quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Saiba quais as 7 atitudes que pioram a briga de casal

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Brigar em público está fora de questão, mas isso não significa que não deva expor os sentimentos se algo acontecer

Ninguém gosta de brigar, mas sem querer pode piorar o desentendimento. O site Madame Noire enumera as sete atitudes que colaboram para que a situação possa ser prolongada e, pior, não resolvida. Confira:
Fazer piada
Uma vez encerrada a discussão, o assunto não deve ser novamente trazido à tona, mesmo que em tom de brincadeira. Muito menos em conversas entre amigos. Brigas não devem se transformar em assunto para entreter terceiros. Mesmo que isso não resulte em nova briga, pode aumentar a tensão e causar desconforto no parceiro.

Acumular as coisas
Não espere o parceiro fazer a mesma coisa da qual não gosta várias vezes para depois despejar sobre ele que 'sempre' faz a coisa errada. Provavelmente ele não percebe que está pisando na bola. Diga algo logo na primeira. Ou, se guardar o comentário, quando for falar, não diga quantas vezes ele errou, apenas fale o que a incomoda.

Explodir na hora errada
Não dá para saber quando acontecerá uma situação tensa entre o casal, mas definitivamente não comece uma briga em público. Nem se estiver na companhia de familiares ou amigos íntimos. O parceiro terá de lidar com o assunto da discussão mais o constrangimento de estar sendo agredido em público. Não funciona.

Segurar a raiva
Brigar em público está fora de questão, mas isso não significa que não deva expor os sentimentos se algo acontecer. Seja firme e até use algumas palavras mais duras, mas não faça escândalos. Agir de maneira direta e objetiva pode agradar ao parceiro, que costuma agir assim com os amigos.

Rotular
Não use a briga para rotular o comportamento do parceiro. Ele pode ter agido como idiota, mas não deve ser chamado assim. Ele apenas precisa saber como é que a fez sentir. Encerre o papo por aí.

Incluir outras pessoas na discussão
Não cite outras pessoas durante a briga. Não adianta dizer que a mãe dele, o melhor amigo ou que o irmão concorda com você. Provavelmente ele não prestará mais atenção ao assunto da briga e pensará somente que foi exposto e que o relacionamento virou tema de conversa entre terceiros.

Não ser sarcástica
Ser objetiva, olhando nos olhos e falar o que sente. Não tente enfatizar a raiva ou o descontentamento sendo sarcástica, falando como se ele fosse uma criança, colocando-o sentado ou fazendo piadas da situação.

Veja 10 atitudes inconvenientes que afastam as mulheres

Falar palavrões, estalar os dedos e interromper as pessoas são considerados "tiques" sociais despresíveis  Foto: Geety Images
Falar palavrões, estalar os dedos e interromper as pessoas são considerados "tiques" sociais despresíveis 

Os seres humanos são seres sociáveis. E, embora, é bom saber como lidar com certas situações de forma eficiente e pouco embaraçosa, seja em um encontro ou em uma entrevista de trabalho. Para não parecer incoveniente ou um grande chato, o site AskMen listou 10 "tiques sociais" que devem ser evitados.

Estalar os dedos

Com um pouco de dedicação e  concentração você se livrará desse hábito. Não que este hábito seja ruim pra você, mas sua companhia pode não gostar muito dos barulhos de juntas e ossos.
Mexer as mãos.
Passar as mãos pelo cabelo, colocá-las no nariz, rosto e pernas pode mostrar que você está nervoso. Controle-se e pareça firme e descontraído.

Pedir desculpas demais

É bom ser educado! Mas pedir desculpas por tudo que acontece não leva a lugar algum. Evite.

Tocar em excesso

Se você não quer parecer meloso demais, evite este tocar em excesso. Uma mão nos ombros da garota é o bastante. Passar disso – em momentos inapropriados – pode deixar as pessoas desconfortáveis. Antes de mais nada, conheça os limites das pessoas.  Por isso, siga a dica: se você tocou e ela recuou, espere até ela tomar a próxima iniciativa.

Interromper as pessoas

Isso é rude e faz você parecer idiota. Espere uma abertura razoável para falar. Assim, você certamente será notado de forma positiva.

Agitar pernas

Quando as pessoas estão nervosas geralmente não param de movimentar as pernas e braços. Se você não quer parecer inseguro, dê um basta nisso.

Esquivar o olhar

Ao estabelecer uma conversa, os olhos são tão importantes quanto o que você diz. Sabemos que estabelecer contato visual com uma pessoa pode ser bastante complicado no início, exige intimidade. Mas preste atenção e mantenha a concentração.

“Uhm... Ééé...”

Se você usa essas expressões em quase todas as suas frases, tome cuidados. Parece que você fala demais e pensa menos que deveria. Planejar o discurso antes de verbalizar pode mostrar que você é mais inteligente e articulado.

Falar palavrões

Às vezes, soltar um belo de um palavrão pode realmente valorizar seu ponto de vista. Mas enfeitar cada frase com uma obscenidade pode torná-lo chato. Algumas pessoas se sentem ofendidas com essas palavras!

Checar o celular

Você não precisa estar conectado 24 horas por dia, 7 dias por semana. Faça uma pausa em seus e-mails, SMS e ligação para ter conversas na sua vida real. Desligue o celular na frente de sua convidada e ela ficará plenamente lisonjeada em ter sua atenção em tempo integral.

Maioria dos brasileiros valoriza postura profissional nas redes sociais

A maioria dos profissionais brasileiros acha importante cuidar da própria imagem nas redes sociais para garantir que a postura adotada na web não atrapalhe a vida profissional.
Segundo uma pesquisa da consultoria Robert Walters, 62% dos brasileiros consideram importante fazer isso porque acham que esses perfis, mesmo os pessoais, podem ter influência no trabalho.
Por outro lado, 28% acham que essa preocupação não é importante, e outros cerca de 10% não costumam pensar no assunto.
Em outros países, a atenção dada à imagem nas redes sociais é ainda maior. Na Alemanha, 86% dos profissionais se preocupam, na China, 74% e no Reino Unido, 73%. A pesquisa entrevistou 3.500 profissionais de 22 países.

Mais de 1,5 milhão de brasileiros consomem maconha todos os dias

Levantamento divulgado pela Unifesp aponta que 62% das pessoas tinham menos de 18 anos quanto entraram em contato com a droga

Surtos psicóticos: quanto maior for o consumo de maconha durante a juventude, maiores serão os sintomas na fase adulta
Maconha: no Brasil, um em cada 10 adolescentes que usa maconha é dependente da droga

Cerca de 1,5 milhão de brasileiros consome maconha todos os dias. Os dados fazem parte do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), primeira amostragem probabilística sobre o consumo da droga no Brasil, que foi realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e divulgado nesta quarta-feira. Segundo o estudo, 3,4 milhões de pessoas entre 18 e 59 anos usaram a droga no último ano e 8 milhões (o equivalente a 7% da população brasileira) já experimentaram maconha alguma vez na vida – dos quais, 62% teve contato com a droga antes dos 18 anos.
Segundo os dados da amostragem, o índice de uso da droga no Brasil no último ano foi de 3%, o que não o enquadra entre os países de maior consumo. Na Europa, por exemplo, o índice é de 5%, já nos Estados Unidos, esse número sobe para 10% e no Canadá para 14%. Embora a porcentagem de uso seja pequena no país, os pesquisadores salientam que a quantia de dependentes entre os usuários é a mesma encontrada em países com maior prevalência do uso. Cerca de um terço dos usuários adultos, por exemplo, já tentaram parar alguma vez, mas não conseguiram. Enquanto isso, 27% já tiveram sintomas de abstinência quando tentaram interromper o uso da droga.
Consumo – No estudo, foi comparada a taxa de uso da maconha entre 2006 e 2012. Foi visto, então, um aumento no número de usuários adolescentes da droga. Enquanto em 2006 existia menos de um adolescente para cada adulto usuário, em 2012 esse índice subiu para 1,4 adolescentes para cada adulto.
O levantamento mostra ainda que quase 600.000 adolescentes (4% da população) já usou maconha pelo menos uma vez na vida. Já no dado referente ao uso no último ano, a taxa encontrada foi idêntica a de adultos: 3%, equivalente a mais de 470.000 adolescentes.
Em relação à legalização da maconha no Brasil, 75% dos entrevistados disseram não concordar com ela, enquanto 11% se diz favorável à legalização da maconha e 14% diz não ter opinião formada sobre o assunto.
Estudo – O levantamento realizado pela Unifesp realizou entrevistas a domicílio em 149 municípios do país. Foram ouvidos 4.607 indivíduos, todos com 14 anos ou mais. Os voluntários tiveram de responder a um questionário com mais de 800 perguntas que avalia o padrão de uso de álcool, tabaco e drogas ilícitas, bem como fatores associados como depressão, qualidade de vida, saúde física e violência infantil e doméstica.

Sofrimento emocional, mesmo os casos menos graves, já aumenta risco de vida

Maior estudo já feito sobre essa relação mostrou que problemas mentais leves são capazes de elevar chances de mortalidade por diversas causas em um período de oito anos

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Ansiedade: mesmo leve, problemas emocionais aumentam risco de morte, diz estudo

O sofrimento emocional, mesmo os casos menos graves, como níveis mais baixos de stress, ansiedade, depressão e insegurança — sintomas que atingem uma em cada quatro pessoas —, aumenta o risco de morte causada pela maioria das causas em um período de oito anos. Essa é a conclusão de um extenso estudo publicado nesta terça-feira no periódico British Medical Journal (BMJ). Ainda de acordo com a pesquisa, a mortalidade decorrente de câncer é a única não afetada por problemas psicológicos leves: apenas distúrbios mais intensos e frequentes parecem interferir nesse risco.
Esse estudo, desenvolvido nas universidades de Londres e de Edimburgo, na Grã Bretanha, é o maior já feito sobre a relação entre problemas emocionais e mortalidade. Os pesquisadores levaram em consideração dez outras pesquisas das quais, ao todo, participaram 68.222 adultos com pelo menos 35 anos de idade que não apresentavam doenças graves, como câncer ou problemas cardiovasculares. Eles foram acompanhados ao longo de oito anos.
Os níveis de sofrimento psicológico foram medidos com base em questionários respondidos pelos participantes, que relataram intensidade e frequência com que sentiam sintomas de ansiedade, depressão, problemas de relacionamento e falta de confiança. Segundo os autores, a associação entre risco de morte e problemas psicológicos foi semelhante mesmo após os resultados serem ajustados em relação a outros fatores, como idade, sexo, tabagismo, consumo de álcool, sedentarismo e hábitos alimentares.
Para o coordenador do trabalho, Tom Russ, esses resultados são preocupantes, já que, segundo ele, como os sintomas de problemas emocionais leves costumam não ser aparentes ou então ignorados pelos profissionais de saúde, os pacientes que apresentam esses distúrbios acabam não recebendo tratamento adequado. Para o pesquisador, esse estudo pode implicar em novas abordagens de terapia para problemas emocionais menos graves a fim de reduzir o risco de mortalidade entre indivíduos que apresentam esses distúrbios.

Pesquisa: Facebook bate recorde de acessos via dispositivos móveis

Facebook Mobile
Saiu no Tech Crunch: um documento postado hoje pelo 10-Q SEC do Facebook aponta que 102 milhões de pessoas acessaram a rede social exclusivamente a partir de celulares no mês de junho. Este é um aumento considerável de 23% em comparação ao mês de março, quando 83 milhões de usuários acessaram a rede a partir de dispositivos móveis. Dos 543 milhões de usuários de plataformas móveis, 18,7% nem sequer utilizam o Facebook em seus computadores.
Isso significa que, se o Facebook começar a fazer campanhas publicitárias em seu aplicativo móvel, poderá gerar muito mais lucro no próximo ano. Os usuários de dispositivos móveis são mais receptivos a anúncios.
Segundo uma pesquisa da AdParlor, empresa que coordena as campanhas publicitárias de gigantes do mercado (Sega, Groupon, LG, Audi, Ubisoft, Atari, L'oréal, etc.) no Facebook, usuários de dispositivos móveis são 15 vezes mais propensos a clicar em anúncios. Eles também curtem e publicam mais que os usuários de computadores, chegando a comentar 22% mais vezes e curtir 63% mais posts.
Até o mês de junho, o Facebook não investia em propagandas para dispositivos móveis. Em entrevista à CNET, Hussein Fazal, presidente da AdParlor, disse que os comerciais em forma de histórias são recebidos pelos usuários como conteúdo, e não como propagandas irritantes. E afirmou: "O público não percebe que este material é publicidade, entendendo-o como uma série de histórias contadas".

Disfunção erétil pode significar problemas cardiovasculares graves

Muitos pensam que a disfunção erétil – a incapacidade de manter a ereção por tempo suficiente para a relação sexual – é um sinal de envelhecimento, mas pesquisadores norte-americanos dizem que jovens e homens de meia idade também devem se submeter a exames para detecção do problema.
Artigo publicado no American Heart Journal levantou a discussão da necessidade de se investigar mais a fundo os sintomas de disfunção erétil entre homens a partir dos 30 anos de idade que apresentam fatores de risco cardiovascular, como obesidade, histórico de tabagismo e diabetes tipo 2.
O Dr. Martin Miner, chefe do Men's Health Center at The Miriam Hospital, nos Estados Unidos, diz que cerca de 30 milhões de homens sofrem com o problema no país. O especialista explica que a disfunção erétil e as doenças cardiovasculares têm em comum o fato de serem causadas pelo estreitamento das artérias, o que resulta na redução do fluxo sanguíneo para diversas partes do corpo. Além disso, ambos os problemas têm como fatores de risco comuns o tabagismo, a obesidade, o diabetes e a pressão alta.
As artérias do pênis são menores que as artérias que fornecem sangue para o coração, de forma que a arteriosclerose é mais provável de se manifestar primeiro na forma de problemas de ereção. Dr. Miner explica que detectar a disfunção erétil representa um primeiro passo para o diagnóstico de doenças cardíacas, por isso é importante desmistificar o problema e incentivar os homens a procurar ajuda especializada.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Comer menos é o segredo para viver mais, diz cientista

De acordo com cientista, uma dieta com até 600 kcal  diárias é a única maneira de prolongar a vida Foto: Getty Images
De acordo com cientista, uma dieta com até 600 kcal diárias é a única maneira de prolongar a vida

Longe de exercícios, dietas da moda ou pílulas milagrosas, o segredo para uma vida longa está na alimentação. Isso porque, de acordo com o cientista Michael Mosley, para viver mais é preciso comer menos ou fazer jejum com intervalos. As informações são do jornal inglês Daily Mail.
Ele mostra que a taxa metabólica – quantidade de energia que o corpo usa  para manter suas funções normais – é um fator de risco para a morte precoce. Por isso, segundo Mosley, uma dieta com até 600 kcal  diárias, com três refeições, é a única maneira de prolongar a vida.

“O envelhecimento acontece devido uma elevada taxa metabólica, que aumenta o número de radicais livres.  Se você insistir em uma dieta de restrição calórica ou jejum, isso vai fazer com que seu organismo se adapte e tenha o metabolismo baixo”, explicou.


Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Saúde Envelhecimento do University College de Londres também mostrou que se as pessoas comessem  40% menos poderiam viver até 20 anos a mais.

Pessoas inseguras são mais infelizes na cama, diz estudo

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 Pessoas muito apegadas ou frias são mais inseguros. E isso torna a vida sexual pior

Aqui vai a dica para a próximna vez que você começar um namoro. Se o seu pretendente é inseguro, certamente isso impactará a vida sexual de vocês. As informações são do site Cosmopolitan.
Psicólogos da Universidade de Deakin, em Melbourne, analisaram 15 estudos feitos em diversos países e descobriram que pessoas inseguras tendem a agir de duas formas distintas  quando o assunto é sexo – podem ser indiferentes ou pegajosas. Fato é que ambos os perfis tendem a ter menos satisfação em sua vida sexual.

Os cientistas explicam que essas duas caraterísticas determinam o chamado “apego ansioso”. E isso leva as pessoas a agirem sempre com medo de serem rejeitadas ou abandonadas pelo parceiro.
Eles descobriram que as pessoas com características ‘pegajosas’ tiveram relações sexuais para reduzir a insegurança, a aumentar a intimidade e a sensação de acolhimento. Enquanto aqueles que se mostravam indiferentes fizeram menos sexo por se sentirem desconfortáveis ​​com intimidade. Independentemente de serem grudentos ou frios, os dois tipos de inseguro se disseram insatisfeitos com sua vida sexual.

Pesquisa diz que pessoas sentem-se adultas apenas aos 30

Pesquisa autraliana afirma que apenas 28% das pessoas sentem-se adultos a partir dos 21 Foto: Getty Images
Pesquisa autraliana afirma que apenas 28% das pessoas sentem-se adultos a partir dos 21

Chegar aos 21 anos marca a entrada na vida adulta. Certo? Apenas para 38% das pessoas, segundo pesquisa realizada na Austrália e divulgada pelo jornal Daily Mail. Treze por cento afirmaram não se sentir adultos e outros 49% disseram não ter certeza. O levantamento foi feito pela entidade assistencial Brotherhood of St. Laurence, em Melbourne, que acompanhou um grupo de crianças, nascidas em 1990, a cada sete anos.

O grupo de pesquisa concluiu que os 30 anos são os novos 21, já que é a idade apontada pelos entrevistados como o ano da mudança. Até lá, os jovens estão preocupados em estudar, viajar e em escolher uma profissão."A idade não tem mais relevância para marcar a entrada na vida adulta", afirmou uma das pesquisadoras, Janet Taylor.
Setenta e dois por cento dos jovens acompanhados pelo levantamento ainda moram com os pais. E apesar de a maioria trabalhar, vivem numa alternância de independência e dependência. Em contrapartida, a idade de 18 anos é considerada importante para os jovens, pois marca a liberação para dirigir e para consumir bebidas alcoólicas.

Estudo: homens não conseguem ser amigos de mulheres

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Homens se sentem mais atraídos por suas amigas mulheres do que o contrário, segundo levantamento

Algumas mulheres adoram o ombro daquele amigo homem, que tem sensibilidade para entendê-las mais profundamente do que as colegas do sexo feminino. Mas uma nova pesquisa traz uma notícia não muito boa para elas. Um estudo feito pela University of Wisconsin, 88 amigos foram questionados sobre a atração que sentiam pelos seus amigos do sexo oposto. Eles descobriram que os homens, tanto solteiros quanto comprometidos, eram mais propensos a se sentirem atraídos por suas amigas do que o contrário.
Cosmo Landesman, do jornal britânico Daily Mail, observa que isso mostra que, de um modo geral, se um homem tiver a oportunidade de ter uma note de amor com suas amigas mulheres, não perderiam essa oportunidade.
Quando uma mulher diz para um homem a fatídica frase "você é como um irmão para mim" , ele entende que ela nunca virá a ir para a cama com ele. De acordo com Landesman, os homens não entendem essa frase porque se uma mulher gosta de sua companhia, da sua forma de pensar, suas boas maneiras e seu humor e, ainda por cima, ele é solteiro, não há motivos para não dormir com ele.
O colunista ressalta que os homens pensam em sexo muito mais do que as mulheres, o que torna mais compreensível o fato de serem mais dispostos para este tipo de relação.
Para mulheres, amizade significa confiança. Quando elas dizem que querem um carinho, elas de fato querem um carinho. Para os homens que se encontram nessa situação, o colunista indica: evite perder o controle com uma amiga que não está a fim, pois poderá jogar fora uma amizade de anos.

Álcool pode acentuar em até três vezes efeito de remédios, diz estudo

Ingerir bebida alcoólica enquanto há uso de medicamentos pode ser mais perigoso do que se imagina, afirma um estudo divulgado nesta quinta-feira (16) no jornal científico "Molecular Pharmaceutics". De acordo com os pesquisadores, o álcool pode aumentar em até três vezes a dose original de medicamento e seu efeito no corpo. Segundo Christel Berstrom, autor do estudo, o álcool pode alterar a interação de enzimas e outras substâncias corporais quando entra em contato com ao menos 5 mil medicamentos disponíveis no mercado, vendidos com ou sem prescrição médica. Alguns desses remédios não se dissolvem totalmente no trato gastrointestinal - especialmente no estômago e no intestino. Os pesquisadores testaram então se com o álcool, essas drogas poderiam se dissolver mais facilmente e descobriu-se que a combinação intensificava o efeito do medicamento. Foram testados 22 remédios e 60% deles apresentaram mostras que teriam os efeitos superdimensionados. Alguns tipos de substâncias, principalmente as ácidas, são as mais afetadas - como o anticoagulante varfarina ,o tamoxifeno, usado para tratamento de cânceres e o naproxeno, responsável por aliviar dores e inflamações.

Cérebro vacila e comete mais erros quando as regras mudam, diz estudo

Aprender uma nova tarefa quando as regras do jogo mudam faz o cérebro vacilar e cometer uma série de erros, segundo um novo estudo feito por pesquisadores da área de psicologia da Universidade do Estado de Michigan, nos EUA.
Os resultados do trabalho estão publicados na atual edição da revista científica "Cognitive, Affective & Behavioral Neuroscience".
O principal autor, Hans Schroder, cita o exemplo de uma pessoa que viaja para um país como a Irlanda e, de repente, tem que dirigir em mão inglesa.
O cérebro, treinado para conduzir um carro sempre no sentido direito, acaba sobrecarregado ao tentar esquecer os padrões antigos e se concentrar nos novos. Com tantos conflitos ocorrendo ao mesmo tempo, o indivíduo pode esquecer-se de ligar o pisca-alerta várias vezes seguidas, sem se dar conta disso.
Os participantes da pesquisa passaram pelo seguinte teste de computador: quando aparecia a sequência de letras "NNMNN", tinham que apertar o botão esquerdo para indicar que a letra "M" estava no meio. Já quando vinha a sequência "MMNMM", deveriam pressionar o botão direito para mostrar que a letra "N" ficava no centro.
Depois de 50 repetições, as regras foram investidas. Resultado: os voluntários cometeram mais erros sequenciais e não se deram conta disso. Além disso, a atividade cerebral ficou mais intensa do que na primeira fase, porém com respostas mais lentas e menos precisas.
Na opinião do professor assistente de psicologia Jason Moser, mudanças constantes de regras no ambiente de trabalho podem levar a repetidos erros e, consequentemente, à exaustão, frustração, ansiedade ou depressão.
"Essas descobertas, junto com uma pesquisa anterior nossa, sugerem que, quando você precisa fazer 'malabarismos' com a mente - sobretudo se ela é multitarefa -, torna-se mais propenso a falhar. São necessários esforço e prática para ter mais consciência dos erros que você está deixando escapar e conseguir manter o foco", destacou Moser.

Gravidez tardia pode reduzir risco de câncer no endométrio, aponta estudo

Apesar de não recomendada pela maioria dos médicos, a gravidez tardia pode ter um benefício: reduzir o risco de câncer de endométrio, camada que reveste o útero.
É o que aponta uma análise de 17 estudos feita pela Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, e publicada na revista "American Journal of Epidemiology".
A pesquisadora Veronica Setiawan e sua equipe observaram 8.671 pacientes com câncer de endométrio e 16.562 mulheres saudáveis.
Os autores chegaram à conclusão de que as mães que tiveram o último filho após os 40 anos de idade apresentavam 44% menos chance de desenvolver esse tipo de tumor, em comparação com mulheres que deram à luz antes dos 25 anos.
Os benefícios foram vistos mesmo depois de décadas. Aos 70 anos, as mães mais velhas ainda tinham 33% menos risco da doença.
As razões para isso ainda não estão claras. Entre as possíveis explicações, está a hipótese de que quem engravida depois teria um endométrio mais intacto e saudável ou de que a gestação tardia seria capaz de diminuir o número de células pré-cancerosas na região.
Veronica diz que, quando esse mecanismo for descoberto, os cientistas poderão criar meios para prevenir esse tipo de câncer.

Música alta pode afetar memória e aprendizagem, diz estudo

Muitos adolescentes gostam de ouvir música alta, especialmente durante os estudos, costume que tem sido criticado pelo pais através de gerações.
Agora, cientistas da Argentina mostraram que a reclamação dos progenitores não é pura chateação: através de um experimento com ratos, eles descobriram que o som alto pode afetar a memória e os mecanismos de aprendizagem de animais em desenvolvimento.
O trabalho, publicado na revista Brain Research, foi realizado utilizando camundongos com idade entre 15 e 30 dias, o que corresponde a uma faixa etária entre 6 a 22 anos nos humanos.
'Nós usamos ratos pois eles têm um sistema nervoso semelhante aos seres humanos', disse Mundo Laura Guelman, coordenadora do projeto e pesquisadora do Centro de Estudos Farmacológico e Botânico (Cefybo) da Universidade de Buenos Aires (UBA).
Os pesquisadores expuseram os animais a intensidades de ruído entre 95 e 97 decibéis (dB) mais altos do que o patamar considerado seguro (70-80 dB), porém abaixo da intensidade de som que produz, por exemplo, um show de música (110 dB).
Concluído o experimento, eles descobriram que, depois de duas horas de exposição, os ratos sofreram danos irreversíveis nas células cerebrais.
Segundo os pesquisadores, foram identificadas anormalidades na área do hipocampo, uma região associada com os processos de memória e aprendizagem.
'Tal evidência sugere que o mesmo poderia ocorrer em humanos em desenvolvimento, embora seja difícil de provar, porque não podemos expor as crianças a este tipo de experiência', disse Guelman.
Já era sabido que a exposição ao som alto pode causar deficiência auditiva, cardiovascular e do sistema endócrino (além de stress e irritabilidade), mas Guelman afirmou que é a primeira vez que tais alterações morfológicas são detectadas no cérebro.
'Pode-se supor a partir dessa descoberta que os níveis de ruído a que as crianças são expostas nas 'baladas' ou ouvir música alta com fones de ouvido podem levar a déficits de memória e cuidados de longa duração', disse Maria Zorrilla Zubilete, professora e pesquisadora da Faculdade de Medicina da UBA.
Uma das curiosidades relevadas pelo estudo é que, para as crianças, uma única exposição a ruídos altos pode ser mais prejudicial do que uma exposição prolongada.
Durante a experiência, dois grupos de ratos foram analisados: o primeiro foi exposto uma única vez a duas horas de ruído e o segundo recebeu o mesmo estímulo, mas uma vez por dia durante duas semanas.
Após 15 dias, os ratos que tinham sido submetidos a uma única exposição no início da experiência mostraram sinais de danos mais contundentes.
Os cientistas atribuíram tal fato à chamada 'plasticidade neural' existente durante os anos de desenvolvimento, quando o sistema nervoso ainda está em formação.
'É possível que os estímulos do cérebro já não tenham tempo para reparar tais ferimentos', disse Guelman.
Embora o estudo cause preocupação em um cenário em que cada vez mais crianças ouvem música em alto volume através de dispositivos digitais e vídeo games, Guelman alerta para conclusões precipitadas.
'O som que usamos para o experimento foi o ruído branco, um sinal que contém todas as freqüências de som, e é percebido como se fosse o barulho de uma TV mal sintonizada', disse ela.
'Mas a música que muitas das crianças ouvem contém apenas algumas freqüências, e ainda não sei exatamente o que causou o dano', acrescentou.
O próximo trabalho desses cientistas é determinar o 'mecanismo molecular' pelo qual o ruído afeta as células do hipocampo.
'Nós não sabemos se o dano é gerado diretamente pelas vibrações sonoras ou o som ativa neurotransmissores que causam o problema', diz Guelman.
Depois de entender esse mecanismo, os peritos tentarão desenvolver drogas que podem prevenir lesões.
Enquanto isso, cientistas argentinos acreditam que este estudo deve servir como um alerta para evitar a exposição das crianças a sons altos.
Com a descoberta, os professores, que já se queixam de como as novas tecnologias podem distrair os alunos, têm agora um novo argumento para proibir os gadgets em sala de aula.

Meditação pode reduzir solidão

A meditação pode trazer benefícios surpreendentes para o organismo. De acordo com uma nova pesquisa, a prática pode ajudar na redução do sentimento de solidão e ter um efeito positivo generalizado na vida do indivíduo.
Pesquisadores americanos analisaram 40 adultos saudáveis entre as idades de 55 e 85 anos que participaram de um programa de meditação de oito semanas. O curso consistia em reuniões de grupo, prática individual de meditação e um retiro. Os participantes aprenderam habilidades como consciência corporal, percepção de sensações e técnicas de respiração, recebendo a instrução de praticarem a meditação diariamente por 30 minutos.
Após o programa, os participantes responderam a questionários, avaliando algumas questões de saúde. As pessoas que meditaram marcaram uma média de pontos mais alta em medições relacionadas à solidão, quando comparados a um grupo controle.
Esses resultados indicam que a prática da meditação poderia reduzir o sentimento da solidão.
De acordo com o autor do estudo, J. David Creswell (da Universidade Carnegie Mellon), “é importante treinar sua mente, como você treina o seu bíceps na academia”. 
Para que os benefícios da prática da meditação sejam colhidos, é necessário uma prática mínima de 15 a 20 minutos todos os dias.
A pesquisa foi publicada do periódico Brain, Behavior & Immunity.

Uma em três brasileiras diz ter falta de desejo sexual, segundo estudo

Dia 31 é comemorado o Dia Mundial do Orgasmo. A data foi criada por uma rede britânica de sex-shop. Segundo pesquisas encomendadas pelos donos dessas lojas, 80% das mulheres no Reino Unido não chegam ao clímax no ato sexual.
As brasileiras, aparentemente, têm mais prazer. Em uma pesquisa do Datafolha de 2009, 39% das entrevistas afirmaram sempre chegar ao orgasmo e 37%, quase sempre. Entre os homens, 76% disseram que sempre 'chegam lá'.
Um outro estudo, realizado pelo Prosex (Projeto Sexualidade) da Universidade de São Paulo, mostrou que 29,3% das brasileiras com mais de 18 anos sofrem com disfunção orgásmica e 34,6%, com a falta de desejo sexual.
As principais causas são fatores psicológicos, segundo Gerson Pereira Lopes, presidente da Comissão Nacional Especializada em Sexualidade da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia ).
Mas fatores fisiológicos também podem impedir o prazer. Por exemplo, uso de medicamentos como inibidores de apetite e antidepressivos, que retardam a ação do sistema nervoso central, dificultando o orgasmo. Disfunção hormonal ou má formação congênita da região genital, também estão entre as causas orgânicas, segundo Hugo Miyahira, vice-presidente da Região Sudeste da Febrasgo.
PRAZER BLOQUEADO
De acordo com Miyahira, de 15 a 30% das mulheres são afetadas pela anorgasmia, disfunção que bloqueia o orgasmo e pode ser absoluta ou eventual. A anorgasmia pode ser causada por acidentes que atingem a medula, alterações hormonais e anormalidades no formato da vagina, útero ou músculos da região genital. "Mas todos estes problemas são reversíveis com encaminhamento adequado", afirma o médico.
Já na chamada frigidez -- diminuição da libido -- a falta de desejo compromete a lubrificação vaginal, o que torna a relação desprazerosa. Lubrificantes, psicoterapia e reposição hormonal (na menopausa) são possibilidades para tratar o problema.
Outra disfunção é a dispareunia, dor genital durante ou após o coito. Ela pode ser causada por infecções na vulva, herpes genital e outras DSTs, cistites, endometriose e tumores pélvicos.
O que mais leva as mulheres aos consultórios é o vaginismo, apesar de não ser o distúrbio mais comum - afeta de 2% a 6% da população. A disfunção, um espasmo involuntário recorrente que contrai a vagina, impede a penetração ou faz com que ela seja extremamente dolorida. As principais causas do vaginismo são infecção pélvica, cicatrizes no orifício vaginal, lesão por cirurgia ou irritação devido ao uso de preservativos de látex, ducha íntima e espermicidas, além de fatores emocionais.
Os tratamentos das disfunções que dificultam o orgasmo costumam ser breves e eficazes, afirma Gerson Lopes.
APRENDIZADO
O melhor caminho para chegar ao orgasmo ou perceber que há algo de errado com a sexualidade é conhecer o próprio corpo, afirmam os médicos. "A mulher que se toca, sabe como sentir prazer e não fica tensa na hora da relação. Além disso, ela consegue identificar disfunções sexuais com mais facilidade", diz Lopes.
Nem todas se sentem à vontade para assumir o aprendizado. Na pesquisa do Datafolha, 78% afirmaram não se masturbar. No estudo do Prosex, da USP, 92,1% das brasileiras disseram que não se masturbam frequentemente.
GOZO OBRIGATÓRIO
No dia do orgasmo ou em qualquer outro, é bom lembrar que satisfação não é sinônimo de clímax. "Em uma relação sexual há outras formas de prazer", diz Gerson Lopes.
Mas a sociedade atual parece impor a obrigação do orgasmo -- a 'orgasmocracia', segundo Lopes. "Esta situação leva muitas mulheres a fingirem, o que as deixa ainda mais frustradas."
Entre as mulheres ouvidas pelo Datafolha, metade afirmou já ter fingido o orgasmo. Mas eles também mentem: 26% dos homens entrevistados também disseram fingir o gozo.
"Tão opressor quanto não conseguir gozar, é se sentir obrigado a fazê-lo", diz o especialista em sexualidade da Febrasgo.

Vergonha ou imagem negativa da região íntima prejudicam a vida sexual das mulheres

Para ter mais intimidade com a vagina, ginecologistas recomendam observá-la com a ajuda de um espelho
Para ter mais intimidade com a vagina, ginecologistas recomendam observá-la com a ajuda de um espelho

Por mais estranho que possa parecer, ainda há muitas mulheres que desconhecem a própria região genital. Com isso, elas abrem mão de explorar o potencial de prazer de seus corpos e perdem o poder de negociar seus desejos com os parceiros, acabando numa situação de submissão a o que o outro quer, sem igualdade de poder com o homem na cama.
De acordo com profissionais que lidam com a intimidade das mulheres, são muitas as que ainda têm problemas para apenas olhar a própria vulva. Com 35 anos de profissão, o ginecologista e sexólogo Eliezer Berenstein afirma que é comum que as pacientes não encaram bem o exame de vulvoscopia. “A câmera do equipamento permite que elas vejam  a vulva e o canal vaginal, mas normalmente elas não querem olhar. Elas têm certa repulsa”. 
O ginecologista Eliano Pellini, chefe do setor de Saúde e Medicina Sexual da Faculdade de Medicina do ABC, acredita que a maioria das mulheres valoriza menos essa área do corpo do que as demais. “Elas precisam fazer as unhas e cabelos toda semana. Mas ir ao ginecologista é uma vez por ano para fazer o exame de papanicolau e olhe lá", diz Pellini. “Durante o exame, elas dizem ‘nossa, como a vagina é feia! Por que será que os homens gostam disso?’". 
A experiência de 20 anos no consultório mostra para a ginecologista e sexóloga Glene Rodrigues que cerca de 30% das mulheres não têm muita intimidade com sua área genital. “Elas agem como se essa parte do corpo não fosse delas. Não encostam a mão, não querem olhar, sentem vergonha. E desse porcentual, uns 10% delas lidam de forma traumática, como se ter a vagina fosse pecado, algo sujo”, diz Glene.
A má educação
Há muitos motivos que explicam esses sentimentos e reações negativas das mulheres com relação à vagina. A começar pela cultura na qual o pênis é idolatrado. “Quando um menino nasce, os pais dizem orgulhosos ‘olha o tamanho do pênis do meu filho’. Mas você já ouviu alguém falar ‘nossa, mas minha filha tem um clitóris lindo?’”, diz Eliezer Berenstein. Para ele, os meninos têm também a vantagem anatômica de poder ver seu órgão. Mais que isso: eles têm autorização para se tocar desde a infância. "O menino brinca com o pênis e os pais, geralmente, não se importam. Acham até uma graça. Mas se a menina faz o mesmo, logo é repreendida. Desde cedo elas entendem que é um lugar proibido”, diz Sandra Vasques. 
A relação do homem com o pênis é muito mais positiva, segundo a psicóloga, educadora e terapeuta sexual Ana Canosa. “O pênis é objeto de admiração e de exposição por parte dos homens. Eles gostam de verdade de seu órgão sexual e querem que a parceira o admire também”, afirma.
Outra questão importante é a ideia de submissão da mulher. “Elas eram condenadas a servir o homem, casar virgem, não podiam ter prazer nem mostrar o corpo. Tudo isso acabou se refletindo no modo como tratamos a vagina”, diz Ana Canosa. Para ela, é preciso também observar diferenças entre os apelidos dados ao órgão genital masculino e feminino. “No caso do pênis, são usados nomes que têm a ver com poder e força. No caso da vagina, ela ganha nomes de animais peçonhentos ou é chamada no diminutivo com nomes como florzinha, borboletinha”, diz.
A questão religiosa também tem peso, segundo a ginecologista e sexóloga Glene Rodrigues. “A ideia de não poder se masturbar porque é pecado acaba transformando essa parte do corpo em geradora de culpa. Isso pode desenvolver o sentimento de nojo na mulher, que não vai deixar o parceiro fazer sexo oral nem tocá-la com a mão. Ela não vai se permitir ter prazer”.

Vida sexual afetada
Não ter intimidade ou sentir algum tipo de repulsa pela região genital afeta a vida sexual da mulher e, consequentemente, do casal. Assim, os jogos sexuais que têm a ver com intimidade e exploração do corpo serão evitados para não expor a região íntima. Para Ana Canosa, esse tipo de mulher não costuma ter autonomia sexual por não reconhecer o próprio desejo. "Ela fica em segundo plano, se submete ao que o outro quer. Quem vai imprimir o ritmo à relação é o homem. Ela não terá poder de negociar o próprio prazer na relação sexual”, diz.
Outro problema é a anorgasmia, a  falta de orgasmo. “A mulher que não gosta do genital vai escondê-lo. Não vai explorá-lo ou não vai curtir sexo oral. Que orgasmo ela vai ter? A relação fica sem graça e ela começa a não querer transar mais, o que resulta em falta de desejo sexual”, diz Ana. 
Como reverter esse quadro
O ginecologista Eliezer Berenstein costuma dar uma  lição de casa para pacientes sem intimidade com suas vaginas: que elas comecem a olhar seus genitais com a ajuda de um espelho. “É uma forma de desmistificar a região e de integrar essas mulheres à sua genitália. Isso ajuda a mudar o que pensam sobre essa parte do corpo”, diz.
Em outra fase, a exploração física conta com a ajuda do parceiro. “A ideia é que a mulher se exponha para ele, divida essa a imagem num ritual de contemplação, porque muitos homens também desconhecem o órgão sexual feminino”, diz Berenstein. Depois disso, a visão da mulher sobre a área costuma mudar. “Cerca de 70% começa a achá-la bonita”, diz o médico.

Pesquisa da USP usa radiação para deixar mosquito da dengue estéril

Há mais de 30 anos são feitos estudos com radiação em insetos

Pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da Universidade de São Paulo (USP), em Piracicaba, desenvolvem uma técnica que pode trazer bons resultados para o combate à dengue. Por meio de radiação, eles tornam o mosquito transmissor do vírus da doença, o Aedes aegypti, estéril.

Em parceria com a empresa Bioagri, que fica em Charqueada (SP), os pesquisadores jogam radiação na pupa, como é chamada a fase jovem do inseto, tornando o macho estéril. Com uma baixa dosagem de radiação gama, que tem como fonte o Cobalto 60, o inseto macho fica incapaz de fecundar a fêmea. “O macho copula com a fêmea 'normal' e ela põe os ovos, mas esses ovos não eclodem”, explica o coordenador da pesquisa, professor Valter Arthur.


Ao liberar massivamente os mosquitos estéreis (produzidos em laboratório) na natureza, de preferência em localidades onde a infestação é maior, os pesquisadores esperam reduzir a quantidade de machos com capacidade de copular, assim eles entrariam em competição. “A ideia é diminuir a probabilidade do macho normal cruzar com a fêmea normal”, disse.
Segundo Valter, a radiação no Aedes aegypti ainda tem a vantagem de se tratar de um método limpo, ao contrário de técnicas nocivas ao meio ambiente, como o uso indiscriminado de insecticidas.

Na primeira fase do estudo, concluída em três meses, os pesquisadores conseguiram determinar o nível de radiação para impedir a proliferação do mosquito. O próximo passo será o 'teste de compatibilidade', quando tentarão o cruzamento dos insetos. “Não adianta você liberar o inseto estéril e ele não procurar a fêmea ou a fêmea não aceitar o inseto estéril”, explica. A expectativa de Valter é que toda a pesquisa seja concluída em aproximadamente dois anos. Ele destaca que há mais de 30 anos são feitos estudos com radiação em insetos.


O pesquisador esclarece, porém, que a técnica não será capaz de erradicar totalmente a transmissão da doença, “apenas diminuir a um nível que não seja tão epidêmico.” Por isso, ele alerta que a prevenção à dengue deverá ser mantida. A população, segundo ele, deverá continuar eliminando os criadouros do mosquito, formados em água parada em vasos, garrafas, pneus, caixas d'água, calhas, entre outros.


Levantamento mais recente do Ministério da Saúde aponta 472.973 casos confirmados da doença de janeiro ao dia 4 de julho no país. No período, foram registradas 154 mortes.

Dia Mundial do Orgasmo é nesta terça-feira

Saiba o que é e quais são as dicas para melhorar o desempenho sexual

orgasmo


Sexo é bom e faz bem para a saúde. Nesta terça-feira (31) comemora-se O Dia Mundial do Orgasmo, que é o ponto máximo do prazer da mulher trazendo sensações gostosas.
Além dessas sensações, o orgasmo faz bem para a saúde, como por exemplo, diminui o estresse e evita alguns problemas no coração.
Quer saber como melhorar o desempenho sexual? Veja dicas sobre exercícios que potencializam o prazer: 

Abdominal, agachamento e alongamento garantem prazer sem dores musculares no dia seguinte

Condicionamento físico

Nem tudo o que é bom precisa durar pouco. Se você concorda, sabe que um bom condicionamento físico é indispensável para ter fôlego e aguentar mais tempo de relação. "A aptidão cardiorrespiratória é um pré-requisito principalmente para as pessoas mais ativas sexualmente", conta o personal trainer Givanildo. O especialista recomenda atividades aeróbicas, como a caminhada, a corrida, a bicicleta e a natação para deixar o corpo tinindo para a atividade sexual. "Além de prolongar o tempo de atividade, isso vai proteger o coração da sobrecarga que ocorre durante o sexo", complementa. 

Fortalecimento de membros inferiores

Essa dica vai principalmente para as mulheres: "As posições em que a mulher se coloca durante a atividade sexual exigem muita força das pernas, se elas estiverem fracas, as dores nesses membros podem durar dias", explica Givanildo Mathias. Para preparar o corpo para a relação, vale lançar mão de um antigo aliado: o agachamento. "Esse exercício trabalha o quadríceps femoral, o glúteo e a musculatura posterior da coxa", conta. Aposte nesse "três em um" para deixar o sexo ainda mais interessante.

Fortalecimento de membros superiores

 Os homens precisam de braços mais fortes para dar todo o suporte que uma mulher precisa. Givanildo recomenda os tradicionais supino e crucifixo para deixar os membros superiores em forma. "Esses exercícios fortalecem os músculos da pegada", reforça o especialista.

Abdominal

Tanto homens quanto mulheres precisam de um abdômen bem malhado para a atividade sexual. A dica para conseguir uma barriga trincada é variar de três a quatro tipos de abdominal. "Aposte no abdominal tradicional, depois faça o oblíquo e termine com o exercício para a parte baixa do ventre", recomenda Givanildo Mathias.

Coluna lombar saudável

Os músculos da região lombar da coluna são os antagonistas dos abdominais, muito solicitados durante a atividade sexual. O seu fortalecimento propicia um desempenho sexual muito melhor e previne dores nas costas no dia seguinte. "Os principais exercícios são abdominais, de extensão de coluna e quadril, flexão de coluna e quadril e exercícios de inclinação lateral do tronco", recomenda o educador físico Rodolpho Sunica, do Spa Sorocaba. "A extensão da coluna também vai ajudar a fortalecer a musculatura paravertebral, responsável por esse movimento", explica.

Alongamentos

"Os alongamentos são primordiais, pois melhoram muito a amplitude articular, evitando lesões durante a atividade sexual", explica Rodolpho Sunica. Os exercícios mais recomendados são os alongamentos para a região da coluna e as pernas, principalmente a região posterior da coxa. Lembre-se de segurar o membro alongado por pelo menos 15 segundos. Vale investir em uma aula específica de alongamentos, ou até mesmo em yoga e pilates, práticas que englobam alguns tipos de alongamento. 

Quadril soltinho

Um bom jogo de cintura, principalmente para as mulheres, é essencial para uma boa relação sexual. "Elas podem investir em exercícios com bola suíça, que ajudam no fortalecimento, no equilíbrio, na coordenação e na estabilidade do quadril", orienta Rodolpho Sunica. Sentada na bola, faça círculos com o quadril no sentido horário e no anti-horário. Vale também projetar a pelve para frente e para trás.


Empresa espanhola planeja construir primeiro hotel na órbita terrestre

Hotel na órbita terrestre
Pode acreditar: viagens turísticas ao espaço já são possíveis. E que tal ficar hospedado em um hotel na órbita terrestre? Uma empresa espanhola decidiu criar o primeiro abrigo nas alturas e espera receber os primeiros visitantes ainda este ano.
A Galactic Suite Limited, desenvolvida pelo arquiteto Xavier Claramunt, já conseguiu algumas empresas investidoras de vários países para encabeçar o projeto de aproximadamente US$ 3 bilhões. A empresa também está trabalhando em parceria com o Centro de Pesquisa e Tecnologia Espacial da Espanha para desenvolver o projeto.
De acordo com o How Stuff Works, o projeto do hotel foi desenvolvido para oferecer três quartos, cada um medindo 7 por 3 metros. Cada um deles é capaz de hospedar até duas pessoas. Os cômodos serão transportados para o espaço com o auxílio de uma nave espacial de carga.
"Nós calculamos que existem aproximadamente 40 mil pessoas no mundo que podem se dar ao luxo de ficar no hotel. Se eles vão querer gastar dinheiro para ir ao espaço, isso nós não sabemos", afirmou ao Space Claramunt.
Os interessados em passar uma temporada no Galactic Suite terão que desembolsar aproximadamente US$ 4 milhões, quantia esta que está muito longe de ser acessível para as pessoas comuns. Incluso no valor estão oito dias de treinamento espacial no Caribe para todos os tripulantes.
Hotel espaço 
A estadia de três dias no hotel espacial deverá custar US$ 4 milhões
Uma vez hospedados no espaço, os hóspedes poderão utilizar ternos com velcro que permitirão que eles se acoplem às paredes do quarto. Em apenas 80 minutos, os visitantes estarão na órbita da Terra e poderão acompanhar de perto o nascer do sol diversas vezes, além de contribuir com estudos científicos.
Por enquanto, a empresa não divulgou detalhes sobre as facilidades nas acomodações do hotel e nem qual o programa de entretenimento que será oferecido aos hóspedes.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Amêndoas e pinhão podem diminuir risco de câncer, diz estudo

Amêndoas, amendoim, pinhão, damasco ou até mesmo suplementos alimentares ricos no micronutriente podem diminuir as chances de desenvolver câncer de fígado em pessoas de meia-idade e idosos Foto: Getty Images
Amêndoas, amendoim, pinhão, damasco ou até mesmo suplementos alimentares ricos no micronutriente podem diminuir as chances de desenvolver câncer de fígado em pessoas de meia-idade e idosos

Pesquisadores da Instituto de Câncer de Xangai descobriram que alimentos ricos em vitamina E como amêndoas, amendoim, pinhão, damasco seco ou até mesmo suplementos alimentares ricos no micronutriente podem diminuir as chances de desenvolver câncer de fígado em pessoas de meia idade ou mais velhos. Ainda, estudos anteriores já provaram que estes alimentos podem afastar danos oculares e doenças cardíacas. As informações são do site do jornal inglês Daily Mail.
O líder da pesquisa Wei Zhang analisou dados de mais 132 mil pessoas, incluindo 267 pacientes com câncer de fígado. Depois de reunir informações sobre os hábitos alimentares dos participantes, os pesquisadores compararam o risco de câncer do fígado para os participantes que tinham uma ingestão elevada de vitamina E para aqueles que consomem pequenas quantidades do nutriente.
O câncer de fígado é a terceira causa mais comum de mortalidade por câncer no mundo e o quinto câncer mais comum em homens e o sétimo entre as mulheres. Aproximadamente 85% dos casos de câncer de fígado ocorrem em países em desenvolvimento.
 

Estudo constata preocupação de crianças em serem magras

 Foto: Getty Images
As sementes de transtornos alimentares e ansiedade sobre a aparência são geralmente semeadas muito cedo

Um estudo feito com 31354 crianças pela Schools Health Education Unit constatou que metade das meninas com 12 e 13 anos já queria perder peso. Mas os primórdios dessa atitude podem ser vistos muito antes disso. O consultor educacional Nicky Hutchinson disse ao jornal inglês Daily Mail que professores de escolas primárias relatam preocupação com meninas de seis anos que se dizem "muito gordas" e que se dedicam a natação ou outras atividades esportivas porque estão preocupadas com o formato de seus corpos. Já os meninos se julgam fracos e sem massa muscular suficiente.
Às vezes a mensagem de "comer saudável" que as escolas são obrigadas a promover podem fazer com que as crianças a entendam mal. "Uma mãe me disse que seu filho de nove anos de idade ficou obcecado com o teor de gordura de seu almoço depois de uma lição de escola sobre os perigos da obesidade", disse. "Outra disse que a filha de dez anos, magra, se recusou a usar uma saia porque não escondia as gorduras", acrescentou.
Um levantamento da Ofsted, em 2010, revelou que para um terço das meninas de 10 anos e 22% dos meninos da mesma idade têm como preocupação principal o corpo. Estatísticas recentes mostraram que cerca de 200 crianças britânicas com idade entre 5 e 9 anos foram hospitalizadas por anorexia grave.
As sementes de transtornos alimentares e ansiedade sobre a aparência são geralmente semeadas muito cedo. Com 13 anos, 50% das meninas já estão insatisfeitas com sua aparência. Os meninos também estão buscando um corpo perfeito e querem massa muscular e abdômen "rasgado" como os de atletas profissionais. "As crianças desenvolvem uma imagem de si mesmo em uma idade muito precoce. Se a imagem é negativa, é difícil mudar com o tempo", disse.
Quando Hutchinson perguntou para meninas de nove anos o que eles querem ser quando crescerem, não responderam "veterinária" ou “professora", mas sim "magra" ou "sexy". Estes são sinais preocupantes de uma crescente obsessão com a aparência, que pode, desenvolver problemas comportamentais.
As crianças assistem a até 40 mil anúncios por ano, que invariavelmente contém imagens de mulheres magras e bonitas. Além disso, as crianças de hoje também são fotografadas muito mais do que as gerações anteriores. Eles fotografam uns aos outros e estudam a sua aparência, muitas vezes de uma forma muito crítica.
Eles veem fotos de garotas fazendo beicinho ou poses ousadas em sites de redes sociais como Facebook e, quando têm irmãs mais velhas, tentam imitá-las. "Esta é uma questão que atravessa todas as fronteiras sociais. Está acontecendo em escolas públicas e privadas, cidades do interior e áreas rurais", alertou.
Para ajudar, o especialista diz que os pais devem fazer um esforço para não se concentrarem demais na aparência das crianças. "É bom dizer-lhes que uma boa aparência é importante, mas também devemos reconhecer suas outras qualidades, para que eles saibam que são valorizados por quem eles são e o que fazem, não apenas o que parecem", falou.

Mulheres pressionam homens a emagrecer, diz pesquisa

Depois que começaram a dieta, 42% dos homens afirmaram que perder peso foi uma decisão tomada para aumento da autoestima Foto: Getty Images
Depois que começaram a dieta, 42% dos homens afirmaram que perder peso foi uma decisão tomada para aumento da autoestima

Emagrecer tem sido assunto de marido e mulher. Pelo menos é o que aponta uma pesquisa realizada por uma empresa de programas de emagrecimento na Inglaterra. As informações são do Female First.

Dois mil homens e mulheres foram entrevistados sobre os motivos que os levaram a fazer dieta e 20% dos representantes do sexo masculino disseram ter sido pressionados pelas esposas, que não toleram a desculpa de que os quilos a mais são normais a medida que os anos passam. Ainda assim o percentual é apenas metade comparado ao das mulheres que emagreceram por pressão dos maridos.


Depois que começaram a dieta, 42% dos homens afirmaram que perder peso foi uma decisão tomada para aumento da autoestima. Além disso, 64% das mulheres admitiram a mesma razão. Outras 16% disseram que passaram a se sentir mais sensuais e que os quilos a menos funcionaram como afrodisíaco. Apenas 6% dos homens compartilham da opinião.


"As mulheres não são mais as sócias minoritárias na relação. Sabem o que querem e vão em busca disso. No entanto, precisam tomar cuidado para não pressionar demais os parceiros, já que os homens apenas emagrecem se querem realmente", disse a diretora da empresa Lighter Life, Mandy Cassidy.

Mulheres são mais sensuais aos 28 anos, diz pesquisa

As partes das quais elas mais gostam são os olhos (23%), seios (20%) e cérebro (13%) Foto: Getty Images
As partes das quais elas mais gostam são os olhos (23%), seios (20%) e cérebro (13%)

Sentir-se sensual é mais comum às mulheres aos 28 anos de idade. É o que constatou uma pesquisa realizada na Inglaterra por uma empresa de artigos de higiene para mulheres, a Lil-Lets. As informações são do Huffington Post.
Questionadas sobre as melhores coisas em ser mulher, a maioria entre as duas mil entrevistadas disse ser se vestir, usar salto alto e usar maquiagem. A personalidade que mais as inspira pelos mesmos motivos é a Duquesa de Cambridge, Kate Middleton, apontada por 19% das entrevistadas.
Três quartos das pesquisadas afirmaram que não mudariam o próprio corpo, caso lhes fossem dada a oportunidade e 50% delas estão orgulhosas com suas silhuetas.
As partes das quais elas mais gostam são os olhos (23%), seios (20%) e cérebro (13%). As pernas representam a parte que mais incomoda as mulheres, já que 41% gostariam de mudar a aparência da região.
As mulheres sentem-se mais sensuais aos 28, mas a confiança na aparência chega aos 32 anos. E ter um companheiro fixo foi apontado por 52% delas como fator de ajuda a ter autoconfiança.

Veja 30 dicas sobre sexo para mulheres com mais de 30

<b>Faça sexo com alguém que adora seu corpo</b><br>
Ficar com um homem que elogia seu corpo o tempo todo faz com que você se sinta mais confiante e se solte durante o sexo. Além disso, claro, quem não gosta de receber elogios?  Foto: Getty Images
 Invista em algumas descobertas sexuais e surpreenda seu parceiro

Você já fez sexo no primeiro encontro? Costuma ver filmes eróticos? Já tentou usar algemas para ter uma noite diferente com seu namorado? Se você respondeu não para essas perguntas, talvez seja hora de arriscar algumas descobertas sexuais.
Por isso, o site Glamour reuniu uma lista com 30 dicas que todas as mulheres com mais de 30 anos devem colocar em prática. Confira a seguir e veja o que falta para você fazer.
Se toque e chegue lá
Para sentir prazer, nem sempre é preciso estar acompanhada. Com masturbação, você vai conhecer seu corpo e ter orgasmos sem precisar do seu namorado.

Faça sexo num lugar proibido
"Seja em seu antigo quarto na casa de seus pais ou em cima da mesa após o trabalho, escolher um lugar proibido vai deixar o clima mais quente", indica a especialista em sexo Lora Somoza.

Faça sexo no primeiro encontro
Pelo menos por um momento, esqueça a ideia de viverem felizes para sempre. Às vezes tudo o que uma mulher precisa é sentir prazer. Escolha o homem mais atraente do bar e divirta-se com ele.

Faça sexo anal
Com o homem certo e boa quantidade de lubrificante, você ficaria surpresa se soubesse como seus pensamentos sobre sexo anal podem mudar. Se tiver receio, ele pode brincar com os dedos ou com a língua até você se sentir à vontade.

Use o dedo com o parceiro
Alguns homens ficam tímidos e preferem não tentar, mas deixar a mulher estimular novas áreas com os dedos pode ser muito prazeroso (para os dois!).

Crie personagens
A ideia pode parecer um pouco esquisita, mas interpretar personagens pode fazer com que o clima esquente entre vocês. Se faltar criatividade, o site dá a dica: "imagine que ele é um estrangeiro sexy sentado ao seu lado no bar do aeroporto".

Assista a filmes eróticos
Assistir a vídeos pornôs não é exclusividade dos homens. Às vezes, mulheres também precisam de inspiração extra na hora de sentir prazer. Você pode ver sozinha ou, se preferir, assistir com ele e ter ideias para colocar em prática em seguida.

Conte para ele o que te agrada
Homens não têm como adivinhar, por isso, você precisa avisar se quiser que ele mova a língua mais rapidamente ou vá mais para a esquerda. Acredite, ele vai agradecer a sua ajuda.

Use algemas
Todo mundo gosta de assumir o controle total em alguns momentos. Por isso, ele vai se sentir seguro e poderoso se você deixar que ele prenda seus braços com algemas. "Permita que seu parceiro desfrute de seu corpo enquanto você descansa e sente prazer. Vai ser uma experiência incrível", diz Somoza.

Dê uma rapidinha
Nem sempre e o sexo precisa ser demorado. Pouco antes de sair para trabalhar, aproveite alguns minutos para fazer sexo com ele. Desse jeito, os dois vão sentir ainda mais vontade de voltar para casa no final do dia.

Fique com homens mais velhos
Não tenha medo de descobertas. "Você não gostaria de ver um homem com mais dez anos de experiência sexual que você na cama?", sugere Samoza.

Observe ele se masturbando e vice-versa
Ver um homem se masturbando pode ser um jeito de aprender alguns truques. Observe o tipo de toque, a velocidade e as preferências dele para saber como fazer mais tarde.

Envie uma foto sexy para ele
Você não precisa estar sem roupa, mas tire uma foto sensual e envie para o seu namorado. Escolha uma lingerie e deixe que ele fique ansioso para o próximo encontro.

Tome a iniciativa
Quem disse que eles sempre precisam dar o primeiro passo? Seu namorado também gosta quando você toma iniciativa na hora de começar uma relação sexual.

Faça sexo no carro
Caso você não tenha feito isso quando mais jovem, pare o carro em um lugar seguro, como um estacionamento vazio, e convide-o para aproveitar o momento no banco de trás.

Faça sexo ao ar livre
Sua cama pode ser mais confortável, mas fazer sexo na varanda pode ser uma experiência estimulante. Isso também vale para lugares desertos, como uma praia tranquila durante a noite.

Faça sexo com alguém que adora seu corpo
Ficar com um homem que elogia seu corpo o tempo todo faz com que você se sinta mais confiante e se solte durante o sexo. Além disso, claro, quem não gosta de receber elogios?

Fique com um estrangeiro
Você não precisa entender completamente o que ele está dizendo para se sentir atraída. Fazer sexo com um estangeiro vai fazer com que vocês troquem culturas e experiências diferentes.

Faça sexo silencioso
Já tentou fazer sexo com alguma outra pessoa por perto? "Um dos meus ex-namorados tinha um companheiro de quarto e tinhamos que ficar quietos enquanto ele estava em casa. Ter que segurar alguns gemidos deixava nossa relação mais quente", diz Erin, de 28 anos.

Troque experiências
Não importa quão bom você é na cama, sempre é tempo de aprender. Troque experiências com amigos e pesquise mais sobre novos truques de sedução.

Solte a imaginação
Seu melhor amigo? Seu ex? Ryan Gosling? Para se sentir estimulada, sinta-se livre e imagine que você está dormindo com o homem dos seus sonhos.

Dance para ele
Sabe quantos homens não se sentem excitados quando uma mulher dança para ele? Nenhum!

Use um brinquedo sexual
Não tenha medo de trazer o seu vibrador para a cama. Um orgasmo é um orgasmo e, se você se sente mais empolgada para chegar lá dessa forma, por que não?

Faça sexo com mais de um homem
Nem todas as mulheres precisam aceitar essa ideia, mas se você tiver vontade e um pouquinho de coragem, vale a pena passar uma noite com dois homens.

Compre um livro de massagens para casais
Não há nada mais gostoso que receber uma massagem antes do sexo. Para não deixá-lo com sono, compre um livro específico e faça massagem para casais que estimula e dá prazer.

Use sua lingerie preferida
Vista uma lingerie bem sexy, com cinta-liga, salto e renda. Além de aumentar sua autoestima, ele vai te achar irresistível.

Ligue para um cara que você acha atraente
Pesquise na sua agenda de telefones e ligue para um homem que você acha interessante. Tudo bem, você até pode preferir os inteligentes e simpáticos, mas pelo menos uma vez, fique com um homem que você acha atraente.

Faça sexo de madrugada
Quando você acorda no meio da noite para fazer sexo, começa o dia seguinte com bom humor.

Sussurre palavras quentes
Se você estiver totalmente confortável com seu parceiro, arrisque dizer palavras quentes durante o sexo. Vai deixar o clima ainda mais gostoso.

Faça amor
Você até pode provar todas as loucuras do sexo, mas não há nada mais gostoso que fazer amor com quem você realmente gosta.

Descubra qual dia da semana é melhor para fazer sexo

Qual o dia de maior ocorrência de ataques cardíacos e o melhor dia para fazer sexo ou para ter um encontro? Estudos relacionaram cada dia da semana a maior incidência de fatos cotidianos. Até mesmo quando mais nascem bebês e quando há mais prevalências de quedas Foto: Getty Images
Qual o dia de maior ocorrência de ataques cardíacos e o melhor dia para fazer sexo ou para ter um encontro? Estudos relacionaram cada dia da semana a maior incidência de fatos cotidianos. Até mesmo quando mais nascem bebês e quando há mais prevalências de quedas

Segunda-feira:. 
Cuide de seu coração: pesquisa escocesa descobriu que 20% das pessoas morrem mais de ataque cardíaco na segunda-feira do que qualquer outro dia. O pico de mortes por doença coronariana pode ser parcialmente atribuída ao consumo de álcool que aumenta no fim de semana, embora outros mecanismos, tais como estresse relacionado ao trabalho, possam ser importantes.. 
Dieta: é o pior dia para começar uma dieta Foto: Getty Images
Segunda-feira:. Cuide de seu coração: pesquisa escocesa descobriu que 20% das pessoas morrem mais de ataque cardíaco na segunda-feira do que qualquer outro dia. O pico de mortes por doença coronariana pode ser parcialmente atribuída ao consumo de álcool que aumenta no fim de semana, embora outros mecanismos, tais como estresse relacionado ao trabalho, possam ser importantes.. Dieta: é o pior dia para começar uma dieta
Terça-feira:. 
Estresse no pico: terça-feira, mais precisamente às 10h, é o momento mais estressante da semana, revelou uma pesquisa recente com 3 mil britânicos trabalhadores. A maioria dos funcionários disse que o cérebro ainda está engrenando.. 
Ter um bebê: este é o dia mais movimentado da semana nas maternidades hospitalares. Especialistas norte- americanos descobriram que o maior número de nascimentos ocorrem em uma terça-feira Foto: Getty Images
Terça-feira:. Estresse no pico: terça-feira, mais precisamente às 10h, é o momento mais estressante da semana, revelou uma pesquisa recente com 3 mil britânicos trabalhadores. A maioria dos funcionários disse que o cérebro ainda está engrenando.. Ter um bebê: este é o dia mais movimentado da semana nas maternidades hospitalares. Especialistas norte- americanos descobriram que o maior número de nascimentos ocorrem em uma terça-feira
Quarta-feira:. 
Noite do encontro: uma de cada quatro pessoas pensa que quarta-feira é o momento ideal para um primeiro encontro, de acordo com um levantamento feito com 8 mil solteiros. Se o encontro vai bem, ainda tem um espaço para respirar até chegar no fim de semana. . 
Ir para uma corrida: o exercício pode nos ajudar a lidar com o estresse acumulado nos primeiros três dias da semana Foto: Getty Images
Quarta-feira:. Noite do encontro: uma de cada quatro pessoas pensa que quarta-feira é o momento ideal para um primeiro encontro, de acordo com um levantamento feito com 8 mil solteiros. Se o encontro vai bem, ainda tem um espaço para respirar até chegar no fim de semana. . Ir para uma corrida: o exercício pode nos ajudar a lidar com o estresse acumulado nos primeiros três dias da semana
Quinta-feira:. 
Internação: Ao entrar no hospital na quinta-feira você está mais propenso a ficar um dia a mais do que os pacientes internados no domingo. Esses pacientes ficam uma média 6,3 dias, enquanto os que chegam no domingo ficam 5,3 dias.. 
Ter relações sexuais: As quintas-feiras são as melhores para fazer amor. Níveis de cortisol naturais, que estimulam os hormônios sexuais, estão mais elevados. Acerte seu relógio e faça sexo como a primeira ativi Foto: Getty Images
Quinta-feira:. Internação: Ao entrar no hospital na quinta-feira você está mais propenso a ficar um dia a mais do que os pacientes internados no domingo. Esses pacientes ficam uma média 6,3 dias, enquanto os que chegam no domingo ficam 5,3 dias.. Ter relações sexuais: As quintas-feiras são as melhores para fazer amor. Níveis de cortisol naturais, que estimulam os hormônios sexuais, estão mais elevados. Acerte seu relógio e faça sexo como a primeira atividade
Sexta-feira:. 
Pare de fumar: um levantamento com 2.000 pessoas que conseguiram largar o vício mostrou que 57% dos bem-sucedidos tinham deixado de fumar na sexta-feira.. 
Vá a pé para o trabalho: Sexta-feira é o pior dia para a ocorrência dos acidentes de carro, segundo os especialistas em automobilismo. É responsável por mais de 17% dos acidentes, sendo que o pior horário é das 16h às 5h Foto: Getty Images
Sexta-feira:. Pare de fumar: um levantamento com 2.000 pessoas que conseguiram largar o vício mostrou que 57% dos bem-sucedidos tinham deixado de fumar na sexta-feira.. Vá a pé para o trabalho: Sexta-feira é o pior dia para a ocorrência dos acidentes de carro, segundo os especialistas em automobilismo. É responsável por mais de 17% dos acidentes, sendo que o pior horário é das 16h às 5h
Sábado:. 
Fique longe da bebida: Internações hospitalares relacionados com o álcool são 70% maior neste dia em comparação com a média diária, segundo o British Medical Journal Foto: Getty Images
Sábado:. Fique longe da bebida: Internações hospitalares relacionados com o álcool são 70% maior neste dia em comparação com a média diária, segundo o British Medical Journal
Domingo:. 
Quebrar uma perna: Cientistas dinamarqueses descobriram que as pessoas estão mais propensas a sofrer uma fratura no domingo, mais do que qualquer outro dia da semana. Eles disseram que o principal motivo era que as pessoas estavam sob o efeito do álcool nas primeiras horas da manhã, além de um maior número de jogos esportivos neste dia Foto: Getty Images
Domingo:. Quebrar uma perna: Cientistas dinamarqueses descobriram que as pessoas estão mais propensas a sofrer uma fratura no domingo, mais do que qualquer outro dia da semana. Eles disseram que o principal motivo era que as pessoas estavam sob o efeito do álcool nas primeiras horas da manhã, além de um maior número de jogos esportivos neste dia

Homens ganham 9,5 kg depois de se tornarem pais, diz estudo

Os especialistas acreditam que a falta de tempo para se exercitar e comer bem são responsáveis por esse ganho de peso  Foto: Getty Images
 Os especialistas acreditam que a falta de tempo para se exercitar e comer bem são responsáveis por esse ganho de peso 

Os homens engordam, em média, 9,5 kg depois da chegada do filho. A conclusão é de um estudo com britânico realizado por Paul Keenan, de Benenden Healthcare, em conjunto com Men’s Health Forum, no Reino Unido, e divulgado pelo jornal Daily Mail.
O levantamento descobriu que seis em cada 10 pais admitem que estão fora de forma. Os especialistas acreditam que a falta de tempo para se exercitar e comer bem, e as intermináveis noites de insônia são os culpados. Os participantes disseram estar tão cansados com a correria no trabalho e cuidados com os filhos. Segundo a pesquisa, um a cada 20 pais admite cochilado no banheiro do trabalho e um em cinco até chegou a adormecer enquanto lia para os pequenos.
O estudo mostrou ainda que um em cada três está sob forte pressão, por conta de preocupações com a estabilidade no trabalho. Fora isso, 42% lançam mão de bebidas energéticas para aguentar tanta atividade.

Estudo: salada com baixo teor de gordura pode fazer mal para a saúde

Condimentos com alto teor de gordura ajudam o corpo a absorver mais carotenoides Foto: Getty Images
 Condimentos com alto teor de gordura ajudam o corpo a absorver mais carotenoides

Escolher um condimento de baixo teor de gordura para a sua salada pode ajudar você a manter seu baixo peso porque tem menos calorias. Mas, segundo um estudo publicado no Daily Mail, você pode perder alguns outros benefícios da saúde se eliminar alguns itens de sua dieta.
A pesquisa constatou que condimentos com alto teor de gordura ajudam o corpo a absorver mais carotenoides, compostos em vegetais e associados a um risco reduzido de doenças, incluindo câncer e doenças cardíacas.
Pesquisadores da Iowa State University alimentaram 29 pessoas com saladas temperadas com manteiga - ricas em gordura saturada - óleo de canola - para a gordura monoinsaturada -, milho e óleo de gordura poli-insaturada. Cada salada foi posta com três, oito ou vinte gramas de gordura. A partir disso, os estudiosos puderam analisar se a dosagem de gordura fez diferença para os resultados globais.
Os participantes tiveram o sangue testado através a absorção de gorduras solúveis em carotenoides, que são compostos associados ao risco reduzido de várias doenças crônicas e degenerativas como câncer e doença cardiovascular. No resultado, quanto mais gordura usado, mais os carotenoides foram absorvidos.
O óleo de canola promoveu a mesma absorção carotenoide com três gramas de gordura como com 20g, sugerindo que pode ser uma escolha saudável. O azeite também foi considerado rico em gordura monoinsaturada.
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