quinta-feira, 26 de julho de 2012
Descubra qual dia da semana é melhor para fazer sexo
Homens ganham 9,5 kg depois de se tornarem pais, diz estudo
Os especialistas acreditam que a falta de tempo para se exercitar e comer bem são responsáveis por esse ganho de peso
Os homens engordam, em média, 9,5 kg depois da chegada do filho. A
conclusão é de um estudo com britânico realizado por Paul Keenan, de
Benenden Healthcare, em conjunto com Men’s Health Forum, no Reino Unido,
e divulgado pelo jornal Daily Mail.
O levantamento descobriu que seis em cada 10 pais admitem que estão fora de forma. Os especialistas acreditam que a falta de tempo para se exercitar e comer bem, e as intermináveis noites de insônia são os culpados. Os participantes disseram estar tão cansados com a correria no trabalho e cuidados com os filhos. Segundo a pesquisa, um a cada 20 pais admite cochilado no banheiro do trabalho e um em cinco até chegou a adormecer enquanto lia para os pequenos.
O estudo mostrou ainda que um em cada três está sob forte pressão, por conta de preocupações com a estabilidade no trabalho. Fora isso, 42% lançam mão de bebidas energéticas para aguentar tanta atividade.
O levantamento descobriu que seis em cada 10 pais admitem que estão fora de forma. Os especialistas acreditam que a falta de tempo para se exercitar e comer bem, e as intermináveis noites de insônia são os culpados. Os participantes disseram estar tão cansados com a correria no trabalho e cuidados com os filhos. Segundo a pesquisa, um a cada 20 pais admite cochilado no banheiro do trabalho e um em cinco até chegou a adormecer enquanto lia para os pequenos.
O estudo mostrou ainda que um em cada três está sob forte pressão, por conta de preocupações com a estabilidade no trabalho. Fora isso, 42% lançam mão de bebidas energéticas para aguentar tanta atividade.
Estudo: salada com baixo teor de gordura pode fazer mal para a saúde
Condimentos com alto teor de gordura ajudam o corpo a absorver mais carotenoides
Escolher um condimento de baixo teor de gordura para a sua salada pode
ajudar você a manter seu baixo peso porque tem menos calorias. Mas,
segundo um estudo publicado no Daily Mail, você pode perder alguns outros benefícios da saúde se eliminar alguns itens de sua dieta.
A pesquisa constatou que condimentos com alto teor de gordura ajudam o corpo a absorver mais carotenoides, compostos em vegetais e associados a um risco reduzido de doenças, incluindo câncer e doenças cardíacas.
Pesquisadores da Iowa State University alimentaram 29 pessoas com saladas temperadas com manteiga - ricas em gordura saturada - óleo de canola - para a gordura monoinsaturada -, milho e óleo de gordura poli-insaturada. Cada salada foi posta com três, oito ou vinte gramas de gordura. A partir disso, os estudiosos puderam analisar se a dosagem de gordura fez diferença para os resultados globais.
Os participantes tiveram o sangue testado através a absorção de gorduras solúveis em carotenoides, que são compostos associados ao risco reduzido de várias doenças crônicas e degenerativas como câncer e doença cardiovascular. No resultado, quanto mais gordura usado, mais os carotenoides foram absorvidos.
O óleo de canola promoveu a mesma absorção carotenoide com três gramas de gordura como com 20g, sugerindo que pode ser uma escolha saudável. O azeite também foi considerado rico em gordura monoinsaturada.
A pesquisa constatou que condimentos com alto teor de gordura ajudam o corpo a absorver mais carotenoides, compostos em vegetais e associados a um risco reduzido de doenças, incluindo câncer e doenças cardíacas.
Pesquisadores da Iowa State University alimentaram 29 pessoas com saladas temperadas com manteiga - ricas em gordura saturada - óleo de canola - para a gordura monoinsaturada -, milho e óleo de gordura poli-insaturada. Cada salada foi posta com três, oito ou vinte gramas de gordura. A partir disso, os estudiosos puderam analisar se a dosagem de gordura fez diferença para os resultados globais.
Os participantes tiveram o sangue testado através a absorção de gorduras solúveis em carotenoides, que são compostos associados ao risco reduzido de várias doenças crônicas e degenerativas como câncer e doença cardiovascular. No resultado, quanto mais gordura usado, mais os carotenoides foram absorvidos.
O óleo de canola promoveu a mesma absorção carotenoide com três gramas de gordura como com 20g, sugerindo que pode ser uma escolha saudável. O azeite também foi considerado rico em gordura monoinsaturada.
Estudo: 4 em 5 pessoas não seguem a profissão que queriam na infância
A enfermagem era a escolha de 20% das mulheres na infância
Quando o assunto é profissão, as ambições da infância tendem a não ser
concretizadas. Esse é o resultado de uma pesquisa encomendada pela JCB
Toughphones, do Reino Unido, que indica que quatro entre cinco pessoas
não seguem a profissão que idealizaram quando crianças. Os dados são do
jornal Daily Mail.
O levantamento contou com a opinião de 1044 britânicos e mais de um em
cada 10 homens disseram que queriam se tornar jogadores de futebol,
enquanto 11% sonhavam ser pilotos de avião e 7% esperavam ser
soldados. Entre as mulheres, cerca de 20% idealizavam a enfermagem e o
magistério ficou como a segunda profissão mais popular entre elas.
Política foi a carreira menos desejada por ambos os sexos, já que apenas 1% citou-a como o trabalho ideal.
Conheça 21 dicas para evitar a traição no relacionamento
Hábitos simples como demonstrar gratidão e aprofundar o
diálogo com seu parceiro podem ajudar a blindar seu relacionamento
1. Transforme-se na amante dele
Verdade seja dita, a rotina é capaz de tirar a emoção de qualquer relacionamento. E o sentimento que há algo faltando em sua relação pode ser perigoso. Então, não deixe o mistério e o romantismo faltarem. Coloque sua criatividade a serviço do seu prazer! “Que tal se passar por outra mulher por uma noite para uma aventura a dois?”, sugere a especialista em relacionamentos Sherri Nickols.
2. Diga que ele é seu herói
Segundo Sherri, os homens precisam se sentir apreciados. Isso significa que seu homem vai ficar excitado com a ideia de que salvou o dia. Então, use o elogio como uma arma e acaricie o ego do moço de vez em quando. Ele vai ficar louquinho para agradar você.
3. Abrace a sua essência feminina
A maioria das mulheres realizadas é muito competente, capaz e independente acaba tendo problemas no relacionamento. “Quando o homem não se sente necessário ele tende a ir atrás de alguém que precise dele”, explica Sherri. Por isso, mesmo sendo uma mulher autosufiente na sua vida profissional, é importante revelar seu lado feminino e frágil em alguns momentos da vida a dois. Seu homem precisa que você banque a donzela em perigo às vezes.
4. Receba com alegria
Quando seu parceiro presenteia você, seja com uma ação ou algo material, demonstre sua gratidão. “Assim ele vai saber que não precisa procurar outra mulher para impressionar”, justifica Sherri.
5. Recupere o seu espírito brincalhão
Se você perdeu seu lado engraçado e sexy em algum momento da vida já é hora de recuperá-lo. “O riso e a brincadeira são elementos chave para a intimidade emocional, e ajudam a construir um relacionamento seguro e sólido”, defende Sherri. Abra espaço para brincadeirinhas e joguinhos a dois, assim ele não ficará tentado em buscar outra companhia.
6. Escolha seu parceiro com sabedoria
“Seja honesto consigo mesma sobre o que você está procurando em um parceiro”, recomenda a terapeuta especialista em relacionamentos Chidi Asika Enahoro. Então, não ignore coisas que a incomodam em relação ao seu pretendente como o hábito de flertar com outras mulheres. Fique atenta para não deixar passar questões que depois podem se tornar um grande problema para a relação.
7. Concentre-se em maturidade
Seu parceiro está realmente pronto para sossegar e encarar um relacionamento monogâmico? Idade não significa maturidade. Segundo Chidi, alguns homens são gananciosos, não se contentam apenas com uma parceira e simplesmente não estão prontos para esse tipo de comprometimento.
8. Invista no diálogo
Comunicação aberta e honesta desde o início vai ajudar a estabelecer o tom de seu relacionamento. Discuta o tema infidelidade, conheça um pouco melhor a ideia que seu parceiro tem sobre o assunto e reflita sobre como você lida com isso. “Tente estabelecer regras, discutir possíveis cenários e estabelecer como isso funciona para vocês”, indica Chidi.
9. Aprenda a ouvir
Para Chidi as pessoas amam relacionamentos novos porque todo mundo fica mais envolvido, atento e interessado no outro nessa fase. Então, procure continuar atenciosa mesmo depois que os assuntos do seu parceiro já não são novidade.
10. Novidade é bom e todo mundo gosta
Os dois tem que se esforçar para apimentar o relacionamento e trazer novidades para a vida a dois. De acordo com Chindi pequenas coisas já são suficiente para manter a leveza na relação: tentem agradar o outro dentro e fora da cama; reserve um tempo para namorarem; façam pequenas e grandes viagens sozinhos; demonstrem apreço pelo parceiro; massageie seu companheiro; cozinhem para o outro; sejam compreensivos; sejam atenciosos; valorizem as pequenas coisas; e sejam gentis com o outro.
11. Compartilhe suas fantasias
Seu parceiro pode ter fetiches que ele tem medo de dizer a você, caso. “Porém, fantasias reprimidas podem estigar a vontade de concretizá-la e se você não estiver aberta ele pode buscar isso em outra pessoa”, defende Miss Natasha Ngonyama, especialista em namoro. Então, encoraje-o a falar e mantenha sua mente aberta. Procure não julgar seu parceiro e desde que isso não lhe agrida de nenhuma forma considere experimentar realizar essa fantasia com ele. Seu homem vai ficar louquinho para satisfazer alguns dos seus sonhos eróticos também.
12. Fuja da rotina
Tédio pode fazer a ideia da traição algo mais emocionante. Portanto, trate de tornar seu relacionamento excitante. Experimente trocar a pizza do sábado à noite por uma festa, ou um domingo no sofá por um passeio no parque. “Relembre seu parceiro que há uma razão para ele se apaixonou por você”, diz Miss Natasha.
13. Demostre apreço
Não é incomum para os homens a se sentir subestimado. Se seu parceiro paga pelo jantar, ajuda com as tarefas, faz de tudo para agradar e não recebe nenhum tipo de agradecimento não vai continuar ao seu lado por muito tempo. Tente não reprova-lo com tanta frequência e mostre que você aprecia as coisas legais que ele faz. “Aqui vale até um presentinho de vez enquanto”, recomenda Miss Natasha.
14. Resolva os pequenos problemas
Preste atenção às brigas bobas e resolva as discussões rapidamente. “Deixe-o saber que você disposta a conversar sobre as questões que o estão incomodando, caso contrário, ele pode decidir escapar dos problemas nos braços de outra mulher”, aconselha Miss Natasha . Não permita que pequenos problemas se transformem em grandes
15. Seja amiga dele
“Se ele enxergar você não apenas como namorada e parceira, mas também como uma amiga, vai ser mais leal. Isso vai diminuir as chances de ele machucar você”, defende Miss Natasha. A namorada pode ser facilmente substituída, mas bons amigos são difíceis de encontrar.
16. Mantenha romance vivo em seu casamento
A grande questão é: o que é romance para você e seu parceiro? Discuta o que significa para cada um de vocês. “Uma pessoa pode querer uma noite com um jantar especial, enquanto para a outra um filminho com pipoca e cafuné é a tradução de romance”, diz Cindy Holbrook, especialista em divórcio. Por isso, é importante saber quais são as expectativas do outro.
17. Ouça o que seu parceiro tem a dizer
Se enquanto seu companheiro fala você pensa em seus próprios problemas, na sua lista de afazeres ou em qualquer outra coisa significa que não está ouvindo de verdade. “Quando seu parceiro sente que não está sendo ouvido se sente infeliz, mal amado e desrespeitado”, informa Cindy. Então, separe um momento da semana para conversarem sobre as coisas sérias, que merecem um cuidado especial.
18. Discuta a infidelidade
Uma pessoa pode achar que ser amigo de pessoas do sexo oposto é bom, enquanto para o outro, isso aproxima da traição. De acordo com Cindy, casos amorosos geralmente começam com a partilha de sentimentos íntimos, necessidades e desafios com outra pessoa e depois evoluem para uma questão sexual. “Por isso, se seu parceiro se sente muito incomodado com sua amizade com determinada pessoa, você deve estar disposta a se afastar desse amigo”, aconselha ela.
19. Mostre que você o ama todos os dias
Hábitos simples como beijá-lo regularmente, andar de mãos dadas, abraça-lo, dizer "Eu te amo" e acaricia-lo na cama antes de cair no sono vão reforçar a ligação entre vocês. “Outro bom hábito presenteá-lo periodicamente, com uma mensagem, um cartão, um jantar especial”, sugere Cindy.
20. Seja sempre honesta
Honestidade e confiança andam de mãos dadas. “Se você sentir a necessidade de esconder as coisas de seu esposo, pergunte-se o porquê. Esse é um sinal de que algo está errado no seu relacionamento”, afirma Cindy. Conte para ele coisas que possam incomodá-lo mesmo que sejam bobas para você como um antigo paquera ter lhe adicionado no Facebook e pergunte a opinião dele sobre o assunto.
21. Continuem amigos!
A fundação de um bom casamento é a amizade. E a única maneira de se manter amiga de alguém é passar tempo com essa pessoa. Além dos encontros noturnos, há diversas coisas que podem fazer juntos. “Procure compartilhar alguma atividade que gosta com ele como dançar ou praticar algum esporte”, recomenda Cindy. Vocês também podem fazer outros programas românticos como um piquenique, uma caminhada pela praia ou assistir o pôr-do-sol.
Veja 5 dicas para dizer a uma mulher que ela é ruim na cama
Algumas dicas farão ela melhorar a performance sexual
Vire o jogo
Você não pode abrir o jogo e dizer que está insatisfeito com o sexo. Mas pode fazer isso por um caminho mais longo (e delicado!). Pergunte se há alguma coisa em particular que ela gostaria que você fizesse na cama. Ela vai se sentir especial pela sua preocupação e retrucar a pergunta. É sua chance de fazer as criticas e pedir algo mais. Mulheres adoram falar. Use isso a seu favor.
Mostre seu esconderijo de pornografias
Normalmente, ser descoberto vendo pornografia gera um questionário de várias perguntas como “por que você precisa disso para se sentir excitado?”. Não fique sem jeito e nem pense em dizer que é porque ela não dá conta do recado. O melhor é justificar que você quer apimentar a relação, chamá-la para assistir ao filme com você e depois pedir para que ela repita tudo o que viu.
Invente uma doença
As mulheres sempre usam doenças falsas, como dor de cabeça ou no estômago, como desculpa para deixar de fazer sexo. Por que você não pode fazer o mesmo? Se preferir dormir, assistir futebol ou fazer qualquer outra coisa que não sexo, invente uma desculpa parecida ou boceje a cada dois minutos para que ela pare de investir. Se não for suficiente, vá ao banheiro e faça barulhos e gemidos como se estivesse com dor de barriga. Em pouco tempo, ela vai desistir, virar para o lado e dormir.
Sugira aulas de pole dance
Enquanto você pensa em sexo a cada dez segundos, ela se preocupa com o peso, a maquiagem, cabelos, unhas e bronzeado. Ou seja, ela se preocupa muito mais com a aparência que você. Por isso, nada que melhor que incentivá-la a fazer aulas de pole dance. Ela vai se sentir sexy, queimar calorias e ainda aprender a fazer uma dança sensual. Claro, de início, ela vai recusar, mas faça uma breve pesquisa na internet e mostre todos os benefícios do exercício para ela.
Diga que ela engordou
Às vezes você tem que ser cruel para ser gentil. Não precisa ser direto, mas comprar roupas com números menores é uma forma eficaz e sútil de passar a mensagem. Se ela se decepcionar, diga que você se confundiu e achou que ela usasse um tamanho menor. Acredite, se tudo der certo, ela vai começar uma dieta e se empenhar no sexo para te agradar.
Confira 10 sinais de que ela está pensando em ir para cama com você
Mulheres que trabalham durante muitas horas engordam mais, diz estudo
Peso a mais: quanto mais horas uma mulher trabalha, maior o risco de engordar
Mulheres adultas que trabalham durante muitas horas seguidas têm mais
chances de engordar e de apresentar doenças associadas ao excesso de
peso, concluiu uma nova pesquisa feita na Universidade Monash, em
Melbourne, na Austrália. Segundo o estudo, publicado no periódico International Journal of Obesity, o maior risco é apresentado por aquelas cuja jornada de trabalho é de ao menos 35 horas por semana.
Ao todo, participaram da pesquisa 9.276 mulheres entre 40 e 50 anos de
idade que estavam inscritas no Estudo Longitudinal Australiano sobre
Saúde da Mulher. Após dois anos, 55% das participantes haviam engordado —
em média, elas ganharam 1,5% do peso inicial.
Os autores concluíram que o fato de estar empregada já é um fator de
risco para um maior ganho de peso entre mulheres dessa faixa-etária.
Além disso, eles indicaram que aquelas que trabalhavam por ao menos 49
horas por semana eram também mais propensas a fumar, consumir bebida
alcoólica e a praticar pouca ou nenhuma atividade física — sugerindo uma
forte associação entre horas de trabalho e estilo de vida sedentário.
Para a coordenadora da pesquisa, Nocole Au, esses resultados devem
incentivar novas políticas públicas que busquem reduzir a jornada de
trabalho da mulher, assim como aumentar a prática de exercícios físicos,
a fim de melhorar a saúde daquelas com mais de 40 anos.
Cientistas detectam Sistema Solar ‘alienígena’
Estrela mantém três exoplanetas em órbita alinhada, o que é raro
Concepção artística do Sistema Solar 'alienígena' detectado pelo telescópio Kepler, da Nasa
Astrônomos descobriram um Sistema Solar
“alienígena”, muito semelhante ao nosso, em que os planetas descrevem
uma órbita alinhada à estrela. Segundo os cientistas, isso é raro de ser
observado em sistemas do universo. A regra geral, observada até agora,
mostra exoplanetas (como são chamados esses mundos fora do Sistema
Solar) orbitando ao redor de uma estrela de forma desalinhada, cada um
girando de uma forma diferente: um exoplaneta alinhado pelo equador,
outro mais inclinado para a direita, outro para a esquerda, por exemplo.
O estudo foi publicado nesta semana na revista Nature. A
descoberta, dizem os cientistas, indica que a maioria dos sistemas
surgiu de modo semelhante, a partir de uma densa nuvem de poeira, em
torno de uma estrela recém-formada, mas que foram se desalinhando
conforme a interferência de outros fatores. Essa é a tese de formação de
planetas mais aceita entre os cientistas e os dados, agora, reforçam a
teoria.
"Conforme a teoria, encontramos uma rotação planetária alinhada em
torno de uma estrela", disse o co-autor do estudo Dan Fabrycky, da
Universidade da Califórnia. "Esse resultado é muito importante porque
são dados básicos que provam uma teoria de formação planetária", falou.
O sistema “alienígena” está a 10 mil anos-luz da Terra. Ele é conhecido como Kepler-30 e foi detectado pelo telescópio espacial Kepler,
da Nasa (agência espacial americana). Os cientistas utilizaram a
técnica de detecção da presença dos astros captando sinais do "trânsito"
deles, ou seja, apontaram o telescópio para o sistema e anotaram
quantas vezes caía a taxa de emissão de luz e qual a dinâmica desse
movimento. Essa queda de luz ocorre a cada vez que um exoplaneta passa
em frente à estrela, provocando um eclipse.
Essa formação, “prima” do Sistema Solar, é composta por três planetas
maiores que a Terra e uma estrela principal. A rotação desses três
exoplanetas está alinhada pelo equador dessa estrela, assim como no
nosso Sistema Solar.
Desejo e satisfação sexual permanecem ativos em mulheres idosas
Estudo conduzido na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) revela que
tanto a atividade quanto a satisfação sexual permanecem ao longo da
vida das mulheres e se manifestam de diversas formas, sendo a ausência
de um parceiro ou conflitos conjugais as principais causas da
abstinência sexual neste grupo. Pesquisa abordou três formas de prática
sexual de mulheres entre 60 e 91 anos: heteroafetiva, homoafetiva e
autoerotização.
Durante o estudo, foram entrevistadas 276 idosas, de 15 grupos de
convivência, das quais 190 declararam desejo por sexo. " Aquelas que
revelaram ausência de desejo alegaram terem sofrido traumas, conflitos
com o marido (agressividade, infidelidade etc.) e virgindade. Algumas
eram viúvas que resguardavam a imagem do esposo e havia ainda as que
referiram doenças crônicas que inibiam o surgimento do desejo" , afirma
Mário Roberto Agostinho da Silva, mestre em Saúde Coletiva da UFPE.
Segundo ele, esse desejo, muitas vezes, é reprimido, ao ponto de algumas
mulheres tentarem substituí-lo por outras atividades ou pensamentos e
até tomarem remédios para evitá-lo.
Mário Roberto também destaca o percentual de mulheres que não tinham
domínio sobre o próprio desejo. " Elas queriam transar com o marido, mas
sublimavam isso porque aguardavam a hora em que ele estivesse com
vontade. Outras odiavam a relação com o marido, mas se submetiam a ele,
inclusive embriagado, porque não tinham controle pra executar nem evitar
o ato sexual" descreve. Ele explica que o ciclo de reposta sexual da
mulher é variável: tanto pode começar sem o desejo ou a excitação, como
pode se encerrar antes do orgasmo. A satisfação pode surgir com um
carinho, por exemplo, diferente da maioria dos homens.
"Esse desejo, muitas vezes, é reprimido, ao ponto de algumas mulheres
tentarem substituí-lo por outras atividades ou pensamentos e até tomarem
remédios para evitá-lo"
A educação familiar e religiosa foi identificada na pesquisa como alguns
dos fatores sociodemográficos que mais influenciam no comportamento
sexual, impedindo a busca saudável pela satisfação plena da sexualidade.
Para algumas culturas calcadas em religiões, o ato sexual devia ser
desprovido de prazer, com a função única de procriar, sendo a mulher
proibida de expressar seus sentimentos. A educação feminina também era
rígida, e os reflexos dessa época, em que a mulher deveria guardar-se "
imaculada" como um sinal de honra, assumindo o cuidado da casa, dos
filhos e do marido, permanecem até hoje. " Muitas das entrevistadas
conheceram o marido no dia do casamento" , conta o pesquisador.
Diante do crescimento da expectativa de vida no Brasil e também da
feminização do envelhecimento, o pesquisador considera importante o novo
olhar que seu estudo lança sobre a sexualidade dos idosos, tanto pelo
ponto de vista do próprio idoso quanto pelo ponto de vista da saúde
pública. Segundo ele, vários casos considerados como disfunção sexual
têm como causa a falta de informação e podem ser evitados, além do
índice de Aids na terceira idade, que precisa ser alertado e combatido.
Na área acadêmica, Mário Roberto afirma que ainda existe escassez na
literatura sobre sexualidade e idosos, bem como a ausência conceitual no
diz respeito à satisfação sexual.
Pesquisa mostra que não é possível detectar mentiras com base no movimento dos olhos
De acordo com uma antiga teoria sobre linguagem corporal, é fácil
descobrir quando alguém está mentindo. Quando os destros movimentam os
olhos para cima e para a esquerda ao responder a uma pergunta, eles
estão descrevendo uma recordação real. Quando dirigem o olhar para cima e
para a direita, segundo a teoria, eles estão acessando os centros
cerebrais de criatividade e visualizando um evento imaginado – e,
portanto, inventando a mentira.
A teoria dos anos 1970 é largamente reproduzida e ensinada com
frequência em treinamentos de neurolinguística. Contudo, a teoria nunca
foi totalmente comprovada e a nova pesquisa sugere que ela não passa de
pseudociência.
Em um estudo controlado, publicado no "PLos One", pesquisadores
britânicos monitoraram o movimento dos olhos de 32 pessoas destras
enquanto elas contavam a um entrevistador mentiras e verdades sobre
fatos recentes. Os cientistas descobriram que não existia um padrão de
movimento dos olhos que revelasse a mentira.
Num segundo experimento, foi pedido a 50 pessoas que procurassem por
sinais de mentira entre entrevistados. Embora metade do grupo tenha sido
instruída a procurar pelo movimento dos olhos, ela não se saiu melhor
em detectar a mentira do que o grupo de controle destreinado.
Mas o que dizer de situações mais sérias da vida real? Para responder a
essa pergunta, os pesquisadores examinaram vídeos de arquivo de
noticiários de 52 pessoas fazendo apelos públicos pelo retorno a salvo
de um parente desaparecido.
Tempos depois, comprovou-se que metade estava mentindo. Os
pesquisadores não descobriram evidências de que o movimento dos olhos
revelasse mentiras ou verdades.
A conclusão é que a pesquisa sugere que não é possível detectar mentiras com base no movimento dos olhos.
Câncer de testículo tem relação com o consumo de maconha
Estudo constatou que fumar a erva aumenta em 70% o risco da doença
Um estudo do Fred Hutchinson Cancer Research Center, dos Estados Unidos, constatou que o uso prolongado de maconha pode levar o usuário da droga a desenvolver câncer de testículo. Os cientistas descobriram que a erva está associada a forma mais grave da doença.
A explicação para o surgimento da doença está no fato da maconha
alterar a produção hormonal que, com isso, pode alterar a formação de
tumores. Os hormônios afetados pela droga estão FSH e LH, que controlam o
funcionamento dos testículos, e também a testosterona, que é produzida
por eles.
O estudo constatou que fumar maconha aumenta em 70% o risco da
doença. Os sintomas do câncer no testículo são ferimentos no órgão ou a
criptorquidia, quando o testículo não desce para a bolsa escrotal
durante a infância.
No entanto, dizem especialistas, o tumor de testículo é curável e seu
diagnóstico é feito antes da doença se espalhar. As chances de cura são
de 90 a 95% e ele atinge homens na faixa etária de 15 a 34 anos.
Saúde de Sobral tem IDSUS acima da média Nacional
O Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS), lançado em
março de 2012 pelo Ministério da Saúde para avaliar o acesso e a
qualidade dos serviços de saúde na rede pública, atribuiu ao Município
de Sobral nota 6,38. De acordo com o IDSUS, Sobral está acima da média
nacional (5,47) e também supera o índice entre todos os municípios do
Estado (5,14). A avaliação foi feita com base em dados do IBGE e IPEA
referentes ao período de 2008 a 2010.
Pela classificação do Ministério da Saúde, Sobral está no grupo 2, formado por cidades que apresentam melhor infraestrutura e condições de atendimento à população. O Município de Sobral tem 98% de cobertura da Estratégia Saúde da Família com 48 equipes de Saúde e 29 Centros de Saúde da Família.
Segundo o Ministério da Saúde, o IDSUS "é um indicador síntese, que faz uma aferição contextualizada do desempenho do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto ao acesso (potencial ou obtido) e à efetividade da Atenção Básica, das Atenções Ambulatorial e Hospitalar e das Urgências e Emergências".
Saiba mais: http://migre.me/a2mLJ
Pela classificação do Ministério da Saúde, Sobral está no grupo 2, formado por cidades que apresentam melhor infraestrutura e condições de atendimento à população. O Município de Sobral tem 98% de cobertura da Estratégia Saúde da Família com 48 equipes de Saúde e 29 Centros de Saúde da Família.
Segundo o Ministério da Saúde, o IDSUS "é um indicador síntese, que faz uma aferição contextualizada do desempenho do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto ao acesso (potencial ou obtido) e à efetividade da Atenção Básica, das Atenções Ambulatorial e Hospitalar e das Urgências e Emergências".
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terça-feira, 24 de julho de 2012
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Confira 6 dicas para ter uma longa noite de amor com o parceiro
Respiração, posições e truques fazem o sexo durar mais
As mulheres costumam ficam frustradas quando os homens chegam ao
orgasmo antes delas. Quer ter uma longa noite de amor? Então, confira
seis dicas, listadas pelo site da revista americana Cosmopolitan:
Faça com que ele respire profundamente
Exercício de respiração lenta e profunda por cinco minutos antes de começar o sexo ajuda o parceiro a relaxar e a diminuir sua excitação, o que prolonga o ato. Durante as preliminares, se encarem e compartilhem a respiração: quando ele inspira, você expira.
Tenha orgasmo antes da penetração
A penetração costuma acelerar as coisas para o homem. Portanto, faça com que ele a leve ao orgasmo durante as preliminares.
Faça com que ele tenha orgasmo antes da penetração
Estimule o seu parceiro com a boca ou a mão até que chegue ao orgasmo. Como os homens demoram para “recarregar” as energias, deve durar mais tempo na segunda etapa da noite.
Invista na técnica do começa e para
Pequenas pausas durante o sexo diminuem um pouco a excitação do homem e, portanto, caem as chances de que ele termine cedo demais. Para colocar a técnica em prática, durante o ato, pare de se mover e retire o pênis da vagina. Dê um beijo apaixonado antes de começar de novo.
Opte por preservativos dessensibilizantes
Essas camisinhas contêm pequenas quantidades de lidocaína ou benzocaína, que diminuem a sensação do pênis e ajudam o homem a retardar a ejaculação.
Fuja da posição “de quatro”
Essa posição é ótima para rapidinhas. A maioria dos homens leva mais tempo para finalizar o sexo quando as mulheres ficam por cima.
Faça com que ele respire profundamente
Exercício de respiração lenta e profunda por cinco minutos antes de começar o sexo ajuda o parceiro a relaxar e a diminuir sua excitação, o que prolonga o ato. Durante as preliminares, se encarem e compartilhem a respiração: quando ele inspira, você expira.
Tenha orgasmo antes da penetração
A penetração costuma acelerar as coisas para o homem. Portanto, faça com que ele a leve ao orgasmo durante as preliminares.
Faça com que ele tenha orgasmo antes da penetração
Estimule o seu parceiro com a boca ou a mão até que chegue ao orgasmo. Como os homens demoram para “recarregar” as energias, deve durar mais tempo na segunda etapa da noite.
Invista na técnica do começa e para
Pequenas pausas durante o sexo diminuem um pouco a excitação do homem e, portanto, caem as chances de que ele termine cedo demais. Para colocar a técnica em prática, durante o ato, pare de se mover e retire o pênis da vagina. Dê um beijo apaixonado antes de começar de novo.
Opte por preservativos dessensibilizantes
Essas camisinhas contêm pequenas quantidades de lidocaína ou benzocaína, que diminuem a sensação do pênis e ajudam o homem a retardar a ejaculação.
Fuja da posição “de quatro”
Essa posição é ótima para rapidinhas. A maioria dos homens leva mais tempo para finalizar o sexo quando as mulheres ficam por cima.
Estudo: fazer o trajeto do trabalho juntos pode melhorar o casamento
Sonhos compartilhados e ambições podem ajudar a transformar um
relacionamento em bem-sucedido. Mas parece que a ligação, um pouco menos
romântica, de um trajeto compartilhado também pode ajudar: segundo
estudo, os casais são mais felizes se fazem o caminho do trabalho
juntos. Especialistas acreditam que isso faz com que sintam que estão
compartilhando objetivos mais amplos na vida. As informações são do Daily Mail.
Além disso, o estudo firmou que eles devem escolher uma casa que lhes
exige que saiam para trabalhar na mesma direção, ao invés de uma
localizada no meio do caminho. "Se eles estão fisicamente se movendo em
uma mesma direção e com objetivo relevantes, como o deslocamento ao
trabalho, isso pode ser associado com metas-conceito", alerta a
pesquisadora-chefe Irene Huang, da Chinese University of Hong Kong.
Os pesquisadores dizem também que as ações físicas são metafóricamente
ligadas às crenças mais amplas. Eles citam o escritor francês Antoine de
Saint-Exupéry, autor de O Pequeno Príncipe, que disse: "o amor não
consiste em olhar um para o outro, mas olhar juntos na mesma direção".
O estudo foi publicado no Journal of Experimental Social Psychology e,
na primeira etapa, envolveu 280 adultos nos EUA que estavam com média de
33 anos e que tinham sido casados por cerca de oito. Huang e seus
colegas descobriram uma correlação clara entre o deslocamento na mesma
direção e maior satisfação conjugal. Eles também descobriram que esta
ligação existe independentemente de outros fatores, como o número de
anos de casados, número de filhos, nível de renda e as diferenças de
gasto.
A segunda fase envolveu 139 adultos casados em Hong Kong, que tinham em
média 42 anos e estavam casados há cerca de 13. Ela mostrou uma
correlação semelhante aos resultados norte-americanos e também
independente de outros fatores relevantes.
Descubra o que faz os homens dormirem após o sexo
O cérebro desligada quase todo o desejo sexual após o orgasmo
Não é segredo que muitos homens adormecem logo após o sexo. E, para suas
parceiras, o zumbido alto do ronco depois de um encontro apaixonado
acaba com o humor. Mas agora os cientistas podem dar aos homens a
desculpa perfeita para eles se sentirem sonolentos: não é culpa deles.
As informações são do Daily Mail.
Uma pesquisa que envolveu a digitalização dos cérebros de homens
durante e após o orgasmo descobriu que o córtex cerebral - que
desempenha um papel vital na consciência de atenção, e sensibilização
perceptual - se desliga quase que imediatamente após o orgasmo.
Serge Stoleru, cientista francês, disse que a pesquisa oferece os
primeiros sinais do que acontece no cérebro masculino durante o sexo.
Ele disse ao Sunday Times que para as mulheres acontece
diferente. "Elas não parecem ter um período refratário tão forte e por
isso se perguntam por que o parceiro pensa imediatamente em descansar",
disse.
O estudo também mostrou que o cérebro desliga quase todo o desejo
sexual após o orgasmo. Os homens passam a ter os seus cérebros inundados
com substâncias químicas de indução do sono, como a serotonina.
Em 2005, pesquisadores descobriram que a corrida de sangue depois do
clímax esgota os músculos de energia produtora de glicogênio. Como os
homens geralmente têm maior densidade de massa muscular do que mulheres,
ficam mais cansados depois do sexo.
Dr. Neil Stanley, diretor da University of Surrey, disse que os homens
não os únicos culpados. "Os seres humanos são os únicos animais em que o
sono e o sexo estão ligados e, por isso, há razões científicas do
motivo pelo qual os homens se sentem cansados após o sexo", disse. A
pesquisa mostrou que a maioria dos homens que se sentem mais relaxados
logo após o ato.
No estudo, 80% dos homens disseram que se sentiam capazes de divagar
sem problemas depois do sexo, em comparação com apenas 46% das mulheres.
Consumo moderado de álcool pode reduzir risco de artrite em mulheres, diz estudo
O risco de desenvolver artrite reumatoide era 52%
menor nas mulheres que relataram beber mais de três copos de cerveja,
vinho ou licor por semana
Um novo estudo relata que o consumo regular e moderado de cerveja,
vinho ou licor pode reduzir o risco de a mulher ter artrite reumatoide.
Os pesquisadores coletaram dados de dois registros nacionais de saúde
da Suécia relacionados a 34.141 mulheres nascidas entre 1914 e 1948.
Eles reuniram informações sobre o consumo de álcool nos anos 1987 e
1997, e depois acompanharam a saúde das mulheres durante 7 anos, de 2003
a 2009.
Durante o período de acompanhamento, os pesquisadores documentaram 197
casos de artrite reumatoide. Após levar em conta diversos fatores, eles
descobriram que o risco de desenvolver artrite reumatoide era 52% menor
nas mulheres que relataram beber mais de três copos de cerveja, vinho ou
licor por semana (aproximadamente 15 mililitros de etanol). O tipo de
bebida ingerida não alterava o risco.
Em artigo no periódico BMJ, os autores reconheceram que não possuíam
informações sobre o histórico familiar de artrite reumatoide e que
relatos do próprio paciente sobre o consumo de álcool nem sempre são
precisos.
A principal autora do estudo e estudante de doutorado do Instituto
Karolinska, em Estocolmo, Daniela Di Giuseppe, alertou quanto ao perigo
de conclusões gerais demais sobre o estudo.
"Não sabemos o que ocorre quando as doses de álcool são mais altas",
afirmou. "Além disso, este é apenas um estudo mostrando o que ocorre com
as mulheres suecas. Por isso, não quero dar conselhos em relação ao
consumo de álcool."
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Dormir em frente à televisão aumenta risco de depressão, diz estudo
Exposição à luz artificial da TV e do computador à noite provoca alterações no cérebro semelhantes às desencadeadas pelo transtorno
Televisão à noite pode ser inimiga da boa saúde mental
Ficar exposto muito tempo à luz artificial da televisão ou do computador
durante a noite pode aumentar as chances de um indivíduo ter depressão.
Essa é a conclusão de um estudo desenvolvido no Centro Médico da
Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, e publicado nesta terça-feira
no periódico Molecular Psychiatry, uma publicação da Nature.
De acordo com a pesquisa, o hábito desencadeia alterações físicas no
cérebro que se assemelham às mudanças que ocorrem quando uma pessoa
apresenta o transtorno.
Segundo os autores do trabalho, houve, nos últimos 50 anos, um aumento
significativo do tempo em que os indivíduos passam em frente à luz
artificial no período noturno, e esse quadro coincide com o crescimento
das taxas de depressão entre a população, especialmente entre as
mulheres, que têm o dobro de chances de apresentarem o problema. No
artigo, os pesquisadores explicam que, embora a luz artificial da
televisão e do computador já tenha sido associada a outras doenças, como
câncer de mama e obesidade, pouco se sabe sobre a relação entre o
hábito e transtornos de humor.
Os autores do estudo chegaram a essa conclusão após realizarem testes
com hamsters, que foram expostos a uma luz artificial fraca em uma sala
escura — simulando a luz de uma televisão à noite — por quatro semanas
seguidas. Os pesquisadores comparam, então, as mudanças que ocorreram no
cérebro e no comportamento desses animais às alterações apresentadas
por hamsters que permaneceram em salas escuras, mas sem a luz
artificial.
De acordo com o estudo, as alterações físicas no hipocampo, região do
cérebro, dos animais expostos à luz eram muito parecidas com as que
seres humanos apresentam quando sofrem depressão. Além disso, esses
animais se mostraram menos ativos do que os outros e apresentaram um
interesse menor do que o habitual em atividades como beber água com
açúcar. Segundo os pesquisadores, esses sintomas são equivalentes aos de
depressão em seres humanos. Para os especialistas, esses resultados
podem ser encarados como uma boa notícia se for levado em conta que uma
simples mudança de hábito, como reduzir o tempo de exposição à televisão
na madrugada, pode diminuir os efeitos nocivos e os riscos da
depressão.
Bebês nascidos de cesárea têm mais chances de serem obesos, diz USP
Gabriela tem 12 anos, pesa 93 quilos e usa manequim número 50: é
considerada uma adolescente obesa. A mãe, Eliene dos Santos Cadurin,
conta que filha tem alimentação saudável, mas nunca conseguiu controlar o
peso. "Talvez o fato dela engordar seja realmente uma tendência do
organismo".
A explicação de Eliene é cientificamente possível. Uma pesquisa
desenvolvida pela USP de Ribeirão Preto (SP) comprovou que crianças
nascidas de cesárea - como no caso de Gabriela - têm 58% mais chances de
se tornarem adultos obesos.
O principal motivo, segundo os pesquisadores, é que durante a cesariana o
bebê não tem contato com o canal vaginal da mãe, que contém
micro-organismos - principalmente bactérias - importantes para o
desenvolvimento da flora intestinal do recém-nascido.
A pesquisa avaliou 6,8 mil bebês nascidos e cujas famílias residiam em
Ribeirão Preto entre junho de 1978 e maio de 1979. Em abril de 2002 e
maio de 2004, 2 mil indivíduos do mesmo grupo foram selecionados e
convidados para uma nova avaliação. "O objetivo era estudar se as
condições do nascimento tinham alguma repercussão com fatores
relacionados a doenças crônicas como diabetes e hipertensão", explicou a
pediatra e pesquisadora da USP Heloisa Bettiol.
O resultado obtido foi que 10,4% dos nascidos por parto normal
tornaram-se jovens obesos, enquanto os nascidos por cesárea somaram
15,2%, independente de fatores externos como nível socioeconômico,
tabagismo ou atividade física.
"Uma hipótese para esse índice é a alteração no desenvolvimento ou na
composição da microbiota intestinal. Alguns estudos também apontam que a
cesariana está ligada a um risco maior de desenvolver alergias e alguns
tipos de câncer", afirmou Heloisa.
Para a pediatra, o aumento do número de cesáreas no país é preocupante e
oferece riscos para a saúde da população em longo prazo. Segundo
Heloisa, entre 1978 e 2010 o índice desse tipo de parto nos hospitais de
Ribeirão passou de 30 para 60%. "Em algumas maternidades chega a 90%",
criticou. "Estamos vivendo duas epidemias: de obesidade e de cesarianas.
A cesárea pode não ser determinante para que o indivíduo se torne
obeso, mas, com certeza, não é a melhor opção para a saúde da criança,
que é o futuro adulto."
Problemas na infância têm efeito no desenvolvimento cerebral, diz estudo
Um novo estudo feito nos EUA com exames de ressonância magnética mostra
que problemas físicos e psicológicos na infância podem ter um efeito
mensurável sobre o desenvolvimento cerebral. As conclusões estão
publicadas na edição desta segunda-feira (23) da revista científica
americana "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS).
A pesquisa, feita no Laboratório de Neurociência Cognitiva do Hospital
Infantil de Boston, revela que algumas das crianças romenas analisadas
apresentaram uma diminuição da massa cinzenta (constituída por neurônios
e células da "glia", que suportam e nutrem os neurônios) e da massa
branca (formada por fibras que ligam os neurônios).
No sentido contrário, quando as circunstâncias sociais e ambientais
melhoraram, a massa branca foi capaz de dar sinais de recuperação e
reverter parcialmente essas mudanças. Nesse caso, os menores avaliados
viviam em orfanatos e foram transferidos para lares de adoção.
Ao todo, foram observadas 74 crianças de 8 a 11 anos, divididas em três
grupos. O primeiro incluía 29 menores criados em alguma instituição, 25
escolhidos para deixarem o orfanato e serem adotados após três anos, e
20 que nunca estiverem em lugares como esses.
Segundo os autores, crianças expostas a abuso, violência, abandono,
pobreza extrema e outras adversidades podem sofrer os mesmos efeitos.
O pesquisador Charles Nelson, um dos responsáveis pelo estudo, diz que
esses trabalhos cognitivos sugerem que pode haver um período sensível
que abrange os dois primeiros anos de vida e que, quanto antes uma
criança receber cuidados assistenciais, melhores os resultados.
Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) apontam que
pelo menos 8 milhões de crianças no mundo vivem em instituições como
orfanatos, sendo expostas a situações de negligência física e
psicológica grave.
Até onde vale ceder no sexo para agradar? Reflita sobre seus limites
A decisão deve ser norteada pelos seus valores e pelas consequências que você topa administrar
O namoro andava muito bem até ele propor um "ménage à trois". O sexo
estava ótimo, mas, no meio da empolgação, ela pede para fazer algo em
que você nunca havia pensado. Como agir nessas situações? Manter suas
vontades ou agradar o parceiro? Para que um relacionamento dê certo, é
preciso ceder às vezes. Mas isso vale para o sexo? "Sim", afirma a
psicóloga e orientadora sexual Sandra Lima Vasques, "desde que você
tenha claro quais são os seus limites" .
Para o psicólogo e sexólogo Oswaldo Martins Rodrigues Jr., do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), existe uma barreira intransponível: a dos valores pessoais. "O que estiver dentro dos limites, mesmo que nunca tenha sido praticado, pode acontecer e ser bom", diz ele.
Para o psicólogo e sexólogo Oswaldo Martins Rodrigues Jr., do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), existe uma barreira intransponível: a dos valores pessoais. "O que estiver dentro dos limites, mesmo que nunca tenha sido praticado, pode acontecer e ser bom", diz ele.
O ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior, professor do
ambulatório de sexologia da UFRJ, diz que é natural as pessoas se
assustarem com o que não conhecem e, por isso, negarem uma proposta
antes de avaliá-la. “É preciso estar aberto. A outra pessoa pode dar uma
ideia na qual você nunca pensou, mas que pode curtir", afirma. "O sexo
chato é quando só se diz ‘não’, ou só se diz ‘sim’”.
Quando é hora de ceder?
Não aceite nada antes de ter segurança da decisão. "Ela deve ser norteada por seus valores e pelas consequências do ato, além de não prejudicar sua saúde física e emocional”, afirma Sandra Vasques. Exemplos? Se for uma brincadeira sadomasoquista, certifique-se de que a pessoa é de confiança e saberá distinguir os limites para não machucá-lo. Se o outro pede um "ménage", reflita se você lida bem com a ideia de uma terceira pessoa acariciando seu parceiro ou parceira. "Há práticas que podem motivar os casais, mas, ao mesmo tempo, trazer consequências negativas", diz Rodrigues Jr.
Não aceite nada antes de ter segurança da decisão. "Ela deve ser norteada por seus valores e pelas consequências do ato, além de não prejudicar sua saúde física e emocional”, afirma Sandra Vasques. Exemplos? Se for uma brincadeira sadomasoquista, certifique-se de que a pessoa é de confiança e saberá distinguir os limites para não machucá-lo. Se o outro pede um "ménage", reflita se você lida bem com a ideia de uma terceira pessoa acariciando seu parceiro ou parceira. "Há práticas que podem motivar os casais, mas, ao mesmo tempo, trazer consequências negativas", diz Rodrigues Jr.
Sexo não é moeda de troca
Jamais aceite algo pensando em salvar um relacionamento, diz a orientadora sexual Sandra Vasques. "É melhor escolher a si mesmo. Não adianta ceder e ficar mal com você. Se a pessoa não o respeita, procure alguém com valores semelhantes”, diz. Também não adianta aceitar uma proposta esperando que o parceiro faça algo em troca. "A mulher tende a fazer o que o homem quer no sexo por achar que ele vai ceder em outras áreas do relacionamento, o que é um erro", diz a psicóloga e terapeuta sexual Regiane Garcia Rodrigues.
Jamais aceite algo pensando em salvar um relacionamento, diz a orientadora sexual Sandra Vasques. "É melhor escolher a si mesmo. Não adianta ceder e ficar mal com você. Se a pessoa não o respeita, procure alguém com valores semelhantes”, diz. Também não adianta aceitar uma proposta esperando que o parceiro faça algo em troca. "A mulher tende a fazer o que o homem quer no sexo por achar que ele vai ceder em outras áreas do relacionamento, o que é um erro", diz a psicóloga e terapeuta sexual Regiane Garcia Rodrigues.
Se a proposta de seu parceiro o pegar de surpresa e você ainda não
tiver claro se gostaria de provar ou não, diga que vai pensar e,
dependendo da situação, tente negociar. A melhor saída é sempre a
conversa franca.
"Se você não topa um ‘ménage’, sugira ir a uma casa de 'swing' apenas
para observar, sem interagir com outros casais”, diz Sandra Vasques. E
lembre-se: não se obrigue a nada e, caso concorde com uma prática nova,
deixe claro que vale desistir no meio do caminho. "O ideal é que os dois
gostem da experiência. Se o outro insistir, estará demonstrando que não
se importa com o seu prazer. Você quer alguém assim?", pergunta
Sandra.
Internet é a maior causa de procrastinação, diz estudo
Aquela olhadinha despretensiosa no Facebook pode consumir horas de
trabalho. Segundo uma pesquisa divulgada recentemente, 62% das pessoas
admitem que navegar na internet faz com que elas procrastinem, adiem
tarefas profissionais e pessoais.
Segundo pesquisa, 25% das pessoas gastam até uma hora do trabalho com
assuntos particulares. Para 36% das pessoas, a tentação número um é a
internet
Na pesquisa, 71% dos entrevistados disseram deixar tudo para a última
hora. "Eles reclamam de falta de tempo, mas perdem tempo em redes
sociais", diz Barbosa.
A internet não é a única culpada, mas é como se ela juntasse a fome com a
vontade de comer: a preguiça com a oferta de algo divertido que exige
pouco esforço. "Procrastinação sempre existiu, mas antigamente não tinha
Skype e Facebook. Hoje a luta é mais severa, há mais coisas para nos
sabotar", afirma Barbosa.
Para a psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em
Informática da PUC-SP, a internet é um "facilitador do 'deixar para
depois'" e, ao mesmo tempo, uma desculpa para o adiamento. "A culpa é da
falta de vontade. O que eu quero mesmo, eu faço. Mas, na falta de
vontade, como não priorizar o prazer?"
Mais de 86% dos entrevistados da pesquisa disseram que procrastinam as tarefas chatas; 51%, as longas.
AS MAIS ADIADAS
Em primeiro lugar no ranking de atividades mais proteladas, nenhuma
surpresa: exercício físico. Em segundo, leituras e, em terceiro,
cuidados com a saúde.
"Quando as pessoas precisam adiar algo, elas adiam coisas pessoais.
Muitas vezes são coisas vitais que a longo prazo podem até diminuir a
expectativa de vida, como exercício físico", diz Barbosa.
Nessa hora, a falta de cobrança externa conta bastante. Afinal, ninguém vai ser demitido por faltar à academia ou deixar de ler.
Outro problema é a aceitação das "desculpas emocionais", de acordo com a
psicóloga Rachel Kerbauy, professora aposentada da USP e uma das
pioneiras no estudo do tema no Brasil.
"Sempre há uma desculpa pronta: está cansado, tem muita coisa para
fazer... Falta planejamento e falta a pessoa aprender que, às vezes,
para ganhar no futuro tem que perder a curto prazo."
As atividades campeãs de procrastinação têm em comum os resultados
demorados. "O reforço não é imediato. O Facebook me dá um retorno muito
rápido. O prazer é instantâneo", afirma Rita Karina Sampaio, psicóloga e
pesquisadora da Unicamp.
DESPERTADOR
Como não cair na tentação de fuçar o site de fofocas no meio do expediente?
Para Ruffo, se o problema não for mais sério, como no caso de
dependência de internet (quando as horas à frente do computador são
tantas que prejudicam a vida social), um alarme já ajuda.
"A pessoa pode estabelecer que vai ficar 20 minutos na rede e colocar um
despertador para se lembrar de sair na hora certa." Outra ideia é
estabelecer metas com prêmio: uma tarefa feita é igual a uma olhadinha
no Twitter.
A psicóloga Rita Sampaio sugere que as metas mais difíceis sejam
compartilhadas com um amigo ou parente para que a cobrança aumente. E,
para os planos mais longos, é interessante definir submetas atingíveis,
em prazos menores. "Todo procrastinador tende a ser 'oito ou oitenta' e
ter uma visão distorcida do tempo."
Pressão para ser feliz deixa as pessoas mais infelizes, dizem especialistas
No último capítulo de uma novela, todos se casam com os amores de suas
vidas. Se falta par para algum personagem, logo um estrangeiro rico
aparece e se apaixona pela mais condenada das solteironas. Nos
comerciais de TV, a exemplo dos clássicos anúncios ensolarados de
margarina, todos são muito felizes. E têm todas as contas pagas, filhos
perfeitos, carros que não quebram e dentes sem cáries. Tamanho volume de
informações, e histórias que não se parecem com as da vida real, acaba
funcionando como pressão para conquistar a felicidade –ainda que ela não
seja tão fácil de se resumir.
Tanta pressão tem provocado o efeito oposto: as pessoas estão ansiosas,
tensas, inquietas e, consequentemente, infelizes, segundo especialistas. A psicóloga Maria
Teresa Reginato diz que "ser feliz virou moda”. E como acontece com toda
tendência, há o risco de muita gente se sentir na obrigação de
abandonar o próprio estilo para corresponder a um padrão fantasioso de
felicidade. “Até porque essa felicidade pregada vem acompanhada de
critérios de sucesso que também são momentâneos, como ter emprego
estável, atingir certo patamar financeiro, ter vida amorosa
bem-sucedida, adquirir carro e casa, ter curso superior e
especializações, esbanjar beleza e popularidade”, diz Maria Teresa.
Assim, quem se sentia razoavelmente feliz –porque felicidade completa é
uma utopia– passa a achar que é um tolo por ter se sentido, até então,
satisfeito com tão pouco.
Para a psicóloga Heloisa Schauff, essa sensação de obrigação pode ser
positiva ao instigar as pessoas a refletirem se estão satisfeitas ou não
com suas próprias vidas. “Indivíduos com senso crítico, centrados,
maduros e conscientes não se deixarão levar. Vão avaliar como estão
gerenciando suas vidas e quais seus planos para o futuro”, explica. Já
os imaturos e inseguros podem cair na armadilha de acreditarem e
aceitarem que ser feliz é ter o carro novo ou fazer uma viagem para um
destino exótico. “Por causa disso, muitas vezes, as pessoas se perdem em
despesas ou desenvolvem sentimentos depressivos. Acham que como não têm
certas coisas suas vidas são incompletas”, diz Heloisa.
Falsa felicidade
Aparência se sobrepõe à realidade frequentemente. Quem não é feliz tem de dar um jeito de ao menos parecer ser. Com o atual exibicionismo geral, todo mundo sente, vez ou outra, que "a grama do vizinho é mais verde". Como lidar com a frustração se nem sempre a gente teve um dia divino, uma balada incrível ou uma viagem para exibir? Parece que todo mundo se diverte e curte a vida, menos nós, que temos de trabalhar (e muito) para pagar as contas. Então, vale a falsa felicidade . “Por uma questão da cultura atual, em que o ter é o que importa e as aparências é que abrem portas, a deterioração dos valores acaba impedindo a possibilidade de viver a realidade, mascarando-a”, fala Heloisa Schauff. Segundo a psicóloga Maria Teresa Reginato, as pessoas usam as redes sociais para mostrar somente a imagem que interessa cultivar. “Mesmo quem é mais centrado acaba achando que tem algo de errado com sua vida. A cultura das aparências é uma diversão semelhante a uma festa à fantasia em que, por uma noite, é possível fingir ser outra pessoa para os outros e muitas vezes para si mesmo”, explica.
Obviamente, quando se olha para a vida de alguém, só vemos a superfície, a não ser quando há muita intimidade. É como a ponta de um iceberg: por baixo tem muito mais que não enxergamos. “Isso vale tanto para a felicidade como para a infelicidade”, afirma Maria Teresa, que declara ainda que as pessoas desenvolvem a frustração quando não têm coisas interessantes para postar sobre si mesmas. “E isso se acentua quando veem as coisas bacanas que foram postadas pelos outros. Muitas pessoas criam uma personalidade para exibir nas redes”, conta. As especialistas dizem que a valorização extrema do mundo virtual tira a atenção dos contatos reais e do sentido de privacidade, gerando atrito nas relações interpessoais e piorando a qualidade de vida, entre outras consequências.
Busca interna
A profusão de livros de autoajuda oferece fórmulas mágicas para todos os tipos de problemas: financeiros, amorosos, de autoestima, com os filhos, com os sogros, no trabalho etc. Tanto material à disposição indica, de maneira implícita, que só é infeliz quem quer. “Esses livros pregam coisas, mas não ensinam como alcançá-las; dizem, por exemplo, para as pessoas pensarem positivo, mas não ensinam como elas podem parar o pensamento negativo”, diz Deborah Epelman, psicóloga especialista em programação neurolinguística (PNL). Deborah explica que a escolha entre ser feliz ou infeliz realmente é de cada um. “Só que as pessoas precisam saber como fazer, e isso acontece quando elas olham para dentro de si e transformam aquilo que impede a felicidade. Quando as pessoas pararem de olhar para fora encontrarão tudo o que existe de melhor na vida delas”.
Falsa felicidade
Aparência se sobrepõe à realidade frequentemente. Quem não é feliz tem de dar um jeito de ao menos parecer ser. Com o atual exibicionismo geral, todo mundo sente, vez ou outra, que "a grama do vizinho é mais verde". Como lidar com a frustração se nem sempre a gente teve um dia divino, uma balada incrível ou uma viagem para exibir? Parece que todo mundo se diverte e curte a vida, menos nós, que temos de trabalhar (e muito) para pagar as contas. Então, vale a falsa felicidade . “Por uma questão da cultura atual, em que o ter é o que importa e as aparências é que abrem portas, a deterioração dos valores acaba impedindo a possibilidade de viver a realidade, mascarando-a”, fala Heloisa Schauff. Segundo a psicóloga Maria Teresa Reginato, as pessoas usam as redes sociais para mostrar somente a imagem que interessa cultivar. “Mesmo quem é mais centrado acaba achando que tem algo de errado com sua vida. A cultura das aparências é uma diversão semelhante a uma festa à fantasia em que, por uma noite, é possível fingir ser outra pessoa para os outros e muitas vezes para si mesmo”, explica.
Obviamente, quando se olha para a vida de alguém, só vemos a superfície, a não ser quando há muita intimidade. É como a ponta de um iceberg: por baixo tem muito mais que não enxergamos. “Isso vale tanto para a felicidade como para a infelicidade”, afirma Maria Teresa, que declara ainda que as pessoas desenvolvem a frustração quando não têm coisas interessantes para postar sobre si mesmas. “E isso se acentua quando veem as coisas bacanas que foram postadas pelos outros. Muitas pessoas criam uma personalidade para exibir nas redes”, conta. As especialistas dizem que a valorização extrema do mundo virtual tira a atenção dos contatos reais e do sentido de privacidade, gerando atrito nas relações interpessoais e piorando a qualidade de vida, entre outras consequências.
Busca interna
A profusão de livros de autoajuda oferece fórmulas mágicas para todos os tipos de problemas: financeiros, amorosos, de autoestima, com os filhos, com os sogros, no trabalho etc. Tanto material à disposição indica, de maneira implícita, que só é infeliz quem quer. “Esses livros pregam coisas, mas não ensinam como alcançá-las; dizem, por exemplo, para as pessoas pensarem positivo, mas não ensinam como elas podem parar o pensamento negativo”, diz Deborah Epelman, psicóloga especialista em programação neurolinguística (PNL). Deborah explica que a escolha entre ser feliz ou infeliz realmente é de cada um. “Só que as pessoas precisam saber como fazer, e isso acontece quando elas olham para dentro de si e transformam aquilo que impede a felicidade. Quando as pessoas pararem de olhar para fora encontrarão tudo o que existe de melhor na vida delas”.
E há quem persiga a felicidade mais para provar algo aos outros do que
por pura realização pessoal. Segundo a psicóloga Maria Teresa Reginato, é
provável que uma parte razoável de nossas buscas seja motivada pela
necessidade de autoafirmação e reconhecimento. “É preciso ter uma boa
dose de autoconhecimento para saber se o que procuramos corresponde ao
que realmente necessitamos. O que eu desejo não é necessariamente o que
necessito e o que me fará feliz. Pode ser apenas uma compensação por
aquilo que julgo ter faltado ou excedido em minha vida”, explica.
A obsessão em ser feliz pode tirar a atenção de coisas não tão grandiosas, mas que realmente importam. Coisas pequenas acontecem milhares de vezes em uma vida, enquanto as grandes só em poucas ocasiões. “Se você sonha com apoteoses no cotidiano viverá frustrado. Quando nos comparamos aos outros, só vemos o final do processo. Aí concluímos que as pessoas receberam aquela dádiva num golpe só, pela sorte e sem esforço. E não é verdade”, afirma Heloisa Schauff.
A obsessão em ser feliz pode tirar a atenção de coisas não tão grandiosas, mas que realmente importam. Coisas pequenas acontecem milhares de vezes em uma vida, enquanto as grandes só em poucas ocasiões. “Se você sonha com apoteoses no cotidiano viverá frustrado. Quando nos comparamos aos outros, só vemos o final do processo. Aí concluímos que as pessoas receberam aquela dádiva num golpe só, pela sorte e sem esforço. E não é verdade”, afirma Heloisa Schauff.
Reduzir consumo de sal pode cortar risco de câncer de estômago
Recomendação diária para uma alimentação saudável é de apenas seis gramas
Um em cada sete casos de câncer de estômago
no Reino Unido poderia ser evitado se as pessoas limitassem o consumo
de sal para a recomendação diária máxima de seis gramas. De acordo com
estatísticas compiladas pela instituição World Cancer Research Fund (WCRF), a média de consumo diário do alimento pela população é de 8,6 g, quantidade 43% maior do que a recomendada.
Segundo os pesquisadores, em
geral, o câncer de estômago é diagnosticado em estágio avançado, fazendo
com que apenas 15% dos pacientes tenham uma sobrevida por um período
maior do que cinco anos. Por isso, Kate Mendoza, chefe de informação da
saúde do WCRF reforça a necessidade de medidas preventivas. Essa é a
sétima causa mais comum de morte no Reino Unido.
Em 2009, foram diagnosticados
7.500 novos casos desse tipo de câncer no país. Se a ingestão de sal
tivesse sido reduzida a seis gramas por dia, 1.050 casos poderiam ter
sido evitados. Em 2010, cerca de 5.000 mortes foram causadas pela
doença.
De acordo com Kate, 75% do sal
que consumimos já está presente em alimentos processados que compramos,
na forma de sódio. Assim, o ideal é tirar o saleiro da mesa para não
acrescentar o tempero ao prato durante as refeições.
A alta ingestão de sal também
está ligada à hipertensão, principal causa de derrames e um importante
fator de risco para doenças cardíacas. Uma dieta rica em sódio também
foi associada a pedras nos rins e osteoporose.
Diminua a ingestão de sódio com medidas simples
De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, a recomendação de sódio
para um adulto saudável é de 2.400 miligramas por dia, o equivalente a
cinco gramas de sal ou uma colher de chá do alimento. Mas o cardápio
diário do brasileiro costuma conter quase 12 gramas de sal por dia -
mais que o dobro! Confira dicas de como reduzir o consumo de sódio no
dia a dia.
Shoyu
O shoyu apresenta redução de, pelo menos, 25% da quantidade de sódio se comparado a versão tradicional. Para diminuir ainda mais a ingestão de sódio no dia a dia, vale mergulhar sushis e sashimis no suco de limão ou ainda em um mix de limão, mostarda, cebola e azeite.
O shoyu apresenta redução de, pelo menos, 25% da quantidade de sódio se comparado a versão tradicional. Para diminuir ainda mais a ingestão de sódio no dia a dia, vale mergulhar sushis e sashimis no suco de limão ou ainda em um mix de limão, mostarda, cebola e azeite.
Macarrão instantâneoTanto
o macarrão quanto o tempero pronto têm grande quantidade de sódio. Por
isso, sempre que possível, opte por um macarrão tradicional com molho de
tomate caseiro, que é muito mais nutritivo e saudável.
Temperos
Grande parte dos alimentos que consumimos já vem com sódio embutido. Por isso, evite acrescentar sal nas refeições do dia a dia. Ao temperar uma salada, por exemplo, invista em azeite, limão, vinagre e outros temperos.
Grande parte dos alimentos que consumimos já vem com sódio embutido. Por isso, evite acrescentar sal nas refeições do dia a dia. Ao temperar uma salada, por exemplo, invista em azeite, limão, vinagre e outros temperos.
Congelados
Grande parte dos alimentos industrializados e as preparações congeladas é rica em sódio. O sal atua como conservante desses produtos, então, se o objetivo é reduzir a ingestão de sal, passe reto nessa sessão do supermercado.
Grande parte dos alimentos industrializados e as preparações congeladas é rica em sódio. O sal atua como conservante desses produtos, então, se o objetivo é reduzir a ingestão de sal, passe reto nessa sessão do supermercado.
Refrigerante
O sódio também está presente em alimentos doces, como refrigerantes. Um copo de 250 ml da bebida contém 17,5 mg de sódio. Se você pensa que a versão light é mais indicada, está muito enganado. A mesma quantidade da bebida light pode oferecer até 38 mg de sódio. Recomenda-se, portanto, investir em sucos naturais ou na água.
O sódio também está presente em alimentos doces, como refrigerantes. Um copo de 250 ml da bebida contém 17,5 mg de sódio. Se você pensa que a versão light é mais indicada, está muito enganado. A mesma quantidade da bebida light pode oferecer até 38 mg de sódio. Recomenda-se, portanto, investir em sucos naturais ou na água.
Bebidas açucaradas podem causar alterações nos músculos
Bebidas açucaradas podem levar a alterações nos
músculos semelhantes às causadas por problemas como obesidade e
diabetes tipo 2, revela pesquisa realizada na Bangor University, na
Inglaterra.
O coordenador da pesquisa, Dr. Hans-Peter Kubis, diz
que a pesquisa mostrou que o consumo regular de refrigerantes alterou a
maneira como os músculos usam o alimento como combustível, queimando
mais açúcares do que gorduras.
O pesquisador explica que as bebidas açucaradas
podem causar mudanças no metabolismo corporal. Dessa forma, os músculos
parecem ser capazes de identificar o açúcar e fazer o metabolismo
corporal menos eficiente, não apenas no presente, mas também ao longo
da vida.
Essa mudança no metabolismo gera uma dificuldade do
organismo queimar gordura e aumenta as chances de ganhá-la. Além
disso, as bebidas açucaradas geram outro problema: o aumento de açúcar
no sangue, conhecido como hiperglicemia, o que pode resultar no
desenvolvimento do diabetes.
O estudo foi publicado no European Journal of Nutrition.
Abuso do Viagra traz riscos para a saúde
O Viagra é um remédio utilizado para tratar a
dificuldade de ereção que pode surgir depois que um homem atinge uma
certa idade. O medicamento facilita as dilatações dos vasos sanguíneos
do pênis, mantendo mais sangue nos corpos cavernosos e causando a
ereção.
Porém, desde o surgimento do Viagra, jovens
saudáveis e que não precisam do tratamento começaram a fazer uso da
droga, atraídos por rumores de ereções que duram horas e desempenho
máximo durante o ato sexual. Há também quem procure o Viagra para
vencer as inseguranças normais de quem está começando sua vida sexual.
O que esses homens não sabem, é que o remédio não
terá nenhum efeito milagroso. A ereção obtida será parecida com a que o
corpo teria produzido naturalmente. Além disso, o Viagra (assim como
qualquer outro medicamento) oferece riscos, que são ainda mais elevados
para que não precisa realmente do remédio. Podem acontecer dores de
cabeça, enjôo e o priapismo prolongado – uma ereção dolorosa que pode
durar horas ou dias. Caso o medicamento seja tomado com outras drogas,
os riscos ficam ainda mais elevados. Já que substâncias como ecstasy
sobrecarregam o coração, o homem estará se expondo a problemas
cardíacos.
Existem ocasiões em que o tratamento com o Viagra é
realmente necessário, podendo ser usado por jovens que enfrentem
problemas em sua vida sexual. Mas o remédio deve ser receitado por um
médico e, caso as complicações sejam de natureza emocional, também deve
haver acompanhamento com um terapeuta. Mas em situações onde o órgão
sexual do homem funciona normalmente, o abuso desse medicamento traz
mais riscos do que benefícios.
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