quinta-feira, 26 de julho de 2012
Confira 10 sinais de que ela está pensando em ir para cama com você
Mulheres que trabalham durante muitas horas engordam mais, diz estudo
Peso a mais: quanto mais horas uma mulher trabalha, maior o risco de engordar
Mulheres adultas que trabalham durante muitas horas seguidas têm mais
chances de engordar e de apresentar doenças associadas ao excesso de
peso, concluiu uma nova pesquisa feita na Universidade Monash, em
Melbourne, na Austrália. Segundo o estudo, publicado no periódico International Journal of Obesity, o maior risco é apresentado por aquelas cuja jornada de trabalho é de ao menos 35 horas por semana.
Ao todo, participaram da pesquisa 9.276 mulheres entre 40 e 50 anos de
idade que estavam inscritas no Estudo Longitudinal Australiano sobre
Saúde da Mulher. Após dois anos, 55% das participantes haviam engordado —
em média, elas ganharam 1,5% do peso inicial.
Os autores concluíram que o fato de estar empregada já é um fator de
risco para um maior ganho de peso entre mulheres dessa faixa-etária.
Além disso, eles indicaram que aquelas que trabalhavam por ao menos 49
horas por semana eram também mais propensas a fumar, consumir bebida
alcoólica e a praticar pouca ou nenhuma atividade física — sugerindo uma
forte associação entre horas de trabalho e estilo de vida sedentário.
Para a coordenadora da pesquisa, Nocole Au, esses resultados devem
incentivar novas políticas públicas que busquem reduzir a jornada de
trabalho da mulher, assim como aumentar a prática de exercícios físicos,
a fim de melhorar a saúde daquelas com mais de 40 anos.
Cientistas detectam Sistema Solar ‘alienígena’
Estrela mantém três exoplanetas em órbita alinhada, o que é raro
Concepção artística do Sistema Solar 'alienígena' detectado pelo telescópio Kepler, da Nasa
Astrônomos descobriram um Sistema Solar
“alienígena”, muito semelhante ao nosso, em que os planetas descrevem
uma órbita alinhada à estrela. Segundo os cientistas, isso é raro de ser
observado em sistemas do universo. A regra geral, observada até agora,
mostra exoplanetas (como são chamados esses mundos fora do Sistema
Solar) orbitando ao redor de uma estrela de forma desalinhada, cada um
girando de uma forma diferente: um exoplaneta alinhado pelo equador,
outro mais inclinado para a direita, outro para a esquerda, por exemplo.
O estudo foi publicado nesta semana na revista Nature. A
descoberta, dizem os cientistas, indica que a maioria dos sistemas
surgiu de modo semelhante, a partir de uma densa nuvem de poeira, em
torno de uma estrela recém-formada, mas que foram se desalinhando
conforme a interferência de outros fatores. Essa é a tese de formação de
planetas mais aceita entre os cientistas e os dados, agora, reforçam a
teoria.
"Conforme a teoria, encontramos uma rotação planetária alinhada em
torno de uma estrela", disse o co-autor do estudo Dan Fabrycky, da
Universidade da Califórnia. "Esse resultado é muito importante porque
são dados básicos que provam uma teoria de formação planetária", falou.
O sistema “alienígena” está a 10 mil anos-luz da Terra. Ele é conhecido como Kepler-30 e foi detectado pelo telescópio espacial Kepler,
da Nasa (agência espacial americana). Os cientistas utilizaram a
técnica de detecção da presença dos astros captando sinais do "trânsito"
deles, ou seja, apontaram o telescópio para o sistema e anotaram
quantas vezes caía a taxa de emissão de luz e qual a dinâmica desse
movimento. Essa queda de luz ocorre a cada vez que um exoplaneta passa
em frente à estrela, provocando um eclipse.
Essa formação, “prima” do Sistema Solar, é composta por três planetas
maiores que a Terra e uma estrela principal. A rotação desses três
exoplanetas está alinhada pelo equador dessa estrela, assim como no
nosso Sistema Solar.
Desejo e satisfação sexual permanecem ativos em mulheres idosas
Estudo conduzido na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) revela que
tanto a atividade quanto a satisfação sexual permanecem ao longo da
vida das mulheres e se manifestam de diversas formas, sendo a ausência
de um parceiro ou conflitos conjugais as principais causas da
abstinência sexual neste grupo. Pesquisa abordou três formas de prática
sexual de mulheres entre 60 e 91 anos: heteroafetiva, homoafetiva e
autoerotização.
Durante o estudo, foram entrevistadas 276 idosas, de 15 grupos de
convivência, das quais 190 declararam desejo por sexo. " Aquelas que
revelaram ausência de desejo alegaram terem sofrido traumas, conflitos
com o marido (agressividade, infidelidade etc.) e virgindade. Algumas
eram viúvas que resguardavam a imagem do esposo e havia ainda as que
referiram doenças crônicas que inibiam o surgimento do desejo" , afirma
Mário Roberto Agostinho da Silva, mestre em Saúde Coletiva da UFPE.
Segundo ele, esse desejo, muitas vezes, é reprimido, ao ponto de algumas
mulheres tentarem substituí-lo por outras atividades ou pensamentos e
até tomarem remédios para evitá-lo.
Mário Roberto também destaca o percentual de mulheres que não tinham
domínio sobre o próprio desejo. " Elas queriam transar com o marido, mas
sublimavam isso porque aguardavam a hora em que ele estivesse com
vontade. Outras odiavam a relação com o marido, mas se submetiam a ele,
inclusive embriagado, porque não tinham controle pra executar nem evitar
o ato sexual" descreve. Ele explica que o ciclo de reposta sexual da
mulher é variável: tanto pode começar sem o desejo ou a excitação, como
pode se encerrar antes do orgasmo. A satisfação pode surgir com um
carinho, por exemplo, diferente da maioria dos homens.
"Esse desejo, muitas vezes, é reprimido, ao ponto de algumas mulheres
tentarem substituí-lo por outras atividades ou pensamentos e até tomarem
remédios para evitá-lo"
A educação familiar e religiosa foi identificada na pesquisa como alguns
dos fatores sociodemográficos que mais influenciam no comportamento
sexual, impedindo a busca saudável pela satisfação plena da sexualidade.
Para algumas culturas calcadas em religiões, o ato sexual devia ser
desprovido de prazer, com a função única de procriar, sendo a mulher
proibida de expressar seus sentimentos. A educação feminina também era
rígida, e os reflexos dessa época, em que a mulher deveria guardar-se "
imaculada" como um sinal de honra, assumindo o cuidado da casa, dos
filhos e do marido, permanecem até hoje. " Muitas das entrevistadas
conheceram o marido no dia do casamento" , conta o pesquisador.
Diante do crescimento da expectativa de vida no Brasil e também da
feminização do envelhecimento, o pesquisador considera importante o novo
olhar que seu estudo lança sobre a sexualidade dos idosos, tanto pelo
ponto de vista do próprio idoso quanto pelo ponto de vista da saúde
pública. Segundo ele, vários casos considerados como disfunção sexual
têm como causa a falta de informação e podem ser evitados, além do
índice de Aids na terceira idade, que precisa ser alertado e combatido.
Na área acadêmica, Mário Roberto afirma que ainda existe escassez na
literatura sobre sexualidade e idosos, bem como a ausência conceitual no
diz respeito à satisfação sexual.
Pesquisa mostra que não é possível detectar mentiras com base no movimento dos olhos
De acordo com uma antiga teoria sobre linguagem corporal, é fácil
descobrir quando alguém está mentindo. Quando os destros movimentam os
olhos para cima e para a esquerda ao responder a uma pergunta, eles
estão descrevendo uma recordação real. Quando dirigem o olhar para cima e
para a direita, segundo a teoria, eles estão acessando os centros
cerebrais de criatividade e visualizando um evento imaginado – e,
portanto, inventando a mentira.
A teoria dos anos 1970 é largamente reproduzida e ensinada com
frequência em treinamentos de neurolinguística. Contudo, a teoria nunca
foi totalmente comprovada e a nova pesquisa sugere que ela não passa de
pseudociência.
Em um estudo controlado, publicado no "PLos One", pesquisadores
britânicos monitoraram o movimento dos olhos de 32 pessoas destras
enquanto elas contavam a um entrevistador mentiras e verdades sobre
fatos recentes. Os cientistas descobriram que não existia um padrão de
movimento dos olhos que revelasse a mentira.
Num segundo experimento, foi pedido a 50 pessoas que procurassem por
sinais de mentira entre entrevistados. Embora metade do grupo tenha sido
instruída a procurar pelo movimento dos olhos, ela não se saiu melhor
em detectar a mentira do que o grupo de controle destreinado.
Mas o que dizer de situações mais sérias da vida real? Para responder a
essa pergunta, os pesquisadores examinaram vídeos de arquivo de
noticiários de 52 pessoas fazendo apelos públicos pelo retorno a salvo
de um parente desaparecido.
Tempos depois, comprovou-se que metade estava mentindo. Os
pesquisadores não descobriram evidências de que o movimento dos olhos
revelasse mentiras ou verdades.
A conclusão é que a pesquisa sugere que não é possível detectar mentiras com base no movimento dos olhos.
Câncer de testículo tem relação com o consumo de maconha
Estudo constatou que fumar a erva aumenta em 70% o risco da doença
Um estudo do Fred Hutchinson Cancer Research Center, dos Estados Unidos, constatou que o uso prolongado de maconha pode levar o usuário da droga a desenvolver câncer de testículo. Os cientistas descobriram que a erva está associada a forma mais grave da doença.
A explicação para o surgimento da doença está no fato da maconha
alterar a produção hormonal que, com isso, pode alterar a formação de
tumores. Os hormônios afetados pela droga estão FSH e LH, que controlam o
funcionamento dos testículos, e também a testosterona, que é produzida
por eles.
O estudo constatou que fumar maconha aumenta em 70% o risco da
doença. Os sintomas do câncer no testículo são ferimentos no órgão ou a
criptorquidia, quando o testículo não desce para a bolsa escrotal
durante a infância.
No entanto, dizem especialistas, o tumor de testículo é curável e seu
diagnóstico é feito antes da doença se espalhar. As chances de cura são
de 90 a 95% e ele atinge homens na faixa etária de 15 a 34 anos.
Saúde de Sobral tem IDSUS acima da média Nacional
O Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS), lançado em
março de 2012 pelo Ministério da Saúde para avaliar o acesso e a
qualidade dos serviços de saúde na rede pública, atribuiu ao Município
de Sobral nota 6,38. De acordo com o IDSUS, Sobral está acima da média
nacional (5,47) e também supera o índice entre todos os municípios do
Estado (5,14). A avaliação foi feita com base em dados do IBGE e IPEA
referentes ao período de 2008 a 2010.
Pela classificação do Ministério da Saúde, Sobral está no grupo 2, formado por cidades que apresentam melhor infraestrutura e condições de atendimento à população. O Município de Sobral tem 98% de cobertura da Estratégia Saúde da Família com 48 equipes de Saúde e 29 Centros de Saúde da Família.
Segundo o Ministério da Saúde, o IDSUS "é um indicador síntese, que faz uma aferição contextualizada do desempenho do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto ao acesso (potencial ou obtido) e à efetividade da Atenção Básica, das Atenções Ambulatorial e Hospitalar e das Urgências e Emergências".
Saiba mais: http://migre.me/a2mLJ
Pela classificação do Ministério da Saúde, Sobral está no grupo 2, formado por cidades que apresentam melhor infraestrutura e condições de atendimento à população. O Município de Sobral tem 98% de cobertura da Estratégia Saúde da Família com 48 equipes de Saúde e 29 Centros de Saúde da Família.
Segundo o Ministério da Saúde, o IDSUS "é um indicador síntese, que faz uma aferição contextualizada do desempenho do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto ao acesso (potencial ou obtido) e à efetividade da Atenção Básica, das Atenções Ambulatorial e Hospitalar e das Urgências e Emergências".
Saiba mais: http://migre.me/a2mLJ
terça-feira, 24 de julho de 2012
PROJETOS ARQUITETÔNICOS
SE VOCÊ DESEJA CONSTRUIR OU REFORMAR SUA CASA, ENTRE EM CONTATO PARA:
(88) 9217-6559 ou 9907-3854
FALAR COM ANTONIO
Confira 6 dicas para ter uma longa noite de amor com o parceiro
Respiração, posições e truques fazem o sexo durar mais
As mulheres costumam ficam frustradas quando os homens chegam ao
orgasmo antes delas. Quer ter uma longa noite de amor? Então, confira
seis dicas, listadas pelo site da revista americana Cosmopolitan:
Faça com que ele respire profundamente
Exercício de respiração lenta e profunda por cinco minutos antes de começar o sexo ajuda o parceiro a relaxar e a diminuir sua excitação, o que prolonga o ato. Durante as preliminares, se encarem e compartilhem a respiração: quando ele inspira, você expira.
Tenha orgasmo antes da penetração
A penetração costuma acelerar as coisas para o homem. Portanto, faça com que ele a leve ao orgasmo durante as preliminares.
Faça com que ele tenha orgasmo antes da penetração
Estimule o seu parceiro com a boca ou a mão até que chegue ao orgasmo. Como os homens demoram para “recarregar” as energias, deve durar mais tempo na segunda etapa da noite.
Invista na técnica do começa e para
Pequenas pausas durante o sexo diminuem um pouco a excitação do homem e, portanto, caem as chances de que ele termine cedo demais. Para colocar a técnica em prática, durante o ato, pare de se mover e retire o pênis da vagina. Dê um beijo apaixonado antes de começar de novo.
Opte por preservativos dessensibilizantes
Essas camisinhas contêm pequenas quantidades de lidocaína ou benzocaína, que diminuem a sensação do pênis e ajudam o homem a retardar a ejaculação.
Fuja da posição “de quatro”
Essa posição é ótima para rapidinhas. A maioria dos homens leva mais tempo para finalizar o sexo quando as mulheres ficam por cima.
Faça com que ele respire profundamente
Exercício de respiração lenta e profunda por cinco minutos antes de começar o sexo ajuda o parceiro a relaxar e a diminuir sua excitação, o que prolonga o ato. Durante as preliminares, se encarem e compartilhem a respiração: quando ele inspira, você expira.
Tenha orgasmo antes da penetração
A penetração costuma acelerar as coisas para o homem. Portanto, faça com que ele a leve ao orgasmo durante as preliminares.
Faça com que ele tenha orgasmo antes da penetração
Estimule o seu parceiro com a boca ou a mão até que chegue ao orgasmo. Como os homens demoram para “recarregar” as energias, deve durar mais tempo na segunda etapa da noite.
Invista na técnica do começa e para
Pequenas pausas durante o sexo diminuem um pouco a excitação do homem e, portanto, caem as chances de que ele termine cedo demais. Para colocar a técnica em prática, durante o ato, pare de se mover e retire o pênis da vagina. Dê um beijo apaixonado antes de começar de novo.
Opte por preservativos dessensibilizantes
Essas camisinhas contêm pequenas quantidades de lidocaína ou benzocaína, que diminuem a sensação do pênis e ajudam o homem a retardar a ejaculação.
Fuja da posição “de quatro”
Essa posição é ótima para rapidinhas. A maioria dos homens leva mais tempo para finalizar o sexo quando as mulheres ficam por cima.
Estudo: fazer o trajeto do trabalho juntos pode melhorar o casamento
Sonhos compartilhados e ambições podem ajudar a transformar um
relacionamento em bem-sucedido. Mas parece que a ligação, um pouco menos
romântica, de um trajeto compartilhado também pode ajudar: segundo
estudo, os casais são mais felizes se fazem o caminho do trabalho
juntos. Especialistas acreditam que isso faz com que sintam que estão
compartilhando objetivos mais amplos na vida. As informações são do Daily Mail.
Além disso, o estudo firmou que eles devem escolher uma casa que lhes
exige que saiam para trabalhar na mesma direção, ao invés de uma
localizada no meio do caminho. "Se eles estão fisicamente se movendo em
uma mesma direção e com objetivo relevantes, como o deslocamento ao
trabalho, isso pode ser associado com metas-conceito", alerta a
pesquisadora-chefe Irene Huang, da Chinese University of Hong Kong.
Os pesquisadores dizem também que as ações físicas são metafóricamente
ligadas às crenças mais amplas. Eles citam o escritor francês Antoine de
Saint-Exupéry, autor de O Pequeno Príncipe, que disse: "o amor não
consiste em olhar um para o outro, mas olhar juntos na mesma direção".
O estudo foi publicado no Journal of Experimental Social Psychology e,
na primeira etapa, envolveu 280 adultos nos EUA que estavam com média de
33 anos e que tinham sido casados por cerca de oito. Huang e seus
colegas descobriram uma correlação clara entre o deslocamento na mesma
direção e maior satisfação conjugal. Eles também descobriram que esta
ligação existe independentemente de outros fatores, como o número de
anos de casados, número de filhos, nível de renda e as diferenças de
gasto.
A segunda fase envolveu 139 adultos casados em Hong Kong, que tinham em
média 42 anos e estavam casados há cerca de 13. Ela mostrou uma
correlação semelhante aos resultados norte-americanos e também
independente de outros fatores relevantes.
Descubra o que faz os homens dormirem após o sexo
O cérebro desligada quase todo o desejo sexual após o orgasmo
Não é segredo que muitos homens adormecem logo após o sexo. E, para suas
parceiras, o zumbido alto do ronco depois de um encontro apaixonado
acaba com o humor. Mas agora os cientistas podem dar aos homens a
desculpa perfeita para eles se sentirem sonolentos: não é culpa deles.
As informações são do Daily Mail.
Uma pesquisa que envolveu a digitalização dos cérebros de homens
durante e após o orgasmo descobriu que o córtex cerebral - que
desempenha um papel vital na consciência de atenção, e sensibilização
perceptual - se desliga quase que imediatamente após o orgasmo.
Serge Stoleru, cientista francês, disse que a pesquisa oferece os
primeiros sinais do que acontece no cérebro masculino durante o sexo.
Ele disse ao Sunday Times que para as mulheres acontece
diferente. "Elas não parecem ter um período refratário tão forte e por
isso se perguntam por que o parceiro pensa imediatamente em descansar",
disse.
O estudo também mostrou que o cérebro desliga quase todo o desejo
sexual após o orgasmo. Os homens passam a ter os seus cérebros inundados
com substâncias químicas de indução do sono, como a serotonina.
Em 2005, pesquisadores descobriram que a corrida de sangue depois do
clímax esgota os músculos de energia produtora de glicogênio. Como os
homens geralmente têm maior densidade de massa muscular do que mulheres,
ficam mais cansados depois do sexo.
Dr. Neil Stanley, diretor da University of Surrey, disse que os homens
não os únicos culpados. "Os seres humanos são os únicos animais em que o
sono e o sexo estão ligados e, por isso, há razões científicas do
motivo pelo qual os homens se sentem cansados após o sexo", disse. A
pesquisa mostrou que a maioria dos homens que se sentem mais relaxados
logo após o ato.
No estudo, 80% dos homens disseram que se sentiam capazes de divagar
sem problemas depois do sexo, em comparação com apenas 46% das mulheres.
Consumo moderado de álcool pode reduzir risco de artrite em mulheres, diz estudo
O risco de desenvolver artrite reumatoide era 52%
menor nas mulheres que relataram beber mais de três copos de cerveja,
vinho ou licor por semana
Um novo estudo relata que o consumo regular e moderado de cerveja,
vinho ou licor pode reduzir o risco de a mulher ter artrite reumatoide.
Os pesquisadores coletaram dados de dois registros nacionais de saúde
da Suécia relacionados a 34.141 mulheres nascidas entre 1914 e 1948.
Eles reuniram informações sobre o consumo de álcool nos anos 1987 e
1997, e depois acompanharam a saúde das mulheres durante 7 anos, de 2003
a 2009.
Durante o período de acompanhamento, os pesquisadores documentaram 197
casos de artrite reumatoide. Após levar em conta diversos fatores, eles
descobriram que o risco de desenvolver artrite reumatoide era 52% menor
nas mulheres que relataram beber mais de três copos de cerveja, vinho ou
licor por semana (aproximadamente 15 mililitros de etanol). O tipo de
bebida ingerida não alterava o risco.
Em artigo no periódico BMJ, os autores reconheceram que não possuíam
informações sobre o histórico familiar de artrite reumatoide e que
relatos do próprio paciente sobre o consumo de álcool nem sempre são
precisos.
A principal autora do estudo e estudante de doutorado do Instituto
Karolinska, em Estocolmo, Daniela Di Giuseppe, alertou quanto ao perigo
de conclusões gerais demais sobre o estudo.
"Não sabemos o que ocorre quando as doses de álcool são mais altas",
afirmou. "Além disso, este é apenas um estudo mostrando o que ocorre com
as mulheres suecas. Por isso, não quero dar conselhos em relação ao
consumo de álcool."
ANUNCIE AQUI O SEU PRODUTO
ANUNCIE AQUI O SEU PRODUTO!
AQUI VOCÊ COMPRA E VENDE DE MANEIRA RÁIPIDA!
FAÇA BONS NEGÓCIOS AQUI NO MAIS POPULAR MERCADO LIVRE VIRTUAL DE SOBRAL!
https://www.facebook.com/mercadopopularlivredesobral
Dormir em frente à televisão aumenta risco de depressão, diz estudo
Exposição à luz artificial da TV e do computador à noite provoca alterações no cérebro semelhantes às desencadeadas pelo transtorno
Televisão à noite pode ser inimiga da boa saúde mental
Ficar exposto muito tempo à luz artificial da televisão ou do computador
durante a noite pode aumentar as chances de um indivíduo ter depressão.
Essa é a conclusão de um estudo desenvolvido no Centro Médico da
Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, e publicado nesta terça-feira
no periódico Molecular Psychiatry, uma publicação da Nature.
De acordo com a pesquisa, o hábito desencadeia alterações físicas no
cérebro que se assemelham às mudanças que ocorrem quando uma pessoa
apresenta o transtorno.
Segundo os autores do trabalho, houve, nos últimos 50 anos, um aumento
significativo do tempo em que os indivíduos passam em frente à luz
artificial no período noturno, e esse quadro coincide com o crescimento
das taxas de depressão entre a população, especialmente entre as
mulheres, que têm o dobro de chances de apresentarem o problema. No
artigo, os pesquisadores explicam que, embora a luz artificial da
televisão e do computador já tenha sido associada a outras doenças, como
câncer de mama e obesidade, pouco se sabe sobre a relação entre o
hábito e transtornos de humor.
Os autores do estudo chegaram a essa conclusão após realizarem testes
com hamsters, que foram expostos a uma luz artificial fraca em uma sala
escura — simulando a luz de uma televisão à noite — por quatro semanas
seguidas. Os pesquisadores comparam, então, as mudanças que ocorreram no
cérebro e no comportamento desses animais às alterações apresentadas
por hamsters que permaneceram em salas escuras, mas sem a luz
artificial.
De acordo com o estudo, as alterações físicas no hipocampo, região do
cérebro, dos animais expostos à luz eram muito parecidas com as que
seres humanos apresentam quando sofrem depressão. Além disso, esses
animais se mostraram menos ativos do que os outros e apresentaram um
interesse menor do que o habitual em atividades como beber água com
açúcar. Segundo os pesquisadores, esses sintomas são equivalentes aos de
depressão em seres humanos. Para os especialistas, esses resultados
podem ser encarados como uma boa notícia se for levado em conta que uma
simples mudança de hábito, como reduzir o tempo de exposição à televisão
na madrugada, pode diminuir os efeitos nocivos e os riscos da
depressão.
Bebês nascidos de cesárea têm mais chances de serem obesos, diz USP
Gabriela tem 12 anos, pesa 93 quilos e usa manequim número 50: é
considerada uma adolescente obesa. A mãe, Eliene dos Santos Cadurin,
conta que filha tem alimentação saudável, mas nunca conseguiu controlar o
peso. "Talvez o fato dela engordar seja realmente uma tendência do
organismo".
A explicação de Eliene é cientificamente possível. Uma pesquisa
desenvolvida pela USP de Ribeirão Preto (SP) comprovou que crianças
nascidas de cesárea - como no caso de Gabriela - têm 58% mais chances de
se tornarem adultos obesos.
O principal motivo, segundo os pesquisadores, é que durante a cesariana o
bebê não tem contato com o canal vaginal da mãe, que contém
micro-organismos - principalmente bactérias - importantes para o
desenvolvimento da flora intestinal do recém-nascido.
A pesquisa avaliou 6,8 mil bebês nascidos e cujas famílias residiam em
Ribeirão Preto entre junho de 1978 e maio de 1979. Em abril de 2002 e
maio de 2004, 2 mil indivíduos do mesmo grupo foram selecionados e
convidados para uma nova avaliação. "O objetivo era estudar se as
condições do nascimento tinham alguma repercussão com fatores
relacionados a doenças crônicas como diabetes e hipertensão", explicou a
pediatra e pesquisadora da USP Heloisa Bettiol.
O resultado obtido foi que 10,4% dos nascidos por parto normal
tornaram-se jovens obesos, enquanto os nascidos por cesárea somaram
15,2%, independente de fatores externos como nível socioeconômico,
tabagismo ou atividade física.
"Uma hipótese para esse índice é a alteração no desenvolvimento ou na
composição da microbiota intestinal. Alguns estudos também apontam que a
cesariana está ligada a um risco maior de desenvolver alergias e alguns
tipos de câncer", afirmou Heloisa.
Para a pediatra, o aumento do número de cesáreas no país é preocupante e
oferece riscos para a saúde da população em longo prazo. Segundo
Heloisa, entre 1978 e 2010 o índice desse tipo de parto nos hospitais de
Ribeirão passou de 30 para 60%. "Em algumas maternidades chega a 90%",
criticou. "Estamos vivendo duas epidemias: de obesidade e de cesarianas.
A cesárea pode não ser determinante para que o indivíduo se torne
obeso, mas, com certeza, não é a melhor opção para a saúde da criança,
que é o futuro adulto."
Problemas na infância têm efeito no desenvolvimento cerebral, diz estudo
Um novo estudo feito nos EUA com exames de ressonância magnética mostra
que problemas físicos e psicológicos na infância podem ter um efeito
mensurável sobre o desenvolvimento cerebral. As conclusões estão
publicadas na edição desta segunda-feira (23) da revista científica
americana "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS).
A pesquisa, feita no Laboratório de Neurociência Cognitiva do Hospital
Infantil de Boston, revela que algumas das crianças romenas analisadas
apresentaram uma diminuição da massa cinzenta (constituída por neurônios
e células da "glia", que suportam e nutrem os neurônios) e da massa
branca (formada por fibras que ligam os neurônios).
No sentido contrário, quando as circunstâncias sociais e ambientais
melhoraram, a massa branca foi capaz de dar sinais de recuperação e
reverter parcialmente essas mudanças. Nesse caso, os menores avaliados
viviam em orfanatos e foram transferidos para lares de adoção.
Ao todo, foram observadas 74 crianças de 8 a 11 anos, divididas em três
grupos. O primeiro incluía 29 menores criados em alguma instituição, 25
escolhidos para deixarem o orfanato e serem adotados após três anos, e
20 que nunca estiverem em lugares como esses.
Segundo os autores, crianças expostas a abuso, violência, abandono,
pobreza extrema e outras adversidades podem sofrer os mesmos efeitos.
O pesquisador Charles Nelson, um dos responsáveis pelo estudo, diz que
esses trabalhos cognitivos sugerem que pode haver um período sensível
que abrange os dois primeiros anos de vida e que, quanto antes uma
criança receber cuidados assistenciais, melhores os resultados.
Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) apontam que
pelo menos 8 milhões de crianças no mundo vivem em instituições como
orfanatos, sendo expostas a situações de negligência física e
psicológica grave.
Até onde vale ceder no sexo para agradar? Reflita sobre seus limites
A decisão deve ser norteada pelos seus valores e pelas consequências que você topa administrar
O namoro andava muito bem até ele propor um "ménage à trois". O sexo
estava ótimo, mas, no meio da empolgação, ela pede para fazer algo em
que você nunca havia pensado. Como agir nessas situações? Manter suas
vontades ou agradar o parceiro? Para que um relacionamento dê certo, é
preciso ceder às vezes. Mas isso vale para o sexo? "Sim", afirma a
psicóloga e orientadora sexual Sandra Lima Vasques, "desde que você
tenha claro quais são os seus limites" .
Para o psicólogo e sexólogo Oswaldo Martins Rodrigues Jr., do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), existe uma barreira intransponível: a dos valores pessoais. "O que estiver dentro dos limites, mesmo que nunca tenha sido praticado, pode acontecer e ser bom", diz ele.
Para o psicólogo e sexólogo Oswaldo Martins Rodrigues Jr., do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), existe uma barreira intransponível: a dos valores pessoais. "O que estiver dentro dos limites, mesmo que nunca tenha sido praticado, pode acontecer e ser bom", diz ele.
O ginecologista e terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior, professor do
ambulatório de sexologia da UFRJ, diz que é natural as pessoas se
assustarem com o que não conhecem e, por isso, negarem uma proposta
antes de avaliá-la. “É preciso estar aberto. A outra pessoa pode dar uma
ideia na qual você nunca pensou, mas que pode curtir", afirma. "O sexo
chato é quando só se diz ‘não’, ou só se diz ‘sim’”.
Quando é hora de ceder?
Não aceite nada antes de ter segurança da decisão. "Ela deve ser norteada por seus valores e pelas consequências do ato, além de não prejudicar sua saúde física e emocional”, afirma Sandra Vasques. Exemplos? Se for uma brincadeira sadomasoquista, certifique-se de que a pessoa é de confiança e saberá distinguir os limites para não machucá-lo. Se o outro pede um "ménage", reflita se você lida bem com a ideia de uma terceira pessoa acariciando seu parceiro ou parceira. "Há práticas que podem motivar os casais, mas, ao mesmo tempo, trazer consequências negativas", diz Rodrigues Jr.
Não aceite nada antes de ter segurança da decisão. "Ela deve ser norteada por seus valores e pelas consequências do ato, além de não prejudicar sua saúde física e emocional”, afirma Sandra Vasques. Exemplos? Se for uma brincadeira sadomasoquista, certifique-se de que a pessoa é de confiança e saberá distinguir os limites para não machucá-lo. Se o outro pede um "ménage", reflita se você lida bem com a ideia de uma terceira pessoa acariciando seu parceiro ou parceira. "Há práticas que podem motivar os casais, mas, ao mesmo tempo, trazer consequências negativas", diz Rodrigues Jr.
Sexo não é moeda de troca
Jamais aceite algo pensando em salvar um relacionamento, diz a orientadora sexual Sandra Vasques. "É melhor escolher a si mesmo. Não adianta ceder e ficar mal com você. Se a pessoa não o respeita, procure alguém com valores semelhantes”, diz. Também não adianta aceitar uma proposta esperando que o parceiro faça algo em troca. "A mulher tende a fazer o que o homem quer no sexo por achar que ele vai ceder em outras áreas do relacionamento, o que é um erro", diz a psicóloga e terapeuta sexual Regiane Garcia Rodrigues.
Jamais aceite algo pensando em salvar um relacionamento, diz a orientadora sexual Sandra Vasques. "É melhor escolher a si mesmo. Não adianta ceder e ficar mal com você. Se a pessoa não o respeita, procure alguém com valores semelhantes”, diz. Também não adianta aceitar uma proposta esperando que o parceiro faça algo em troca. "A mulher tende a fazer o que o homem quer no sexo por achar que ele vai ceder em outras áreas do relacionamento, o que é um erro", diz a psicóloga e terapeuta sexual Regiane Garcia Rodrigues.
Se a proposta de seu parceiro o pegar de surpresa e você ainda não
tiver claro se gostaria de provar ou não, diga que vai pensar e,
dependendo da situação, tente negociar. A melhor saída é sempre a
conversa franca.
"Se você não topa um ‘ménage’, sugira ir a uma casa de 'swing' apenas
para observar, sem interagir com outros casais”, diz Sandra Vasques. E
lembre-se: não se obrigue a nada e, caso concorde com uma prática nova,
deixe claro que vale desistir no meio do caminho. "O ideal é que os dois
gostem da experiência. Se o outro insistir, estará demonstrando que não
se importa com o seu prazer. Você quer alguém assim?", pergunta
Sandra.
Internet é a maior causa de procrastinação, diz estudo
Aquela olhadinha despretensiosa no Facebook pode consumir horas de
trabalho. Segundo uma pesquisa divulgada recentemente, 62% das pessoas
admitem que navegar na internet faz com que elas procrastinem, adiem
tarefas profissionais e pessoais.
Segundo pesquisa, 25% das pessoas gastam até uma hora do trabalho com
assuntos particulares. Para 36% das pessoas, a tentação número um é a
internet
Na pesquisa, 71% dos entrevistados disseram deixar tudo para a última
hora. "Eles reclamam de falta de tempo, mas perdem tempo em redes
sociais", diz Barbosa.
A internet não é a única culpada, mas é como se ela juntasse a fome com a
vontade de comer: a preguiça com a oferta de algo divertido que exige
pouco esforço. "Procrastinação sempre existiu, mas antigamente não tinha
Skype e Facebook. Hoje a luta é mais severa, há mais coisas para nos
sabotar", afirma Barbosa.
Para a psicóloga Luciana Ruffo, do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em
Informática da PUC-SP, a internet é um "facilitador do 'deixar para
depois'" e, ao mesmo tempo, uma desculpa para o adiamento. "A culpa é da
falta de vontade. O que eu quero mesmo, eu faço. Mas, na falta de
vontade, como não priorizar o prazer?"
Mais de 86% dos entrevistados da pesquisa disseram que procrastinam as tarefas chatas; 51%, as longas.
AS MAIS ADIADAS
Em primeiro lugar no ranking de atividades mais proteladas, nenhuma
surpresa: exercício físico. Em segundo, leituras e, em terceiro,
cuidados com a saúde.
"Quando as pessoas precisam adiar algo, elas adiam coisas pessoais.
Muitas vezes são coisas vitais que a longo prazo podem até diminuir a
expectativa de vida, como exercício físico", diz Barbosa.
Nessa hora, a falta de cobrança externa conta bastante. Afinal, ninguém vai ser demitido por faltar à academia ou deixar de ler.
Outro problema é a aceitação das "desculpas emocionais", de acordo com a
psicóloga Rachel Kerbauy, professora aposentada da USP e uma das
pioneiras no estudo do tema no Brasil.
"Sempre há uma desculpa pronta: está cansado, tem muita coisa para
fazer... Falta planejamento e falta a pessoa aprender que, às vezes,
para ganhar no futuro tem que perder a curto prazo."
As atividades campeãs de procrastinação têm em comum os resultados
demorados. "O reforço não é imediato. O Facebook me dá um retorno muito
rápido. O prazer é instantâneo", afirma Rita Karina Sampaio, psicóloga e
pesquisadora da Unicamp.
DESPERTADOR
Como não cair na tentação de fuçar o site de fofocas no meio do expediente?
Para Ruffo, se o problema não for mais sério, como no caso de
dependência de internet (quando as horas à frente do computador são
tantas que prejudicam a vida social), um alarme já ajuda.
"A pessoa pode estabelecer que vai ficar 20 minutos na rede e colocar um
despertador para se lembrar de sair na hora certa." Outra ideia é
estabelecer metas com prêmio: uma tarefa feita é igual a uma olhadinha
no Twitter.
A psicóloga Rita Sampaio sugere que as metas mais difíceis sejam
compartilhadas com um amigo ou parente para que a cobrança aumente. E,
para os planos mais longos, é interessante definir submetas atingíveis,
em prazos menores. "Todo procrastinador tende a ser 'oito ou oitenta' e
ter uma visão distorcida do tempo."
Pressão para ser feliz deixa as pessoas mais infelizes, dizem especialistas
No último capítulo de uma novela, todos se casam com os amores de suas
vidas. Se falta par para algum personagem, logo um estrangeiro rico
aparece e se apaixona pela mais condenada das solteironas. Nos
comerciais de TV, a exemplo dos clássicos anúncios ensolarados de
margarina, todos são muito felizes. E têm todas as contas pagas, filhos
perfeitos, carros que não quebram e dentes sem cáries. Tamanho volume de
informações, e histórias que não se parecem com as da vida real, acaba
funcionando como pressão para conquistar a felicidade –ainda que ela não
seja tão fácil de se resumir.
Tanta pressão tem provocado o efeito oposto: as pessoas estão ansiosas,
tensas, inquietas e, consequentemente, infelizes, segundo especialistas. A psicóloga Maria
Teresa Reginato diz que "ser feliz virou moda”. E como acontece com toda
tendência, há o risco de muita gente se sentir na obrigação de
abandonar o próprio estilo para corresponder a um padrão fantasioso de
felicidade. “Até porque essa felicidade pregada vem acompanhada de
critérios de sucesso que também são momentâneos, como ter emprego
estável, atingir certo patamar financeiro, ter vida amorosa
bem-sucedida, adquirir carro e casa, ter curso superior e
especializações, esbanjar beleza e popularidade”, diz Maria Teresa.
Assim, quem se sentia razoavelmente feliz –porque felicidade completa é
uma utopia– passa a achar que é um tolo por ter se sentido, até então,
satisfeito com tão pouco.
Para a psicóloga Heloisa Schauff, essa sensação de obrigação pode ser
positiva ao instigar as pessoas a refletirem se estão satisfeitas ou não
com suas próprias vidas. “Indivíduos com senso crítico, centrados,
maduros e conscientes não se deixarão levar. Vão avaliar como estão
gerenciando suas vidas e quais seus planos para o futuro”, explica. Já
os imaturos e inseguros podem cair na armadilha de acreditarem e
aceitarem que ser feliz é ter o carro novo ou fazer uma viagem para um
destino exótico. “Por causa disso, muitas vezes, as pessoas se perdem em
despesas ou desenvolvem sentimentos depressivos. Acham que como não têm
certas coisas suas vidas são incompletas”, diz Heloisa.
Falsa felicidade
Aparência se sobrepõe à realidade frequentemente. Quem não é feliz tem de dar um jeito de ao menos parecer ser. Com o atual exibicionismo geral, todo mundo sente, vez ou outra, que "a grama do vizinho é mais verde". Como lidar com a frustração se nem sempre a gente teve um dia divino, uma balada incrível ou uma viagem para exibir? Parece que todo mundo se diverte e curte a vida, menos nós, que temos de trabalhar (e muito) para pagar as contas. Então, vale a falsa felicidade . “Por uma questão da cultura atual, em que o ter é o que importa e as aparências é que abrem portas, a deterioração dos valores acaba impedindo a possibilidade de viver a realidade, mascarando-a”, fala Heloisa Schauff. Segundo a psicóloga Maria Teresa Reginato, as pessoas usam as redes sociais para mostrar somente a imagem que interessa cultivar. “Mesmo quem é mais centrado acaba achando que tem algo de errado com sua vida. A cultura das aparências é uma diversão semelhante a uma festa à fantasia em que, por uma noite, é possível fingir ser outra pessoa para os outros e muitas vezes para si mesmo”, explica.
Obviamente, quando se olha para a vida de alguém, só vemos a superfície, a não ser quando há muita intimidade. É como a ponta de um iceberg: por baixo tem muito mais que não enxergamos. “Isso vale tanto para a felicidade como para a infelicidade”, afirma Maria Teresa, que declara ainda que as pessoas desenvolvem a frustração quando não têm coisas interessantes para postar sobre si mesmas. “E isso se acentua quando veem as coisas bacanas que foram postadas pelos outros. Muitas pessoas criam uma personalidade para exibir nas redes”, conta. As especialistas dizem que a valorização extrema do mundo virtual tira a atenção dos contatos reais e do sentido de privacidade, gerando atrito nas relações interpessoais e piorando a qualidade de vida, entre outras consequências.
Busca interna
A profusão de livros de autoajuda oferece fórmulas mágicas para todos os tipos de problemas: financeiros, amorosos, de autoestima, com os filhos, com os sogros, no trabalho etc. Tanto material à disposição indica, de maneira implícita, que só é infeliz quem quer. “Esses livros pregam coisas, mas não ensinam como alcançá-las; dizem, por exemplo, para as pessoas pensarem positivo, mas não ensinam como elas podem parar o pensamento negativo”, diz Deborah Epelman, psicóloga especialista em programação neurolinguística (PNL). Deborah explica que a escolha entre ser feliz ou infeliz realmente é de cada um. “Só que as pessoas precisam saber como fazer, e isso acontece quando elas olham para dentro de si e transformam aquilo que impede a felicidade. Quando as pessoas pararem de olhar para fora encontrarão tudo o que existe de melhor na vida delas”.
Falsa felicidade
Aparência se sobrepõe à realidade frequentemente. Quem não é feliz tem de dar um jeito de ao menos parecer ser. Com o atual exibicionismo geral, todo mundo sente, vez ou outra, que "a grama do vizinho é mais verde". Como lidar com a frustração se nem sempre a gente teve um dia divino, uma balada incrível ou uma viagem para exibir? Parece que todo mundo se diverte e curte a vida, menos nós, que temos de trabalhar (e muito) para pagar as contas. Então, vale a falsa felicidade . “Por uma questão da cultura atual, em que o ter é o que importa e as aparências é que abrem portas, a deterioração dos valores acaba impedindo a possibilidade de viver a realidade, mascarando-a”, fala Heloisa Schauff. Segundo a psicóloga Maria Teresa Reginato, as pessoas usam as redes sociais para mostrar somente a imagem que interessa cultivar. “Mesmo quem é mais centrado acaba achando que tem algo de errado com sua vida. A cultura das aparências é uma diversão semelhante a uma festa à fantasia em que, por uma noite, é possível fingir ser outra pessoa para os outros e muitas vezes para si mesmo”, explica.
Obviamente, quando se olha para a vida de alguém, só vemos a superfície, a não ser quando há muita intimidade. É como a ponta de um iceberg: por baixo tem muito mais que não enxergamos. “Isso vale tanto para a felicidade como para a infelicidade”, afirma Maria Teresa, que declara ainda que as pessoas desenvolvem a frustração quando não têm coisas interessantes para postar sobre si mesmas. “E isso se acentua quando veem as coisas bacanas que foram postadas pelos outros. Muitas pessoas criam uma personalidade para exibir nas redes”, conta. As especialistas dizem que a valorização extrema do mundo virtual tira a atenção dos contatos reais e do sentido de privacidade, gerando atrito nas relações interpessoais e piorando a qualidade de vida, entre outras consequências.
Busca interna
A profusão de livros de autoajuda oferece fórmulas mágicas para todos os tipos de problemas: financeiros, amorosos, de autoestima, com os filhos, com os sogros, no trabalho etc. Tanto material à disposição indica, de maneira implícita, que só é infeliz quem quer. “Esses livros pregam coisas, mas não ensinam como alcançá-las; dizem, por exemplo, para as pessoas pensarem positivo, mas não ensinam como elas podem parar o pensamento negativo”, diz Deborah Epelman, psicóloga especialista em programação neurolinguística (PNL). Deborah explica que a escolha entre ser feliz ou infeliz realmente é de cada um. “Só que as pessoas precisam saber como fazer, e isso acontece quando elas olham para dentro de si e transformam aquilo que impede a felicidade. Quando as pessoas pararem de olhar para fora encontrarão tudo o que existe de melhor na vida delas”.
E há quem persiga a felicidade mais para provar algo aos outros do que
por pura realização pessoal. Segundo a psicóloga Maria Teresa Reginato, é
provável que uma parte razoável de nossas buscas seja motivada pela
necessidade de autoafirmação e reconhecimento. “É preciso ter uma boa
dose de autoconhecimento para saber se o que procuramos corresponde ao
que realmente necessitamos. O que eu desejo não é necessariamente o que
necessito e o que me fará feliz. Pode ser apenas uma compensação por
aquilo que julgo ter faltado ou excedido em minha vida”, explica.
A obsessão em ser feliz pode tirar a atenção de coisas não tão grandiosas, mas que realmente importam. Coisas pequenas acontecem milhares de vezes em uma vida, enquanto as grandes só em poucas ocasiões. “Se você sonha com apoteoses no cotidiano viverá frustrado. Quando nos comparamos aos outros, só vemos o final do processo. Aí concluímos que as pessoas receberam aquela dádiva num golpe só, pela sorte e sem esforço. E não é verdade”, afirma Heloisa Schauff.
A obsessão em ser feliz pode tirar a atenção de coisas não tão grandiosas, mas que realmente importam. Coisas pequenas acontecem milhares de vezes em uma vida, enquanto as grandes só em poucas ocasiões. “Se você sonha com apoteoses no cotidiano viverá frustrado. Quando nos comparamos aos outros, só vemos o final do processo. Aí concluímos que as pessoas receberam aquela dádiva num golpe só, pela sorte e sem esforço. E não é verdade”, afirma Heloisa Schauff.
Reduzir consumo de sal pode cortar risco de câncer de estômago
Recomendação diária para uma alimentação saudável é de apenas seis gramas
Um em cada sete casos de câncer de estômago
no Reino Unido poderia ser evitado se as pessoas limitassem o consumo
de sal para a recomendação diária máxima de seis gramas. De acordo com
estatísticas compiladas pela instituição World Cancer Research Fund (WCRF), a média de consumo diário do alimento pela população é de 8,6 g, quantidade 43% maior do que a recomendada.
Segundo os pesquisadores, em
geral, o câncer de estômago é diagnosticado em estágio avançado, fazendo
com que apenas 15% dos pacientes tenham uma sobrevida por um período
maior do que cinco anos. Por isso, Kate Mendoza, chefe de informação da
saúde do WCRF reforça a necessidade de medidas preventivas. Essa é a
sétima causa mais comum de morte no Reino Unido.
Em 2009, foram diagnosticados
7.500 novos casos desse tipo de câncer no país. Se a ingestão de sal
tivesse sido reduzida a seis gramas por dia, 1.050 casos poderiam ter
sido evitados. Em 2010, cerca de 5.000 mortes foram causadas pela
doença.
De acordo com Kate, 75% do sal
que consumimos já está presente em alimentos processados que compramos,
na forma de sódio. Assim, o ideal é tirar o saleiro da mesa para não
acrescentar o tempero ao prato durante as refeições.
A alta ingestão de sal também
está ligada à hipertensão, principal causa de derrames e um importante
fator de risco para doenças cardíacas. Uma dieta rica em sódio também
foi associada a pedras nos rins e osteoporose.
Diminua a ingestão de sódio com medidas simples
De acordo com o Guia Alimentar para a População Brasileira, a recomendação de sódio
para um adulto saudável é de 2.400 miligramas por dia, o equivalente a
cinco gramas de sal ou uma colher de chá do alimento. Mas o cardápio
diário do brasileiro costuma conter quase 12 gramas de sal por dia -
mais que o dobro! Confira dicas de como reduzir o consumo de sódio no
dia a dia.
Shoyu
O shoyu apresenta redução de, pelo menos, 25% da quantidade de sódio se comparado a versão tradicional. Para diminuir ainda mais a ingestão de sódio no dia a dia, vale mergulhar sushis e sashimis no suco de limão ou ainda em um mix de limão, mostarda, cebola e azeite.
O shoyu apresenta redução de, pelo menos, 25% da quantidade de sódio se comparado a versão tradicional. Para diminuir ainda mais a ingestão de sódio no dia a dia, vale mergulhar sushis e sashimis no suco de limão ou ainda em um mix de limão, mostarda, cebola e azeite.
Macarrão instantâneoTanto
o macarrão quanto o tempero pronto têm grande quantidade de sódio. Por
isso, sempre que possível, opte por um macarrão tradicional com molho de
tomate caseiro, que é muito mais nutritivo e saudável.
Temperos
Grande parte dos alimentos que consumimos já vem com sódio embutido. Por isso, evite acrescentar sal nas refeições do dia a dia. Ao temperar uma salada, por exemplo, invista em azeite, limão, vinagre e outros temperos.
Grande parte dos alimentos que consumimos já vem com sódio embutido. Por isso, evite acrescentar sal nas refeições do dia a dia. Ao temperar uma salada, por exemplo, invista em azeite, limão, vinagre e outros temperos.
Congelados
Grande parte dos alimentos industrializados e as preparações congeladas é rica em sódio. O sal atua como conservante desses produtos, então, se o objetivo é reduzir a ingestão de sal, passe reto nessa sessão do supermercado.
Grande parte dos alimentos industrializados e as preparações congeladas é rica em sódio. O sal atua como conservante desses produtos, então, se o objetivo é reduzir a ingestão de sal, passe reto nessa sessão do supermercado.
Refrigerante
O sódio também está presente em alimentos doces, como refrigerantes. Um copo de 250 ml da bebida contém 17,5 mg de sódio. Se você pensa que a versão light é mais indicada, está muito enganado. A mesma quantidade da bebida light pode oferecer até 38 mg de sódio. Recomenda-se, portanto, investir em sucos naturais ou na água.
O sódio também está presente em alimentos doces, como refrigerantes. Um copo de 250 ml da bebida contém 17,5 mg de sódio. Se você pensa que a versão light é mais indicada, está muito enganado. A mesma quantidade da bebida light pode oferecer até 38 mg de sódio. Recomenda-se, portanto, investir em sucos naturais ou na água.
Bebidas açucaradas podem causar alterações nos músculos
Bebidas açucaradas podem levar a alterações nos
músculos semelhantes às causadas por problemas como obesidade e
diabetes tipo 2, revela pesquisa realizada na Bangor University, na
Inglaterra.
O coordenador da pesquisa, Dr. Hans-Peter Kubis, diz
que a pesquisa mostrou que o consumo regular de refrigerantes alterou a
maneira como os músculos usam o alimento como combustível, queimando
mais açúcares do que gorduras.
O pesquisador explica que as bebidas açucaradas
podem causar mudanças no metabolismo corporal. Dessa forma, os músculos
parecem ser capazes de identificar o açúcar e fazer o metabolismo
corporal menos eficiente, não apenas no presente, mas também ao longo
da vida.
Essa mudança no metabolismo gera uma dificuldade do
organismo queimar gordura e aumenta as chances de ganhá-la. Além
disso, as bebidas açucaradas geram outro problema: o aumento de açúcar
no sangue, conhecido como hiperglicemia, o que pode resultar no
desenvolvimento do diabetes.
O estudo foi publicado no European Journal of Nutrition.
Abuso do Viagra traz riscos para a saúde
O Viagra é um remédio utilizado para tratar a
dificuldade de ereção que pode surgir depois que um homem atinge uma
certa idade. O medicamento facilita as dilatações dos vasos sanguíneos
do pênis, mantendo mais sangue nos corpos cavernosos e causando a
ereção.
Porém, desde o surgimento do Viagra, jovens
saudáveis e que não precisam do tratamento começaram a fazer uso da
droga, atraídos por rumores de ereções que duram horas e desempenho
máximo durante o ato sexual. Há também quem procure o Viagra para
vencer as inseguranças normais de quem está começando sua vida sexual.
O que esses homens não sabem, é que o remédio não
terá nenhum efeito milagroso. A ereção obtida será parecida com a que o
corpo teria produzido naturalmente. Além disso, o Viagra (assim como
qualquer outro medicamento) oferece riscos, que são ainda mais elevados
para que não precisa realmente do remédio. Podem acontecer dores de
cabeça, enjôo e o priapismo prolongado – uma ereção dolorosa que pode
durar horas ou dias. Caso o medicamento seja tomado com outras drogas,
os riscos ficam ainda mais elevados. Já que substâncias como ecstasy
sobrecarregam o coração, o homem estará se expondo a problemas
cardíacos.
Existem ocasiões em que o tratamento com o Viagra é
realmente necessário, podendo ser usado por jovens que enfrentem
problemas em sua vida sexual. Mas o remédio deve ser receitado por um
médico e, caso as complicações sejam de natureza emocional, também deve
haver acompanhamento com um terapeuta. Mas em situações onde o órgão
sexual do homem funciona normalmente, o abuso desse medicamento traz
mais riscos do que benefícios.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Karezza: conheça a técnica sexual sem penetração e orgasmo
Na karezza, é permitido beijar, abraçar, masturbar o parceiro e praticar sexo oral
A maioria das pessoas acredita que sexo só vale a pena quando acaba com
um orgasmo, mas a técnica chamada karezza prega justamente o contrário e
promete aproximar os casais. O nome vem da palavra italiana “carezza”,
que significa “carícia” em português, e a prática faz jus ao nome. A
ideia é abrir mão da ejaculação para trocar carinhos, abusar das
preliminares e sempre ter vontade de algo mais.
Claro, tudo tem o momento certo. Não dá para praticar a karezza com
quem você acabou de conhecer num sábado à noite. O método é indicado
para casais com intimidade, que perderam a vontade de fazer sexo com a
rotina e os problemas diários. “É uma técnica que foi inventada há muito
tempo e está voltando agora. Às vezes o casal se ama, mas a relação
está desgastada. Então vale a pena tentar a karezza para trabalhar a
energia e resgatar os sentimentos. É um jeito de voltar a namorar e ter
aquela sensação de perna bamba e coração disparado”, explica a
consultora de relacionamentos Vânniah Neves.
Na karezza, é permitido beijar, abraçar, masturbar o parceiro e
praticar sexo oral, mas a penetração e o orgasmo ficam fora de cena.
“Não é uma técnica que explora, mas ela educa sexualmente. É um desafio
porque é preciso ter muita intimidade e sintonia para se acariciar sem
penetrar. É como se saíssemos da mesa depois do almoço com vontade de
mais um pedaço de sobremesa. Quando você tem orgasmo, fica saciado”,
justifica Vânniah.
Karezza x sexo tântrico
Pode até parecer igual, mas as duas técnicas são bem diferentes. No tantra sexual, a ideia é sentir e prolongar o ato sexual o máximo que puder, mas diferentemente do karezza, há penetração e orgasmo.
Pode até parecer igual, mas as duas técnicas são bem diferentes. No tantra sexual, a ideia é sentir e prolongar o ato sexual o máximo que puder, mas diferentemente do karezza, há penetração e orgasmo.
“No sexo tântrico, a ejaculação é anti-climax. A proposta é que o casal
copule, interrompa e, depois de alguns minutos, copule de novo para
prolongar a relação sexual. Como a mulher demora um pouco mais para ter
orgasmo, ela pode chegar no ápice do prazer, mas o homem segura a
ejaculação o máximo que conseguir”, conta a consultora. Já no karezza, o
intuito é voltar ao início do namoro e apenas trocar carinhos.
Tudo bem, pode até parecer estranho evitar o orgasmo a todo custo.
Ainda assim, as duas técnicas tem algo em comum: prolongar a relação e
aproximar os casais.
Infiéis contam suas preferências sexuais em pesquisa de site
A pesqisa foi feita com 287 mil usuários do site de relacionamentos, todos infiéis
A pesquisa realizada com 287 mil usuários do site de relacionamentos AshleyMadison.com,
especializado em relações extraconjugais, revelou as preferências
sexuais das pessoas infiéis. O estudo apontou que os brasileiros são os
que mais fazem sexo na posição papai e mamãe. O País ainda foi campeão
no uso de brinquedos eróticos, vice-campeão na escolha do sexo oral para
apimentar as preliminares e ficou em terceiro lugar na modalidade
conversas eróticas, sejam elas na cama, telefone ou até na internet.
A pesquisa ainda apontou o Reino Unido como o país menos despudorado,
devido às práticas sadomasoquistas, seguida pelo sexo ao ar livre e os
fetiches em geral. Na Itália, ménage à trois, ou sexo a três, foi a
escolha da maioria.
Os argentinos ganharam como os que mais utilizam fantasias eróticas e
gostam de falar sacanagens. Já os suíços levaram o ouro por fetichismo e
como os maratonistas do sexo, sendo suas relações sexuais as mais
duradouras. A prática sexual entre duas mulheres é mais comum na
Colômbia, Estados Unidos e Espanha, respectivamente. "Mente poluída": saiba se você pensa suficientemente em sexo
Falta de desejo sexual é um problema para muitas mulheres, mas
o problema pode começar bem antes de se deitar na cama: na falta de
"pensamentos poluídos"
A ideia, como o próprio nome já diz, é fazer com que as mulheres
“pensem mais naquilo” e potencializem o desejo sexual, uma necessidade
que faz parte da realidade de muitas brasileiras. A ideia do site veio
da própria vivência com as amigas. “Elas diziam que os namorados e
maridos sentiam muito mais vontade de fazer sexo do que elas e que não
sentiam tesão. Mas a vontade não surge do nada. A maioria das mulheres
que eu conheço não consome nenhum tipo de pornografia ou material
erótico”, pontua.
É o caso da jornalista e relações públicas F.B. (*), 33, de São Paulo,
casada há oito anos. Apesar de achar que tem uma vida sexual saudável,
com uma frequência semanal de uma a duas relações sexuais, afirma que
não pensa em sexo com frequência, mas acredita que sentiria mais desejo
se o fizesse. “Diferente dos homens, que são estimulados o tempo todo,
as mulheres quase não falam de sexualidade ou aquilo que é atraente.
Cresci sem falar disso com a família ou mesmo entre amigas”, observa,
acrescentando que a timidez e alguns tabus relacionados ao sexo são
alguns dos entraves. “Ninguém conta pra gente as dificuldades que vão
aparecer no casamento, inclusive nesse aspecto”, reforça.
Sensualidade x sexualidade: contradições no País do Carnaval
Apesar de estarem em um País conhecido como liberal e povoado por
mulheres curvilíneas e sensuais, as brasileiras ainda estão atrás de
outras culturas quando o assunto é ir pra a cama, na opinião de Y.D.
“Acho que nos países latinos, onde a cultura religiosa é muito forte, o
sexo ainda é muito associado ao ‘pecado’, com culpa. E por outro lado, o
Brasil ainda é muito machista”.
Ela, que morou por dois anos na França, provou na pele a diferença da
aceitação dos homens às mulheres que expressam mais o desejo sexual.
“Existe uma hipocrisia sexual muito grande no Brasil. A sensualidade
está latente nos gestos, na dança, na maneira como as mulheres se
comportam, mas quando é para falar de sexo, ainda existe um monte de
tabu. Na França e em outros países da Europa as pessoas lidam com isso
com mais naturalidade”, analisa.
Já no Brasil, Y. D. notou que os homens têm medo de mulheres com muita
iniciativa. “Eles pensam que uma mulher que encara o sexo com mais
naturalidade sabe muita coisa e ficam com medo de não corresponder às
expectativas. Depois eu entendi que tinha que me segurar, fazer de conta
que era mais tímida, fazer um teatro para que sentissem que eram o
macho dominador”, conta.
Coordenadora do Projeto Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP),
Carmita Abdo concorda que o aspecto cultural influencia no psicológico
de algumas mulheres, bloqueando os “pensamentos poluídos”. No entanto,
também ressalta a questão hormonal. “A mulher passa por vários ciclos
hormonais ao longo do mês e da vida. Tem a fase progesterônica, que
antecede a menstruação, a amamentação, o pós-parto e o climatério. Tudo
isso interfere para que elas estejam menos disponíveis para o sexo do
que os homens”, avalia.
Apesar de concordar que eles são mais estimulados sexualmente do que as
mulheres, ela acredita que o machismo vem dando espaço para uma
flexibilidade maior. “O homem brasileiro mudou bastante. Muitos ainda
dividem as que são para casar e as que são para fazer sexo, mas alguns
acabam se dando conta que essa escolha pode não ser tão favorável para
ele, pois pode estar traçando uma vida sexual para si não muito
interessante”, afirma.
Ir para a cama: teoria e na prática
Estimular o desejo por meio de pensamentos, e estar consequentemente
mais disposta para o sexo, não requer prática nem habilidade – basta
começar. Carmita destaca que a demanda sexual está dentro de todos, a
diferença é que alguns são estimulados, outros não.
Algumas, por outro lado, acabam descarregando sua tensão sexual em
outros campos da vida, como trabalho, filhos e família. Por isso, ela
avisa que é preciso haver equilíbrio. “Todo mundo tem dentro de si um
contingente de interesse sexual, é um encontro consigo mesmo. Uma
autorização que a pessoa se dá para viver sua sexualidade. O que a
mulher precisa é acreditar que ela também é um ser sexual”.
A profissional ressalta também a importância de se procurar as
equivalências com o parceiro sexual. “Não existe parceiro ideal, existe
parceiro possível, senão ficará eternamente procurando aquele homem
hollywoodiano, que vemos no cinema”, afirma, complementando que o “sexo é
um parâmetro de saúde”. “Quando alguém se realiza sexualmente, é um
atestado de que está bem física e emocionalmente”.
Para a jornalista Y.D., ter o hábito de pensar em sexo é o segredo para
ter uma vida sexual mais ativa e com qualidade. Foi por isso que tomou a
iniciativa de escrever um blog sobre o tema. “Percebi que as mulheres
tinham essa necessidade e existe uma lacuna de publicações voltadas para
elas. Não acho que os homens têm mais necessidade de sexo, só acho que
são mais estimulados”.
Ela, que se iniciou na vida sexual na faixa dos 15 anos, disse que sua
forma de ver o sexo vem da criação e da curiosidade. “Acho que com
relação às minhas amigas, sempre fui um pouco mais livre. A mulher
sempre fala do aspecto romântico da coisa, mas para os detalhes ficam
com vergonha. Com base nos comentários que recebe no blog, já percebeu
que o tema ainda choca um pouco. “Algumas mulheres têm dificuldade de
ver este tipo de material, um nu frontal, mas isso não impede de
gostarem ou de querer ler”.
Para ela, o momento é ótimo para as mais tímidas começarem a colocar o
assunto em pauta e nas literaturas de cabeceira. “Hoje temos privacidade
com a Internet, e isso abre uma porta. Ela não precisa mais ir a uma
banca, uma livraria ou locadora para ter acesso a materiais
pornográficos. Pensando em sexo você fica com mais vontade, porque já
vem trabalhando anteriormente ao momento. E isso reflete de uma forma
geral no bem estar, equilibra nossas funções como ser humano”, finaliza.
(*) Os nomes foram colocados em sigla, pois as entrevistadas preferem preservar sua identidade.
Brasileiros têm as relações sexuais mais longas, diz pesquisa
Brasileiro tem relação média de 48 minutos
Para quem reclama das rapidinhas, saiba que sexo no Brasil dura mais que
no resto do mundo. De acordo com uma pesquisa, os brasileiros praticam
em média 20,8 minutos de preliminares, perdendo apenas para Grécia, e
demoram 27,2 minutos durante a penetração, logo atrás de Hong Kong. Essa
relação média de 48 minutos é recorde entre todos os países. As
informações são do The Sun.
Apesar disso, o Brasil não aparece no ranking de países em que o sexo é
praticado com mais frequência. Mulheres do mundo todo foram
questionadas se tinham relações sexuais pelo menos uma vez por semana.
Neste quesito, Colômbia está em primeiro lugar, já que 89% das mulheres
afirmaram que sim, seguida de Indonésia e Rússia, empatadas com 88%.
Entre as que mais prevenidas estão China (77%), Hong Kong (73%) e Índia
(71%). O Brasil fica em sexto lugar, com 67% das mulheres que usam
contraceptivos durante as relações.
O levantamento mostrou ainda que as mulheres que mais têm orgasmo são
as húngaras, com 75%, seguidas de gregas (71%) e espanholas (70%). Já os
países em que elas menos atingem o orgasmo são Malásia, com 28%, Coréia
do Sul, com 25%, e China com apenas 23%.
Homens e mulheres têm fantasias sexuais semelhantes
Um estudo realizado na Universidade de
Granada, na Espanha, demonstrou que não há diferenças significativas
entre as fantasias sexuais dos homens e das mulheres.
Tanto homens como mulheres têm fantasias íntimas ou românticas envolvendo seu parceiro, embora os homens fantasiem com mais frequência do que as mulheres.
Além disso, os homens têm mais fantasias sexuais (tanto positivas quanto negativas) do que as mulheres, o que confirmaria a crença de que os homens pensam sobre sexo com mais frequência do que as mulheres.
Para realizar este estudo, os pesquisadores entrevistaram 2.250 pessoas (49,6% homens e 50,4% mulheres) com idades entre 18 e 73 anos, que mantinham um relacionamento heterossexual há pelo menos 6 meses.
Os resultados sugerem que perto de 100% dos homens e mulheres experimentaram uma fantasia sexual agradável em sua vida, enquanto cerca de 80% dos entrevistados experimentaram uma fantasia negativa ou desagradável sexual alguma vez na vida.
No entanto, homens e mulheres não fantasiam com a mesma frequência.
Especificamente, o estudo mostrou que as mulheres têm fantasias românticas agradáveis com mais frequência do que os homens - algumas vezes por mês, segundo suas respostas aos questionários.
Os homens, porém, fantasiam com mais frequência sobre atividades sexuais "exploratórias", como sexo em grupo, e buscam novas sensações, como "ser promíscuo", "ser um swinger" e "participar de uma orgia".
As fantasias sexuais consideradas desagradáveis são aquelas associadas com a submissão sexual.
As mulheres pensam com mais frequência do que os homens em "ser forçada a ter relações sexuais" - elas fantasiam sobre isso "pelo menos uma vez na vida".
No entanto, as fantasias negativas mais frequentes entre os homens estão associadas com o sexo homossexual.
Nieves Moyano Muñoz e Juan Carlos Sierra Freire, da Universidade de Granada, afirmam que estudos como esse têm a intenção de elucidar se fantasias sexuais negativas ou desagradáveis são disfuncionais ou não para o desenvolvimento de variados comportamentos sexuais.
Os pesquisadores salientam que ter fantasias sexuais "favorece alguns aspectos, como o desejo sexual e a excitação".
Em termos terapêuticos, eles acreditam que não é apenas a presença ou ausência de fantasias sexuais que devem ser consideradas, mas também a atitude do paciente em relação a elas.
Tanto homens como mulheres têm fantasias íntimas ou românticas envolvendo seu parceiro, embora os homens fantasiem com mais frequência do que as mulheres.
Além disso, os homens têm mais fantasias sexuais (tanto positivas quanto negativas) do que as mulheres, o que confirmaria a crença de que os homens pensam sobre sexo com mais frequência do que as mulheres.
Para realizar este estudo, os pesquisadores entrevistaram 2.250 pessoas (49,6% homens e 50,4% mulheres) com idades entre 18 e 73 anos, que mantinham um relacionamento heterossexual há pelo menos 6 meses.
Os resultados sugerem que perto de 100% dos homens e mulheres experimentaram uma fantasia sexual agradável em sua vida, enquanto cerca de 80% dos entrevistados experimentaram uma fantasia negativa ou desagradável sexual alguma vez na vida.
No entanto, homens e mulheres não fantasiam com a mesma frequência.
Especificamente, o estudo mostrou que as mulheres têm fantasias românticas agradáveis com mais frequência do que os homens - algumas vezes por mês, segundo suas respostas aos questionários.
Os homens, porém, fantasiam com mais frequência sobre atividades sexuais "exploratórias", como sexo em grupo, e buscam novas sensações, como "ser promíscuo", "ser um swinger" e "participar de uma orgia".
As fantasias sexuais consideradas desagradáveis são aquelas associadas com a submissão sexual.
As mulheres pensam com mais frequência do que os homens em "ser forçada a ter relações sexuais" - elas fantasiam sobre isso "pelo menos uma vez na vida".
No entanto, as fantasias negativas mais frequentes entre os homens estão associadas com o sexo homossexual.
Nieves Moyano Muñoz e Juan Carlos Sierra Freire, da Universidade de Granada, afirmam que estudos como esse têm a intenção de elucidar se fantasias sexuais negativas ou desagradáveis são disfuncionais ou não para o desenvolvimento de variados comportamentos sexuais.
Os pesquisadores salientam que ter fantasias sexuais "favorece alguns aspectos, como o desejo sexual e a excitação".
Em termos terapêuticos, eles acreditam que não é apenas a presença ou ausência de fantasias sexuais que devem ser consideradas, mas também a atitude do paciente em relação a elas.
Para mulheres, pílula anticoncepcional melhora vida sexual, diz pesquisa
Quatro em cada dez mulheres acreditam que as pílulas anticoncepcionais
afetam positivamente sua vida sexual, segundo pesquisa da Febrasgo
(Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).
Uma em cada três mulheres diz que o uso do anticoncepcional fez com
que elas aumentassem a frequência das relações sexuais, e o mesmo número
se mostra mais satisfeita quando faz sexo.
“A libido feminina depende de muitos fatores, não é tão simples como a
do homem. Tem a influência da testosterona, mas também é muito
importante como a mulher se sente. E as pílulas têm outros benefícios,
além de proteger contra a gravidez, aumentando a autoestima da mulher,
com a melhora da pele e cabelo e menores variações de humor, por
exemplo”, explica o ginecologista Gerson Lopes, presidente da Comissão
Nacional de Sexologia da Febrasgo.
A pesquisa ouviu 500 mulheres entre 15 e 45 anos de cinco capitais do
país (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Porto
Alegre).
Pode-se perceber aspectos regionais como o tempo de uso da pílula. No
Rio de Janeiro e Porto Alegre a maior parte das mulheres usa o
contraceptivo por mais de 10 anos, já em São Paulo, Recife e Belo
Horizonte, o uso se concentra em até 5 anos.
De acordo com a Federação, a pílula é o método contraceptivo mais
usado no país e 70% das mulheres ouvidas não pretendem mudá-lo, sendo
que 86% nem sequer pensam em parar de usar o medicamento.
A grande maioria conhece outros métodos contraceptivos como camisinha
masculina (93%), DIU (81%) e camisinha feminina (72%). Apesar disto,
pílula do dia seguinte (11%), cirurgia de ligadura de trompas (11%),
adesivos (9%), vasectomia (9%) e anel vaginal (8%) são pouco familiares
ao público.
O projeto R.O.S.A. (Resultados e Opiniões sobre Saúde e
Anticoncepcional) da Frebrasgo pretende ouvir mulheres sobre sua relação
com os anticoncepcionais para melhor formar os médicos ginecologistas.
Mulher fica mais atraente no período fértil, diz pesquisa da USP
Na fase mais fértil do ciclo menstrual, mulheres são consideradas mais
atraentes pelos homens do que quando estão na fase menos fértil. Isto é o
que indicam os resultados de um estudo desenvolvido no Programa de
Pós-Graduação em Psicobiologia da Faculdade de Filosofia, Ciências e
Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP pela psicóloga Lina María
Perilla-Rodríguez.
Durante a pesquisa, duas fotos da face de 18 mulheres em fase
reprodutiva (dos 18 aos 42 anos), obtidas nas fases fértil e infértil do
ciclo, eram apresentadas a 64 julgadores voluntários do sexo masculino,
maiores de 18 anos, que deviam apontar a mais atraente e indicar um
nível de atratividade para cada retrato.
Em uma das etapas do estudo, 62% dos rostos fotografados na fase fértil
foram escolhidos como mais atraentes, contra 38% na fase infértil. Em
outra etapa, na qual foram excluídos da foto elementos externos, como
cabelos e orelhas, o resultado alterou-se para 58% na fase fértil,
contra 42% na infértil.
Anticoncepcional anula diferença
O estudo também envolveu uma comparação entre a variação da
atratividade de mulheres que não faziam uso do anticoncepcional hormonal
(AH) e outras que o utilizavam. Para isso, foram avaliadas as faces de
mais 18 mulheres, estas usuárias de AH, fotografadas nos períodos
correspondentes à Fase Folicular Tardia (FFT) e à Fase Lútea (FL) de um
ciclo menstrual ovulatório normal.
A partir disto, um importante achado da pesquisa foi a diferença não
significativa no julgamento da atratividade entre as faces destas
mulheres nas duas etapas do ciclo: houve 52% de preferência pelos rostos
fotografados na fase fértil (FFT), contra 48% pelos rostos da infértil.
Lina María explica que nessas mulheres não ocorrem as mudanças
hormonais características da transição de fase menstrual, conforme a
ovulação, e essa pode ser uma das razões pelas quais não são detectadas
alterações na atratividade. “O uso ou não do anticoncepcional pode
influenciar na atratividade da mulher”, conclui.
O que muda na mulher?
Após a finalização da pesquisa, a psicóloga também fez uma observação
das faces das mulheres em nível qualitativo, percebendo certas
alterações nos rostos daquelas que não usam anticoncepcionais.
“Basicamente, o que muda são os tecidos moles do rosto: os lábios ficam
um pouco mais volumosos, e o rosto fica mais arredondado na região das
bochechas. Mas são mudanças muito sutis”, relata.
Apesar disso, para melhores conclusões sobre essas diferenças seriam
necessários novos estudos voltados especificamente para a identificação
das características do rosto e outras partes do corpo feminino que
sofrem alterações conforme o ciclo menstrual.
Segundo Lina María, essas constatações respaldam estudos que afirmam
que o ser humano, mesmo inconscientemente, é hábil para perceber
pequenas mudanças no outro, entre elas a fertilidade, neste caso,
relacionada ao julgamento de maior atratividade facial da mulher.
Como seres biológicos, ela explica, o objetivo de toda espécie é a
reprodução. Logo, esta capacidade de percepção seria conveniente para a
escolha da melhor parceira para procriação.
Sete passos básicos ajudam você a esquecer um amor; veja quais são
Não obrigue-se a ocupar a cabeça logo após o fim de um relacionamento; o luto precisa ser vivido
Superar o fim de um romance, principalmente se a decisão pelo término
não foi sua, não é tarefa das mais fáceis. E em muitos casos, quanto
mais você quer apagar alguém da cabeça, mais a lembrança dos momentos
vividos insiste em perturbar. Isso acontece, em parte, porque a pessoa
toma atitudes equivocadas.
1. Não tente curar a falta de alguém com uma nova paixão
A velha máxima "um coração partido só se cura com outro amor" nem sempre funciona. Para a psicóloga Regiane Machado, o ideal é superar o término de um relacionamento sozinho, buscando refletir sobre o fim. "Ao desejar começar um novo relacionamento, é importante que o término tenha sido superado, para se entregar por inteiro". Para Marina Vasconcellos, psicóloga e terapeuta familiar e de casal, investir tempo em atividades variadas, com amigos e em cuidar de si é que contribui para a superação. "Se nesse processo de cura aparecer um outro amor, tudo acontece mais rápido, sem dúvida. Mas essa não é a condição para esquecer alguém". A psicóloga Angélica Amigo conta que pessoas que não sabem ficar sozinhas dificilmente preenchem o coração com outras coisas. "A única maneira que conhecem para ser felizes é se apoiar em alguém. E isso não é positivo, porque não se pode jogar nas costas do outro as responsabilidades que ser feliz implica. A relação fica pesada demais".
A velha máxima "um coração partido só se cura com outro amor" nem sempre funciona. Para a psicóloga Regiane Machado, o ideal é superar o término de um relacionamento sozinho, buscando refletir sobre o fim. "Ao desejar começar um novo relacionamento, é importante que o término tenha sido superado, para se entregar por inteiro". Para Marina Vasconcellos, psicóloga e terapeuta familiar e de casal, investir tempo em atividades variadas, com amigos e em cuidar de si é que contribui para a superação. "Se nesse processo de cura aparecer um outro amor, tudo acontece mais rápido, sem dúvida. Mas essa não é a condição para esquecer alguém". A psicóloga Angélica Amigo conta que pessoas que não sabem ficar sozinhas dificilmente preenchem o coração com outras coisas. "A única maneira que conhecem para ser felizes é se apoiar em alguém. E isso não é positivo, porque não se pode jogar nas costas do outro as responsabilidades que ser feliz implica. A relação fica pesada demais".
2. Não se transforme em "stalker"
Na opinião da psicóloga e terapeuta de casal Marina Vasconcellos, procurar notícias do "ex" através de amigos em comum ou ficar controlando seus passos nas redes sociais são formas de paralisar a própria vida. "Se acabou a relação, olhe para frente e invista no novo", diz. É um padrão de comportamento muito comum romper um relacionamento e continuar a se sentir no controle dele. Se transformar em "stalker" seria uma maneira destrutiva de dar continuidade à relação. Ao bisbilhotar a rotina alheia, deixamos a própria vida em suspenso, de escanteio. "Aí nunca esquece mesmo, porque a pessoa age como se ainda tivesse algo com o outro", diz Angélica Amigo.
Na opinião da psicóloga e terapeuta de casal Marina Vasconcellos, procurar notícias do "ex" através de amigos em comum ou ficar controlando seus passos nas redes sociais são formas de paralisar a própria vida. "Se acabou a relação, olhe para frente e invista no novo", diz. É um padrão de comportamento muito comum romper um relacionamento e continuar a se sentir no controle dele. Se transformar em "stalker" seria uma maneira destrutiva de dar continuidade à relação. Ao bisbilhotar a rotina alheia, deixamos a própria vida em suspenso, de escanteio. "Aí nunca esquece mesmo, porque a pessoa age como se ainda tivesse algo com o outro", diz Angélica Amigo.
3. Pare de alimentar a culpa pelo fim
A raiva e a frustração de ver os planos amorosos ruírem podem levar a uma visão distorcida dos acontecimentos. Não é raro assumir o papel de vítima –para chamar a atenção, para transformar o outro em vilão ou por puro comodismo. De acordo com a psicóloga Regiane Machado, é bom ter cuidado para não se culpar excessivamente nem assumir a responsabilidade plena pelo fim da relação, afinal, um relacionamento é construído por duas pessoas que têm defeitos e qualidades. O comportamento contrário também é prejudicial. Jogar a culpa no outro piora a situação. "Se a pessoa não toma ciência dos próprios problemas e da sua parcela de culpa e responsabilidade no término, não consegue se desvencilhar do passado", diz Angélica Amigo
A raiva e a frustração de ver os planos amorosos ruírem podem levar a uma visão distorcida dos acontecimentos. Não é raro assumir o papel de vítima –para chamar a atenção, para transformar o outro em vilão ou por puro comodismo. De acordo com a psicóloga Regiane Machado, é bom ter cuidado para não se culpar excessivamente nem assumir a responsabilidade plena pelo fim da relação, afinal, um relacionamento é construído por duas pessoas que têm defeitos e qualidades. O comportamento contrário também é prejudicial. Jogar a culpa no outro piora a situação. "Se a pessoa não toma ciência dos próprios problemas e da sua parcela de culpa e responsabilidade no término, não consegue se desvencilhar do passado", diz Angélica Amigo
4. Não se obrigue a ter novos interesses imediatos
"Você precisa se distrair", dizem mãe, pai, irmã, amigos e até o chefe. Porém, nem sempre procurar alternativas de lazer ou fazer uma transformação radical –mudar o guarda-roupa ou o corte de cabelo, por exemplo– são boas soluções, justamente porque têm caráter impulsivo. "Novos interesses são sempre bem-vindos, mas apenas se a pessoa estiver realmente a fim de investir sua energia em coisas novas. Todo final de relação amorosa inclui um pequeno período de luto, e isso tem de ser elaborado devagar", afirma a psicóloga Angélica Amigo. "Acredito que tudo o que acontece impulsivamente não dura. É preciso pensar sobre o assunto e avaliar o que realmente gosta, para depois ir beber de outras fontes”, diz. Segundo Marina Vasconcellos, isso não significa, porém, se isolar. "É preciso sair, sim, relacionar-se com outras pessoas e, principalmente, não deixar de se cuidar", afirma.
"Você precisa se distrair", dizem mãe, pai, irmã, amigos e até o chefe. Porém, nem sempre procurar alternativas de lazer ou fazer uma transformação radical –mudar o guarda-roupa ou o corte de cabelo, por exemplo– são boas soluções, justamente porque têm caráter impulsivo. "Novos interesses são sempre bem-vindos, mas apenas se a pessoa estiver realmente a fim de investir sua energia em coisas novas. Todo final de relação amorosa inclui um pequeno período de luto, e isso tem de ser elaborado devagar", afirma a psicóloga Angélica Amigo. "Acredito que tudo o que acontece impulsivamente não dura. É preciso pensar sobre o assunto e avaliar o que realmente gosta, para depois ir beber de outras fontes”, diz. Segundo Marina Vasconcellos, isso não significa, porém, se isolar. "É preciso sair, sim, relacionar-se com outras pessoas e, principalmente, não deixar de se cuidar", afirma.
5. Passe um tempo sem rever a pessoa
Se não houver filhos, é bom cortar o contato com a pessoa, para que ela vá se tornando menos presente em sua vida. "Certamente, quanto maior for o afastamento, maiores as chances de se superar a perda. Deixar de ouvir a voz ou ver o 'ex' ou a 'ex' vai fazendo com que a presença ‘mental’ da pessoa também perca a intensidade”, diz a Marina Vasconcellos. Angélica Amigo afirma que muita gente coloca o controle no lugar do afeto. A pessoa nem está mais tão apaixonada, mas provoca encontros aparentemente casuais, busca notícias, julga novos companheiros. Ao fazer isso, a vida não evolui, e o relacionamento que não existe mais permanece pairando nos pensamentos.
Se não houver filhos, é bom cortar o contato com a pessoa, para que ela vá se tornando menos presente em sua vida. "Certamente, quanto maior for o afastamento, maiores as chances de se superar a perda. Deixar de ouvir a voz ou ver o 'ex' ou a 'ex' vai fazendo com que a presença ‘mental’ da pessoa também perca a intensidade”, diz a Marina Vasconcellos. Angélica Amigo afirma que muita gente coloca o controle no lugar do afeto. A pessoa nem está mais tão apaixonada, mas provoca encontros aparentemente casuais, busca notícias, julga novos companheiros. Ao fazer isso, a vida não evolui, e o relacionamento que não existe mais permanece pairando nos pensamentos.
6. Não alimente as lembranças
Pare de alimentar lembranças --em especial, as felizes. "Para superar uma perda, é fundamental não ficar curtindo a tristeza isolado, fechado em seu próprio mundo, lamentando-se ou lembrando das coisas que eram boas e foram perdidas", conta Marina Vasconcellos. "Isso tudo, é claro, sem deixar de lado a necessidade de se rever, de ficar só por um tempo para entrar em contato consigo e com seus desejos mais profundos". É importante refletir sobre o que não era bom na relação e pensar friamente sobre os motivos que conduziram o casal ao rompimento. O que verdadeiramente provocou a separação deve ser olhado e entendido --e servir de lição para relacionamentos futuros ou para ajudar a aceitar que o fim era mesmo a melhor alternativa.
Pare de alimentar lembranças --em especial, as felizes. "Para superar uma perda, é fundamental não ficar curtindo a tristeza isolado, fechado em seu próprio mundo, lamentando-se ou lembrando das coisas que eram boas e foram perdidas", conta Marina Vasconcellos. "Isso tudo, é claro, sem deixar de lado a necessidade de se rever, de ficar só por um tempo para entrar em contato consigo e com seus desejos mais profundos". É importante refletir sobre o que não era bom na relação e pensar friamente sobre os motivos que conduziram o casal ao rompimento. O que verdadeiramente provocou a separação deve ser olhado e entendido --e servir de lição para relacionamentos futuros ou para ajudar a aceitar que o fim era mesmo a melhor alternativa.
7. Não finja sentir aquilo que não sente
Fazer de conta que não está se importando com o rumo que os acontecimentos tomaram, quando internamente se sente em pedaços, é uma atitude que não contribui em nada. Mesmo que as pessoas acreditem em você, na sua firmeza, por dentro, o sofrimento só aumenta. Colocá-lo para fora ajuda a esquecer, assim como desabafar com os mais próximos. "Isso tudo faz parte do processo do luto", diz a psicóloga Angélica Amigo. "Elabore primeiro a perda, reveja alguns conceitos sobre o que é estar com alguém e, a partir daí, você conseguirá se reinventar", declara.
Fazer de conta que não está se importando com o rumo que os acontecimentos tomaram, quando internamente se sente em pedaços, é uma atitude que não contribui em nada. Mesmo que as pessoas acreditem em você, na sua firmeza, por dentro, o sofrimento só aumenta. Colocá-lo para fora ajuda a esquecer, assim como desabafar com os mais próximos. "Isso tudo faz parte do processo do luto", diz a psicóloga Angélica Amigo. "Elabore primeiro a perda, reveja alguns conceitos sobre o que é estar com alguém e, a partir daí, você conseguirá se reinventar", declara.
Assinar:
Postagens (Atom)

