sexta-feira, 20 de julho de 2012

Karezza: conheça a técnica sexual sem penetração e orgasmo

Na karezza, é permitido beijar, abraçar, masturbar o parceiro e praticar sexo oral, mas a penetração e o orgasmo ficam fora de cena Foto: Getty Images
Na karezza, é permitido beijar, abraçar, masturbar o parceiro e praticar sexo oral

 A maioria das pessoas acredita que sexo só vale a pena quando acaba com um orgasmo, mas a técnica chamada karezza prega justamente o contrário e promete aproximar os casais. O nome vem da palavra italiana “carezza”, que significa “carícia” em português, e a prática faz jus ao nome. A ideia é abrir mão da ejaculação para trocar carinhos, abusar das preliminares e sempre ter vontade de algo mais.

Claro, tudo tem o momento certo. Não dá para praticar a karezza com quem você acabou de conhecer num sábado à noite. O método é indicado para casais com intimidade, que perderam a vontade de fazer sexo com a rotina e os problemas diários. “É uma técnica que foi inventada há muito tempo e está voltando agora. Às vezes o casal se ama, mas a relação está desgastada. Então vale a pena tentar a karezza para trabalhar a energia e resgatar os sentimentos. É um jeito de voltar a namorar e ter aquela sensação de perna bamba e coração disparado”, explica a consultora de relacionamentos Vânniah Neves.
Na karezza, é permitido beijar, abraçar, masturbar o parceiro e praticar sexo oral, mas a penetração e o orgasmo ficam fora de cena. “Não é uma técnica que explora, mas ela educa sexualmente. É um desafio porque é preciso ter muita intimidade e sintonia para se acariciar sem penetrar. É como se saíssemos da mesa depois do almoço com vontade de mais um pedaço de sobremesa. Quando você tem orgasmo, fica saciado”, justifica Vânniah.
Karezza x sexo tântrico
Pode até parecer igual, mas as duas técnicas são bem diferentes. No tantra sexual, a ideia é sentir e prolongar o ato sexual o máximo que puder, mas diferentemente do karezza, há penetração e orgasmo.  
“No sexo tântrico, a ejaculação é anti-climax. A proposta é que o casal copule, interrompa e, depois de alguns minutos, copule de novo para prolongar a relação sexual. Como a mulher demora um pouco mais para ter orgasmo, ela pode chegar no ápice do prazer, mas o homem segura a ejaculação o máximo que conseguir”, conta a consultora. Já no karezza, o intuito é voltar ao início do namoro e apenas trocar carinhos.
Tudo bem, pode até parecer estranho evitar o orgasmo a todo custo. Ainda assim, as duas técnicas tem algo em comum: prolongar a relação e aproximar os casais.

Infiéis contam suas preferências sexuais em pesquisa de site

A pesqisa foi feita com 287 mil usuários do site de relacionamentos, todos infiéis Foto: Getty Image
A pesqisa foi feita com 287 mil usuários do site de relacionamentos, todos infiéis

A pesquisa realizada com 287 mil usuários do site de relacionamentos AshleyMadison.com, especializado em relações extraconjugais, revelou as preferências sexuais das pessoas infiéis. O estudo apontou que os brasileiros são os que mais fazem sexo na posição papai e mamãe. O País ainda foi campeão no uso de brinquedos eróticos, vice-campeão na escolha do sexo oral para apimentar as preliminares e ficou em terceiro lugar na modalidade conversas eróticas, sejam elas na cama, telefone ou até na internet.
A pesquisa ainda apontou o Reino Unido como o país menos despudorado, devido às práticas sadomasoquistas, seguida pelo sexo ao ar livre e os fetiches em geral. Na Itália, ménage à trois, ou sexo a três, foi a escolha da maioria.
Os argentinos ganharam como os que mais utilizam fantasias eróticas e gostam de falar sacanagens. Já os suíços levaram o ouro por fetichismo e como os maratonistas do sexo, sendo suas relações sexuais as mais duradouras. A prática sexual entre duas mulheres é mais comum na Colômbia, Estados Unidos e Espanha, respectivamente. 

"Mente poluída": saiba se você pensa suficientemente em sexo

 Foto: Getty Images
 Falta de desejo sexual é um problema para muitas mulheres, mas o problema pode começar bem antes de se deitar na cama: na falta de "pensamentos poluídos"

A ideia, como o próprio nome já diz, é fazer com que as mulheres “pensem mais naquilo” e potencializem o desejo sexual, uma necessidade que faz parte da realidade de muitas brasileiras. A ideia do site veio da própria vivência com as amigas. “Elas diziam que os namorados e maridos sentiam muito mais vontade de fazer sexo do que elas e que não sentiam tesão. Mas a vontade não surge do nada. A maioria das mulheres que eu conheço não consome nenhum tipo de pornografia ou material erótico”, pontua.
É o caso da jornalista e relações públicas F.B. (*), 33, de São Paulo, casada há oito anos. Apesar de achar que tem uma vida sexual saudável, com uma frequência semanal de uma a duas relações sexuais, afirma que não pensa em sexo com frequência, mas acredita que sentiria mais desejo se o fizesse. “Diferente dos homens, que são estimulados o tempo todo, as mulheres quase não falam de sexualidade ou aquilo que é atraente. Cresci sem falar disso com a família ou mesmo entre amigas”, observa, acrescentando que a timidez e alguns tabus relacionados ao sexo são alguns dos entraves. “Ninguém conta pra gente as dificuldades que vão aparecer no casamento, inclusive nesse aspecto”, reforça.
Sensualidade x sexualidade: contradições no País do Carnaval
Apesar de estarem em um País conhecido como liberal e povoado por mulheres curvilíneas e sensuais, as brasileiras ainda estão atrás de outras culturas quando o assunto é ir pra a cama, na opinião de Y.D. “Acho que nos países latinos, onde a cultura religiosa é muito forte, o sexo ainda é muito associado ao ‘pecado’, com culpa. E por outro lado, o Brasil ainda é muito machista”.
Ela, que morou por dois anos na França, provou na pele a diferença da aceitação dos homens às mulheres que expressam mais o desejo sexual. “Existe uma hipocrisia sexual muito grande no Brasil. A sensualidade está latente nos gestos, na dança, na maneira como as mulheres se comportam, mas quando é para falar de sexo, ainda existe um monte de tabu. Na França e em outros países da Europa as pessoas lidam com isso com mais naturalidade”, analisa.
Já no Brasil, Y. D. notou que os homens têm medo de mulheres com muita iniciativa. “Eles pensam que uma mulher que encara o sexo com mais naturalidade sabe muita coisa e ficam com medo de não corresponder às expectativas. Depois eu entendi que tinha que me segurar, fazer de conta que era mais tímida, fazer um teatro para que sentissem que eram o macho dominador”, conta.
Coordenadora do Projeto Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP), Carmita Abdo concorda que o aspecto cultural influencia no psicológico de algumas mulheres, bloqueando os “pensamentos poluídos”. No entanto, também ressalta a questão hormonal. “A mulher passa por vários ciclos hormonais ao longo do mês e da vida. Tem a fase progesterônica, que antecede a menstruação, a amamentação, o pós-parto e o climatério. Tudo isso interfere para que elas estejam menos disponíveis para o sexo do que os homens”, avalia.
Apesar de concordar que eles são mais estimulados sexualmente do que as mulheres, ela acredita que o machismo vem dando espaço para uma flexibilidade maior. “O homem brasileiro mudou bastante. Muitos ainda dividem as que são para casar e as que são para fazer sexo, mas alguns acabam se dando conta que essa escolha pode não ser tão favorável para ele, pois pode estar traçando uma vida sexual para si não muito interessante”, afirma.
Ir para a cama: teoria e na prática
Estimular o desejo por meio de pensamentos, e estar consequentemente mais disposta para o sexo, não requer prática nem habilidade – basta começar. Carmita destaca que a demanda sexual está dentro de todos, a diferença é que alguns são estimulados, outros não.
Algumas, por outro lado, acabam descarregando sua tensão sexual em outros campos da vida, como trabalho, filhos e família. Por isso, ela avisa que é preciso haver equilíbrio. “Todo mundo tem dentro de si um contingente de interesse sexual, é um encontro consigo mesmo. Uma autorização que a pessoa se dá para viver sua sexualidade. O que a mulher precisa é acreditar que ela também é um ser sexual”.
A profissional ressalta também a importância de se procurar as equivalências com o parceiro sexual. “Não existe parceiro ideal, existe parceiro possível, senão ficará eternamente procurando aquele homem hollywoodiano, que vemos no cinema”, afirma, complementando que o “sexo é um parâmetro de saúde”. “Quando alguém se realiza sexualmente, é um atestado de que está bem física e emocionalmente”.
Para a jornalista Y.D., ter o hábito de pensar em sexo é o segredo para ter uma vida sexual mais ativa e com qualidade. Foi por isso que tomou a iniciativa de escrever um blog sobre o tema. “Percebi que as mulheres tinham essa necessidade e existe uma lacuna de publicações voltadas para elas. Não acho que os homens têm mais necessidade de sexo, só acho que são mais estimulados”.
Ela, que se iniciou na vida sexual na faixa dos 15 anos, disse que sua forma de ver o sexo vem da criação e da curiosidade. “Acho que com relação às minhas amigas, sempre fui um pouco mais livre. A mulher sempre fala do aspecto romântico da coisa, mas para os detalhes ficam com vergonha. Com base nos comentários que recebe no blog, já percebeu que o tema ainda choca um pouco. “Algumas mulheres têm dificuldade de ver este tipo de material, um nu frontal, mas isso não impede de gostarem ou de querer ler”.
Para ela, o momento é ótimo para as mais tímidas começarem a colocar o assunto em pauta e nas literaturas de cabeceira. “Hoje temos privacidade com a Internet, e isso abre uma porta. Ela não precisa mais ir a uma banca, uma livraria ou locadora para ter acesso a materiais pornográficos. Pensando em sexo você fica com mais vontade, porque já vem trabalhando anteriormente ao momento. E isso reflete de uma forma geral no bem estar, equilibra nossas funções como ser humano”, finaliza.
(*) Os nomes foram colocados em sigla, pois as entrevistadas preferem preservar sua identidade.

Brasileiros têm as relações sexuais mais longas, diz pesquisa

Brasileiro tem relação média de 48 minutos Foto: Getty Images
Brasileiro tem relação média de 48 minutos

Para quem reclama das rapidinhas, saiba que sexo no Brasil dura mais que no resto do mundo. De acordo com uma pesquisa, os brasileiros praticam em média 20,8 minutos de preliminares, perdendo apenas para Grécia, e demoram 27,2 minutos durante a penetração, logo atrás de Hong Kong. Essa relação média de 48 minutos é recorde entre todos os países. As informações são do The Sun.
 
Apesar disso, o Brasil não aparece no ranking de países em que o sexo é praticado com mais frequência. Mulheres do mundo todo foram questionadas se tinham relações sexuais pelo menos uma vez por semana. Neste quesito, Colômbia está em primeiro lugar, já que 89% das mulheres afirmaram que sim, seguida de Indonésia e Rússia, empatadas com 88%.
Entre as que mais prevenidas estão China (77%), Hong Kong (73%) e Índia (71%). O Brasil fica em sexto lugar, com 67% das mulheres que usam contraceptivos durante as relações.
O levantamento mostrou ainda que as mulheres que mais têm orgasmo são as húngaras, com 75%, seguidas de gregas (71%) e espanholas (70%). Já os países em que elas menos atingem o orgasmo são Malásia, com 28%, Coréia do Sul, com 25%, e China com apenas 23%.

Homens e mulheres têm fantasias sexuais semelhantes

Um estudo realizado na Universidade de Granada, na Espanha, demonstrou que não há diferenças significativas entre as fantasias sexuais dos homens e das mulheres.
Tanto homens como mulheres têm fantasias íntimas ou românticas envolvendo seu parceiro, embora os homens fantasiem com mais frequência do que as mulheres.
Além disso, os homens têm mais fantasias sexuais (tanto positivas quanto negativas) do que as mulheres, o que confirmaria a crença de que os homens pensam sobre sexo com mais frequência do que as mulheres.
Para realizar este estudo, os pesquisadores entrevistaram 2.250 pessoas (49,6% homens e 50,4% mulheres) com idades entre 18 e 73 anos, que mantinham um relacionamento heterossexual há pelo menos 6 meses.
Os resultados sugerem que perto de 100% dos homens e mulheres experimentaram uma fantasia sexual agradável em sua vida, enquanto cerca de 80% dos entrevistados experimentaram uma fantasia negativa ou desagradável sexual alguma vez na vida.
No entanto, homens e mulheres não fantasiam com a mesma frequência.
Especificamente, o estudo mostrou que as mulheres têm fantasias românticas agradáveis com mais frequência do que os homens - algumas vezes por mês, segundo suas respostas aos questionários.
Os homens, porém, fantasiam com mais frequência sobre atividades sexuais "exploratórias", como sexo em grupo, e buscam novas sensações, como "ser promíscuo", "ser um swinger" e "participar de uma orgia".
As fantasias sexuais consideradas desagradáveis são aquelas associadas com a submissão sexual.
As mulheres pensam com mais frequência do que os homens em "ser forçada a ter relações sexuais" - elas fantasiam sobre isso "pelo menos uma vez na vida".
No entanto, as fantasias negativas mais frequentes entre os homens estão associadas com o sexo homossexual.
Nieves Moyano Muñoz e Juan Carlos Sierra Freire, da Universidade de Granada, afirmam que estudos como esse têm a intenção de elucidar se fantasias sexuais negativas ou desagradáveis são disfuncionais ou não para o desenvolvimento de variados comportamentos sexuais.
Os pesquisadores salientam que ter fantasias sexuais "favorece alguns aspectos, como o desejo sexual e a excitação".
Em termos terapêuticos, eles acreditam que não é apenas a presença ou ausência de fantasias sexuais que devem ser consideradas, mas também a atitude do paciente em relação a elas.

Para mulheres, pílula anticoncepcional melhora vida sexual, diz pesquisa

Quatro em cada dez mulheres acreditam que as pílulas anticoncepcionais afetam positivamente sua vida sexual, segundo pesquisa da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).
 


Uma em cada três mulheres diz que o uso do anticoncepcional fez com que elas aumentassem a frequência das relações sexuais, e o mesmo número se mostra mais satisfeita quando faz sexo.
“A libido feminina depende de muitos fatores, não é tão simples como a do homem. Tem a influência da testosterona, mas também é muito importante como a mulher se sente. E as pílulas têm outros benefícios, além de proteger contra a gravidez, aumentando a autoestima da mulher, com a melhora da pele e cabelo e menores variações de humor, por exemplo”, explica o ginecologista Gerson Lopes, presidente da Comissão Nacional de Sexologia da Febrasgo.
A pesquisa ouviu 500 mulheres entre 15 e 45 anos de cinco capitais do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto Alegre).
Pode-se perceber aspectos regionais como o tempo de uso da pílula. No Rio de Janeiro e Porto Alegre a maior parte das mulheres usa o contraceptivo por mais de 10 anos, já em São Paulo, Recife e Belo Horizonte, o uso se concentra em até 5 anos.
De acordo com a Federação, a pílula é o método contraceptivo mais usado no país e 70% das mulheres ouvidas não pretendem mudá-lo, sendo que 86% nem sequer pensam em parar de usar o medicamento.
A grande maioria conhece outros métodos contraceptivos como camisinha masculina (93%), DIU (81%) e camisinha feminina (72%). Apesar disto, pílula do dia seguinte (11%), cirurgia de ligadura de trompas (11%), adesivos (9%), vasectomia (9%) e anel vaginal (8%) são pouco familiares ao público.
O projeto R.O.S.A. (Resultados e Opiniões sobre Saúde e Anticoncepcional) da Frebrasgo pretende ouvir mulheres sobre sua relação com os anticoncepcionais para melhor formar os médicos ginecologistas.

Mulher fica mais atraente no período fértil, diz pesquisa da USP

Na fase mais fértil do ciclo menstrual, mulheres são consideradas mais atraentes pelos homens do que quando estão na fase menos fértil. Isto é o que indicam os resultados de um estudo desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Psicobiologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP pela psicóloga Lina María Perilla-Rodríguez.
Durante a pesquisa, duas fotos da face de 18 mulheres em fase reprodutiva (dos 18 aos 42 anos), obtidas nas fases fértil e infértil do ciclo, eram apresentadas a 64 julgadores voluntários do sexo masculino, maiores de 18 anos, que deviam apontar a mais atraente e indicar um nível de atratividade para cada retrato.
Em uma das etapas do estudo, 62% dos rostos fotografados na fase fértil foram escolhidos como mais atraentes, contra 38% na fase infértil. Em outra etapa, na qual foram excluídos da foto elementos externos, como cabelos e orelhas, o resultado alterou-se para 58% na fase fértil, contra 42% na infértil.
Anticoncepcional anula diferença
O estudo também envolveu uma comparação entre a variação da atratividade de mulheres que não faziam uso do anticoncepcional hormonal (AH) e outras que o utilizavam. Para isso, foram avaliadas as faces de mais 18 mulheres, estas usuárias de AH, fotografadas nos períodos correspondentes à Fase Folicular Tardia (FFT) e à Fase Lútea (FL) de um ciclo menstrual ovulatório normal.
A partir disto, um importante achado da pesquisa foi a diferença não significativa no julgamento da atratividade entre as faces destas mulheres nas duas etapas do ciclo: houve 52% de preferência pelos rostos fotografados na fase fértil (FFT), contra 48% pelos rostos da infértil.
Lina María explica que nessas mulheres não ocorrem as mudanças hormonais características da transição de fase menstrual, conforme a ovulação, e essa pode ser uma das razões pelas quais não são detectadas alterações na atratividade. “O uso ou não do anticoncepcional pode influenciar na atratividade da mulher”, conclui.
O que muda na mulher?
Após a finalização da pesquisa, a psicóloga também fez uma observação das faces das mulheres em nível qualitativo, percebendo certas alterações nos rostos daquelas que não usam anticoncepcionais. “Basicamente, o que muda são os tecidos moles do rosto: os lábios ficam um pouco mais volumosos, e o rosto fica mais arredondado na região das bochechas. Mas são mudanças muito sutis”, relata.
Apesar disso, para melhores conclusões sobre essas diferenças seriam necessários novos estudos voltados especificamente para a identificação das características do rosto e outras partes do corpo feminino que sofrem alterações conforme o ciclo menstrual.
Segundo Lina María, essas constatações respaldam estudos que afirmam que o ser humano, mesmo inconscientemente, é hábil para perceber pequenas mudanças no outro, entre elas a fertilidade, neste caso, relacionada ao julgamento de maior atratividade facial da mulher.
Como seres biológicos, ela explica, o objetivo de toda espécie é a reprodução. Logo, esta capacidade de percepção seria conveniente para a escolha da melhor parceira para procriação.

Sete passos básicos ajudam você a esquecer um amor; veja quais são

Não obrigue-se a ocupar a cabeça logo após o fim de um relacionamento; o luto precisa ser vivido
Não obrigue-se a ocupar a cabeça logo após o fim de um relacionamento; o luto precisa ser vivido

Superar o fim de um romance, principalmente se a decisão pelo término não foi sua, não é tarefa das mais fáceis. E em muitos casos, quanto mais você quer apagar alguém da cabeça, mais a lembrança dos momentos vividos insiste em perturbar. Isso acontece, em parte, porque a pessoa toma atitudes equivocadas.
1. Não tente curar a falta de alguém com uma nova paixão
A velha máxima "um coração partido só se cura com outro amor" nem sempre funciona. Para a psicóloga Regiane Machado, o ideal é superar o término de um relacionamento sozinho, buscando refletir sobre o fim. "Ao desejar começar um novo relacionamento, é importante que o término tenha sido superado, para se entregar por inteiro". Para Marina Vasconcellos, psicóloga e terapeuta familiar e de casal, investir tempo em atividades variadas, com amigos e em cuidar de si é que contribui para a superação. "Se nesse processo de cura aparecer um outro amor, tudo acontece mais rápido, sem dúvida. Mas essa não é a condição para esquecer alguém". A psicóloga Angélica Amigo conta que pessoas que não sabem ficar sozinhas dificilmente preenchem o coração com outras coisas. "A única maneira que conhecem para ser felizes é se apoiar em alguém. E isso não é positivo, porque não se pode jogar nas costas do outro as responsabilidades que ser feliz implica. A relação fica pesada demais".
2. Não se transforme em "stalker"
Na opinião da psicóloga e terapeuta de casal Marina Vasconcellos, procurar notícias do "ex" através de amigos em comum ou ficar controlando seus passos nas redes sociais são formas de paralisar a própria vida. "Se acabou a relação, olhe para frente e invista no novo", diz.  É um padrão de comportamento muito comum romper um relacionamento e continuar a se sentir no controle dele. Se transformar em "stalker" seria uma maneira destrutiva de dar continuidade à relação. Ao bisbilhotar a rotina alheia, deixamos a própria vida em suspenso, de escanteio. "Aí nunca esquece mesmo, porque a pessoa age como se ainda tivesse algo com o outro", diz Angélica Amigo. 
3. Pare de alimentar a culpa pelo fim
A raiva e a frustração de ver os planos amorosos ruírem podem levar a uma visão distorcida dos acontecimentos. Não é raro assumir o papel de vítima –para chamar a atenção, para transformar o outro em vilão ou por puro comodismo. De acordo com a psicóloga Regiane Machado, é bom ter cuidado para não se culpar excessivamente nem assumir a responsabilidade plena pelo fim da relação, afinal, um relacionamento é construído por duas pessoas que têm defeitos e qualidades. O comportamento contrário também é prejudicial. Jogar a culpa no outro piora a situação. "Se a pessoa não toma ciência dos próprios problemas e da sua parcela de culpa e responsabilidade no término, não consegue se desvencilhar do passado", diz Angélica Amigo
4. Não se obrigue a ter novos interesses imediatos
"Você precisa se distrair", dizem mãe, pai, irmã, amigos e até o chefe. Porém, nem sempre procurar alternativas de lazer ou fazer uma transformação radical –mudar o guarda-roupa ou o corte de cabelo, por exemplo– são boas soluções, justamente porque têm caráter impulsivo. "Novos interesses são sempre bem-vindos, mas apenas se a pessoa estiver realmente a fim de investir sua energia em coisas novas. Todo final de relação amorosa inclui um pequeno período de luto, e isso tem de ser elaborado devagar", afirma a psicóloga Angélica Amigo. "Acredito que tudo o que acontece impulsivamente não dura. É preciso pensar sobre o assunto e avaliar o que realmente gosta, para depois ir beber de outras fontes”, diz. Segundo Marina Vasconcellos, isso não significa, porém, se isolar. "É preciso sair, sim, relacionar-se com outras pessoas e, principalmente, não deixar de se cuidar", afirma.
5. Passe um tempo sem rever a pessoa
Se não houver filhos, é bom cortar o contato com a pessoa, para que ela vá se tornando menos presente em sua vida. "Certamente, quanto maior for o afastamento, maiores as chances de se superar a perda. Deixar de ouvir a voz ou ver o 'ex' ou a 'ex' vai fazendo com que a presença ‘mental’ da pessoa também perca a intensidade”, diz a Marina Vasconcellos. Angélica Amigo afirma que muita gente coloca o controle no lugar do afeto. A pessoa nem está mais tão apaixonada, mas provoca encontros aparentemente casuais, busca notícias, julga novos companheiros. Ao fazer isso, a vida não evolui, e o relacionamento que não existe mais permanece pairando nos pensamentos.
6. Não alimente as lembranças
Pare de alimentar lembranças --em especial, as felizes. "Para superar uma perda, é fundamental não ficar curtindo a tristeza isolado, fechado em seu próprio mundo, lamentando-se ou lembrando das coisas que eram boas e foram perdidas", conta Marina Vasconcellos. "Isso tudo, é claro, sem deixar de lado a necessidade de se rever, de ficar só por um tempo para entrar em contato consigo e com seus desejos mais profundos". É importante refletir sobre o que não era bom na relação e pensar friamente sobre os motivos que conduziram o casal ao rompimento. O que verdadeiramente provocou a separação deve ser olhado e entendido --e servir de lição para relacionamentos futuros ou para ajudar a aceitar que o fim era mesmo a melhor alternativa.
7. Não finja sentir aquilo que não sente
Fazer de conta que não está se importando com o rumo que os acontecimentos tomaram, quando internamente se sente em pedaços, é uma atitude que não contribui em nada. Mesmo que as pessoas acreditem em você, na sua firmeza, por dentro, o sofrimento só aumenta. Colocá-lo para fora ajuda a esquecer, assim como desabafar com os mais próximos. "Isso tudo faz parte do processo do luto", diz a psicóloga Angélica Amigo. "Elabore primeiro a perda, reveja alguns conceitos sobre o que é estar com alguém e, a partir daí, você conseguirá se reinventar", declara.

Cientistas mapeiam genoma do espermatozoide humano

Foram analisadas 91 gametas de um único homem. Estudo poderá ajudar em tratamentos de infertilidade e doenças genéticas


Espermatozóide humano
 Pesquisadores concluem o genoma completo de 91 espermatozoides humanos de uma única pessoa, estudo mostra grande variabilidade genética em um único indivíduo

Pesquisadores da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, concluíram o mapeamento do genoma de 91 espermatozoides a partir de amostras retiradas de um único homem. Essa é a primeira vez que o sequenciamento completo de um gameta humano é feito. O estudo vai ajudar a compreender as possíveis variações genéticas a partir de um só indivíduo, além de aspectos relacionados à hereditariedade, infertilidade e mudanças na qualidade do esperma. Os resultados serão publicados nesta quinta-feira no periódico científico Cell.
A maioria das células no corpo humano tem duas cópias de cada um dos 23 cromossomos, chamados de células diploides. Mas os gametas, como o óvulo e o espermatozoide, têm somente uma cópia com 23 cromossomos. Quando essas células se alinham, o óvulo fertilizado tem, novamente, um DNA completo – mas diferente daqueles provenientes dos pais.
Até agora, cientistas tiveram que confiar em estudos de genética da população para estimar a frequência com que a herança genética é recombinada. Com o sequenciamento completo de espermatozoides, é possível traçar quantas combinações diferentes em cada indivíduo são possíveis em uma escala muito mais refinada.
A pesquisa da Stanford mostrou que cada espermatozoide variava tanto na herança genética quanto no número de mutações. Dois espermas, por exemplo, não apresentaram cromossomos inteiros. “Os locais de troca, a frequência e o nível dessa mistura genética é única em cada esperma e em cada óvulo”, disse Stephen Quake, PhD, professor de bioengenharia e física aplicada e autor da pesquisa. 
 “Pela primeira vez nós fomos capazes de gerar um mapa de recombinações individual e uma taxa de mutação para cada um dos espermas de uma única pessoa”, disse o coautor do estudo Barry Behr, PhD, professor de obstetrícia e ginecologia e diretor do laboratório de fertilização in vitro da Stanford.
O estudo terá implicações no trabalho médicos e pesquisadores que trabalham com a infertilidade. Isso porque problemas durante a recombinação podem fazer com que espermatozoides percam partes inteiras de cromossomos ou até cromossomos inteiros, tornando-os incapazes de fertilizar um óvulo.
Metodologia – Para conduzir a pesquisa, os especialistas isolaram e sequenciaram 91 espermatozoides de um homem de 40 anos de idade, com filhos saudáveis e amostras de sêmen de aparência normal. Além disso, fizeram o sequenciamento genético completo desse homem, obtido por meio de células diploides, a fim de compará-lo com os gametas e ver onde cada recombinação cromossômica ocorreu.
Os pesquisadores identificaram de 25 a 36 novas mutações nos nucleotídeos de cada célula do espermatozoide que não estavam presentes na amostra diploide. Essas mutações aleatórias são outra maneira de gerar variabilidade genética, mas se ocorrerem em pontos específicos podem ter efeitos prejudiciais.
Manipulação genética - Mas para fazer o sequenciamento, os espermatozoides são destruídos, o que significa que eles não podem ser reaproveitados para a fertilização. No entanto, o genoma das células individuais descrito no artigo poderá ser usado para diagnosticar desordens reprodutivas masculinas e ajudar casais inférteis a avaliar as opções de tratamento disponíveis. 
“Num futuro próximo, o genoma poderá ajudar a selecionar espermatozoides para a fertilização in vitro. O DNA é a matéria-prima que, em última análise, define o potencial do gameta. Se entendermos melhor esse processo, poderemos entender melhor a fertilidade humana”, disse Behr.

Windows XP e Vista não são compatíveis com Office 2013

Microsoft divulga detalhes sobre requisitos técnicos para rodar pacote

Office 2013 

 

 

 

 

 

A Microsoft informou nesta quinta-feira detalhes sobre os requisitos técnicos oficiais para rodar o seu novo pacote de ferramentas de produção, o Office 2013. Os programas vão exigir computadores com um processador de 1 GHz e pelo menos 3 GB de espaço livre em disco, além de 1 GB de memória RAM para a versão de 32 bits e 2 GB para a de 64 bits.
A empresa também adiantou que apenas as versões 7 e 8 do sistema operacional Windows serão capazes de rodar o software, o que deixa a Vista e a XP fora da lista de compatibilidade. A justificativa é que a própria Microsoft já não oferece mais suporte técnico para essas plataformas.
Na última segunda-feira, Steve Ballmer, o CEO da Microsoft, apresentou uma prévia do Office 2013, que traz recursos de integração com os produtos da empresa baseados em nuvem – como o Skydrive e o Office 365. Entre as novidades listadas pelo executivo, está a inclusão de uma interface compatível com telas sensíveis ao toque.
"Estamos dando passos audaciosos na Microsoft. O novo e moderno Office vai entregar produtividade e flexibilidade sem paralelos, tanto para consumidores, como para clientes corporativos. É um serviço em nuvem que vai brilhar totalmente quando usado com o Windows 8", disse Ballmer.
A empresa informou que pretende revelar novidades sobre o pacote, que inclui os programas Word, Excel, Power Point, OneNote e Outlook, até o fim de outubro. Usuários interessados em testar os serviços podem fazer o download da versão de testes no endereço office.com/preview.





quinta-feira, 19 de julho de 2012

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Stress no trabalho aumenta em até 70% risco de problemas cardiovasculares em mulheres

Pesquisa feita em Harvard mostrou que empregos que exigem muitas tarefas em pouco tempo elevam chances de mortes por doenças do coração

O fato de que o estresse pode exacerbar o eczema atópico é muito bem aceito
Stress no trabalho é risco a longo prazo para saúde cardíaca da mulher, diz estudo

Mulheres que trabalham em ambientes muito estressantes, em comparação com quem sofre menos stress no emprego, têm um risco maior de passarem por uma cirurgia cardíaca, de sofrerem algum evento cardiovascular, como um infarto ou um derrame cerebral, ou então de morrerem em decorrência de um problema como esse. Essa é a conclusão de um estudo feito no Hospital Brigham and Women, da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, publicada nesta quarta-feira no periódico PLoS One, porém, a insegurança em relação ao emprego não afeta essas chances.
Os pesquisadores consideraram um trabalho muito estressante como aquele cujas tarefas demandam muito das mulheres — ou seja, as fazem produzir o tempo todo com prazos difíceis de serem cumpridos e as deixam sempre em estado de tensão. Segundo os resultados, em relação a mulheres cujo emprego era menos estressante, aquelas que sofriam mais stress no trabalho tiveram um risco 40% maior de terem qualquer problema decorrente de uma doença cardiovascular (ataque cardíaco, AVC, cirurgia ou morte) e aproximadamente 70% mais chances de sofrerem um infarto não fatal.

Essas conclusões foram baseadas em 10 anos de pesquisa feita com 22.086 mulheres que tinham, em média, 57 anos quando o estudo começou. Durante esse período, foram registrados 170 ataques cardíacos, 163 casos de acidente vascular cerebral (AVC) e 52 mortes por doença cardiovascular. Ao calcularem a relação entre stress no trabalho e esses eventos cardíacos, os pesquisadores também levaram em consideração outros fatores de risco, como idade, estilo de vida e hábitos alimentares.
“Empregos altamente estressantes e que provocam tensão entre os trabalhadores são uma forma de stress psicológico e surtem efeitos adversos à saúde cardiovascular a mulher a longo prazo. Nossos resultados sugerem a necessidade de cuidados especiais de saúde a pessoas que sofrem maior tensão no trabalho e que, portanto, podem ter um maior risco de eventos cardiovasculares”, diz a coordenadora da pesquisa, Michelle Albert.

Terapia injetável de longa duração pode substituir pílulas diárias contra o HIV

Anti-retroviral baseado em nanotecnologia pode ser injetado semanalmente ou quinzenalmente em pacientes infectados com o vírus

Equipe de pesquisa da Universidade de Nebraska fez progressos rumo ao desenvolvimento de uma terapia anti-retroviral (ART) injetável que pode ser administrada semanalmente ou quinzenalmente em pacientes infectados com o vírus HIV. A abordagem foi testada com sucesso em camundongos infectados com HIV e se mostrou também eficaz para prevenir novas infecções.
"Nós acompanhamos o processo exatamente como seria em uma pessoa e funcionou", comemora o investigador principal do estudo Howard Gendelman. "Isso tudo é muito emocionante. Embora existam riscos evidentes à frente e os medicamentos ainda não estejam prontos para uso humano, o progresso é inegável."
O pesquisador observa que uma das verdadeiras vantagens do projeto está no desenvolvimento de um anti-retroviral baseado em nanotecnologia (nanoART). "NanoART é dirigido à célula. Quando você toma uma pílula, a pílula viaja por todo o corpo de forma indiscriminada. Nestes nanomedicamentos, você pode usar as próprias células do corpo para dirigir o medicamento onde você quer que ele vá", explica Gendelman.
O projeto da Universidade de Nebraska direciona o remédio para os monócitos-macrófagos, células que carregam a partícula da droga para os locais específicos do corpo onde o HIV cresce. "Você está usando a célula que é o alvo do vírus para entregar a droga contra o vírus", conclui Gendelman.

Novo gatilho para insuficiência cardíaca muda conceito de drogas cardivasculares

Estudo sugere que o processo de ativação do receptor APJ utilizado por muitos medicamentos pode ser prejudicial em alguns casos

Na busca por novos tratamentos contra doenças cardiovasculares, pesquisadores e empresas farmacêuticas há muito tempo têm como alvo terapêutico a ativação de uma proteína cardíaca denominada APJ. Agora cientistas do Estados Unidos anunciam a descoberta de uma segunda função da proteína. Ela é capaz de detectar mudanças mecânicas quando o coração está em perigo e colocar o corpo em estado de insuficiência cardíaca. É o que aponta estudo conduzido em parceria por pesquisadores da Sanford-Burnham e Stanford University. Descoberta significa que a ativação APJ pode ser prejudicial em alguns casos, ou seja, que algumas drogas disponíveis no mercado podem piorar o estado de pacientes ao invés de tratá-los.
"Apenas encontrar uma molécula que ativa o APJ não é o suficiente. O que é importante para a insuficiência cardíaca não é se esse receptor está ativado ou desativado, mas a forma como está ativado", diz a líder doestudo Pilar Ruiz-Lozano.
APJ é um receptor que fica na superfície da célula em vários órgãos, de onde detecta o ambiente externo. Quando um hormônio chamado apelina vem e se liga ao APJ, ele dispara uma reação molecular em cadeia que influencia uma série de funções celulares. Muitos estudos anteriores demonstraram que a atividade da apelina-APJ dirige processos benéficos como o desenvolvimento embrionário do coração, a manutenção da pressão arterial normal e a formação de novos vasos sanguíneos.
No entanto, de acordo com o presente estudo de Ruiz-Lozano, o APJ também pode ser ativado de uma segunda, e prejudicial, forma que não envolve a apelina. Neste caminho, os receptores APJ detectam e respondem às mudanças mecânicas no coração.
"Para compreender melhor essas mudanças mecânicas, vamos olhar para uma pessoa com pressão arterial elevada. Neste caso, o coração tem de trabalhar mais para bombear a mesma quantidade de sangue com a mesma taxa de uma pessoa saudável. Para atender à crescente demanda, as células musculares cardíacas individuais começar a fazer mais proteínas, fazendo com que elas se tornem maiores. Eventualmente, as membranas celulares se esticam e cada célula então começa a se afastar de sua vizinha. Isso leva a uma condição conhecida como hipertrofia, que pode levar a insuficiência cardíaca", exemplifica Ruiz-Lozano.
A melhor maneira de determinar o papel que uma proteína desempenha em um determinado processo celular é ver o que acontece quando ele está em falta. Para fazer isso, a equipe de Ruiz-Lozano utilizou ratos com deficiência de APJ
Em condições cotidianas, as cobaias com deficiência de APJ apresentaram comportamento perfeitamente normal. No entanto, ao contrário do grupo controle, os ratos sem a proteína não podiam sentir o perigo quando seus corações hipertrofiaram. Como resultado, os ratinhos foram realmente mais saudáveis sem APJ, nenhum deles sucumbiu à insuficiência cardíaca.
"Em outras palavras, sem APJ o coração não sente o perigo e por isso não ativa as vias hipertróficas que levam à insuficiência cardíaca", diz Ruiz-Lozano. "Isso nos diz que, dependendo de como é feita, a ativação do APJ pode piorar a situação para os pacientes com doenças cardíacas."

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Estudo comprova que homens e mulheres compartilham fantasias sexuais

Os dois têm fantasias íntimas ou romântica envolvendo seu parceiro ou um ente querido. Os homens fantasiam com mais frequência

 

Ambos os sexos têm fantasias sexuais
Ambos os sexos têm fantasias sexuais "intimas e românticas" envolvendo seu parceiro ou um ente querido.
 
Um estudo realizado na Universidade de Granada (Espanha) afirma que não há diferenças significativas entre fantasias sexuais de homens e mulheres. Segundo a pesquisa, ambos os sexos têm fantasias sexuais " intimas e românticas" envolvendo seu parceiro ou um ente querido.
Além disso, o estudo mostra que os homens têm mais fantasias sexuais (positivas e negativas) do que as mulheres, o que confirmaria a tradição de que eles pensam sobre sexo com mais freqüência.
Os resultados obtidos sugerem que perto de 100% dos homens e mulheres experimentaram uma fantasia sexual agradável em sua vida, enquanto cerca de 80% dos entrevistados experimentaram uma fantasia negativa ou desagradável sexual alguma vez na vida.
No entanto, homens e mulheres não fantasiam com a mesma freqüência. A pesquisa mostrou que as mulheres têm fantasias românticas agradáveis com mais freqüência do que os homens, algumas vezes por mês. Os homens, porém, fantasiam aventuras como sexo em grupo, swings e orgias. A freqüência dessas fantasias é "alguma vez na vida" ou "uma vez por ano."
De acordo com o estudo " as descobertas mais desagradáveis foram as fantasias sexuais associadas com a submissão. Neste campo as mulheres fantasiam com mais freqüência em serem submetidas pelos homens chegando até a "serem forçadas a ter relações sexuais." A freqüência média seria uma vez na vida.
No entanto, as fantasias mais freqüentes em homens mais negativos estão associados ao homossexualismo. Os autores do estudo Nieves Moyano Muñoz e Juan Carlos Sierra Freire do Departamento de Avaliação de Personalidade e Tratamento Psicológico, da Universidade de Granada, afirmam que este é o primeiro estudo a abordar fantasias sexuais como pensamentos positivos e negativos na Espanha.
O objetivo dos pesquisadores é entender se as fantasias negativas ou desagradáveis são disfuncionais para o desenvolvimento de comportamentos sexuais. Com esta meta, eles estão trabalhando com adultos entre 18 e 73 anos de idade que tiveram uma relação de pelo menos 6 meses. As informações foram coletadas por um questionário de Atividade Incidental e Planejamento (IPAQ).
Os pesquisadores destacam que ter fantasias sexuais "favorecem alguns aspectos como o desejo sexual e a excitação". Em termos terapêuticos, eles afirmam que não é apenas a presença ou falta de fantasias sexuais que devem ser consideradas, mas também a atitude do paciente em relação a estas questões.
 

Droga feita a partir de erva tóxica é capaz de matar câncer

Medicamento G202 é derivado da Thapsia garganica uma erva daninha que cresce na região do Mediterrâneo

Thapsia garganica é a fonte de uma droga experimental que, em testes com animais, mata somente as células cancerosas. Imagem mostra erva natural da região do Mediterrâneo
Thapsia garganica é a fonte de uma droga experimental que, em testes com animais, mata somente as células cancerosas. Imagem mostra erva natural da região do Mediterrâneo
 
Droga experimental derivada de uma erva venenosa é capaz de viajar sem causar danos através da corrente sanguínea, detectar células cancerosas e matá-las. A descoberta foi realizada por cientistas da Johns Hopkins Kimmel Cancer Center, na Dinamarca.
Em estudos laboratóriais, os pesquisadores verificaram que com três dias de administração da droga G202 já foi possível observar redução nos tumores humanos de próstata cultivados em camundongos. Em 30 dias a redução foi de 50%. Resultados superam o da droga docetaxel, medicamento quimioterápico utilizado contra o câncer de próstata, e também altamente eficaz contra cânceres humanos de mama, rim e bexiga em cobaias.
O G202 é derivado da Thapsia garganica, uma erva daninha que cresce na região do Mediterrâneo. A planta produz uma substância chamada tapsigargina, que desde a época da Grécia antiga é conhecida por ser tóxica aos animais. " Em caravanas árabes, a planta era conhecida como a ' cenoura mortífera' , porque podia matar os camelos que a comessem" , contam os pesquisadores.
"Nosso objetivo era tentar reestruturar esta substância tóxica produzida naturalmente pela planta em uma droga que pode ser usada para tratar o câncer humano", diz o autor do estudo Denmeade Samuel, professor de oncologia, urologia, farmacologia e ciência molecular da Johns Hopkins University. "Conseguimos isso através da criação de um formato que requer modificação pelas células para liberar a droga ativa."
Ao desmontar a tapsigargina e modificá-la quimicamente, os pesquisadores criaram uma forma que Denmeade compara a uma granada de mão com o pino. A droga pode ser injetada e viajar através da corrente sanguínea, sem prejudicar os vasos sanguíneos e tecidos saudáveis.
Mas quando G202 encontra tumores de câncer, uma proteína liberada pelos tumores (chamada antígeno prostático específico de membrana), "puxa o pino." Isso libera os agentes da droga que matam as células do tumor e os vasos sanguíneos que o alimentam, bem como a outras células na vizinhança. Especificamente, o G202 bloqueia a função de uma outra proteína - a bomba SERCA - que é necessária para a sobrevivência das células, relatam os investigadores.
"O interessante é que é o câncer que ativa sua própria morte", diz o autor sênior do estudo John Isaacs, professor de oncologia, urologia e química e engenharia biomédica na Universidade Johns Hopkins .
Com base em seus resultados de laboratório, os médicos do Johns Hopkins realizaram a fase 1 do ensaio clínico para avaliar a segurança da droga e trataram 29 pacientes com câncer avançado. Além da Johns Hopkins, a Universidade de Wisconsin e a Universidade do Texas estão participando do ensaio. A fase 2 do ensaio clínico para testar a droga em pacientes com câncer de próstata e câncer de fígado está planejada.
Já que o alvo do G202 é a bomba SERCA, da qual todas as células precisam para se manterem vivas, os pesquisadores dizem que será difícil para as células tumorais a se tornarem resistentes à droga.
 

 

Com cuidado da casa e dos filhos, jornada de trabalho da mulher supera a do homem em 5 horas

Elas destinam 58 horas por semana para o trabalho e os afazeres domésticos, segundo OIT

A jornada de trabalho média dos homens é de 43,4 horas por semana, enquanto a das mulheres é de 36 horas. No entanto, ao somar o tempo que elas dispendem para o cuidado dos filhos e das tarefas domésticas, de 22 horas semanais, o tempo de trabalho das mulheres supera o dos homens em cinco horas por semana.

Significa dizer que elas trabalham dez dias a mais por ano que eles. Os dados são de um estudo da OIT (Organização Internacional do Trabalho) divulgado nesta quinta-feira (19). O relatório leva em conta os dados do emprego entre 2004 e 2009.


Ao todo, durante a semana, a jornada de trabalho feminina chega a 58 horas, enquanto a masculina atinge 52,9 horas. Somente com a casa, os homens perdem feio para as mulheres — eles destinam apenas 9,5 horas da semana para cuidar da casa e dos filhos, mostra o estudo.


No Nordeste, essa distinção entre a jornada de trabalho doméstica entre homens e mulheres é ainda mais expressiva. Enquanto elas destinam 24,9 horas para as tarefas da casa, eles gastam 10,3 horas para o mesmo motivo — uma diferença de 14,5 horas, ou seja, 2,5 vezes mais. No Piauí e Ceará, essa diferença sobe para 15,8 horas, e, no Maranhão, para 15,3 horas.


O levantamento indica que, entre todas as mulheres brasileiras que trabalham, 90,7% também faziam tarefas domésticas. Entre os homens, por outro lado, esse percentual cai para 49,7%.


A participação masculina nos afazeres domésticos está mais concentrada em atividades interativas, como fazer compra em supermercados, levar filho para a escola e fazer pequenos reparos e consertos em geral.


Salário


As mulheres trabalham mais, mas, por outro lado, receberam aumentos salariais maiores que o dos homens. Entre 2004 e 2009, o reajuste médio para elas ficou em 21,6%, enquanto para os homens foi de 19,4%.
Mesmo assim, elas continuam ganhando menos. Na média, o salário delas representa 70,7% do dos homens — em 2004, era de 69,4%.

Quanto mais escolarizadas, maior ainda é a diferença de salário entre homens e mulheres. Segundo a OIT, em 2009, as mulheres ocupadas com 12 anos ou mais de estudo recebiam 57,7% do salário dos homens com o mesmo nível de instrução. As mulheres também sofrem mais quando ocupa uma posição mais alta na hierarquia de uma corporação, de acordo com a OIT.


— Quanto mais se eleva o nível de escolaridade, e quanto mais se sobe na escala salarial, maior tende a ser a desigualdade de remunerações entre homens e mulheres, em função, entre outros fatores, da maior dificuldade de ascensão das mulheres nas carreiras profissionais.

 
Isso porque, segundo a organização, "a possibilidade dos homens terem promoções e passarem a exercer cargos de direção, e, portanto, aumentar os seus rendimentos, é muito maior que a das mulheres".

 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

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domingo, 15 de julho de 2012

Confira 6 mentiras que as mulheres contam para as amigas

Amizade pressupõe sinceridade, mas às vezes lançamos mão de alguma mentira apenas para não magoar uma maiga Foto: Getty Images
 Amizade pressupõe sinceridade, mas às vezes vale lançar mão de alguma mentira para não magoar uma amiga


Boas amigas são difíceis de encontrar, por isso, elas devem ser consideradas um tesouro. Nós a amamos e por isso queremos protegê-las de tudo. Porém, depois de algum tempo, ser amiga de verdade significa ser honesta e esperar que a outra entenda. Mas como sabemos que isso nem sempre é o que acontece na prática, o site Madame Noire reuniu as mentiras mais comuns que contamos para amigas. Veja se você se identifica:

1. "Não percebi que você engordou"

Você sabe que peso é uma questão delicada quando se trata de mulheres. No entanto, às vezes, a correria do dia a dia nos leva aos inevitáveis quilos extras. Geralmente você é a primeira a perceber e o fato de perguntar a uma amiga se ela reparou ou não que engordou é apenas uma tentativa de proteger seu ego. Você sabe que precisa controlar a boca e voltar a praticar exercícios. E sua amiga dizer que não notou seu ganho de peso não significa que você não precisa lidar com essa questão.

2. "Estava ocupada quando você ligou"

Às vezes as amigas realmente querem falar com você nos momentos mais inoportunos, como quando está carregando 10 sacolas na escada, quando acabou de derrubar ao na cozinha, está assistindo a um filme que não quer pausar ou simplesmente está sem vontade de conversar. Porém, você sabe que amizade precisa de atenção e não quer que ela ache que você não gosta de falar com ela, certo? Por isso, cai na tentação de não atender e depois dizer que estava ocupada ou não viu a ligação. O que não é totalmente uma mentira, você até podia estar ocupada... descansando.

3. "Superei meu ex completamente"

Em alguns momentos mentir para uma amiga é uma forma de mentir para nós mesmas. Se você se compartilha seus problemas com sua amiga, há grandes chances que ela já saiba de tudo quando se trata de seus relacionamentos. Caso ela tenha tempo, provavelmente vai incluir checar se você está bem e se está realmente superando o término em sua lista de afazeres semanais. Por isso, não adianta mentir - principalmente porque vocês duas sabem qual a verdade.
4. "Ele nem era tão bonito"
Lá está você em um bar, balada ou qualquer outro lugar tentando agitar sua amiga para um cara. Reparam em um gato perto do bar e você vai lá falar das inúmeras qualidades dela. Porém, infelizmente, por um motivo ou outro, o cara não está a fim de conhecer sua amiga. O problema é voltar até ela para contar isso. Então o que faz para suavizar o golpe? Fala que de perto o moço não era lá essas coisas e acha um defeitinho rápido, de preferência algo que sabe que vai incomodá-la, mesmo que ele fosse ainda mais bonito do que você achou de início.

5. "O babaca foi ele"

Não se engane, às vezes, a mulher também pode ser a principal culpada por um relacionamento não dar certo. Talvez sua amiga tenha dado uma mancada de verdade e o namorado dela simplesmente foi incapaz de perdoá-la, pegado demais no pé dele ou deu um ultimato que fez o cara sair correndo. Mas não importa qual seja a história, você sempre vai apontar ele como culpado e dizer que ele é que saiu perdendo. Em alguns momentos, pode até apelar dizendo que ele sempre teve um comportamento estranho e que nunca confiou naquele cara. Se já está mal com o término do relacionamento, ela não precisa que você aponte os defeitos dela, certo? Então, você simplesmente passa uma versão otimista, dizendo que ela merece coisa melhor.

6. "Seu cabelo ficou ótimo. Você só precisa se acostumar com o corte"

O dano já foi feito. Sendo assim, com exceção de aplique ou algo extremamente drástico, não há realmente nada que alguém possa fazer para consertar essa bagunça. Você apenas tem que esperar até que o cabelo dela cresça novamente. Então, ao invés de dizer que ela se parece com um homem feio, é melhor dizer que está tudo bem. O único problema é se ela realmente acreditar em você, se acostumar e adotar de vez o novo look.

Veja sinais que mostram se você está pronto para ser pai

 Foto: Getty Images
 Você passa a perceber pequenas coisas sobre as crianças e elas fazem você sorrir


Um dos primeiros sinais de que você está preparado para ser pai é se sentir confortável em trocar suas dezenas de cervejas pelo mesmo número de fraldas.
Se você está com a mulher que ama, o primeiro passo a observar é a idade. A faixa etária em que as pessoas têm filhos parece estar ficando mais ampla. Qualquer idade entre 25 e 35 é uma boa época. Em seguida, pense em que ponto da vida você e sua parceira se encontram. Você pode ter algum curso para terminar ou ela pode estar no meio de uma mudança de carreira. Mas, se estiverem prontos, não há razão para adiar.
Mas, como você pode dizer que seu lado paterno está desenvolvido e que você está pronto para dar um salto e se tornar um bom pai? Para ajudá-lo, o Ask Men listou algumas diretrizes. Veja quais são elas:
Você estabeleceu suas prioridades
Como um indivíduo e antes de se tornar responsável pela vida de outro ser humano, certifique-se de que você está cumprindo com suas próprias expectativas de vida, como por exemplo ser bem sucedido profissionalmente e alcançar a estabilidade financeira. Uma vez que você tem um relacionamento amoroso forte com uma mulher, a decisão de trazer uma criança para o mundo se torna mais simples.

Você encontrou a pessoa certa para começar uma família
O ideal é que o relacionamento já tenha certo tempo e que vocês tenham total liberdade para conversar sobre o assunto. Casais comprometidos geralmente conseguem entrar em um consenso sobre quando é o melhor momento para dar o próximo passo. Para muitos, é depois do casamento.

Você começa a amar mais as crianças
Você passa a perceber pequenas coisas sobre as crianças e elas fazem você sorrir. Um exemplo é quando elas começam a brincar no corredor do supermercado e você se distrai com a brincadeira. Outo ponto é quando você passa a reparar em vitrines de lojas que vendem produtos para bebês. Preste atenção se você gosta e está ansioso para passar o tempo com o filho de um amigo ou um sobrinho.

Seus planos financeiros envolvem uma futura família
Por alguma razão inexplicável, você se tornou prático. Você comprou um carro mais simples no lugar do carro esporte, comprou uma casa mais simples, em vez de uma num condomínio famoso. Há uma explicação para isso: você sente o compromisso financeiro de começar a criar uma família e gastar seu dinheiro em algo mais valioso.

Você quer continuar a tradição da família
Você pensa em ter filhos para levar o nome de família adiante. Tenha certeza de que isso vai ser uma notícia agradável para os seus pais, que certamente vão aproveitar como avós, assim como seus irmãos e parentes.

Você sente que precisa de mais espaço para o amor
Você percebe que o amor entre você e sua esposa precisa de um lugar para crescer. Deixe acontecer. Isso pode se expandir através de um filho.

Não se deixe enganar
Antes de correr para o quarto para tentar fazer um bebê, proteja-se contra pistas falsas. Você pode pensar que você está pronto, mas se seus sentimentos são mais dedicados a você do que a uma possível nova pessoa, não dará certo. Se você sente que há algo faltando em sua vida ou que você precisa passar por alguma mudança, espere mais um pouco.

Você não quer se tornar caseiro
Se você se imagina colocando um bebê no berço e depois indo atrás de uma dúzia de cervejas com os amigos, esqueça a ideia. Ou você abandona as festas ou adia a chegada de um bebê até que você esteja pronto para isso. No passado você foi capaz de conciliar escola e festas, trabalho e relacionamentos, mas educar uma criança não é tão simples assim.

Você ainda vive o momento do casal
Você e sua parceira ainda estão se sentindo aventureiros. Especialmente se você acabou de se casar, pode sentir o desejo de viajar, encontrar e renovar uma casa, ser sociável, começar um negócio juntos, etc. Se for esse o caso, deixe as crianças para quando vocês quiserem uma vibração familiar diferente.

É tudo questão de tempo
A decisão final é sua e de sua parceira. Se vocês optarem por ter filhos e constituir uma família, devem ir até o fim.

Veja exercícios que ajudam a melhorar a performance sexual


Entre quatro paredes, estar com um bom condicionamento e músculos tonificados faz toda a diferença

Malhar na academia ou na cama, sob os lençóis, são atividades que exigem consistência muscular. E conseguir fazer as duas coisas ao mesmo tempo não só pode ajudar você a queimar calorias como também diminuir o nível de estresse, manter o coração em dia e, de quebra, garantir a felicidade da parceira. Pensando nisso, o site AskMen reuniu alguns exercícios que podem ser fundamentais para tonificar os músculos que mais são exigidos na “hora H”. Confira.
Corrida
Por que: o vigor na cama pode garantir uma boa impressão no momento a dois. Exercícios cardiovasculares aumentam o seu vigor, e podem ser bons aliados neste sentido.
Como fazer: corra na esteira por 30 segundos, depois faça uma caminhada mais lenta por dois minutos. Repita essa sequência 10 vezes, totalizando 25 minutos de exercício.
Exercícios para o quadril
Por que: quando você está por baixo, os músculos mais exigidos são os glúteos e os isquiotibiais. Por isso, les precisam estar fortalecidos para que você consiga se levantar e dar continuidade ao movimento.
Como fazer: faça uma “ponte” voltada para cima com um peso no seu colo. Comece com três séries de 15 repetições, com um peso de 4 kg, e depois progrida para quatro séries de 20 repetições, com um peso de 8 kg. E se você realmente quer causar uma boa impressão, tente fazer o mesmo exercício com apenas uma das pernas.
Agachamento com peso
Por que: quando você está por cima, a parte inferior das costas e o quadril fortalecidos podem ajudar. Além disso, você vai precisar de braços fortes para sustentar seu corpo nesta posição. Exercícios com peso para o fortalecimento são boas opções para estes músculos.
Como fazer: comece com três séries de 15 repetições, usando a barra com peso para fazer o agachamento. Depois, aumente para quatro séries com 20 repetições. Você pode alternar com exercícios para os oblíquos. Segure uma bola de basquete e faça movimentos para frente e para trás, na lateral, alternando os lados, em séries de 10 a 12 repetições.
Levantamento de peso para os ombros
Por que: quando você segura a sua parceira em pé, precisa de costas e ombros fortes, além do centro do corpo rígido para equilibrar-se enquanto se movimentar.
Como fazer: o levantamento de peso do chão ao ombro é um bom exercício para as costas e braços. Comece com três séries de 10 a 12 repetições e depois progrida para quatro séries de 8 a 10 repetições, mas com um peso maior.
Bíceps fortalecidos
Por que: quando vocês trocam de posição, é preciso bíceps fortalecidos para que você consiga levantá-la.
Como fazer: segurando um peso em cada mão, levante-os até o nível do ombro e estique os dois braços para cima. Na volta, faça uma nova parada na altura dos ombros, com os cotovelos dobrados e, então estenda os braços para baixo. Para fortalecer o punho ao mesmo tempo, tente envolver uma toalha ou pano no eixo do halter, para que os dedos fiquem mais espalhados, e isso exigirá ainda mais força.

Aprender a dialogar com nosso interior acalma, diz vidente

Vivemos tempos cheios de desafios. Nesses dias que correm, agitados, é bastante comum pegar o coração amuado e pulsando enlouquecido. Uma bomba prestes a explodir parece agitar o peito, a garganta e a cabeça. Vivemos tempos de intranquilidade desmedida, correrias, angústias, inseguranças. A sensação é de estarmos constantemente dentro de uma panela de pressão.
São dias de fúria esses nossos, stress talvez seja a palavra central da perda de qualidade de vida que temos acompanhado nos últimos anos. Metade da humanidade trabalha enlouquecida, outra metade vai enlouquecida por falta de trabalho. Metade da humanidade alimenta-se enlouquecida, outra metade vai enlouquecida de fome. Metade da humanidade...
Ora, diante dessas circunstâncias, vem para o bem buscar sossegar, aquietar. A sugestão que apresento é aprender a dialogar mais intensamente com o nosso interior - isto é de grande importância para nossa convivência com as pessoas e para nossas tarefas cotidianas. Não faz bem viver constantemente sob tensão, é preciso buscar, pelo menos um pouquinho a cada dia, como uma espécie de recarga, um momento de quietude, momento de separar nossas verdadeiras necessidades dos desejos e das coisas, momento de reorganizar a energia em investimentos necessários, não desperdiçando com coisas secundárias. A capacidade de simplesmente viver o dia com serenidade pode (e deve!) ser desenvolvida por todos e cada um de nós. Trata-se de uma capacidade importante, que reposiciona nossas referências e identidade. Silenciar as tensões interiores, sobretudo quando o exterior prima por estar descontrolado, é adequado e produtivo. Cada vez mais é comum as pessoas viverem em casas quase nuas, despojadas dos móveis e quinquilharias supérfluas. O espaço assim presente deve ser ocupado pelo contato com a natureza (mesmo que seja apenas um pequeno gramado, do tamanho de uma caixa se sapato) e pela possibilidade de reflexão. Inteligente, não? Experimente e você verá que a recompensa será proveitosa e edificadora.

Desviar o olhar não é sinal de mentira, conclui estudo

Experimento com 82 voluntários no Reino Unido refuta ideia consagrada pela programação neurolinguística

Nariz grande
Pesquisa com 82 voluntários conclui que o desvio do olhar não é um sinal estatisticamente confiável da mentira 

 Durante muito tempo, psicólogos acreditaram que desviar o olhar é sinal de mentira. Essa ideia era (e ainda é) aplicada em diversas situações, desde entrevistas de emprego até briga de casal. Mas após submeter 82 voluntários a experimentos, pesquisadores das universidades de Hertfordshire e de Edimburgo, ambas no Reino Unido, e da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, concluíram que não há evidências concretas que possam comprovar estatisticamente que uma pessoa desvia o olhar quando está mentindo. O estudo foi publicado na edição desta semana no periódico científico Plos One.
A relação entre os movimentos oculares e o discurso foi difundida pela programação neurolinguística (PNL), conjunto de técnicas psicológicas criadas na década de 1970 com o objetivo de "entender melhor como o ser humano, age, pensa e se comunica", segundo seus divulgadores. Para a PNL, os movimentos oculares dizem o que a pessoa está pensando. Por exemplo, se o desvio do olhar é para o canto superior direito, significa a tentativa de visualizar algo imaginado. Se for para o canto superior esquerdo, é a busca de uma memória, ou seja, uma experiência já vivida.
Segundo os pesquisadores, embora a PNL não considere os pensamentos imaginados como sinônimos de mentira, essa ideia se generalizou e muitos praticantes de PNL usam esse conceito para detectar mentiras.
Verdade ou mentira — Para testar essa ideia, os pesquisadores realizaram três experimentos: analisaram a quantidade de olhares desviados, os ângulos de desvio e a duração desse olhar oblíquo (como a PNL não estipula o quanto dura um olhar mentiroso, eles analisaram olhares longos e curtos). A ideia inicial era justamente encontrar mentirosos olhando para os lados. Mas isso não aconteceu.
Os pesquisadores colocaram os voluntários em três situações diferentes para detectar variações estatísticas na detecção da mentira. Primeiro, selecionaram 32 pessoas e pediram para parte delas mentir em uma situação específica. As respostas foram gravadas e analisadas.
Depois, com outro grupo de 50 voluntários, "treinaram" parte deles em PNL, contando sobre os movimentos oculares e seus supostos significados. Depois, mostraram os vídeos do primeiro grupo e pediram para que eles apontassem quando um voluntário mentia ou não. O objetivo era saber se quem aplica a PNL acerta quando o outro mente. O índice de acertos foi irrisório.
Em um terceiro teste, os participantes de ambos os grupos assistiram a vídeos em que familiares procuravam por parentes desaparecidos. Em metade dos casos havia evidências de que a pessoa estava mentindo. O objetivo era saber como a PNL seria aplicada e como a mentira seria detectada. Novamente, o índice de acertos foi baixo.
Resultados — De acordo com os pesquisadores, esse é o primeiro trabalho a testar experimentalmente os conceitos da PNL e os três estudos não dão suporte à noção de padrões que relacionem o movimento dos olhos e a mentira. Segundo eles, o resultado negativo está de acordo com pesquisas anteriores que analisaram os movimentos faciais (incluindo detecção de movimento ocular) e se mostraram ineficientes pra detectar a mudança de comportamento.
O próximo passo, dizem os pesquisadores, será analisar por que esses conceitos – apesar de falhos – foram tão difundidos.

Uma nova era do petróleo está a caminho

O pesquisador de Harvard, Leonardo Maugeri, faz previsões audaciosas e contraria a teoria de que a era do combustível fóssil está próxima do fim

Vazamento de petróleo próximo à Budapeste, na Hungria 

A nova era do petróleo: descobertas e avanços tecnológicos abrem espaço para expansão da oferta

Um estudo recém-publicado sobre o volume das reservas de petróleo – e as novas descobertas no mar, nas rochas e nas areias – está causando alvoroço no mundo acadêmico. Intitulada “Petróleo: A nova Revolução”, a pesquisa feita pelo pesquisador italiano Leonardo Maugeri afirma categoricamente que não só o fim da era do petróleo está longe, como o aumento da capacidade de produção alcançará quase 20% nos próximos oito anos – uma taxa de crescimento que não se vê desde a década de 1980. Isso significa, nas contas do pesquisador, que o mundo poderá produzir 110,7 milhões de barris de petróleo por dia em 2020. Maugeri redigiu o relatório durante o ano sabático que tirou para estudar na Universidade de Harvard. Até então, o italiano era um dos altos executivos da petrolífera ENI, a maior empresa do setor em seu país. “Ao contrário do que a maioria das pessoas acredita, a capacidade de fornecimento de petróleo está crescendo mundialmente a níveis sem precedentes, e que poderão até superar o consumo”, diz em seu estudo.
A argumentação de Maugeri é calcada em dois pontos que se interligam. O primeiro é a descoberta de novas reservas no mundo ocidental – não apenas de petróleo convencional, como é o caso do encontrado na camada pré-sal brasileira, mas também de jazidas de gás da rocha xisto, nos Estados Unidos, e as areias betuminosas do Canadá. Todas elas são novas formas de petróleo encontradas na natureza – e que diferem do líquido negro e pastoso jorrando da terra. Tais reservas correspondem às chamadas fontes não convencionais do combustível fóssil, que exigem avançados processos tecnológicos e químicos para sua extração. Isso leva ao segundo ponto defendido pelo pesquisador: de que o surgimento de fontes não-convencionais fará com que o Ocidente transforme-se no novo “centro de gravidade” da produção e exploração de petróleo global, diminuindo a dependência da oferta proveniente do Oriente Médio. Segundo o pesquisador, estima-se que haja no planeta 9 trilhões de barris de combustível fóssil não-convencional. O mundo tem capacidade para produzir, atualmente, 93 milhões de barris por dia – ou 34 bilhões de barris/ano.
Maugeri não sugere que o Iraque ou a Arábia Saudita terão queda em sua capacidade de produção. Muito pelo contrário. As perspectivas para ambos os países são de um acréscimo de 6 milhões de barris/dia de petróleo até 2020. Contudo, graças ao avanço da oferta no Ocidente, ele argumenta que mundo ficará menos sujeito à volatilidade de preço do barril trazida por questões geopolíticas que afetam os países árabes. “Isso fará com que a Ásia seja o mercado de referência para o petróleo árabe e a China se transforme em nova protagonista nas questões políticas da região”, afirma o pesquisador. Para os Estados Unidos, Maugeri estima que a capacidade de produção passe, dentro de oito anos, dos atuais 8,1 milhões de barris/dia para 11,6 milhões de barris/dia. Em outras palavras, o país deve desbancar a Rússia e se tornar o segundo maior produtor de petróleo – os sauditas seguirão na liderança. No caso do Brasil, Maugeri prevê que a capacidade de produção deverá sair de 2 milhões de barris/dia para 4,5 milhões de barris/dia em 2020 devido à exploração do pré-sal. 
Avanços tecnológicos – O estudo do pesquisador italiano foi taxado de otimista por parte da comunidade acadêmica. A principal crítica de estudiosos está no fato de Maugeri ter minimizado os riscos e os desafios de investimento nos avanços tecnológicos necessários para extrair petróleo de fontes não convencionais. “Quando se exige uma tecnologia muito mais avançada, que envolve altos custos ambientais, esbarra-se na questão do preço. Quanto os investidores estarão dispostos a investir nesse tipo de empreitada e quanto os consumidores estarão dispostos a pagar por esse combustível? Esse tipo de resposta é imprevisível, por enquanto”, afirma Peter Kiernan, da Economist Intelligence Unit (EIU).
Maugeri, contudo, fez a conta. Segundo ele, mesmo com um barril de petróleo cotado a 70 dólares – hoje o contrato para agosto do produto sai por 87,10 dólares o barril nos EUA e 102,40 dólares por barril no mercado europeu –, a extração de toda essa nova capacidade será lucrativa. Isso levaria a commodity a um novo patamar de preço que, segundo o pesquisador, poderá transformá-la em alternativa energética mais barata. “É preciso pensar que o petróleo ‘fácil e barato’ de hoje não era tão fácil e barato quando foi descoberto”, diz ele. O estudo que publicou em Harvard aponta que 2012 não encontra precedentes em aportes de recursos no desenvolvimento de novas tecnologias de extração e produção. Até o final do ano, serão 600 bilhões de dólares em investimentos – um recorde que deverá implicar melhora de eficiência nos próximos anos.
Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), também cita o exemplo do gás de xisto nos Estados Unidos como exemplo do que está por vir. Há dez anos, o uso deste produto como fonte de energia era praticamente inexistente no país e hoje representa mais de 23% da oferta de combustível. “Muitos acreditam que poderá até mesmo haver uma superoferta de gás em 2017”, explica Pires. Na edição desta semana, a revista britânica Economist discorre sobre o gás natural (em especial, o de xisto nos EUA) em 14 páginas de reportagem. O estado de Dakota do Norte, onde está localizada a reserva de Bakken, a maior fonte americana de gás, é considerado o eldorado do emprego no país.
A teoria do fim – O mundo do petróleo é dividido em dois grupos teóricos – com poucos adeptos ao meio termo. Numa ponta da discussão estão os adeptos da teoria do “pico do petróleo”, que prevê o fim do mineral devido à explosão do consumo e ao esgotamento das reservas. Tadeusz Patzek, professor e engenheiro de petróleo da Universidade do Texas, em Austin, é um de seus defensores mais fervorosos. “Há um aumento de fontes de combustível, mas há um aumento muito maior da demanda, sobretudo em mercados emergentes como China e Índia. Por outro lado, grandes exportadores, como países do Oriente Médio, continuam produzindo, mas exportam menos. E isso ocorre porque estão consumindo o petróleo que produzem. Como é possível falar em aumento de oferta se as exportações não irão aumentar”, questiona. Para Patzek, o petróleo não irá acabar, mas a oferta não crescerá no mesmo ritmo que a demanda. Sobre isso, o ex-ministro de Energia da Arábia Saudita dos anos 1970, o Sheik Ahmed Zaki Yamani, tem uma frase histórica repetida à exaustão do Texas a Bagdá. “A Idade da Pedra não acabou pela falta de pedra, e a Idade do Petróleo irá acabar muito antes que o mundo fique sem petróleo”.
A escola alternativa, que tem no premiado Daniel Yergin – autor do livro vencedor do Pulitzer, 'O Prêmio' – um de seus maiores expoentes, acredita na evolução tecnológica como caminho para explorar as reservas existentes e descobrir formas alternativas de combustível. A teoria do fim do petróleo é, para eles, infundada. “Crises energéticas já foram anunciadas inúmeras vezes, assim como a morte do petróleo. Até agora, nada disso aconteceu. Mas o discurso fatalista persiste mesmo entre especialistas no assunto. Ignoram-se as conquistas que a tecnologia já proporcionou e ainda vai proporcionar futuramente”, disse. Ele lembrou que os investimentos em novas tecnologias permitiram que os Estados Unidos dobrassem sua produção de energia desde a década de 70. “Por que não a dobrariam nos próximos trinta anos?”. Os cálculos de Maugeri mostram que, cinco anos após esta entrevista, Yergin e a linha de pensamento em que se enquadra estão vencendo o debate na academia. 
Um lugar para os “verdes” – O peso das previsões alarmistas sobre o fim da era do petróleo tende, portanto, a perder força. Mas é verdade também que toda a gama de fontes renováveis de energia – vistas como um contraponto ao uso de combustíveis fósseis – terá seu lugar garantido no futuro. Os ambientalistas podem até exercer pressão pela prevalência dos combustíveis “verdes”, mas a continuidade dos investimentos no segmento está assegurada por uma combinação de fatores sociais, econômicos e geopolíticos.
As sociedades atuais, nos mais diversos países, são mais empenhadas em cobrar responsabilidade ambiental de governos e empresas. Neste sentido, grandes tragédias representam pontos de inflexão. O acidente da plataforma da BP no Golfo do México, em 2010, gerou, por exemplo, uma mobilização antipetróleo nos Estados Unidos que tornou a operação de extração em águas profundas muito mais cara. “Os acidentes são poucos. Mas, quando acontecem, são dramáticos. E isso cria uma pressão social que tem impacto direto no preço da exploração”, diz Kiernan, da EIU. Em resumo, a cobrança por tecnologias seguras de exploração implica custos para as grandes empresas – e estes podem ser bem altos – que podem tornar interessantes investimentos em biocombustíveis, energia eólica, etc. 
Matriz diversificada – O fator mais relevante, contudo, chama-se legislação. Governos de diversas nações tanto podem, por força de lei, inibir determinados tipos de exploração quanto viabilizar fontes renováveis. Os líderes dos países o fazem provavelmente menos em resposta aos anseios da população e mais por puro planejamento estratégico. Afinal, todos se preocupam em garantir uma oferta farta de energia por décadas e décadas porque não é possível correr o risco de limitar o crescimento econômico por sua escassez. É demasiadamente arriscado confiar em poucas fontes quando se quer ter um futuro seguro. Além disso, os governos não querem ficar dependentes e vulneráveis às instabilidades de países produtores – muitos dos quais são até hoje ditaduras. Autossuficiência é, portanto, mais que mero capricho. Para Adriano Pires, este cenário deverá equilibrar avanços tecnológicos, preservação ambiental e busca por novas fontes de energia para complementar a oferta mundial. “Eu vejo a matriz energética do mundo muito mais diversificada daqui para frente, mas ainda com uma participação grande recaindo sobre o petróleo e o gás”, diz o especialista.
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