domingo, 29 de abril de 2012

Brasileiro é falso moralista e duas-caras quando se trata de sexualidade, dizem historiadores

Para historiadora, o papel da igreja na formação da nossa sociedade a formar a dupla moral brasileira. Use o campo de comentários desta página para opinar sobre o tema

No carnaval, os desfiles das escolas de samba mostram mulheres seminuas a sambar. Emissoras de TV fazem a cobertura dos bailes gays nessa época. Telejornais exibem imagens da folia nos blocos em todo país onde a sensualidade rola solta. Fora do Carnaval, São Paulo celebra a diversidade sexual e vira palco de uma das maiores paradas gay do mundo. Em 2009, a universitária Geisy Arruda teve de sair da faculdade em São Bernardo do Campo (SP) escoltada por policiais e ouvindo xingamentos por usar um vestido considerado justo e curto. A intolerância também frequenta a Avenida Paulista, local cujas câmeras ali instaladas costumam registrar, com frequência, ataques a homossexuais.
"A mesma avenida que abriga uma das maiores paradas gay do mundo é o lugar onde se mata homossexuais. É inadmissível. Somos pessoas de duas caras, falsos moralistas", afirma a historiadora Mary Del Priore, que estuda a sexualidade no Brasil ao longo dos séculos. Mary acaba de lançar o livro "A Carne e o Sangue" (Editora Rocco), que aborda o triângulo amoroso constituído por Dom Pedro I, a Marquesa de Santos e a imperatriz Leopoldina. "D. Pedro dizia que fazia ‘amor de matrimônio’ com Leopoldina e ‘amor de devoção’ com Domitila. Do sangue nobre cuidava a mulher, que lhe dava os filhos e era a matriz. O prazer era com a outra. A imperatriz era muito religiosa e tinha horror ao sexo. A marquesa, ao contrário. E D. Pedro era um inconsequente machista, que teve dezenas de amantes", conta Mary.
Segundo a historiadora, o papel da igreja na formação da nossa sociedade no século 19 ajudou a formar essa dupla moral. "A casa tinha de ser o exemplo da sagrada família de Maria, José e Jesus, voltada para os valores mais altos que preconizava a igreja católica. A igreja consagra o matrimônio como obrigatório. Mais do que isso: o sexo dentro do casamento tinha de ser higiênico e a única preocupação era a reprodução". De acordo com a pesquisadora, a igreja regulamentava inclusive o que deveria acontecer entre quatro paredes.

“Os beijos eram condenados. Os padres confessores perguntavam o que as pessoas faziam no quarto e reprovavam todo tipo de toque no corpo com objetivo de ter prazer. A posição da mulher sobre o homem era contrária à lei divina. E ficar de quatro seria uma forma de animalizar o ato. Esse casamento sem prazer vai incentivar o sexo prazeroso fora de casa", declara a historiadora. E ela inclui outro exemplo da ambiguidade moral do brasileiro: as pornochanchadas da década de 70. "Há vários estudos que mostram que esse foi um momento de revolução sexual. Mas uma característica comum nesse tipo de filme é que o homem que pega todo mundo está sempre atrás de uma virgem. E a prostituta sonha com casamento de véu e grinalda. No Brasil, a mulher sempre teve de ser pura, virgem, não saber de sexo. Isso depunha contra o sexo feminino até pouco tempo", comenta Mary.
Homossexuais são assassinados e mulheres mentem sobre parceiros
O preconceito contra as mulheres que praticam sexo livremente permanece, segundo Mirian Goldenberg, antropóloga e professora na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).  "Estive na Suécia fazendo pesquisas sobre as mulheres. Lá, elas não são julgadas pelo comportamento sexual, se teve 20 parceiros ou um. Aqui as meninas mentem. Elas me dizem que se falarem que tiveram mais de três parceiros não arrumam namorados. E olha que estou falando de jovens que estudam ciências sociais", diz Mirian, que acrescenta: "No Brasil,  ter marido e constituir família é de um valor enorme para a mulher. Numa cultura assim, é difícil ter liberdade sexual. Conheço algumas que têm medo do porteiro do prédio. Homem entra com dez mulheres no apartamento sem nenhum problema. Elas não fazem isso. Esse tipo de preconceito afeta o cotidiano  e já deveria para ter acabado", afirma a antropóloga que estuda a sexualidade na classe média carioca desde 1988 e é autora dos livros "Toda Mulher é Meio Leila Diniz"  e "Por Que Homens e Mulheres Traem?" (Edições BestBolso).
O preconceito pode assumir formas agressivas e terminar em mortes como mostra o Relatório Anual de Assassinatos de Homossexuais do Grupo Gay da Bahia. De acordo com o documento, em 2011, ocorreram 266 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no país. Isso significa um aumento 118% desde 2007, quando foram registrados 122 casos. Esses números foram obtidos através de pesquisas em jornais, internet e notificação de pessoas ligadas às vítimas.
Embora os dados alertem para a violência cometida contra esses grupos, mostram também uma mudança social, de acordo com Sérgio Carrara, professor de antropologia do Instituto de Medicina Social da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e coordenador do Centro Latino Americano Em Sexualidade e Direitos Humanos. "Acho uma modificação importante no cenário a maior visibilidade que os crimes homofóbicos estão tendo na mídia. Começa-se a discutir e reconhecer a existência dessa situação. Vivemos um processo histórico, onde está se exigindo respeito e reconhecimento. Mas isso produz reações e situações de conflito de moralidades distintas", comenta o professor.
Para o psiquiatra e sexólogo Ronaldo Pamplona da Costa, a ignorância está na raiz do problema. "Todo preconceito com relação à sexualidade é baseado na falta de conhecimento sobre o assunto. De uns anos para cá, começou a ser tratado como impróprio mostrar preconceitos sobre sexualidade. As pessoas passaram a posar de conhecedores ou liberais quando nem entendem do assunto. Isso resulta no brasileiro falso liberal", diz o médico, autor de "Os Onze Sexos" (Editora Gente), lançado em 1994 no qual abordou os cinco tipos de sexualidade  para homens e mulheres (heterossexualismo, homossexualismo, bissexualismo, travestismo e transexualismo), acrescidos de um  11º grupo chamado de intersexo, onde estão agrupadas pessoas com defeitos físicos internos ou externos na região genital como hermafroditas, por exemplo. "Na época, sabia-se só sobre o heterossexualismo e colocava-se na mesma sacola do homossexualismo todas as outras sexualidades", diz Ronaldo.

Para dar uma ideia do desconhecimento sobre a sexualidade, o médico cita a própria categoria profissional. "Na faculdade de medicina não tem estudo da sexualidade nos aspectos biológicos, psicológicos e sociais. Só  como funcionam os órgãos genitais com vistas à reprodução", diz o psiquiatra. "Ninguém nasce preconceituoso. Ao longo da educação as pessoas vão assimilando isso. Um homossexual pode ser preconceituoso em relação à própria sexualidade em alguma medida porque, no geral, fomos criados para sermos heterossexuais",  fala Ronaldo, relatando que, recentemente, atendeu em seu consultório uma jovem universitária que se assumia homossexual, embora não tivesse tido a prática, e que já havia feito amplas pesquisas sobre o tema. "Depois entrou a mãe dela, sozinha, uma mulher com curso superior, dizendo que não aceitava de forma alguma essa situação e que faria tudo para que a filha deixasse de ser homossexual." 
Preconceito: modo de combater
Para que homens e mulheres possam exercer livremente a sexualidade, sem medo de se tornarem vítimas de ataques de qualquer natureza, serão necessárias muitas mudanças, segundo os especialistas.  "Temos liberdade política, mas não somos cidadãos. Democracias requerem esse sentimento. E não temos isso porque não temos educação", diz Mary Del Priore, que ainda faz críticas às mães. "Elas dão no leitinho para o filho homem a superproteção, a homofobia. É uma mulher que adora ser chamada de gostosa, que se identifica com mulher fruta, para quem mulher inteligente é sapatão. É a mãe a figura que transmite esse preconceito e essa dupla cara", diz a historiadora.
Mirian Goldenberg pensa da mesma forma. "O valor da brasileira sempre foi muito associado ao seu corpo, que tem de ser sexy, seduzir. Uma mulher alemã, por exemplo, é poderosa porque tem cargo de chefia, dinheiro, pode decidir, é algo objetivo. O poder da brasileira sempre foi associado à sexualidade dela para a sedução do outro e não para o próprio prazer. Todo o peso do julgamento tem a ver com a imagem corporal que ela constrói", diz Mirian, que acha mais complicado lutar contra o que chama de preconceito invisível.
"As atitudes mais violentas de intolerância acabam indo parar na TV e geram movimento de repúdio. Mas ao nos submetermos mentir no dia a dia, ter medo do julgamento do porteiro, evitar o decote para não sofrer preconceito, nós só o reforçamos", diz Mirian, que cita uma figura famosa por quebrar tabus nos anos 60. "Como Leila Diniz acabou com o estigma da mulher grávida não poder mostrar a barriga? Foi para a praia de biquíni dizendo que a barriga era linda. E hoje todas as gestantes podem fazer isso. Esse preconceito invisível é mais difícil de acabar", diz Mirian.
Para Sérgio Carrara, é possível construirmos uma nova moral sexual. "Temos um processo de conflitos que envolve movimento LGBT, imprensa, sociedade civil, políticos. São forças que querem traçar uma nova moralidade sexual que não seja baseada na discriminação. Mas há também uma reação a isso, seja na forma de violência física ou simbólica. E as escolas são fundamentais nessa construção que deve ser  baseada em liberdade, igualdade e dignidade, na qual a orientação sexual das pessoas diz respeito apenas a elas. Ao considerar esses princípios, os preconceitos e estereótipos tendem a desaparecer."

Vitamina D pode ajudar a baixar a pressão arterial

A pressão arterial elevada pode causar diversos problemas de saúde, incluindo problemas cardíacos. Suplementos de vitamina D têm se mostrado uma arma para baixar a pressão arterial em pacientes com hipertensão.
O estudo, realizado no Hospital Holstebro, na Dinamarca, envolveu 112 pacientes que tiveram seu nível de vitamina D medido no início da pesquisa. Desses, 92 tinham níveis baixos da vitamina. Após essa primeira medição, os pacientes foram divididos em dois grupos: um que recebeu vitamina D e outro que recebeu um placebo durante 20 semanas.
Segundo Dr. Thomas Larsen, coordenador da pesquisa, o estudo mostrou que aqueles pacientes que tomaram suplementos de vitamina D apresentaram uma redução significativa na região central da pressão arterial sistólica, quando comparado com o grupo que recebeu um placebo.
Percebeu-se também uma redução na pressão arterial ambulatorial - pressão arterial medida no braço várias vezes ao dia -, nos pacientes que originalmente apresentavam deficiência em vitamina D.
“Provavelmente, a maioria dos europeus têm deficiência de vitamina D, e muitos deles apresentam hipertensão também”, diz Dr. Larsen. “A vitamina D não é uma cura para hipertensão nesses pacientes, mas pode ajudar, especialmente no inverno. No entanto, é importante salientar que este foi um estudo pequeno e que são necessários estudos mais amplos para fornecer mais evidências sólidas”, completa.

Tabagismo na gravidez pode aumentar risco de autismo nos bebês

Pesquisa, no entanto, identificou relação apenas com certos tipos do transtorno, como a síndrome de Asperger

Estudo encontra relação entre tabagismo na gravidez e risco de o bebê desenvolver autismo
Estudo encontra relação entre tabagismo na gravidez e risco de o bebê desenvolver autismo 

Mulheres que fumam durante a gravidez correm mais riscos de terem filhos com transtornos do espectro autista, como a síndrome de Asperger, por exemplo. Essa é a conclusão de um estudo que se baseou em dados de mais de 600.000 crianças e que foi desenvolvido por pesquisadores do programa de vigilância em autismo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), órgão de saúde dos Estados Unidos. Os resultados foram publicados nesta semana no site do periódico Environmental Health Perspectives.
“Há tempos já sabemos que o autismo compreende uma série de desordens que prejudicam as habilidades sociais e de comunicação. Agora, o que estamos observando é que alguns transtornos do espectro autista podem ser influenciados mais do que outros por fatores de risco, como o tabagismo na gravidez”, afirma Amy Kalkbrenner, coordenadora do estudo.
Nessa pesquisa, Kalkbrenner e sua equipe observaram dados de 633.989 crianças nascidas entre 1992 e 1998, sendo que 3.315 foram diagnosticadas com autismo aos oito anos de idade. Ao todo, 13% das mães fumaram durante a gravidez e, entre aquelas cujos filhos foram identificados com o problema, 11% fumaram no período.
Os pesquisadores observaram que o tabagismo na gestação aumenta as chances de a mulher ter um filho com distúrbios menos graves associados ao autismo, como a síndrome de Asperger, mas não identificaram relação entre cigarro na gravidez e chances de a criança nascer com autismo comum.
De acordo com Kalkbrenner, como o autismo é muito complexo e envolve diversos fatores, como interação social, genética e ambiente, nenhum trabalho é capaz de explicar todas as causas do distúrbio. “Por isso, o nosso objetivo foi fornecer mais uma peça para esse quebra-cabeça”, diz. "Mesmo assim, nossa pesquisa não dá como certo que o tabagismo é um fator de risco para o autismo, mas sugere a existência de uma associação entre cigarro e alguns tipos do problema".

Mais uma pesquisa confirma benefícios do consumo de ovo

Pessoas que consumiram ovos no café da manhã sentiram menos fome durante o dia e aumentaram as taxas de 'colesterol bom' no organismo

O consumo de ovo no café da manhã pode ajudar a melhorar os níveis de HDL e a controlar a fome durante o dia
 O consumo de ovo no café da manhã pode ajudar a melhorar os níveis de HDL e a controlar a fome durante o dia 

O consumo do ovo inteiro (gema e clara) no café da manhã pode ser saudável em pessoas com síndrome metabólica. De acordo com um estudo da Universidade de Connecticut, dos Estados Unidos, apresentado nesta semana durante o congresso Biologia Experimental 2012, realizado durante esta semana em San Diego, Califórnia, o ovo pode ser eficiente em melhorar os níveis do HDL ('colesterol bom') em circulação na corrente sanguínea de pessoas com síndrome metabólica.
Durante o estudo, os voluntários fizeram uma dieta com restrição de carboidratos e foram divididos em dois grupos: aqueles que consumiam três ovos inteiros por dia e aqueles que comiam um substituto ao ovo. Depois de 12 semanas houve uma melhora nos níveis de HDL do grupo que consumiu os ovos. O HDL é responsável por retirar a gordura do sangue e levá-la de volta ao fígado. Assim, evita-se que se formem depósitos de gordura nos vasos sanguíneos – o que pode causar aterosclerose.
Descobertas relacionadas foram apresentadas em sessões separadas do evento. Há, por exemplo, a sugestão de que o consumo de ovos inteiros, dentro de uma dieta restritiva em carboidratos, pode ajudar a melhorar os marcadores que indicam uma inflamação em indivíduos com síndrome metabólica.
Café da manhã – Um estudo da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, descobriu ainda que garotas relatavam sensação de saciedade, além de terem uma melhora na resposta hormonal relacionada à fome, após um café da manhã altamente proteico – com cerca de 35 gramas de proteína de ovo e carne. Essas jovens também comeram menos lanches, especialmente os gordurosos, durante o dia. Pesquisas anteriores já haviam demonstrado os benefícios da proteína na saciedade.
Colesterol – De acordo com os pesquisadores, há pesquisas cientificas o suficiente demonstrando que o consumo do ovo é saudável. Além disso, uma análise feita pelo Departamento de Agricultura dos EUA mostrou que o ovo tem 14% menos colesterol do que a estimativa anterior – passando de 215 miligramas para 185 miligramas. O consumo de gordura saturada pode ainda ser mais propensa a elevar o colesterol, do que o consumo do colesterol propriamente dito. Os ovos, por sua vez, contêm relativamente pouca gordura saturada.

Brasileiro troca telefone fixo por celular

Quase metade dos lares utiliza somente telefonia móvel; tendência é de crescimento
A proporção de domicílios com somente telefone celular, ao invés dos tradicionais telefones fixos, predominou no Brasil na última década, atingindo 47,1% dos lares. É isso o que revela o Censo Demográfico de 2010.

Exceto na Região Sudeste, todas as outras grandes regiões apresentaram incidência acima de 50%, com destaque para as regiões Norte e Centro-Oeste, onde foram verificadas as mais altas proporções de domicílios com somente telefone celular (57,9% e 57,4%, respectivamente).


Os avanços nos anos recentes da telefonia no País motivaram o levantamento mais detalhado no Questionário da Amostra do Censo Demográfico 2010, com o objetivo de descrever as transformações ocorridas na sociedade.
Em 2000, era investigada a existência de linha telefônica instalada no domicílio. Em 2010, foi pesquisada a existência de telefone celular e a separação de domicílios com somente telefone fixo, somente telefone celular e com telefone fixo e celular.

Considerando-se os domicílios com somente telefone celular e com telefone fixo e celular, a proporção no País atingiu a 83,2%, com destaque para a Região Centro-Oeste onde havia 90,6% de domicílios nesta situação.


Em 2000, eram 39,7% de domicílios com linha telefônica instalada. Em 2010, 40,8%. No, Brasil 87,9% domicílios possuem telefone fixo ou telefone celular ou ambos.


Entre as regiões, Sudeste e Sul apresentam os mais altos percentuais de domicílios com somente telefone fixo e com telefone fixo e celular (56,1% e 43,3%, respectivamente), em contraste com incidências bem inferiores encontradas nas Regiões Norte (19,9%) e Nordeste (20,6%).

Estresse prejudica a qualidade do sexo

Escrito por: Celso Marzano

Urologia e Terapia Sexual

Além de diminuir a qualidade de vida, o estresse pode causar obesidade e depressão

Começo esse artigo com uma pergunta: o que todos queremos na vida? Uma boa resposta seria sucesso. Esta palavra abrange muitos aspectos do nosso dia a dia, desde os profissionais até na família. Na busca por esse tão desejado sucesso, começamos a ocupar o máximo de nosso tempo. As pessoas dizem: o tempo voa, mas na verdade nós o deixamos passar sem perceber.

Se não percebemos isso é porque estávamos preocupados com outros afazeres. Será que esses assuntos são mais importantes do que aquele tempo que perdemos? Para você que está pensando na reposta, dou uma dica, não perca tempo. A nossa vida é feita de pequenos momentos não os deixe passar.  
As pessoas procuram os médicos para fazer prevenção, com queixas físicas e emocionais e o que os nós vemos, além disto, é pressa, desgaste físico, tristeza, obesidade e muito estresse. O cuidado atual do homem não pode se restringir a partes do corpo e sim uma visão holística onde no físico faz-se a prevenção das doenças e consequentemente prolonga os anos de vida. 
No equilíbrio da saúde devemos evitar atos que a prejudiquem como a bebida em excesso, o cigarro, os alimentos gordurosos e o trabalho estressante contínuo. Hoje, o homem moderno faz o ANDROCHECK: a prevenção do câncer de próstata, a avaliação hormonal (andropausa) e um estudo do seu sistema cardiovascular uma vez ao ano, sem medos, sem mitos. Isso mostra que a prevenção é o segredo da boa saúde. 

Saúde emocional

Como anda a sua saúde emocional? Boa. Ótimo! Se não estiver como deseja pense que ela depende só de você. Você não pode mudar os outros mas pode mudar você mesmo. Temos um mundo dentro de nós para ser explorado. Evite o "estresse" para conseguir explorar esse potencial com facilidade e da melhor maneira possível. 
Para conseguir combater esse inimigo com mais facilidade, é importante conhecer os tipos de estresse que podem estar em nosso cotidiano.

Estresse agudo: acontece no trabalho, escola, sequestro, assalto, problemas na família e a morte.

Estresse contínuo: por um sofrimento constante: doenças mentais, crônicas e o câncer.

Eustress (stress bom):  é uma tensão positiva que nos motiva, agiliza e mobiliza. Melhora a função física ou mental, através do esforço ou do trabalho desafiador. Sempre relacionado a eventos desejáveis na vida.

Distress: tipo de stress com implicações negativas (angústia) que levam a comportamentos adaptativos: agressividade, passividade, ou a depressão. Como respostas ao distress podemos ter o alívio por atos positivos: música, exercícios, esportes e outras distrações saudáveis, e o alívio por atos negativos: drogas, álcool e a raiva.  

Vida sexual

E na sexualidade: o que queremos? Uma sexualidade ativa, vibrante e sermos felizes. Como? Primeiro devemos mudar a nossa visão do ato sexual. Ser visto como muito mais do que o ato sexual em si e sim como um envolvimento de corpo e alma, com emoção, envolvimento, descoberta, troca, paixão, parceria e carinho.

Tudo isto independente da faixa etária e sempre usando os cinco sentidos: o olhar, o beijar, o ouvir, o cheirar e muito toque. Estes são os segredos do sexo eternamente bom. As dificuldades como o dia a dia e as disfunções sexuais devem ser tratadas por especialistas sem grande demora. Quanto mais rápido melhor o resultado.

Vamos exercitar ligações afetivas, uma dieta adequada, dançar, muitas viagens e praticar sexo. Assim vamos valorizar sentimentos e resgataremos nossa auto-estima, autoconfiança, emoções e finalmente criar uma parceria sexual. 

Aprender a conviver com os próprios sentimentos é uma arte

É difícil escapar de ser dominado por uma emoção que nos desgasta

Tenho muitas pessoas dentro de mim. Dentre elas, um bicho enorme, amedrontador, que fala coisas horríveis e sem volta, ruge, grita e arregala os olhos. Coitadinho, morre de medo de ser abandonado, deixado sozinho. Para conseguir o amor garantido, berra ainda mais. Parece que ele vai testando até onde os demais aguentam. Quando ele fala mais alto e está mais presente que as outras pessoas que moram dentro de mim, acabo me parecendo mais com ele. É duro colocá-lo no seu lugar novamente. Muito difícil mesmo. Acho que o nome dele é Medo.

Li certa vez que o oposto do amor é o medo. E não o ódio, como pensamos. O medo afasta, divide, destrói. O ódio é facilmente revertido, pois nele mora a paixão. Quando o Medo aparece, tento alimentá-lo, perguntando: "do que você precisa?". Às vezes ele quer colo, outras vezes ele quer ser dominado e outras ainda apenas ser ouvido. Tenho que alimentá-lo e pedir aos outros o que ele necessita. Quem sabe assim ele se acalma por um tempo. Sim, porque sei que ele está sempre ali. 

Bom, aí surge outro carinha que mora dentro de mim. Vem surgindo duro, categórico: "de jeito nenhum! Você não precisa de ninguém. Precisa se virar sozinha! Autossuficiência! Ademais, os outros podem deixá-la a ver navios. Não confie em ninguém!" Esse aí, também já sofreu muitas decepções e frustrações. Quer provar a todo tempo que consegue sozinho. É gordo, precisa de alta camada de proteção. Já tomou conta de mim por vários anos. E fiquei literalmente igualzinha a ele. Penso que ele se chama Orgulho.

Enquanto eles se enfrentam numa guerra sem fim, aparece alguém humilde, com a voz branda, suave e sábia. Vem dizendo: "nem todo o conhecimento vem pela razão! Dê ouvidos a ambos, mas escolha com coração o que é certo de fazer. Você consegue e pedir não diminui seus méritos. Mesmo Jesus pediu para que aquele cálice amargo dos humanos fosse afastado de seus lábios." Essa voz me acalma. Gostaria de ser essa pessoa 100% do tempo. Não é homem, nem mulher. Tem forma etérea. Caminha com passos calmos, mas precisos e seguros. Acho que o nome dela é Amor. 

Acabo pedindo aos outros que me cercam o que o Medo quer e respondo ao Orgulho que conseguimos aguentar o "não". Algumas vezes, não conseguimos o que o Medo queria. O Orgulho sai rindo e se vangloriando, "não falei?". Acredito que isso aconteça porque nem sempre os outros conseguem estar vestidos do Amor, assim como eu mesma não consigo ser Amor 100% do tempo. Mas procuro quem o esteja vestindo hoje, que é quando o Medo precisa. O mais surpreendente: quase sempre consigo o colinho, ou ouvidos compreensivos.

Conhecendo essas pessoas em mim e nos outros, aprendi que a impaciência, a intolerância e as agressões não são mais que o Medo gritando para não ser abandonado, para ser compreendido. Estou aprendendo com o Amor que ele nasce em primeiro lugar para nós mesmos. O jeitão do Medo não leva a lugar algum. Não consegue o que realmente precisamos.

O amor próprio possibilita o amor altruísta, generoso. Conhecendo a nós mesmos e às várias pessoas que nos habitam, temos mais chance de construir relacionamentos saudáveis, vivendo de bem com a vida.  

Você é guiado por suas emoções?

Descubra em que perfil você se encaixa: objetivo, equilibrado ou passional

Quando alguém precisa tomar uma decisão ou alcançar um objetivo, características de sua personalidade interferem na maneira como lida com determinadas situações e percorre o caminho para colher os resultados . De acordo com a psicóloga Martha Daud, de forma simplificada, uma pessoa pode se enquadrar em três categorias: racional, equilibrado ou passional.

Quem é mais racional em geral não abre brechas para os desvios do caminho, olhando objetivamente para as suas metas. Em contrapartida, o sujeito passional, extravasa as emoções, tomando algumas decisões de acordo com suas paixões e sentimentos. Já a pessoa que consegue equilibrar esses dois lados contém o que denominamos de "inteligência emocional".

"Embora seja muito difícil, é importante saber administrar as emoções e transitar de forma moderada em ambos os lados. Porém, o ser humano deve estar sempre com seu nível racional bem consolidado e seguro para não ser surpreendido por fatores emocionais que por sua vez podem conduzi-lo a problemas futuros. Em outras palavras, o equilíbrio é fundamental.", explica a psicóloga Gláucia Vidal.


Inteligência emocional melhora a vida sexual feminina

Mulheres bem resolvidas chegam mais rápido ao orgasmo

Um estudo publicado no Journal of Sexual Medicine revela que a capacidade de compreender os próprios sentimentos e de manifestar vontades é a principal característica das mulheres que alcançam o prazer nas relações sexuais.

Pesquisadores do King´s College London investigaram mais de 2 mil mulheres, entre 18 e 83 anos, que responderam um questionário sobre vida sexual, vícios, hábitos alimentares e outros aspectos.O objetivo era observar a inteligência emocional delas para detectar o que de fato faz com que as mulheres cheguem ao orgasmo.

Após responderem o questionário e passarem por avaliação médica, constatou-se que 30 % delas tinham dificuldades de chegar ao orgasmo e que as mulheres com maior capacidade de falar das próprias emoções e expressar desejos sem culpa têm mais orgasmos que as demais.

USP mostra que remédio reduz vertigem de mulheres climatéricas

Estudo analisou 62 pacientes, com idade entre 45 e 60 anos

Um estudo da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) mostra que, em prazos mais longos, o medicamento cinarizina, que é um vasodilatador cerebral, pode atuar no sistema termorregulador do organismo (aquele que mantém a pessoa com uma temperatura interna quase constante).

O ginecologista Pérsio Yvon Adri Cezarino, autor da pesquisa, é otimista com relação aos resultados encontrados.
— A vertigem foi o sintoma climatérico que, durante a pesquisa, teve a melhora mais significativa entre as pacientes que receberam o medicamento.
O estudo analisou 62 pessoas, com idade entre 45 e 60 anos e que apresentassem predomínio da manifestação de fogachos no período climatérico, com ondas de calor que variam de três a seis minutos e causam súbita vermelhidão do rosto da mulher, além de uma intensa sensação de calor no corpo e transpiração. 

Sete conselhos valiosos da sogra para mães de primeira viagem

É normal o bebê chorar muito e sofrer descamação de pele nos primeiros meses

 Ser mãe pela primeira vez é uma grande experiência, mas, para muitas mulheres, uma experiência excessivamente desgastante. Algumas não conseguem desgrudar da porta do quarto de seus bebês. Outras ficam angustiadas quando não conseguem conter o choro do filho. Um terceiro grupo ainda se descabela na dúvida sobre se ele está mamando bem ou não.

Para essas mães, este é um dos momentos em que a sogra é uma figura mais do que bem-vinda na casa. É curioso como ela faz a tarefa de cuidar de um recém-nascido parecer o trabalho mais fácil do mundo. Por isso, em homenagem a elas, neste Dia da Sogra, comemorado nesse 28 de abril, reunimos os conselhos mais valiosos dados por elas às mães de primeira viagem. Entenda melhor as mudanças e características desse comecinho da vida do bebê para aproveitar mais esse momento com preocupações de menos.

Bebê chorando - Foto Getty Images
É normal chorar
"Bebês podem chorar uma média de até três horas por dia", afirma a pediatra Leda Amar de Aquino, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Para descobrir os possíveis motivos, a estratégia é a da exclusão. Por isso, se você já verificou a fralda, já tentou dar de mamar, checou se a roupa ou posição não estão incomodando e, mesmo assim, o bebê continua chorando, espere passar. A especialista também recomenda conversar com o bebê para a mãe se acalmar e também tranquilizar a criança. "Choros contínuos são mais comuns nos três primeiros meses. Nesse período as cólicas incomodam, mas a causa do choro pode ser uma simples inquietação", diz. 
Bebê com a pele manchada - Foto Getty Images
A pele muda mesmo
Principalmente no primeiro mês de vida é comum o aparecimento de placas avermelhadas na pele, principalmente no rosto. ?Não há uma causa definida para o problema, mas, da mesma maneira que ele aparece, uma hora vai embora?, aponta a pediatra Vera Fieldman Ramalho Valverde, Hospital e Maternidade Santa Joana. Outro problema comum é o ressecamento da pele. "O bebê passou meses envolto no líquido amniótico. Por isso, descamações também são comuns nas primeiras semanas de vida", explica.

Para não piorar essas e outras mudanças naturais da pele do bebê, alguns cuidados são essenciais. Um deles é vestir o bebê apenas com roupas de algodão. Não se esqueça ainda de lavar as roupas com sabão neutro e sem uso de amaciantes. Por fim, higienize o rosto do bebê com um algodão úmido após a amamentação para garantir que a pele não fique engordurada pelo leite que escorreu.


Bebê mamando - Foto Getty Images
Sim, ele está mamando o suficiente
Seu bebê está ganhando peso? Se sim, então está mamando o suficiente. "O ganho de peso é o melhor parâmetro para saber se a criança está se alimentando bem", diz a pediatra Vera. Há duas maneiras de realizar a amamentação. Uma delas é esperando o bebê esvaziar o leite de um só peito e, na próxima mamada, o leite do outro. Outra é revezando entre os dois seios. Para descobrir o melhor método para você, converse com o seu pediatra.

Outro assunto que precisa ser esclarecido de uma vez por todas é: não existe leite materno fraco. Ele é o alimento mais completo para o bebê. O único problema que pode acontecer é a baixa produção de leite pela mãe. Neste caso, a alimentação deve ser complementada.

Bebê enrolado no cobertor - Foto Getty Images
Ele não vai passar frio
"Mães de primeira viagem certamente terão muitas dúvidas, mas, acima de tudo, elas devem usar o bom senso", afirma Leda. Assim, se estiver muito frio, a criança deve ser bem agasalhada. Se estiver calor, o ideal são roupas leves e fresquinhas. "Deixá-lo todo empacotado independente da temperatura, imaginando que eles sentem muito mais frio que os adultos só prejudica o bebê", reforça.

Mãe trocando a fralda do bebê - Foto Getty Images
O intestino dele não é um reloginho
Em geral, os bebês evacuam enquanto mamam graças ao reflexo gastrocólico, que avisa o intestino que é hora de funcionar. Entretanto, perto de completar o primeiro mês de vida isso muda. "Eles podem passar dois ou três dias sem evacuar porque seu corpo ainda está sofrendo adaptações", explica a pediatra Vera. Segundo ela, conforme o tempo passa, o organismo começa a juntar um bolo fecal maior antes de despertar a vontade de evacuar.


Bebê - Foto Getty Images
Não, ele não é estrábico
Muitas mães ficam observando seus bebês um tanto preocupadas, imaginando que por eles não conseguirem manter a visão fixa talvez sejam estrábicos. "Isso acontece porque eles ainda não têm controle da musculatura orbitária, mas é completamente normal", esclarece Vera. Segundo a especialista, esse comportamento não é permanente e costuma mudar até o primeiro ano de vida.


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Preparar o corpo para a gravidez evita problemas; saiba o que é possível fazer

Programa pré-gestacional é a melhor maneira de deixar a futura grávida saudável para ter um bebê
Programa pré-gestacional é a melhor maneira de deixar a futura grávida saudável para ter um bebê

Nem sempre a gravidez é planejada, mas, quando é, a mulher pode caprichar. O hematologista e clínico Gustavo Vilela acredita que um programa pré-gestacional é a melhor forma de deixar a futura gestante com o corpo saudável e nas melhores condições possíveis para ter um bebê. "O objetivo é identificar alterações no corpo da mulher que possam aumentar as chances de aborto espontâneo, defeitos no desenvolvimento do bebê e de depressão pós-parto", explica o médico. "Ter um filho é extremamente sério, e é preciso que as mulheres encarem isso como um verdadeiro projeto a ser iniciado antes de engravidar."
Para o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli Borges Filho, carências nutricionais, erros alimentares, deficiências hormonais, uso de medicamentos (inclusive a pílula anticoncepcional) e toxinas ambientais são os principais pontos que devem ser avaliados antes da mulher engravidar. "Tudo o que é planejado é melhor. Se você vai construir uma casa, fabricar um produto ou fazer uma palestra, existe planejamento. Por que seria diferente com uma gestação?", pergunta Vilela. Especialistas dão dicas e explicam etapas importantes do processo que antecede uma gravidez mais tranquila e segura. Confira:

Quanto antes, melhor 
 
 Não há um tempo ideal para o programa pré-gestacional, mas os médicos acreditam que é bom iniciá-lo a partir do momento em que o casal decide ter um filho. "É preferível que a programação seja iniciada um ano antes, mas a seis meses da gestação ainda há tempo hábil para as pesquisas e orientações", explica o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli Borges Filho. Segundo o médico hematologista e clínico Gustavo Vilela, o programa pode até melhorar a fertilidade por meio da adição de vitaminas importantes. Então, quanto antes, melhor.

Exames

Quando o casal decide que é hora de ter um bebê, o primeiro passo para a futura mamãe é fazer uma série de exames tradicionais para detectar alterações na tireoide ou problemas como hepatites, hipertensão e DSTs (doenças sexualmente transmissíveis). Para uma gravidez ainda mais assertiva, há exames que detectam os melhores períodos de ovulação das mulheres.

Ácido Fólico 
O ácido fólico é uma vitamina do complexo B presente em espinafres, aspargos, brócolis, vegetais de folhas verde-escuras, fígados, frutas cítricas e gemas de ovo. Sua importância está na prevenção de anomalias congênitas no primeiro trimestre da gestação e sua ingestão é recomendada três meses antes da mulher engravidar. Segundo o médico Gustavo Vilela, essa vitamina é apenas parte da preparação para a mulher que quer um conceber um bebê: o ácido fólico é só um complemento ao bom acompanhamento médico e a uma boa alimentação.

Medicamentos

Faz parte do acompanhamento da gravidez verificar quais são os medicamentos de uso rotineiro da mulher ou até mesmo aqueles que foram usados por um período. Segundo o hematologista Gustavo Vilela, a maioria dos medicamentos provoca perda de nutrientes importantes para o corpo. "A pílula anticoncepcional, por exemplo, esvazia os estoques de vitaminas do complexo B das mulheres", diz.  Neste caso, a mulher deverá acompanhar as indicações do médico para regular o organismo. "É importante verificar a capacidade de metabolizar e utilizar as vitaminas do complexo B, pois elas merecem suplementos especiais".
Genética

Entender a herança genética também é uma das formas de se preparar para a gestação. "É como se os genes fossem cartas de baralho que ganhamos ao nascer. Algumas pessoas nascem com cartas ruins e outras não", explica o hematologista Gustavo Vilela. "Não podemos mudar os nossos genes, mas podemos cuidar do nosso estilo de vida baseado neles".

Sem álcool e cigarro 

"A mulher deve suspender o consumo de determinados medicamentos, drogas, cigarro ou álcool, que além de danosos para o bebê podem reduzir a fertilidade", afirma o médico Gustavo Vilela. Antes de tentar engravidar, é aconselhado que a mulher largue o cigarro para livrar o organismo dos males do fumo. O mesmo vale para as bebidas alcoólicas, que interferem diretamente na qualidade dos óvulos, reduzindo a capacidade reprodutiva em 40%. "Uma mulher com a saúde física em dia, sem vícios, com alimentação saudável, peso adequado e a saúde psíquica equilibrada terá uma gestação muito menos turbulenta e dará origem a um bebê mais saudável", afirma o obstetra Domingos Mantelli Borges Filho.

Mude os hábitos alimentares 

Não é fácil mudar hábitos, muito menos alimentares. Mas as mudanças são indispensáveis para uma gestação mais tranquila e livre de surpresas. "É importante abusar das frutas, legumes e verduras e optar por carnes sempre bem passadas, para evitar o contágio por bactérias e parasitas", explica obstetra Domingos Mantelli Borges Filho. É importante, também, tomar cuidado com o ganho excessivo de peso, que pode afetar a saúde tanto da mãe quanto do feto, pois aumenta o risco de diabetes e doenças cardiovasculares. “Uma dieta equilibrada, livre de gorduras trans e ricas em gordura vegetal, é positiva para a gravidez”, completa o médico.

Combata o estresse 

Evitar o estresse é fundamental. Ele é um dos grandes responsáveis por uma gestação turbulenta e também por um bebê agitado e com chances de ter problemas futuros.  A recomendação para as gestantes é de evitar lugares muito barulhentos e dar preferência para situações calmas. Até a escolha das músicas é importante (prefira as tranquilas). "Uma gestação sem ansiedades ou medos garante um futuro adulto com menos traumas, mais confiança e tranquilidade", diz Domingos Mantelli Borges Filho. 
 

Infertilidade pode afetar desempenho sexual do homem

O diagnóstico médico para infertilidade não tem nenhuma relação direta com a questão da virilidade masculina. Foto: Shutterstock/Especial para Terra
O diagnóstico médico para infertilidade não tem nenhuma relação direta com a questão da virilidade masculina

Um diagnóstico de infertilidade costuma abalar a vida emocional de qualquer pessoa. No caso dos homens, pode trazer também questionamentos sobre a virilidade. A incapacidade de engravidar a parceira pode desencadear uma reação psicológica de dúvida sobre a própria masculinidade, embora não haja nenhuma relação direta entre as duas coisas.

Segundo o psicólogo Odair J. Comin, de São Paulo, autor de livros como Mestre das Emoções - Conhece-te a ti Mesmo, é comum que os homens tenham sentimentos como decepção, frustração e, em alguns casos, depressão quando se descobre a infertilidade.

O homem pode se tornar apático e diminuir suas motivações em relação a objetivos individuais e conjugais. "A frustração de que seus genes não terão uma continuidade pode afetar a vida sexual. O homem fica com medo de ser rejeitado. Por isso, sente-se impotente e inseguro", diz Comin.
Procurar ajuda é a saída

Se o homem não conseguir passar pelo trauma sozinho, ou conversando espontaneamente sobre o problema com a parceira, a psicoterapia pode ser uma forma de superação. "O trabalho terapêutico vai fortalecê-lo emocionalmente, para que possa lidar de forma racional com a situação. Entender o que pode ser feito em nível físico, para manter a mente saudável", explica o psicólogo.

Do ponto de vista medico, a infertilidade masculina está relacionada à não produção de espermatozoides. Não há relação direta entre esse fato e a capacidade de ter uma ereção e manter relações sexuais com a parceira, embora psicologicamente alguns homens possam se sentir abalados na sua virilidade após o diagnóstico de infertilidade.

Em determinados casos, quando há produção de espermatozoides, mas em quantidade ou qualidade inferior ao habitual, as técnicas de reprodução assistida poderão ajudar a resolver a situação e conseguir uma gravidez. É feita a coleta de sêmen e processamento do material no laboratório.

A partir daí, o médico especialista pode usar o sêmen selecionado por meio das técnicas de inseminação artificial (quando o material é colocado na cavidade uterina no momento da ovulação, por meio de um cateter) ou de fertilização in vitro (união do óvulo e do espermatozoide no laboratório).

Para aqueles que não produzem espermatozoides, há ainda a possibilidade de contar com material genético doado de bancos de sêmen.

Dos 25 aos 40 anos, fertilidade feminina cai até 60%

Uma mulher de 25 anos tem, em um ano, aproximadamente 80% de chance de ficar grávida naturalmente. Depois dos 38 anos, essa estimativa pode cair para .... Foto: Shutterstock/Especial para Terra
Uma mulher de 25 anos tem, em um ano, aproximadamente 80% de chance de ficar grávida naturalmente. Depois dos 38 anos, essa estimativa pode cair para 20%

A chance de uma mulher de 25 anos engravidar naturalmente, em um ano, é de aproximadamente 80%. Depois dos 38 anos, essa estimativa pode cair para 20%, alerta Fernando Prado, especialista em reprodução humana do Grupo Huntington, de São Paulo.

Além disso, uma mulher tem seis vezes mais chance de ser infértil após os 35 anos, quando comparada àquelas de 25 anos de idade, segundo dados do Centro de Reprodução Humana do Hospital Sírio-Libanês, de são Paulo.

A fertilidade é o reflexo da vida da mulher em cada uma de suas fases. Ao contrário dos homens, que produzem novos espermatozoides periodicamente, as mulheres já nascem com todos os seus óvulos. Não existe a formação de novos óvulos ao longo da vida.

Até a chegada da menopausa, o corpo libera cerca de mil óvulos por menstruação. "As mulheres têm uma reserva que dura até a chegada da última menstruação. Aos 12 anos, normalmente, o corpo delas tem cerca de 500 mil óvulos. Quando chega aos 40 anos, essa reserva já diminuiu para 25 mil", explica Fernando Prado.

A quantidade de óvulos tem um efeito direto na fertilidade da mulher: quanto menor o número de células, menores as chances de engravidar.
Envelhecimento

Como o restante do organismo, os óvulos também envelhecem. O envelhecimento dessas células diminui as chances de gravidez, seja ela natural ou pelas técnicas de reprodução assistida.

Com a idade, a qualidade dos óvulos é também alterada. As células ficam mais difíceis de serem penetradas pelos espermatozoides e o risco de aborto espontâneo aumenta.

De acordo com Prado, fatores externos, como o tabagismo, também podem contribuir para o envelhecimento precoce dos óvulos. Além de alterar a qualidade dessas células, o cigarro pode adiantar em até dois anos o ingresso na menopausa. Depois da menopausa, a mulher não pode mais engravidar com seus próprios óvulos.

Mulheres: orgasmo na academia pode ser comum, diz pesquisa

Pesquisa constatou que prazer acontece durante exercícios abdominais
Pesquisa constatou que prazer acontece durante exercícios abdominais
 
 De acordo com informações do Discovery News, mulheres podem ter orgasmos nas academias, enquanto fazem exercícios. Um conjunto de flexões e exercícios abdominais podem levar o público feminino ao ápice, de acordo com a pesquisa do Centro da Saúde Sexual, da Universidade de Indiana. O estudo concluiu que 40% das entrevistadas tiveram prazer induzido pelo exercício ou orgasmo em mais de 11 vezes em suas vidas. 
Das mulheres que tiveram orgasmos na academia, cerca de 45% disseram que a primeira experiência foi ligada a exercícios abdominais; 19%, ligado à bicicleta e corrida; 9,3%, ligado ao escalar. Já 7% delas relataram uma conexão com o levantamento de peso e outros 7% com a execução; o restante das experiências incluiu vários exercícios, como ioga, natação, aparelhos elípticos e aeróbica. Os orgasmos, segundo a pesquisa, não tiveram estímulo de fantasias sexuais ou pensamentos no sexo oposto.
A primeira informação sobre o assunto surgiu em 1953, quando cerca de 5% das mulheres entrevistadas afirmaram ter orgasmo durante exercícios para músculos abdominais centrais. O novo estudo coletou respostas de 124 mulheres que tiveram orgasmos induzidos pelo exercício e 246 que relataram sentir prazer sexual durante as atividades. As entrevistadas tinham, em média, 30 anos, eram casadas e 69% heterossexuais.
 

Estresse afeta mais o coração das mulheres do que dos homens

Mulheres têm mais chances de desenvolver problemas no coração após momentos de estresse emocional. Foto: Getty Images
 Mulheres têm mais chances de desenvolver problemas no coração após momentos de estresse emocional

As mulheres têm mais chances de apresentar problemas cardíacos após viver situações estressantes, segundo um estudo apresentado nesta terça-feira (24) na conferência Biologia Experimental 2012, que acontece em San Diego, nos Estados Unidos.
As doenças coronarianas são a maior causa de morte nos EUA, mas o problema afeta a população de maneira diferente, pois a cada ano mais homens do que mulheres são diagnosticados com o problema.
Outros estudos mostraram que durante a prática de exercício físico o coração dos homens se contrai mais que o das mulheres e isto diminui o fluxo de sangue. Mas as mulheres são mais propensas do que os homens a terem problemas cardíacos após sobressaltos emocionais.
Uma equipe de pesquisadores do Colégio de Medicina da Universidade Estadual da Pensilvânia, liderado por Charity Sauder, realizou um estudo para entender estas diferenças e verificou que o fluxo sanguíneo realmente aumenta nos homens durante o estresse mental, mas não se altera nas mulheres.
A pesquisa foi realizada com 17 adultos saudáveis, oito homens e nove mulheres. Em cada voluntário foi medido o ritmo cardíaco e a pressão arterial em descanso, assim como a condutância vascular, que verifica por meio de um aparelho de ultrassom o fluxo sanguíneo pelas vias coronarianas até o coração.
Depois, os voluntários se submeteram a uma prova de três minutos de aritmética mental na qual os pesquisadores pediram que eles subtraíssem sete de um número ao acaso.
Para aumentar o estresse, os cientistas pressionaram os voluntários para realizarem a tarefa rapidamente, e além disso diziam que estavam errados mesmo quando fizeram a conta corretamente.
Após a prova, eles foram submetidos mais uma vez às três medições cardíacas. Os testes mostraram que quando estavam em repouso os resultados dos homens e das mulheres não apresentavam grandes diferenças.
Durante a tarefa de aritmética mental todos os voluntários mostraram um aumento do ritmo cardíaco e da pressão arterial. Mas enquanto os homens tiveram um aumento da condutância coronariana sob estresse, as mulheres não apresentaram mudanças.
Esta diferença, explicou um dos autores do estudo, Chester Ray, poderia predispor as mulheres a problemas cardíacos durante o estresse.
Os resultados foram surpreendentes, acrescentou Ray, já que estudos anteriores indicavam que os homens têm um fluxo de sangue para o coração significativamente menor do que o das mulheres durante a prática de exercício físico. A nova pesquisa poderia explicar por que as mulheres têm mais problemas cardíacos após eventos estressantes, como a morte do marido, por exemplo.
"A redução do estresse é importante para todos, seja qual for o gênero", disse Ray, "mas este estudo mostra que o estresse afeta de maneira distinta os corações das mulheres", e por isso o risco delas sofrerem um problema coronariano após uma situação traumática é maior.
A conferência Biologia Experimental começou nesta segunda-feira e vai até amanhã. O evento, que deverá atrair 12 mil participantes, é patrocinado pela Sociedade Fisiológica dos EUA e outras cinco instituições científicas.

Apimente a vida sexual com os alimentos certos

Alguns alimentos ajudariam a manter a relação picante porque aumentam o fluxo sanguíneo, a circulação, e os níveis de dopamina
A vida sexual anda meio sem graça? A solução pode estar na cozinha, de acordo com o site Fitsugar. Alguns alimentos ajudariam a manter a relação picante porque aumentam o fluxo sanguíneo, a circulação, e os níveis de dopamina.
Ostras e abacates são bons exemplos. Ambos têm uma grande dose de gordura saudável e estão cheios de dopamina, um neurotransmissor que desencadeia a parte do nosso cérebro que reconhece recompensa e prazer. Nozes ou qualquer outra fruta seca têm altos níveis de arginina, um aminoácido natural que aumenta o fluxo sanguíneo.
Já os peixes não só têm a arginina, mas também um bônus adicional chamado de ômega-3, que pode melhorar a saúde cardiovascular e aumentar a dopamina. Pratos picantes estimulam a sua língua e dão o pontapé inicial no sistema nervoso. 
Os peixes têm o ômega-3, conhecido por melhorar a saúde cardiovascular e aumentar a dopamina   Foto: Getty Images
Os peixes têm o ômega-3, conhecido por melhorar a saúde cardiovascular e aumentar a dopamina
Pratos picantes estimulam a sua língua e dão o pontapé inicial no sistema nervoso   Foto: Getty Images
Pratos picantes estimulam a sua língua e dão o pontapé inicial no sistema nervoso

O abacate tem uma grande dose de gorduras saudável e está cheios de dopamina, um neurotransmissor que desencadeia a parte do nosso cérebro que reconhece recompensa e prazer   Foto: Getty Images
O abacate tem uma grande dose de gorduras saudável e está cheios de dopamina, um neurotransmissor que desencadeia a parte do nosso cérebro que reconhece recompensa e prazer
Nozes ou qualquer outra fruta seca têm altos níveis de arginina, um aminoácido natural que aumenta o fluxo sanguíneo   Foto: Getty Images
Nozes ou qualquer outra fruta seca têm altos níveis de arginina, um aminoácido natural que aumenta o fluxo sanguíneo
As ostras ajudariam a manter a relação picante porque aumentam os níveis de dopamina   Foto: Getty Images
As ostras ajudariam a manter a relação picante porque aumentam os níveis de dopamina

Uso de cocaína causa envelhecimento do cérebro

Usuários de cocaína perdem duas vezes mais massa cerebral do que pessoas que não têm esse comportamento. Com o envelhecimento, é normal que o cérebro perca volume ao longo do tempo, perdendo massa cinzenta, mas o hábito de usar essa droga acelera o processo, dobrando a perda de volume anual.
A perda da massa cinzenta está ligada a diversos problemas típicos do envelhecimento, como a perda de memória e o declínio de outras habilidades cognitivas. Os pesquisadores responsáveis pela descoberta (feita na Universidade de Cambridge, na Inglaterra) afirmam que é importante que tratamentos para o vício em drogas abordem a questão e desenvolvam métodos de lidar com esse problema.

Estilo de vida pode adiantar ou atrasar a menopausa

O estilo de vida que jovens adultas levam pode influenciar a idade na qual essas mulheres entrarão na menopausa, aponta um estudo desenvolvido no Institute of Cancer Research no Reino Unido.
O fator que pareceu exercer a influência mais forte foi o tabagismo, sendo que mulheres que tinham esse hábito na juventude entraram na menopausa dois anos antes do que mulheres que não fumavam. O peso também mostrou ser importante. Jovens obesas entraram na menopausa em média um ano depois do que as participantes da pesquisa que tinham peso normal.
Os pesquisadores não sabem dizer ao certo se a saúde geral e o estilo de vida estão mudando a idade de início da menopausa, mas o estudo indica que é possível estabelecer essa relação.
A pesquisa foi publicada no periódico American Journal of Epidemiology.

Estilo de vida pode adiantar ou atrasar a menopausa

Elementos afrodisíacos para apimentar o sexo

Conheça os alimentos, bebidas, cores e perfumes afrodisíacos

Se você está cansada de imaginar lugares ou posições diferentes para apimentar a relação a dois, saiba que é possível inovar na hora do sexo de forma simples: utilizando elementos afrodisíacos.
Além de esquentar o clima, estes aliados ajudam a revitalizar as forças, aumentando o ânimo ao longo do dia. Mais um motivo para você investir nesses pequenos produtos poderosos.
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Bebidas
Café: a cafeína é um estimulante natural que aumenta a disposição e ajuda a espantar o sono e o cansaço. Aumentando o ânimo, o desempenho na cama também melhora!
Catuaba: a bebida é famosa entre os afrodisíacos, pois melhora a disposição, eliminando o cansaço e o estresse. Só não vale abusar demais e ficar embriagada.
Coquetel: no liquidificador bata 250 ml de vinho tinto, 5 bolas de sorvete de morango, meia lata de leite condensado e um guaraná (a fruta). Sirva em seguida.
Leite com mel: os antigos hindus acreditavam que tomar um copo de leite puro adoçado com mel logo pela manhã, no desjejum, é uma forma de aumentar os desejos pelo resto do dia.
Mistura quente: ferva 1 litro de água com um pouco de hortelã, suco de meio limão e uma manga cortada em pedaços. Deixe esfriar e leve à geladeira por no mínimo 20 minutos. Na hora de servir, adoce com mel.
Tônico: ferva 1 litro de água com 60 gramas de raiz de gengibre por 5 minutos. Deixe descansar um pouco e beba como um chá quente ou frio, de preferência à noite.

Alimentos
Amendoim: consumido cru ou assado, o amendoim é um energético poderoso, fortalecendo os músculos e aumentando a energia. Além disso, ele é rico em vitamina E, o que auxilia na produção de hormônios sexuais, e vitamina B3, que ajuda na dilatação dos vasos sanguíneos e no aumento da libido. Alimento muito útil, esse!
Alho: ok, o alho pode não ser o alimento mais indicado antes de uma relação, principalmente pelo gosto e cheiro que ele deixa na boca. Mas você pode dosá-lo em meio à preparação de outros pratos. Ele também possui substâncias que ajudam a dilatar os vasos sanguíneos, o que pode ajudar a ereção ficar mais prolongada no homem e numa maior lubrificação na mulher.
Banana: rica em magnésio, a banana ajuda a ter um melhor desempenho sexual, além de auxiliar na produção de serotonina, hormônio que aumenta a sensação de felicidade e prazer.
Castanha de caju: com propriedades muito parecidas às do amendoim, ela é uma opção se você quer inovar no sabor e garantir o resultado na cama.
Chocolate: também famoso quando o assunto é sexo, não é mito que o chocolate ajuda na hora H. Assim como a banana, ele também libera serotonina no organismo, aumentando a sensação de prazer.
Especiarias (temperos): cravo, canela, gengibre, ginseng, mostarda e noz moscada são alguns dos temperos e especiarias que ajudam a aumentar a libido. Utilizá-los em receitas antes de ir para a cama pode provocar ou até aumentar a produção de testosterona no homem. Já dá para imaginar os resultados, não?
Frutos do Mar: entre os frutos do mar, as ostras são as mais famosas por seus poderes afrodisíacos. Elas são ricas em zinco, componente que ajuda na fabricação de secreções, o que inclui a lubrificação feminina.
Guaraná: essa pequena fruta possui substâncias estimulantes, como a cafeína. Ela melhora a circulação sanguínea e também atua no sistema nervoso central, levando a uma liberação espontânea prolongada de calor, tanto no homem quanto na mulher.
Mel: por sua alta concentração de energia, o mel é recomendado tanto antes quanto durante o sexo. Ache uma forma criativa de utilizá-lo.
Ovo de codorna: este é outro afrodisíaco famoso. Rico em vitaminas do complexo B, deve ser consumido cozido como aperitivo ou em meio a outros pratos como saladas.
Pimenta: a pimenta funciona como um elemento que aumenta o impulso e facilita a aproximação. É vista como um afrodisíaco excelente.
Queijo parmesão ralado: com fortes propriedades afrodisíacas, você pode usar o queijo sobre massas, sopas ou outros pratos. Até mesmo em cima da batata frita vale.

Perfumes
Os odores do ambiente também podem ser afrodisíacos. Na hora de escolher o cheiro que vai embalar a relação, você pode optar por incensos, velas ou até mesmo perfumes, hidratantes, óleos corporais ou sabonetes com alguns dos elementos a seguir: alecrim, almíscar, canela, jasmim, patchouli e rosas. Mas tome cuidado para o cheiro ser sempre suave. Entre os óleos e cremes, você pode optar pelos à base de capim cidreira, que também tem propriedades afrodisíacas.

Cores
As cores do ambiente também podem ajudar a incendiar a relação. O vermelho já é associado ao sexo e à paixão, mas ele não é o único que pode agir como afrodisíaco. Laranja, amarelo, rosa e dourado também são cores que estão associadas ao aumento da energia e vitalidade e ao amor.

Comer em casa é mais saudável para as crianças

Nos Estados Unidos, cerca de 40% do orçamento familiar típico é gasto com refeições feitas fora de casa. Contudo, pesquisas já vêm demonstrando que comer em casa é uma alternativa mais barata e saudável.
Pesquisadores da Universidade do Estado de New Jersey, nos Estados Unidos, dizem que além dos efeitos negativos sobre o orçamento familiar, comer fora está, geralmente, associado a escolhas alimentares pobres em nutrientes e ruins para a saúde.
Para o estudo, os pesquisadores analisaram resultados de 68 relatórios científicos previamente publicados, considerando a associação entre refeições familiares e saúde das crianças.
A revisão constatou inúmeros benefícios da refeição em casa para as crianças, incluindo o aumento da ingestão de frutas, legumes, fibras, alimentos ricos em cálcio e vitaminas. Além disso, o consumo de industrializados e refrigerantes é menor em casa.
A revisão mostrou, também, que as crianças que comem em casa tendem a ter menor índice de massa corporal (IMC) do que aqueles que comiam fora de casa muitas vezes, o que resulta em menores chances de obesidade.

Óleo de abacate pode combater o envelhecimento

Estudo indica que o óleo é eficaz na proteção contra radicais livres

Óleo de abacate: pesquisa aponta que a substância contém propriedades protetoras contra a ação de radicais livres
 Óleo de abacate: pesquisa aponta que a substância contém propriedades protetoras contra a ação de radicais livres 

O óleo de abacate pode ajudar a evitar o envelhecimento. É o que afirma a primeira pesquisa sobre o efeito protetor da substância contra os radicais livres, feita em leveduras. O estudo foi apresentado durante o Encontro Anual da Sociedade Americana para Bioquímica e Biologia Molecular, que aconteceu neste fim de semana em San Diego, na Califórnia.
De acordo com os pesquisadores, a opção por estudar os efeitos em leveduras (fungos geralmente unicelulares, como o bolor do pão) se deve ao fato de que o micro-organismo é mais fácil de ser estudado devido a sua simplicidade. Em 2009 e 2011, o grupo de Christian Cortés-Rojo, da Universidade Michoacana de San Nicolás, no México, já havia descoberto que as mitocôndrias das leveduras são muito resistentes aos radicais livres. Isso porque há um tipo de gordura que a recobre, responsável em proteger a célula contra a oxidação.
Esse mesmo tipo de gordura pode ser encontrado também no óleo de abacate. Além disso, o abacate contém alguns pigmentos que são eficientes em inibir a oxidação, processo que leva ao envelhecimento das células. "Por esses motivos, decidimos testar essas propriedades do abacate. Queríamos saber se elas conseguiriam aumentar ainda mais a resistência da levedura à oxidação", diz Cortés-Rojo.
Descobriu-se, então, que o óleo de abacate permitiu que as células de levedura sobrevivessem à exposição de altas concentrações de ferro, que produz uma grande quantidade de radicais livres. "Até mesmo em níveis mais altos do que aqueles encontrados em algumas doenças humanas", diz Cortés-Rojo. "Os resultados podem ser atribuídos ao fato de que o óleo de abacate causou uma respiração acelerada na mitocôndria. Isso indica que o uso de nutrientes para produzir energia para funções celulares continua eficaz mesmo em células atacadas pelos radicais livres", diz Cortés-Rojo.
Segundo o cientista, estudos anteriores já haviam firmado uma boa reputação do abacate em relação à manutenção da saúde. Como a pesquisa de Mario Alvizouri-Muñoz, que demonstrou que o abacate reduz a concentração de colesterol e de certas gorduras que são aumentadas em pacientes diabéticos. "Agora, precisamos confirmar se o que foi visto em leveduras pode ser reproduzido em organismos maiores, como o homem", diz Cortés-Rojo.

Orégano pode ajudar a combater câncer de próstata, diz estudo

Pesquisa observou que substância presente na erva pode levar células cancerígenas a se autodestruírem

Orégano: erva pode ajudar a combater câncer de próstata

O orégano pode ser um aliado no combate ao câncer de próstata, segundo uma nova pesquisa feita na Universidade de Long Island, nos Estados Unidos. O estudo indicou que uma substância chamada carvacrol, presente na erva, induz as células cancerígenas a se autodestruírem. Os resultados foram apresentados nesta terça-feira no congresso Biologia Experimental 2012, realizado durante esta semana em San Diego, Califórnia.
"Alguns pesquisadores já haviam demonstrado que comer pizza pode reduzir risco de câncer. No entanto, esse efeito vem sendo atribuído principalmente ao licopeno, uma substância encontrada no molho de tomate. Mas agora acredito que o orégano desempenha um papel fundamental nesse sentido”, diz Supriya Bavadekar, coordenador do estudo. Segundo o pesquisador, a erva já é reconhecida por ter propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias.
Bavadekar e sua equipe realizaram um estudo em laboratório para observar a ação do carvacrol sobre as células de câncer de próstata. O composto pode ser encontrado, além do orégano, no tomilho, por exemplo. Os pesquisadores descobriram que o composto induz as células cancerígenas à apoptose, ou seja, o ‘suicídio celular’. No entanto, eles não decifraram os mecanismos pelos quais o carvacrol leva as células à autodestruição.
Segundo os autores do estudo, embora o trabalho ainda esteja em fase preliminar, os dados têm um grande potencial para, de fato, classificar a substância como um agente anticancerígeno. "Se a pesquisa continuar a produzir resultados positivos, essa especiaria pode representar um tratamento muito promissor para pacientes com câncer de próstata, com a vantagem de que o orégano é comumente usado em alimentos e é reconhecido como um ingrediente seguro”, afirma Bavadekar.

Cientista quer frota de sondas para procurar vida em Marte

Para procurar vida em Marte, um astrônomo da Universidade do Estado de Washington sugere o envio não de uma mas seis sondas. Dirk Schulze-Makuch lidera um grupo formado por 20 cientistas que criou uma proposta, publicada na revista Planetary and Space Science, para explorar o planeta vermelho. O nome escolhido para a proposta é BOLD, acrônimo para Biological Oxidant and Life Detection - e imodesta referência ao projeto (bold, em inglês, significa corajoso, destemido).
O autor justifica o uso de seis sondas com base no argumento de que cada uma tem uma chance de 50% para pousar com sucesso. Com o uso de seis delas, a chance de sucesso sobe para 98%.
Schulze-Makuch ficou famoso ao defender em proposta anterior o envio de astronautas a Marte com passagens apenas de ida. Essa proposta é discutida pelo cientista no livro A One Way Mission to Mars: Colonizing the Red Planet (Cosmology Science Publishers, 2011).
"Nós realmente queremos falar sobre as grandes questões de Marte e não perder tempo", explica Schulze-Makuch. "Como o dinheiro para a exploração espacial está sumindo, nós finalmente temos que conseguir resultados que sejam entusiasmantes não só para especialistas da área, mas para o público em geral”.
A missão BOLD seria formada por sondas que seriam lançadas rumo a diversas regiões do planeta. Com formatos de pirâmide invertidas, elas desceriam de paraquedas na superfície do planeta e retirariam uma amostra de cerca de 30 centímetros do solo. Instrumentos a bordo conduziriam os experimentos, transmitindo informação para uma espaçonave fora da superfície de Marte.
Para analisar o solo, as amostras seriam umedecidas e seriam feitas medições para identificar a concentração de peróxido de hidrogênio (água oxigenada) da amostra. Schulze-Makuch acredita que organismos microbiais em Marte poderiam ter como fluído interno uma mistura de água (H2O) e peróxido de hidrogênio (H2O2), a famosa água oxigenada. Esse mesmo composto foi usado em várias descobertas feitas pela missão Viking Mars, da Nasa, na década de 1970.
A proposta descreve que uma câmera microscópica da sonda procuraria formas de microfósseis similares aos que podem ser encontrados na superfície terrestre. Um outro instrumento buscaria por moléculas longas similares às que são conhecidas em seres vivos na Terra.

Cientistas desenvolvem simulador quântico mais potente

Cientistas do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) dos Estados Unidos criaram um simlador quântico que pode ajudar a compreender as propriedades de materiais magnéticos.
Muitos fenômenos importantes da Física não são bem compreendidos porque dependem da mecânica quântica, a física do infinitamente pequeno, regida por leis diferentes das do mundo visível.
Os computadores clássicos, até mesmo os melhores, são incapazes de simular sistemas quânticos. Por isso precisam de instrumentos mais precisos para compreender materiais como os supercondutores de alta temperatura, cujas propriedades dependem, segundo se acredita, do comportamento quântico de centenas de partículas.
O simulador concebido pelos físicos do NIST, apresentado nesta quarta-feira em artigo publicado na revista Nature, explora duas propriedades quânticas: a "superposição" (o fato de uma partícula quântica poder se apresentar em dois estados diferentes ao mesmo tempo) e a "intrincação" (o fato de que partículas separadas fisicamente podem estar estreitamente interligadas).
O simulador pode fazer interações entre centenas de bits quânticos (cubits), "10 vezes mais do que os dispositivos anteriores", destacou o NIST em um comunicado.
O bit é a parte da informação mais elementar compreensível para um computador atualmente. No mundo quântico, esta unidade básica de denomina cubit. Pode ter valor 1 ou 0, como um bit, mas também possuir estes dois valores ao mesmo tempo, o que o habilita a fazer incontáveis cálculos simultâneos.

Computador perde a vez para laptop e tablet, diz pesquisa

No mundo, desktop cai na preferência do consumidor

Laptops e tablets já são os prediletos dos consumidores, aponta uma pesquisa feita pelo Ibope Inteligência, junto com a WIN (Worldwide Independent Network of Market Research). Neste ano, 32% dos consumidores do mundo devem optar por comprar laptop, enquanto 24% se interessam por adquirir um tablet. Apenas 22% dos consumidores estão planejando comprar um desktop.
A marca que lidera na preferência dos consumidores é a Dell, tanto para laptops (18%) quanto para desktops (15%). Em seguida, vêm as marcas Apple (com 16% e 13% respectivamente), HP (13% em ambas categorias), Acer (9% e 16%) e Samsung (7% e 6%).
No Brasil, as marcas Apple e LG são as mais requisitadas pelos consumidores na compra de laptops. Para a compra do tablets, a empresa de Steve Jobs lidera, com 47%.
Em 2011, a venda de laptops tornou-se estável no mundo todo. Já o desktop, perdeu espaço no mercado, com uma queda de 73% para 68% na participação das vendas.

Dor na relação sexual: tem tratamento?

Busque soluções para eliminar este incômodo

Muitas mulheres sofrem pela ocorrência de dor na relação sexual. Este fato afasta o casal pelo motivo do coito tornar-se um foco de ansiedades, medos e discórdias. Muitas parcerias se desfazem porque não conhecem que existe tratamento eficiente e rápido.

A dispareunia é um transtorno sexual caracterizado pela sensação de dor genital durante o ato sexual. Pode ocorrer tanto em homens quanto em mulheres, mas é mais comum entre as mulheres. A dor geralmente é sentida durante o ato sexual, mas pode ocorrer também antes e depois do intercurso. As mulheres podem descrever a dor como uma sensação superficial, ou até mesmo profunda; e a intensidade pode variar de um leve desconforto até uma forte dor aguda. É mais freqüente do que se pensa, podendo atingir até 50% das mulheres com vida sexual ativa. 

Vaginismo é o espasmo (contração) involuntário e doloroso da musculatura que circunda e envolve a vagina, que surge sempre que se tenta introduzir qualquer órgão ou objeto na relação sexual ou nas preliminares. Sempre é importante diferenciar as queixas de dor na penetração ou dor durante a relação sexual, que é chamada de Dispareunia, que geralmente tem fundo orgânico (infecções ou inflamações genitais que impossibilitam a penetração sem o incômodo local). Outra causa possível de dor coital pode ser o medo perante o exercício da sexualidade. Estas queixas de dor são de intensidades variáveis de pessoa a pessoa e de acordo com as causas. Quando a mulher está com mais de 55 anos é possível que pela falta de lubrificação ou pela atrofia genital comece a ocorrer na mulher dor pelas alterações hormonais. Essa dor ocorre na tentativa ou durante a penetração do pênis. 
Daí a importância de toda mulher manter uma consulta preventiva no ginecologista independente da faixa etária. Uma possível reposição hormonal pode ajudar muito e minimizar estes sintomas.

Os principais fatores psicossociais do vaginismo são: educação sexual repressora; vivências sexuais traumáticas; dificuldades de relacionamento; perfis psicológicos específicos (Michel-Wolfromm). Dentro destes perfis destacam-se: 1-Mulher autoritária: agressiva e dominadora, tem dificuldade em amar, pois isso a faz sentir-se inferiorizada. A atividade sexual se transforma em luta pelo poder. Escolhe companheiro mais facilmente manipulável, geralmente disfuncional erétil (impotente sexualmente). 2-Mulher frágil: educação distorcida e sexualmente castradora, geralmente mimada e usuária de chantagens emocionais. Fixação infantil na figura de "princesa adormecida", cujo príncipe jamais chega. São mulheres facilmente amedrontáveis, com noções negativas do exercício da sexualidade. 3-Mulher em conflito de papéis: conflito entre ser mulher, sexuada, e ser mãe. Para elas, os homens são apenas reprodutores, não estando interessadas no ato sexual em si.
O tratamento se baseia em terapia sexual, breve e direcionada à queixa sexual, onde por mudanças de comportamentos, reflexões e exercícios específicos ensinados pelo terapeuta e realizados pela paciente em sua casa, sozinha ou com seu parceiro. Este condicionamento é progressivo e tem mostrado excelentes resultados. O importante é não protelar a busca de ajuda profissional para que as seqüelas emocionais não aumentem a ponto de provocarem separações do casal.

Cientistas criam robô controlado pela mente para paraplégicos

O sistema foi desenvolvido pelo professor José Millan

Um professor de uma universidade suíça apresentou um robô que pode ser controlado pelas ondas cerebrais de uma pessoa paraplégica usando um boné equipado com eletrodos, noticiou a agência de notícias ATS.
Um homem paralisado, em tratamento em um hospital na cidade de Sion participou de uma demonstração do equipamento na terça-feira (24), enviando um comando mental para um computador em seu quarto, que o transmitiu para outro computador, que finalmente moveu um pequeno robô a 60 km de distância, em Lausanne.
O sistema foi desenvolvido por José Millan, professor da Escola Politécnica Federal de Lausanne, especializada em interfaces não invasivas entre cérebro e máquina.
— A mesma tecnologia pode ser usada para mover uma cadeira de rodas. Assim que o movimento começa, o cérebro pode relaxar. De outra forma, a pessoa ficaria exausta rapidamente.
Mas a tecnologia tem seus limites, acrescentou o cientista. Os sinais cerebrais podem ficar confusos se muitas pessoas ficarem em volta da cadeira de rodas, por exemplo.
Além de dar mobilidade aos paraplégicos, equipamentos neuroprotéticos poderiam ser usados para ajudar pacientes a recuperar os sentidos, explicaram os cientistas.
A professora Stephanie Lacour e sua equipe desenvolvem uma "pele elétrica" para amputados, que consiste em uma luva equipada com sensores minúsculos que enviariam informação diretamente para o sistema nervoso do usuário.
Os cientistas dizem que esperam criar próteses que sejam tão móveis e sensíveis quanto a mão, afirmou Lacour.
Outros cientistas de Lausanne trabalham na habilitação dos paraplégicos para voltar a andar com eletrodos implantados na coluna.O professor Gregoire Courtine disse:
— A meta é que após um ano de treinamento com um ajudante robótico, o paciente consiga caminhar sem o robô. Os eletrodos ficam implantados por toda a vida.
Ele afirmou que está desenvolvendo testes clínicos e que espera conduzi-los no hospital universitário de Zurique no prazo de um ano.

Vegetais ajudam a reduzir placas de gordura no coração

Auxiliam no controle da pressão arterial e do colesterol

Um estudo europeu constatou que o consumo de vegetais é fundamental para a saúde do coração. Segundo os pesquisadores, os vegetais auxiliam no controle da pressão arterial e do colesterol reduzindo a formação de placas de gordura na parede das artérias. Além desses benefícios, os vegetais também auxiliam as pessoas que sofrem de problemas respiratórios ao melhorar o fluxo de ar.
A Organização Mundial de Saúde recomenda a ingestão de cinco porções de vegetais por dia. Por serem ricos em fibras, os vegetais ajudam a manter em dia o bom funcionamento do intestino, fazendo com que se dê mais rapidamente a eliminação das toxinas pelo organismo. Segundo os nutricionistas, o segredo para encontrar um bom equilíbrio de vegetais está no colorido do prato. Quanto mais colorido ele estiver, com variedades de legumes e verduras, mais nutritiva é a alimentação.

Respiração correta evita problemas nas cordas vocais

Comer maçã e beber aguá também colaboram para a saúde delas

A saúde da voz é tão importante quanto à saúde corporal, dizem os especialistas. Da mesma maneira que se há a preocupação em manter bons hábitos como alimentação correta e a prática de exercícios, a voz também merece cuidados especiais. O uso incorreto da voz pode ocasionar vários problemas às cordas vocais. Dentre as alterações que podem se manifestar no órgão estão as funcionais e orgânicas.
Quando se faz o uso incorreto da voz, o primeiro sintoma a surgir é a rouquidão. Ela é causada principalmente pelo uso indevido da voz. A respiração incorreta seria a primeira responsável em causar a rouquidão. Ao inalar o ar pela boca, a garganta fica ressecada, facilitando a chance de irritação ou infecção na garganta. O problema da rouquidão não atinge apenas a voz, alternando seu tom. A falta de cuidado para preservá-la também pode acarretar edemas, nódulos e pólipos.
Para evitar a rouquidão constante é preciso fazer um trabalho de reeducação com um profissional especializado. No entanto é possível evitar algum problema futuro na voz seguindo algumas dicas. O ideal é manter as cordas vocais sempre hidratadas bebendo água regularmente. Comer maçã também colabora para a saúde delas. A fruta é adstringente e limpa o trato vocal além de sua mastigação exercitar a musculatura responsável pela articulação das palavras.

Musculação exagerada e corrida sem intervalo de descanso pode provocar artrose no joelho

Os sintomas são desgaste da cartilagem, dor e limitação de movimentos


Musculação com muito peso e corrida sem descanso pode antecipar um problema que até então só se manifestava na terceira idade: a artrose de joelho. O sintoma do problema é dor e limitação de movimentos. A artrose se caracteriza pelo desgaste da cartilagem que envolve o osso do joelho.
Segundo estudos, a prática exagerada de exercícios vem contribuindo para o surgimento da doença precocemente. Para que o problema não apareca antes do tempo, os ortopedistas recomendam o descanso da musculatura. É fundamental respeitar a pausa entre um treino e outro. A iniciativa impede o desgaste sofrido com o exercício.
Na musculação, os exercícios devem ser específicos para os membros inferiores, tendo como foco os joelhos. Na hora de puxar ferro, alertam os médicos, todo o cuidado é pouco na hora da escolha da carga, que não deve ser muito pesada.

Ginecologista americano diz ter encontrado o Ponto G

Ele dissecou corpos e viu na parede interna da vagina de uma mulher de 83 anos
Um ginecologista americano afirma ter encontrado o famoso "Ponto G", um suposto centro de extremo prazer feminino localizado na parede inferior frontal da vagina e cuja existência é alvo de controvérsia há décadas.
O dr. Adam Ostrzenski, do Instituto de Ginecologia de St. Petersburg, Flórida, diz ter confirmado a existência do Ponto G depois de realizar uma dissecação na parede interna da vagina do cadáver de uma mulher de 83 anos, indica o estudo publicado nesta quarta-feira pelo Journal of Sexual Medicine.
O Ponto G identificado se apresenta como uma pequena cavidade bem definida na parte posterior da membrana perineal, de 16,5 milímetros da parte superior do orifício da uretra, criando um ângulo de 35 graus na parte lateral da uretra, de acordo com Ostrzenski, principal autor do estudo.
Formado por três regiões distintas, o Ponto G no cadáver analisado media 8,1 mm de comprimento e uma largura variável entre 3,6 mm e 1,5 mm e uma altura de 0,4 mm.
Uma vez extraído do cadáver, o Ponto G e todos os tecidos adjacentes variaram entre 8,1 a 33 mm.
— Este estudo confirma a existência anatômica do ponto G, o que pode levar a uma melhor compreensão e melhoria da função sexual feminina.
O editor-chefe da revista, Irwin Goldstein, destacou a descoberta por contribuir para o conhecimento da anatomia sexual da mulher e sua fisiologia.
O Ponto G, chamado assim pelo ginecologista alemão Ernst Graefenberg, o primeiro a mencionar sua existência em 1950, é um lugar muito sensível na vagina que, estimulado, concede à mulher grande excitação e um potente orgasmo.
No entanto, a existência do Ponto G foi questionada por quem afirma que é subjetivo, e alguns especialistas afirmam, inclusive, que não existe.
Os críticos questionam também as descobertas mais recentes, destacando que o Ponto G só parece excitar algumas mulheres e que sua importância pode ser exagerada pelos vendedores de produtos sexuais. A pesquisadora sexual Debby Herbenick escreveu na revista digital Daily Beast:
— É um estudo de caso relativo à dissecação do corpo de uma mulher cujas experiências sexuais desconhecemos. Ela desfrutava de penetração vaginal? Achava prazerosa ou erótica estimulação do Ponto G? Não sabemos.
Em 2008, a mesma revista publicou um artigo de um pesquisador italiano que fez uma ecografia da área da vagina de nove mulheres que diziam experimentar orgasmos vaginais e 11 que diziam que não.
Este estudo concluiu que a característica anatômica existe, mas só algumas mulheres a têm.
Os críticos replicaram que não estava claro se o suposto Ponto G é uma estrutura nova ou, simplesmente, uma extensão do clitóris.
Herbenick insistiu que a última descoberta acrescenta pouco à pesquisa.
— Não sabemos quantas mulheres (caso haja alguma) têm estruturas similares. E certamente não sabemos se a estrutura tem algo a ver com a estimulação do Ponto G, o prazer sexual, as sensações eróticas ou o orgasmo. Não é que as partes do corpo venham com etiquetas que indicam o que são, e chamar essa estrutura de 'ponto G' não faz com que seja.
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