doença, que mata uma pessoa a cada dez segundos no mundo - conforme estatística da Federação Internacional de Diabetes, ligada à OMS (Organização Mundial da Saúde).
O desconhecimento sobre o que é a doença, os sintomas e o tratamento têm sido obstáculos para conter essa epidemia global. A própria federação internacional estima que metade das pessoas não sabe que tem diabetes.
Apesar de muitos brasileiros ter um parente ou amigo com a doença, parte deles não sabe como evitá-la, diz o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Walter Minicucci.
– Muitos têm contato, mas não conseguem ajudar a pessoa próxima [com a doença]. E ficam incapazes de prevenir nelas mesmas.
O diabetes tipo 2, que atinge mais pessoas, ocorre quando há aumento da taxa de açúcar (glicose) no sangue. Os sinais mais comuns são a sede excessiva, a perda de peso, a fome exagerada, a vontade de urinar muitas vezes, a difícil cicatrização de feridas, a visão embaçada, o cansaço e infecções frequentes. Alguns dos fatores de risco são a obesidade, o sedentarismo e o histórico familiar com casos da doença.
A prática de exercícios físicos e a alimentação equilibrada ajudam a evitar o diabetes tipo 2, que não tem cura.
Quando o diabetes não é tratado, aumenta o risco de o paciente ter um ataque cardíaco, ficar cego ou sofrer amputação de uma perna.

Irã alerta contra vírus Duqu

É sério: esse vírus pode invadir sistemas e detonar um ataque nuclear

 O Irã todo começou esta semana limpando cookie do computador. Tudo porque a organização iraniana de defesa civil lançou um aletra a respeito de um novo tipo de vírus de computador – chamado Duqu – que vem sendo tratado como uma arma cibernética capaz de sabotar instalações nucleares.

As primeiras informações a repeito do temido vírus surgiram no mês passado, quando uma empresa que fabrica antivírus disse ter descoberto um novo e misterioso vírus, derivado do famigerado Stuxnet.


Esse tal de Stuxnet foi considerado responsável pela destruição de algumas centrífugas que o Irã supostamente usaria para enriquecer urânio em suas usinas nucleares. A diferença entre o Stuxnet e o Duqu, aparentemente, é que, enquanto o primeiro só sabota, suspeita-se que este novo seja capaz de garantir acesso remoto aos computadores centrais de instalações nucleares.


Todo mundo que já precisou pedir ajuda para o suporte técnico, sabe o que é acesso remoto. É quando uma outra pessoa, de outro lugar, consegue mexer com seu computador como se estivesse na sua mesa.


Agora imagina se alguém conseguir fazer algo assim com um computador que controla o lançamento de mísseis ou qualquer outro tipo de arma?


Por isso que o Irã está com o Duqu na mão.
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