segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Imposto sobe e deixa cigarros mais caros

Consumidor vai pagar valor mínimo de R$ 3 por maço estabelecido pela Receita


O cigarro vai ficar mais caro. O anúncio foi feito pelo governo no Diário Oficial da União, nesta segunda-feira (22), e traz a elevação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) relativo aos cigarros.
Os impostos serão cobrados de uma única vez já na indústria ou pelo importador, nos casos dos cigarros que vêm de fora. Desta maneira, o aumento será repassado aos consumidores. O valor da tributação vai considerar a marca do produto e o nome associado a ela, o comprimento e a embalagem do cigarro.
Entre este ano e o próximo, o consumidor vai pagar 40% a mais pelo produto. Até 2015, a elevação será gradativa e chegará a 60% do valor pago pelos fumantes.
Isso significa que, de um preço médio de R$ 5 cobrado por um maço com 20 cigarros, do tipo box (de caixinha), o fumante irá pagar R$ 7 pelo mesmo produto, ou seja, R$ 2 só de impostos. Daqui a quatro anos, o preço chegará a R$ 8 – R$ 3, de tributos.
Além do aumento,a  Receita fixou um preço mínimo de venda no varejo por maço de cigarros. De 1º de novembro de 2011 a 31 de dezembro de 2012 será de R$ 3. Em 2013, o valor sobe para R$ 3,50 e chega a R$ 4,00 em 2014. A partir de 1º de janeiro de 2015, o preço mínimo do maço no varejo será R$ 4,50.

Também foram estabelecidas novas alíquotas do IPI sobre cigarros, para as empresas que optarem pelo regime especial. O valor do imposto será obtido pelo somatório de duas parcelas: uma ad valorem (por percentual do valor da transação) e uma específica por maço ou box.
A nova tributação passa a valer em primeiro de novembro, com elevações de IPI anuais até 2015.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Cuidados com as bebidas de soja na alimentação infantil

Alimentos feitos à base de proteína soja estão em todo lugar - leite de soja, iogurte de soja, carne de soja, entre outros. Além de ser um alimento saudável, acredita-se que a soja possa prevenir e combater diversas doenças. No entanto, especialistas alertam que nem tudo que é bom para os adultos é recomendado para os bebês, pois esses têm necessidades nutricionais específicas. Para esclarecer essa dúvida, o gastroenterologista e nutrólogo, Dr. José Vicente Noronha Spolidoro, professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da PUCRS, explica os mitos que envolvem o uso da soja na alimentação infantil.
1. O que é mais indicado para o bebê: leite de vaca ou bebidas de soja?
Resposta: Nenhum dos dois. Isso porque a Organização Mundial de Saúde recomenda que o bebê receba exclusivamente o leite materno até os seis meses de idade. Após esse período, o leite materno deve ser complementado com outros alimentos. No entanto, o leite de vaca não é considerado pela Sociedade Brasileira de Pediatria apropriado para crianças menores de um ano, pois contém nutrientes em quantidades inadequadas para o desenvolvimento do bebê como: pouco carboidrato, muita proteína que compromete a digestão, alta taxa de sódio que contribui para a sobrecarga dos rins, baixos níveis de vitaminas D, E e C e quantidade insuficiente de ferro e zinco. Dessa forma, tanto o leite de vaca quanto bebidas de soja são recomendados para crianças maiores de dois anos de idade, mas é importante ressaltar que bebidas de soja contêm quantidade insuficiente de cálcio, ao contrário do leite de vaca.
2. Qual a diferença entre fórmula infantil de soja e o extrato de soja, popularmente conhecido como bebida de soja?
Resposta: Indicada sob prescrição médica, a fórmula de soja contém proteína isolada de soja e recebe adição de outros nutrientes essenciais para o desenvolvimento do bebê, tornando-se nutricionalmente completa. Além disso, essas fórmulas são isentas de lactose (açúcar presente no leite) e sacarose, sendo indicadas para casos de intolerância à lactose - muito rara no primeiro ano de vida, pois nessa idade, a intolerância ao leite é definida como alergia à proteína do leite de vaca - ou em situações nas quais for necessário retirar o leite de vaca da dieta. Já o extrato de soja é obtido a partir de grãos de soja e apresenta deficiências de certos nutrientes para o desenvolvimento do bebê como gorduras, cálcio, carboidrato, além de não conter a metionina, aminoácido responsável pela redução dos níveis de colesterol no sangue e na remoção de restos tóxicos do fígado.
3. A partir de qual idade a mãe pode oferecer bebida de soja, iogurte e outros derivados do grão ao bebê?
Resposta: De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, produtos à base de soja são indicados para crianças maiores, adolescentes e adultos, mas não para bebês ou crianças com idade inferior a dois anos. Entidades médicas internacionais também não recomendam o uso de produtos à base de soja para substituir o leite materno ou o leite de vaca. Antes de um ano de idade, o extrato de soja pode causar alergia e deficiência nutricional no bebê. Já as fórmulas infantis de soja podem ser usadas no primeiro ano de vida de acordo com a orientação do pediatra.
4. E no caso das crianças com alergia ao leite de vaca? O leite de soja é indicado?
Resposta: A alergia à proteína do leite de vaca é responsável por 90% dos casos de alergia alimentar no primeiro ano de vida e pode ocorrer nos primeiros três anos de vida. É uma reação do sistema imunológico do bebê à proteína do leite, gerada pelo consumo de fórmulas infantis à base de proteína do leite de vaca ou em lactentes com amamentação exclusiva devido ao leite de vaca consumido pela mãe e transmitido ao bebê pelo leite materno. Como o intestino e o sistema imunológico do bebê ainda são imaturos, ele reconhece a proteína do leite de vaca como um corpo estranho e produz anticorpos contra essa proteína, provocando problemas gastrintestinais (diarréia com ou sem sangue, constipação, náuseas e vômitos), respiratórios (asma, rinite e chiado no peito) e na pele (manchas vermelhas, lesões nas dobras e coceiras). Nesses casos, o tratamento exige a exclusão total do leite de vaca e derivados da dieta, pois quantidades mínimas desta proteína podem desencadear reações alérgicas sérias. Dessa maneira, as fórmulas à base de proteína de soja não são indicadas para o tratamento da alergia à proteína do leite de vaca, pois também contém proteínas potencialmente alergênicas. Um dado importante é que metade dos bebês que tem alergia à proteína do leite de vaca sofre com alergia à proteína de soja. Uma das alternativas que o médico pode indicar para o tratamento é a substituição do leite por fórmulas infantis especiais à base de proteínas extensamente hidrolisadas (nesse processo a proteína é fragmentada e tem menor chance de causar a reação alérgica) ou fórmula especial composta de aminoácidos livres.
5. Uma criança com intolerância à lactose pode consumir bebida de soja?
Resposta: Sim. A intolerância à lactose acontece, geralmente, em crianças maiores (a partir da fase pré-escolar), adolescentes e adultos, caracterizando-se pela dificuldade do intestino em digerir o açúcar do leite (lactose). Isso ocorre devido à falta ou deficiência da lactase, enzima que ajuda o organismo a digerir e absorver o açúcar do leite. Os sintomas mais frequentes são diarréia, cólicas, distensão abdominal, náuseas, vômitos. O tratamento requer orientação nutricional com produtos sem lactose como é o caso da bebida de soja.
Intolerância à lactose Alergia ao leite de vaca
Nas crianças com intolerância à lactose, são toleradas a ingestão de quantidades limitadas de leite e seus derivados. O consumo é indicado para garantir o atendimento às recomendações de cálcio, fósforo, magnésio e vitaminas. Também se recomenda o consumo de produtos sem lactose No caso das crianças com diagnóstico de alergia ao leite de vaca, deve-se fazer a exclusão completa do leite de vaca e seus derivados, além de todos os alimentos preparados com leite. Além disso, não se deve consumir alimentos industrializados que contenham na rotulagem: caseína, caseinato e proteínas do soro, substâncias que indicam a presença da proteína do leite de vaca.

Síndrome metabólica pode causar doenças renais

Entre os principais fatores que contribuem para o aparecimento da doença estão hipertensão, altas taxas de açúcar no sangue e colesterol alto

Síndrome metabólica pode causar doenças renais
Síndrome metabólica pode causar doenças renais 

Pessoas com problemas metabólicos têm um maior risco de desenvolver doença renal, revela um estudo que será publicado no periódico científico Journal of the American Society Nephrology.
A síndrome metabólica é caracterizada por um grupo de fatores que predispõem às doenças cardiovasculares, ao diabetes e - quando as doenças ocorrem associadamente - à morte prematura. Para ser diagnosticado com síndrome metabólica, o paciente deve se enquadrar em três ou mais das seguintes características: hipertensão, açúcar elevado no sangue, excesso de gordura abdominal, baixo nível de bom colesterol e índices elevados de ácidos graxos.
Para o estudo, os pesquisadores da Clínica Cleveland combinaram os dados de 11 estudos que examinavam a relação entre a síndrome metabólica e a doença renal. No total, foram considerados 30.416 pacientes de vários grupos étnicos.
Segundo os resultados, pessoas com síndrome metabólica têm 55% mais chances de desenvolver problemas renais, principalmente em relação à diminuição da função renal. Além disso, eles concluíram que o risco de ter problemas nos rins aumenta à medida que os componentes da síndrome metabólica crescem.
“Os clínicos gerais deveriam passar a considerar pessoas que sofrem de síndrome metabólica como pacientes com riscos potenciais de ter problemas renais”, disse Sankar Navaneethan, autor do estudo.
A prevenção da síndrome metabólica se dá a partir da adoção de hábitos saudáveis, como dieta balanceada e a prática de atividades físicas. Estudos sugerem que com a perda de excesso de peso, aumento dos níveis de colesterol bom no sangue e controle do açúcar, é possível diminuir os riscos de desenvolver a doença renal. Porém, segundo os pesquisadores, mais estudos são necessários para confirmar essa relação.

Mulheres preferem animal de estimação a sexo, diz estudo

Mulher com um dálmata no colo. Foto: Getty Images
De acordo com a pesquisa, 42% delas preferem um animal do que ter vida sexual ativa

O livro Money Honey:The Power Of Capital Erotic investigou pesquisas internacionais sobre o desejo sexual entre homens e mulheres e a conclusão foi que 42% das mulheres preferem ter um animal de estimação do que uma vida sexual. Estudos em toda a Europa apontam que cerca de um terço das mulheres têm o desejo sexual baixo ou inexistente. As informações são do Daily Mail.
Apenas um quarto delas disse que o sexo as faz extremamente feliz. O estudo avaliou 12 mil mulheres em 21 países, em 2008.
Outra pesquisa, feita em 58 países, revelou que as mulheres se preocupam mais com a aparência do que com ter relações sexuais. Até os 30 anos, mulheres e homens têm a libido praticamente igual. Mas depois desta faixa, a mulher começa a perder o desejo sexual e fica bem atrás do homem.
O ambiente também interfere: pesquisas mostraram que as pessoas de sangue quente, que vivem nos países do Mediterrâneo, são sexualmente mais ativas do que as que vivem em regiões frias. Em alguns países africanos, os casais fazem sexo, em média, 440 vezes por ano. Em contraste, nos países ocidentais o índice é de pouco mais de 200 vezes anuais.
De acordo com a pesquisa, o interesse da mulher por sexo diminui após dois anos de relacionamento. O livro menciona uma pesquisa com 100 casais australianos submetidos ao desafio de manter relações sexuais diárias, por nove meses. Segundo o estudo, as mulheres começaram a usar o sexo para controlar o marido e conseguir o que queriam. As pesquisas reunidas na obra mostram que enquanto o desejo sexual do homem permanece linear ao longo da vida, o da mulher segue em declínio após os 30 anos de idade.

Amor pode melhorar desempenho físico na malhação, diz estudo


Estudo indica que estar amando, em uma relação duradoura, é um fator de motivação para a melhora do desempenho físico na prática de esportes e .... Foto: Getty Images 
Estudo indica que o amor presente em uma relação duradoura pode trazer benefícios à performance física durante os exercícios
 
Não basta estar apaixonado: é preciso estar amando para ter um melhor desempenho físico durante a malhação ou treino. Esta é a conclusão de um estudo feito com um grupo de profissionais olímpicos, divulgado pelo site do canal americano Fox News.
Os pesquisadores questionaram cerca de 400 atletas, sendo 265 mulheres e 133 homens, por meio de entrevistas online, além de entrevistas pessoais. Eles deram aos atletas uma definição sobre o amor, para que não houvesse confusão, e perguntaram se eles já se sentiram dessa forma.
Os que responderam "sim" foram questionados se acreditavam em uma melhora de sua performance por estarem amando. Mais da metade do grupo (55%) respondeu que sim, e as conclusões mostram que os homens são mais propensos a assumir isso do que as mulheres.
Muitos deles associaram o benefício ao papel do companheiro na relação: ter um parceiro para dividir tarefas cotidianas, como cuidar das crianças, por exemplo, os faz se dedicar mais integralmente ao esporte.
Os profissionais envolvidos no estudo acreditam que o amor compassivo, um tipo e afeição e confiança presente em uma relação duradoura, se mostrou mais efetivo na melhora da performance do que o amor passivo, associado à paixão, euforia e alegria, sentimentos vivenciados no início de um relacionamento.
Os resultados contrariam a idéia de que as relações podem distrair ou tirar a energia das pessoas e mostram também que as imagens das pessoas que amam provocam o aumento do fluxo sanguíneo na região do cérebro associada à motivação.
As conclusões da pesquisa foram apresentadas na reunião anual da Associação Americana de Psicologia, no início do mês de agosto de 2011.
 

Amamentar pode reduzir risco de câncer de mama

Segundo especialistas do Boston University School of Public Health, nos Estados Unidos, amamentar pode ajudar a reduzir os riscos de câncer de mama. As conclusões foram feitas com base em uma pesquisa iniciada em 1995 com 59.000 mulheres afro-americanas.
Durante os 14 anos em que os pesquisadores acompanharam essas mulheres, 318 desenvolveram câncer de mama negativo para receptores de estrógeno e progesterona, enquanto 457 desenvolveram câncer de mama com estrogênio positivo e receptores de progesterona.
Julie Palmer, autora da pesquisa, explica que dar à luz a dois ou mais filhos está ligado ao câncer de receptor de estrogênio e progesterona negativos em mulheres que não amamentaram.
"Nossos resultados, juntamente com os resultados recentes de estudos de câncer de mama triplo negativo, sugerem que a amamentação pode reduzir o risco de desenvolver a forma mais agressiva de câncer de mama", diz Palmer.

Bullying causa danos à vítima e ao agressor

O bullying é uma prática que se caracteriza pelo uso do poder do mais forte como uma forma de dominação do mais fraco, podendo ser feita de forma verbal ou física. O assunto não é novo, mas mais recentemente ele vem recebendo mais destaque na mídia.
Para o Dr. Wimer Bottura, presidente do Comitê Multidisciplinar de Adolescência, a globalização e a facilitação do acesso à informação favorecem o debate do tema, ajudando no esclarecimento da população. Ele acredita que com a identificação do problema, é possível que as pessoas se conscientizem e o superem.
O bullying, além de tornar a vida da pessoa mais difícil e triste, pode deixar sequelas duradouras e causar danos emocionais profundos. Até mesmo o indivíduo que pratica o abuso pode sofrer.
“Apesar de ambos apresentarem consequências, avaliamos que as vítimas mostraram melhor resultado de vida em relação àqueles que o aplicam. Enquanto as vítimas podem dar queixa e iniciar o tratamento, o agressor não aceita ajuda e permanece com uma defesa arrogante, carregando, em silêncio, culpa e vergonha”, explica o Dr. Bottura.
Alguns dos sintomas apresentados pela vítima do bullying são agitação, insônia, apresentação de desculpas para a criança faltar à aula e desconfiança. Se os pais perceberem que existe a possibilidade de o filho estar passando por uma situação incômoda na escola ou em outro ambiente, eles não devem aplicar punições, e sim procurarem um profissional que possa orientá-los.
Para o fim do bullying, pais e educadores devem se informar sobre o assunto e estarem atentos.

Estudantes comem poucas frutas e vegetais

Autoridades de saúde recomendam a ingestão de cinco porções diárias de frutas e vegetais, e o estudo realizado na Oregon State University, que observou 582 estudantes norte-americanos, constatou que a maioria não consome essa quantidade, e outros nem chegam a consumir uma por dia.
Publicado no Journal of Nutrition Education and Behavior, o estudo mostra que estudantes do sexo masculino consumiam cerca de cinco porções de frutas e vegetais por semana e os estudantes do sexo feminino cerca de quatro.
"Descobrimos que os alunos deixavam de fazer refeições com bastante frequência, o que justificar a falta de frutas e vegetais", diz Brad Cardinal, autor do estudo. O estudo indica que mais de 30% das calorias consumidas pelos estudantes são provenientes de gordura, o que supera a recomendação da American Dietetic Association, de não mais de 30%  por semana.

Masturbação ajuda a descobrir novas fontes de prazer

Tocar-se, ao contrário do que já foi defendido, só faz bem para mulheres 

Não há consenso entre os médicos e especialistas no campo da sexualidade humana se a masturbação já deixou de ser tabu para ser uma prática reconhecida e incorporada à saúde feminina ou se ainda é vista como uma ameaça à família e aos bons modos. O fato é que as informações sobre dar prazer a si mesma ao menos começaram a ser tiradas dos armários em que permaneceram trancadas por tanto tempo. "Atualmente a masturbação é uma prática aceita pela maioria das mulheres", acredita o terapeuta e médico vibracional, Eduardo Navarro. Para o especialista, a discussão sobre ser ou não tabu tem que ser superada.

Depois de tantos anos sendo ameaçada por castigos dignos de uma pecadora caso ousasse sentir prazer tocando o próprio corpo, a mulher incorporou a culpa por "sujar" as mãos se distanciando da fonte primeira de satisfação plena: ela mesma. Proibida de tocar seu próprio corpo, ficou difícil de se conhecer, de saber sobre seus medos e desejos. Isso dificultou, inclusive, o aprendizado de como guiar o parceiro no sexo a dois. 
Masturbação ajuda a descobrir novas fontes de prazer - Foto: Getty Images
Saber que em si mesma você é um instrumento de prazer é uma mudança de perspectiva capaz de reinventar a sua vida, defende Navarro. De acordo com o especialista, para mudar o padrão dos relacionamentos é preciso começar por si mesma. Ser feliz numa relação a dois envolve uma séria de trocas além das sexuais. Enquanto estamos sozinhos - seja isso um período em nossas vidas ou um momento no dia - precisamos aproveitar para nos conhecer mais e saber com convicção do que nos faz feliz. Se é assim,  nosso corpo funciona como um grande mapa do tesouro, com setas para realização dos nossos desejos.

Sozinha para estar a dois
A psicoterapeuta e sexóloga Magda Gazzi tem orientado muitas mulheres a se voltarem para si mesmas como forma de salvar seus casamentos. "Enfatizo a importância das mulheres descobrirem seus pontos erógenos, as partes do corpo que mais dão prazer, e para isso é necessário se tocar e se descobrir. Cada pessoa é única, para poder aproveitar o prazer é preciso conhecer de onde ele vem", explica. 
Para quem não sabe como começar, vale dizer que masturbação, assim como sexo, não possui roteiro ou manual de utilização. O que existem são alguns cuidados em relação ao seu corpo, como ir regularmente ao ginecologista, cuidar da sua higiene e praticar sexo seguro. Fora isto, coloque para funcionar os seus instintos, seu lado íntimo e sensual. Se você não sabe que parte do corpo sente mais prazer, aproveite para se conhecer inteira.

Observe suas sensações em cada pequenina região que tocar e atenda aos seus pedidos de "quero mais". A masturbação ensina os primeiros passos do sexo e do orgasmo a dois. Algo que começa na intimidade feminina para depois evoluir e alcançar sintonia quando em combinação com a masculina.

Britânicos testam ecstasy para tratar câncer

Compostos da droga podem combater doenças como leucemia, linfoma e mieloma

Cientistas do Reino Unido revelaram nesta sexta-feira (19) que estão testando se o ecstasy, conhecido como a droga do amor e popularizado em festas de música eletrônica, pode ser eficaz no tratamento do câncer.
Cientistas da Universidade de Birmingham, no centro da Inglaterra, afirmaram ter modificado formas da droga, intensificando em cem vezes sua capacidade de destruir células cancerosas.
Seis anos atrás, os pesquisadores descobriram que os tipos de câncer que afetam os glóbulos brancos do sangue parecem responder a certas drogas "psicotrópicas". Entre elas estão pílulas de emagrecimento, antidepressivos da família do Prozac e derivados da anfetamina como o MDMA, conhecido popularmente como ecstasy.
Os cientistas afirmaram que as descobertas feitas desde então podem levar ao uso de derivados de MDMA em testes com humanos. Os derivados podem ser eficazes no tratamento de tipos de câncer como leucemia, linfoma e mieloma.
John Gordon, da Escola de Imunologia e Infecção da universidade inglesa, diz que “esse é um animador avanço no uso de uma forma modificada de MDMA para ajudar pessoas que sofrem de câncer no sangue. Embora não queiramos dar às pessoas falsas esperanças, os resultados dessa pesquisa demonstram o potencial para avanços nos tratamentos nos próximos anos.
A equipe de cientistas descobriu que a dose de MDMA requerida para tratar um tumor poderia ser fatal, portanto, trabalhou no isolamento das propriedades anticancerígenas da droga.
Agora, eles estão estudando formas de conseguir que moléculas de MDMA penetrem nas paredes das células cancerosas mais facilmente.
David Grant, diretor científico da instituição beneficente Pesquisa de Leucemia e Linfoma, que financiou parcialmente o estudo, diz que "a perspectiva de sermos capazes de atacar o câncer no sangue com uma droga derivada do ecstasy é uma proposta genuinamente excitante".
– Muitos tipos de linfoma permanecem difíceis de tratar e necessitamos desesperadamente de drogas não tóxicas que sejam eficazes e tenham poucos efeitos colaterais.
As descobertas foram publicadas na edição bimestral da revista Investigational New Drugs.

Gordura no ovário dificulta gravidez de mulheres acima do peso

Embriões expostos a ácidos gordurosos têm menor atividade metabólica

A exposição de ovários a níveis altos de ácidos gordurosos comumente encontrados em obesas e diabéticas pode prejudicar o desenvolvimento do embrião, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira (18) conduzido por cientistas da Bélgica, Reino Unido e Espanha. 

A descoberta dá maior sustentação a recomendação médica de emagrecer feita para  mulheres que querem ter bebês. 

A pesquisa foi feita com ovários de vacas. Porém, o coordenador do estudo, o belga Jo Leroy, da universidade de Antwerp, disse que as descobertas podem explicar porque mulheres gordas e que sofrem de diabetes podem ter mais dificuldade de conceber. 

– Nas vacas nós podemos induzir problemas metabólicos para induzir problemas de fertilidade e qualidade de ovário. Por essa razão, os ovários bovinos são um modelo interessantes para pesquisa de reprodução humana. 

Os pesquisadores concluíram que quando embriões de gado eram expostos a altos níveis de ácidos gordurosos eles apresentavam menor atividade metabólica, menor consumo de oxigênio, entre outras alterações que podem comprometer a gestação.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Ação humana pode ser a causa do aumento de ataques de tubarão

Um aparente aumento dos ataques de tubarão pode ser consequência da ação humana. As possíveis causas, afirmam especialistas, seriam as viagens de baixo custo, a sobrepesca e talvez o aquecimento global.

Nesta semana, decidiu-se pelo fechamento das praias nas ilhas Seychelles, no oceano Índico africano, depois que de um tubarão atacar barbaramente um britânico que estava em lua-de-mel, no segundo ataque fatal registrado no local em 15 dias.

Na região de Primorie, na costa russa banhada pelo Pacífico, outro tubarão atacou um adolescente de 16 anos depois que um homem perdeu os antebraços ao defender a esposa.

No Caribe, uma mulher que estava de férias em Porto Rico levou uma mordida de 30 centímetros quando nadava em um disputado ponto turístico, a baía de Vieques.

NO MUNDO

Segundo o ISAF (sigla em inglês de Registro Internacional de Ataques de Tubarão), compilado pela Universidade da Flórida, 79 ataques não provocados de tubarões ocorreram no mundo todo em 2010, sendo seis deles, fatais.

Este foi o número mais elevado em uma década e representou um aumento de 25% em relação a 2009 (63 ataques e seis mortes) e de de 49% a 2008 (53 ataques e quatro mortes).

Neste ano, ocorreram seis mortes e sete casos de ferimentos até agora, segundo uma contagem extraoficial feita pela AFP com base em informações divulgadas pela imprensa.

Segundo especialistas, em comparação com as mortes causadas pelo tabagismo, acidentes de carro, quedas e raio e ataques de outros animais, o risco de se morrer em um ataque de tubarão é mínimo.

"A atenção dada a ataques de tubarão é completamente superestimada", diz Agathe Lefranc, cientista do grupo francês Apecs (Associação para o Estudo e a Conservação dos Seláquios).

Biólogos marinhos afirmam haver poucas pesquisas sobre as causas de ataques de tubarões, mas apontam para algumas possibilidades, todas relacionadas a humanos.

AÇÃO DO HOMEM

A primeira é o aumento da mobilidade, com viagens aéreas e pacotes de turismo mais baratos, que permitem às pessoas nadar, fazer snorkel, surfar e mergulhar em locais que antes não tinham qualquer presença humana.

"O aumento do número de ataques de tubarão não necessariamente significa que há um crescimento na taxa de ataques de tubarão", explica a ISAF. "É mais provável que seja o reflexo de um aumento do tempo que os humanos passam no mar, o que eleva a possibilidade de interação entre as duas partes afetadas."

David Jacoby, especialista da MBA (Associação Biológica Marinha), na Inglaterra, afirma que os ataques de tubarão são eventos com causas locais que frequentemente são pouco investigadas --quando são.

Um caso que se destaca é o do resort egípcio de Sharm el-Sheikh, onde tubarões protagonizaram cinco ataques em apenas uma semana, entre novembro e dezembro de 2010, um deles fatal.

A causa foi um navio de transporte de gado, que lançou carcaças de ovelhas ao mar, e a operadores que, ilegalmente, alimentaram os tubarões para animar os turistas.

Outra questão --mas novamente, sem dados suficientes para confirmá-la-- seria o impacto no comportamento dos tubarões da sobrepesca e do aquecimento global, que afeta as temperaturas e as correntes oceânicas.

"Nós sabemos que estes animais são oportunistas e que vão aonde há fontes de comida disponíveis", diz Jacoby. "Esses recursos mudam de local e dependem de locais e correntes ricos em nutrientes."

Um peixe altamente bem-sucedido em termos evolutivos, com uma linhagem que data de mais de 400 milhões de anos, o tubarão tem sofrido o ataque implacável dos humanos.

Um terço das espécies de mar aberto, inclusive o grande branco e o tubarão-martelo, estão em risco de extinção, devido em parte à demanda asiática pela sopa de barbatana de tubarão, segundo a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). 

Por que os mosquitos parecem se sentir mais atraídos por umas pessoas do que por outras?

Antes de tudo, é bom que se saiba que as incômodas picadas são desferidas apenas pelas fêmeas dos mosquitos – são elas que nos atormentam e sugam o nosso sangue. “Os mosquitos possuem uma série de receptores químicos e de percepção física nas antenas, nas pernas e em outras partes do corpo que os ajudam na tarefa de localizar suas presas”, explica o entomólogo (estudioso dos insetos) Carlos Lamas, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP). Para explicar como escolhem suas vítimas, imagine um grupo de campistas no meio do mato. A uma distância longa, de 35 metros ou mais, eles são atraídos pelo movimento das pessoas e pela temperatura de seus corpos. Uma vez que se aproximam do grupo, entram em ação sensores capazes de detectar uma série de substâncias químicas que exercem forte poder de atração. Das centenas exaladas por nós, humanos, as que mais seduzem os mosquitos são o dióxido de carbono, exalado na respiração, e o ácido láctico, produzido quando fazemos exercícios. Esses incômodos insetos também sentem forte atração pelo suor. Isso faz com que a chance de quem estava cortando a lenha para fazer a fogueira levar uma picada seja bem maior do que quem estava relaxadamente lendo um livro.

Posições sexuais básicas, com algumas variações


Posições sexuais básicas com variações

A penetração é um ato íntimo e de união. Apesar de ser um ato bastante dinâmico, ele pode se tornar monótono com o passar dos anos. É por isso que imaginação e inovação são fundamentais para que o encanto do momento perdure por muito tempo.
É justamente neste contexto que as posições sexuais assumem um papel importantíssimo na quebra da rotina de m casal. Existem várias posições que podem ser executadas, mas a maioria delas são variações de algumas posições básicas. Ao tentar mudar, o ideal é procurar encontrar a melhor junção do pênis com a vagina para que vocês dois sintam o máximo do prazer. Veja as posições mais praticadas
Mulher por cima
Nesta posição a mulher controla o ritmo dos movimentos e a profundidade da penetração. O parceiro neste caso pode aproveitar esta posição para acariciar seus seios, parte interna das coxas. Glúteos e genitais. Uma outra variação interessante quando a mulher está por cima pode ser feita com a mulher de costas para seu parceiro, o que pode aumentar a fantasia sexual do casal.
Posições sentadas
De uma forma geral estas posições permitem que a mulher seja mais ativa e dominante no ato sexual, pois é ela quem controla os movimentos e o ritmo da penetração. Uma cadeira pode ser usada como suporte para a penetração, seja pela frente ou por trás, desta forma, as mãos do seu parceiro podem ficar livres para as carícias. Em uma outra variação dessa posição a mulher pode sentar-se no colo do parceiro.
Posições por trás
Estas posições permitem penetrações profundas e podem ser usadas tanta para a penetração vaginal, como anal. Por não estimularem diretamente o clitóris, é interessante que o homem faça manualmente durante as preliminares ou mesmo na hora de colocar o pênis na vagina.
A penetração por trás e bastante interessante para os homens que tem pênis pequenos, dando uma maior sensação de preenchimento para a mulher. Além disso, a curvatura natural da vagina se ajusta a curvatura do pênis, o que permite uma penetração profunda, tornando-a até mais confortável do que outras posições.
Posições em pé
São uma boa alternativa para parceiros que têm aproximadamente a mesma altura. Para casais com características corporais muito diferentes um do outro, a penetração pode tornar-se um pouco mais difícil de ser conseguida. Nessas situações, a Muller pode auxiliar na penetração apoiando-se nas pontas dos pés e virando uma perna ligeiramente para o lado, enquanto o homem mantém os joelhos flexionados. Nas situações em que a mulher for menor que o homem e mais leve, ela pode se levantada por ele e abraça os quadris dele com as pernas, segurando nos ombros dele. O casal pode estar de frente um para o outro ou a mulher pode estar de costas para ele.
Homem por cima
É a mais usada. Relativamente passiva e confortável, permite penetração, contato visual e beijos. Entretanto, para a mulher essa posição não favorece uma correta angulação do pênis para a estimulação do clitóris e do ponto G. As posições em que o homem fica por cima da mulher são contra-indicadas quando o homem está bem acima do peso. Na posição papai e mamãe, a mulher pode colocar um travesseiro embaixo dos quadris para ter maior controle durante a relação sexual e para uma melhor angulação entre o pênis e a vagina, facilitando a penetração.
Posições Lado a Lado
Estão entre as mais confortáveis e relaxantes. São especialmente agradáveis para parceiros com muita diferença de peso, mulheres grávidas, aquelas que não gostam de penetração muito profunda, e casais mais maduros, que podem ter menos mobilidade. É também interessante para quem que começar a praticar sexo anal. Como os movimentos são mais limitados, há mais conforto e contato entre os corpos, o que pode significar uma maior intimidade para o casal.
Por isso a posição sexual, seja ela qual for, tem que agradar e combinar com os dois. O casal decide o que é realmente gostoso e prazeroso para os dois, por isso a melhor posição é a que agrada e dá prazer a ambos.

Eles não gostam de mulher que usa (muita) maquiagem!

 
Sabrina Sato  foto Arquivo MBPress
A gente se produz toda, compra os produtos mais caros, abusa do lápis, do rímel e do blush. Tudo para fazer bonito e claro, agradar o sexo oposto.
Pois saiba que uma pesquisa britânica revelou que um entre dez homens preferem mulheres sem qualquer make, no melhor estilho n-a-t-u-r-a-l!
A pesquisa descobriu também que homens não gostam de cílios postiços ou batons brilhosos demais. O delineador no melhor estilo Amy Winehouse então, fora de cogitação.
Outra coisa que os homens não gostam são mulheres com várias camadas de pó e blush carregado. Eles também não acham nada sexy aquela cara de panda, pós noite dormida com maquiagem nos olhos.
E mesmo que 18% dos entrevistados realmente desejem que as mulheres usem menos make, metade apenas fala o que pensa, com medo da reação feminina. "Para muitos homens, maquiagem pode ser uma barreira entre ele e a mulher e parece mesmo que eles preferem a naturalidade", disse em entrevista ao jornal britânico "Telegraph", o porta-voz da St Ives, marca de produtos para tratamento da pele, que encomendou a pesquisa, feita com 2 mil adultos.
Entre as mulheres, os dados impressionam. E parece mesmo que não há consenso com o sexo oposto. Quatro de dez mulheres não saem de casa sem maquiagem e 39% das entrevistadas dizem que jamais deixam os amados as verem sem a cara bem coberta. A desculpa para tudo isso: a mesma pesquisa descobriu que 23% das mulheres usam a maquiagem para garantir mais confiança e 30% para se esconder mesmo...
Confira a lista das coisas mais odiadas pelos homens, quando o assunto é make:
1 Batom nos dentes
2 Muito blush
3 Base muito grossa
4 Olhos de panda (dia seguinte)
5 Rímel carregado
6 Batom brilhoso
7 Base marcada próximo à mandíbula
8 Sombra azul brilhosa
9 Sobrancelhas pintadas
10 Delineador no estilo Amy Winehouse

Mulher muito bonita intimida o homem?


Mulher muito bonita intimida o homem
Quem não se lembra da cena clássica, onde o personagem de Hugh Grant perde completamente a fala ao encontrar Anna, interpretada por Julia Roberts, em "Um lugar chamado Nothing Hill"? Tudo bem que ela era famosa, e isso ajudou Willian a se embananar com a presença da bela, mas a língua comida pelo gato na hora tem explicação científica. Segundo um estudo feito na Holanda, os homens ficam mesmo bobos perto de mulheres bonitas.
Segundo os pesquisadores, estar ao lado dessas beldades pode "fazer mal" aos coitadinhos, que teriam algumas funções do cérebro diminuídas na presença delas.
O problema é que eles usariam tanta massa cinzenta para impressioná-las que sobraria pouco para outras atividades cognitivas.
Os psicólogos da Universidade de Radbound estudaram 40 homens, que conversaram por sete minutos com belas mulheres antes de serem testados. O resultado, publicado no Jornal Experimental de Psicologia Social, mostrou que eles ficaram mesmo mais lentos depois de tentar impressionar - quanto mais atraentes eram as mulheres, pior os homens se saíram no teste. Quando feito com mulheres, esse mesmo teste mostrou que elas mantêm as habilidades em perfeito estado. Elas não apresentaram uma queda na pontuação e nem na velocidade das respostas dadas na hora do teste.
O psicólogo George Fieldman afirmou que os homens são programados a pensar sob a égide dos genes. "Quando conhece uma mulher bonita, ele fica o que chamamos de ‘reprodutivamente focado’", explica. Mulheres, no entanto, buscam sinais como saúde, jovialidade e bondade. "Apenas olhar a beleza não tem o mesmo efeito nelas", garante. O mesmo teste também foi realizado com o público feminino.
Os homens, em geral, concordam que uma mulher bonita pode intimidar. Mas isso não significa, pra eles, deixar de se aproximar. "Nesse caso, o cara tem que calcular melhor o método de aproximação", afirma Mauro Souza, de 33 anos. "Mas é ‘menos pior’ levar um corte de uma mulher bonita que de um feia", se explica. "Deus deu ao homem duas cabeças, mas sangue para usar só uma de cada vez", brinca. 
Já Felipe Packer, 28, acha que mais do que a mulher bonita, aquela que sabe que não é apenas um belo par de olhos, peitos e pernas intimida ainda mais. "A que é bem resolvida e tem conteúdo intimida sim, mas não o suficiente para não investir", garante. Ele concorda com a pesquisa e diz que percebe mesmo que os homens ficam bobos perto de uma bela mulher. "Acho que é mais por competição, para mostrar valor".

O que as mulheres solteiras procuram?


“Mulheres solteiras procuram”


Mesmo correndo o risco de se desiludir, as mulheres não desistem de procurar pela cara-metade e construir um relacionamento feliz. Quando a investida não dá certo, elas choram, dizem que não vão tentar de novo, mas tempos depois já estão rindo das cenas que protagonizaram.

E são justamente essas histórias que fazem o público feminino crescer, amadurecer e rir que são encenadas pela atriz Pitty Webo no espetáculo "Mulheres Solteiras Procuram". Ela mesma escreveu e dirigiu o texto e ao lado do ator Marco Antônio Gimenez desvenda as idas e vindas dos mais diferentes tipos de mulheres em busca da felicidade.
Pitty contou que estava solteira em 2006, data em que começou a escrever o texto. "Além de experiências próprias, me inspirei em histórias de amigas. Na dramaturgia mudei personagens e enredo. Além disso, li muitas matérias sobre a mulher contemporânea". O texto ficou pronto três anos depois. "Foram tantas, mas tantas histórias que nem todas couberam na peça. Tive que cortar diversas histórias hilárias, mas reuni todas no livro que estou lançando, intitulado "Mulheres Solteiras Procuram".
Na peça, Pitty Webo diz que as estatísticas não estão a favor da mulher e sustenta sua declaração lembrando que para cada grupo de dez mulheres existem seis homens solteiros. Para o Vila Mulher, ela disse que a difícil busca pelo grande amor se deve também ao aumento do poder aquisitivo da mulher. Tudo bem que foi algo maravilhoso, mas deixou o público feminino bem mais exigente. "Com tanta independência, fica difícil aturar o que nossas avós aturavam!", opina.
Quando questionada sobre o que as mulheres procuram atualmente, a atriz, escritora e diretora afirma: "Felicidade. Amar e ser amada é bom demais... Mas não acho que as solteiras procuram simplesmente um homem. No fundo o que a maioria das pessoas quer é estabilidade de todos os tipos: financeira, emocional..."
E para alcançar esse patamar com menos sofrimento, Pitty acredita que as mulheres que se valorizam saem na frente das carentes. "A gente deveria parar de colocar o nosso valor nas costas do outro. Não há maior afrodisíaco para um homem do que uma mulher confiante. Além disso, as mulheres seguras de si não se apaixonam facilmente. Primeiro conhecem o sujeito de verdade e a partir daí cresce um sentimento genuíno do que realmente vale a pena ser vivido", diz.
O segredo para encontrar a felicidade e, de quebra, alguém especial é, na opinião de Pitty Webo, a mulher ter vida própria e não depender dessa procura. "A gente tem que saber ser feliz sozinha também! Às vezes vejo alguma amiga sofrendo porque o cara não ligou e digo: ‘tira sua bunda daí e vai fazer algum trabalho social! Homens vêm, vão ou ficam, você não pode deixar seu emocional a mercê disso". E garante: "Se você souber ser feliz sozinha, certamente vai ter mais maturidade para um relacionamento a dois."
 Mas não pense que basta encontrar a cara-metade. É preciso saber manter a relação. E Pitty, que está mergulhada nesse universo, dá as dicas: "O relacionamento tem que fazer bem aos dois, em todas as fases. Não acredito que seja necessário sofrer para se alcançar a felicidade. Por exemplo: se você quer reclamar de algo que o cara fez, respire fundo e diga a ele de maneira séria, charmosa e calma - nunca aos gritos. O amor precisa ser mais fácil e leve. E se terminar, saiba que tudo passa", finaliza.

Doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por 72% das mortes de brasileiros

Governo federal anuncia medidas para reduzir a incidência de problemas cardiovasculares e respiratórios, câncer e diabetes

O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (Dcnt) no Brasil, que reúne medidas a serem adotadas nos próximos dez anos. O objetivo é, até 2022, reduzir em 2% a taxa de mortes prematuras – antes dos 70 anos. Atualmente, 72% do total de mortes no Brasil são provocadas por algum desses problemas, o correspondente a 742.779 vítimas por ano: 43% dos óbitos é provocado por doenças cardiovasculares, 22,6% por câncer, 8% por problemas respiratórios crônicos e 6,9% por diabetes.
De acordo com o ministério, as doenças crônicas não transmissíveis custam caro ao sistema de saúde pública. Segundo levantamento do Fórum Econômico Mundial, os países emergentes perdem mais de 20 milhões de anos produtivos na vida de seus habitantes por conta dessas doenças. No Brasil, a redução de produtividade entre 2006 e 2015 tem impacto estimado de 6,7 bilhões de reais. “Essas doenças têm uma relação de ciclo vicioso com a pobreza, pois, além de os mais pobres terem mais chance de adoecer, os que adoecem têm menos condições de sair dessa condição financeira”, comenta o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
Entre as medidas anunciadas está a vigilância ou ação preventiva para combater os fatores de risco, como o tabagismo, o consumo abusivo de álcool, a inatividade física e a alimentação inadequada. “Alguns desses itens estão relacionados com todas as doenças crônicas, ou seja, atuando em uma delas, promovemos a redução de risco para várias ao mesmo tempo, o que permite um alcance maior na população”, explica Barbosa. Por isso, compõe também as metas do plano a redução da prevalência de obesidade e de consumo de álcool e cigarro. "É um erro de estratégia achar que se reduz quantidade de doenças crônicas apostando somente em atendimento hospitalar. Reunimos um conjunto de ações pensando em todos os itens, como prevenção, atenção primária e combate aos fatores de risco", ressalta o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Obesidade infantil - Uma das principais preocupações dos organizadores do Plano é o alto índice de obesidade infantil. Atualmente, a média de crianças entre 5 e 9 anos obesas é de 16,6% - número maior que a frequência entre adultos, que é de 15%. “Queremos reduzir aos níveis de 1990 a taxa dessa epidemia”, destaca o secretário. Para reduzir esse índice, serão implementados programas de alimentação saudável e incentivo a atividades físicas nas escolas. Haverá a redução do preço de alimentos adequados à qualidade de vida e o aumento da oferta desses produtos, a garantia de que a merenda escolar da rede pública contenha somente itens que fazem bem à saúde e a elaboração de campanhas publicitárias para ensinar as crianças a escolherem lanches saudáveis.
Segundo Barbosa, está sendo elaborado ainda um plano intersetorial de prevenção e controle da obesidade, envolvendo outros ministérios. “A intervenção deve ser não só na saúde, pois vários problemas dizem respeito à agricultura e à educação, por exemplo”, conclui. Também serão construídas 4.000 academias públicas de saúde nos municípios 80 a 150.000. “O governo federal vai custear integralmente a construção das unidades e a contratação de profissionais, principalmente nas áreas de extrema pobreza, onde as pessoas não têm condições de se exercitar”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Cada unidade deverá receber 36 000 reais por ano e o custo de construção dos equipamentos vai de 80 000 reais a 150 000 reais. O projeto está em fase de análise das propostas de empresas que irão colocá-lo em prática.

Hábitos saudáveis -
Fazem parte da estratégia ainda um acordo com a indústria alimentícia para reduzir, a partir de 2012, a quantidade de gordura trans e sal em alguns alimentos; a expansão da atenção primária e oferta maior de medicamentos gratuitos para hipertensão arterial e diabetes.
Para combater o consumo de álcool e o tabagismo, a estratégia está focada nas leis. Entre as propostas, estão a padronização dos itens que regulam o impedimento de fumar em recintos coletivos, o aumento de preços dos produtos derivados do tabaco e do álcool, o fortalecimento da fiscalização da venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos e a elaboração de leis que restrinjam a publicidade desses produtos.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou também o aumento da quantidade de leitos nos hospitais públicos. “Faremos uma reestruturação dos prontos-socorros, que são a porta de entrada da rede de saúde. Uma parte da deficiência nesse atendimento é em função de as pessoas serem salvas pelo Samu, mas terem dificuldade de ter leitos nas enfermarias”, comenta.
O Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis será apresentado na Assembleia Geral de Alto Nível da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, em setembro, que terá como tema central as doenças crônicas não transmissíveis. No evento, serão estabelecidos compromissos e prioridades mundiais para a área.

Colesterol infantil merece atenção

É cada vez mais frequente o excesso de colesterol entre crianças e adolescentes, geralmente causados por maus hábitos alimentares e sedentarismo. Especialistas dizem que os pais são, em parte, responsáveis por esse fato, uma vez que oferecem guloseimas aos filhos. De acordo com a pediatra e nutróloga Maria Arlete Escrivão, combater o colesterol é tarefa que exige o envolvimento de toda família, já que as crianças tendem a imitar o comportamento dos adultos. “É preciso ensiná-la a comer verduras, legumes e frutas", diz.
Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que cerca de 43 milhões de crianças em idade pré-escolar sofrem de obesidade ou sobrepeso, um dos indícios de que o colesterol pode estar elevado. Pesquisa realizada com duas mil crianças e adolescentes com idades entre 5 e 20 anos mostrou que 53% delas apresentavam excesso de gordura no sangue.

Solteiros querem casar e ter uma família, diz pesquisa

Pesquisa mostrou que o desejo por relacionamento e família está cada vez mais equilibrado entre homens e mulheres
Pesquisa mostrou que o desejo por relacionamento e família está cada vez mais equilibrado entre homens e mulheres 
 
O estereótipo masculino do machão, que gosta de sair e não planeja relacionamentos sérios passou longe de uma pesquisa feita com quase 20 mil solteiros pelo site de relacionamento Par Perfeito, que mostrou que os solteiros querem sim investir em uma relação afetiva e constituir família.  
De acordo com o levantamento, os papeis estão se equilibrando e as mulheres já não estão mais tão ansiosas pela construção da família do que os próprios homens. Enquanto 58% afirmam que querem ter filhos, apenas 43% das mulheres relataram este desejo. Além disso, 32% das mulheres afirmam categoricamente que não querem ter filhos sob nenhuma circunstância, contra apenas 16% dos homens que não planejam crianças para o seu futuro.
Outro indício de que a ala masculina está disposta a investir em relacionamentos concretos é a questão da entrega na relação - 46% deles disseram não fazer questão de programas individuais quando estão em um relacionamento, contra 35% das mulheres respondentes.
Para 34% dos homens, a frase "Eu te amo" quer dizer "Eu quero passar o resto da minha vida com você", mesmo significado segundo 28% das respondentes.
Contrariando outro estigma que eles carregam - o de que são visuais e apegados à aparência -, entre as qualidades que gostariam de encontrar em um par lideram a lista as pessoas fieis, sinceras e decididas, sendo que a beleza física aparece somente no sétimo lugar. Para as mulheres, este atributo ficou com a décima posição.
Sobre as condições profissionais do parceiro, as mulheres também se mostram mais resistentes. Enquanto 89% deles disseram que namorariam uma pessoa desempregada, apenas 45% das mulheres afirmaram o mesmo.

Conheça os benefícios da melancia para a vida sexual

Melancia deixa os fluidos corporais adocicados. Foto: Getty Images
Melancia deixa fluidos corporais adocicados

A melancia é uma fruta saborosa, barata e refrescante, sendo usada até como uma sobremesa de baixa caloria. Embora ela seja conhecida há décadas como uma ótima fonte de vitaminas C, A e B6, estudos recentes descobriram que a melancia, que tem origem na África, também é um excelente antioxidante e pode fazer bem para a saúde sexual, segundo divulgou o site Yourtango nesta quinta-feira (18).
O Departamento de Agricultura norte-americano divulgou um estudo que indicava que o consumo regular de melancia é benéfico para homens e mulheres e previne a disfunção erétil, a hipertensão, melhora a sensibilidade à insulina e a degeneração macular. Isso porque a fruta é rica em licopeno, que é um poderoso antioxidante carotenoide que neutraliza radicais livres, que por sua vez, são substâncias nocivas ao corpo.
A inclusão da melancia na dieta tem como benefício ainda diminuição do colesterol e das chances de desenvolver artrite reumatoide e ortoartrite, além de proteger o corpo de alguns cânceres, como o de próstata, endométrio, pulmão e mama.
Pessoas que trabalham com a indústria sexual já conheciam os benefícios da melancia. Assim como os aspargos fazem o espermatozoide adquirir um cheiro forte e ficar com o gosto amargo, a melancia age justamente de maneira oposta. Por ser uma fruta rica em água e açúcares naturais, ela colabora para tornar os fluidos do corpo mais adocicados e perfumados. Essa lista inclui a saliva, o sêmen e a secreção vaginal. E o efeito pode ser notado algumas horas após a ingestão da melancia.
Estudos indicam ainda que os benefícios do licopeno e do betacaroteno presentes na fruta melhoram quando ela é consumida em temperatura ambiente. Por isso, vale o sacrifício de deixá-la um tempinho fora da geladeira.

Leite é mais indicado para hidratar crianças do que água

Bebida substitui a perda de sódio no suor e ajuda o corpo a reter melhor o líquido

A maneira mais eficaz de combater a desidratação em crianças muito ativas é oferecer mais leite do que água para elas. Essa é a conclusão de um estudo da Universidade McMaster, no Canadá.

E a recomendação vale ainda mais durante os dias quentes de verão, de acordo com Brian Timmons, diretor de pesquisa do Programa de Saúde da Criança e Medicina do Exercício, da Universidade McMaster, e principal autor do estudo.

- As crianças ficam desidratadas durante o exercício, e é importante que tomem bastante líquido, especialmente antes de ir para uma segunda rodada de um jogo. O leite é melhor do que qualquer outra bebida esportiva ou água, porque é uma fonte de proteína de alta qualidade, carboidratos, cálcio e eletrólitos.

Ele acrescentou que o leite substitui o sódio perdido no suor e ajuda o corpo a reter melhor o líquido. Assim, o leite fornece proteínas necessárias por crianças para o desenvolvimento muscular e crescimento que não é encontrada em outras bebidas.
O estudo realizado em crianças de oito a dez anos envolveu exercícios em uma câmara climática e o fornecimento de uma bebida. Ao mesmo tempo, era medido o nível de hidratação delas.

Timmons, professor assistente de pediatria da Michael G. DeGroote School of Medicine disse que as crianças ativas e adultos normalmente não bebem líquidos o suficiente para se manterem hidratados durante os exercícios, o que causa muitas vezes uma "desvantagem de hidratação" logo quando começam suas próximas sessões de exercícios.

De acordo com Timmons, 1% de desidratação pode causar até uma redução de 15% no desempenho, com um aumento da frequência cardíaca, temperatura corporal e menor capacidade de continuar o exercício. E uma desidratação mais acentuada aumenta o risco de doenças relacionadas ao calor, tais como insolação.
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