sábado, 18 de agosto de 2012

Cor da roupa, penteados... Veja o que mais atrai os homens

Qual a cor de roupa melhor para um encontro? E qual a primeira parte do corpo em que os homens reparam? O jornal britânico Daily Mail listou uma série de pesquisas que apontam esses e outros detalhes nas mulheres que chamam a atenção do sexo masculino. Confira:
Use vermelho
Pesquisadores da Universidade de Rochester, em Nova York, descobriram que os homens acreditam que as mulheres que usam vermelho estão mais propensas a responder às suas investidas. Isso acontece devido a um instinto biológico: os babuínos ficam com o rosto vermelho quando estão férteis. "Na natureza, o vermelho é uma cor sexual", afirmou a psicóloga e consultora de imagem Kate Nightingale.

Cabelos
A primeira parte do corpo que os homens reparam é o cabelo: 82% acham que é parte fundamental do apelo sexual da mulher. E enquanto eles consideram as loiras mais divertidas, são as morenas que eles preferem estabelecer uma conexão: 60% consideram as mulheres de cabelos castanhos mais confiáveis e leais.

Aparentemente, o penteado favorito dos homens é o longo, levemente desfiado. Apesar de a franja estar na moda, eles não gostam muito. Um penteado que faz sucesso entre os homens é o da duquesa Kate Middleton. "Cabelos ondulados simbolizam que o homem pode relaxar em sua companhia. Acima de tudo, o cabelo deve ser brilhante e saudável, pois é um indicador da fertilidade", acrescentou a consultora de imagem.
Pele
Já é sabido que, se você está vestindo uma saia curta, é preciso equilibrar usando um decote pouco generoso. No entanto, um estudo da Universidade de Leeds, no Reino Unido, revelou que se você busca um relacionamento duradouro, o ideal é mostrar apenas 40% do corpo. Ou seja, se você está com as pernas à mostra, deve cobrir os braços. Ou então, se você estiver usando um vestido sem alças, certifique-se de que ele está um pouco acima do joelho.

Não use calças
Se você deseja passar ao homem confiança, aposte num vestido ou numa saia. Pesquisadores da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, pediu a 300 pessoas que fizessem uma análise rápida sobre as mulheres que vestiam calças ou saias. As que usaram saias foram vistas como mais bem-sucedidas e confiantes.

Ande de cabeça erguida
Mulheres no auge dos seus ciclos de fertilidade levaram três segundos a mais para percorrer a mesma distância do que aquelas que não estavam férteis. E os homens consideram que as que demonstram mais altivez são as mais sexies. Usar saltos pode ajudar a mulher a caminhar dessa forma, mas não exagere na altura dos sapatos.

Acentue suas curvas
Ao considerar um futuro com você, os homens inconscientemente procuram sinais de fertilidade. O maior indicador é a relação cintura-quadril. O ideal é que a cintura esteja mais marcada, deixando o quadril levemente sobressalente. "Isso remonta a tempos antigos, quando as mulheres foram julgadas pela sua capacidade de engravidar", disse Kate. Se você não têm, naturalmente, uma cintura, use um vestido que a deixe mais marcada ou aposte num cinto.

Evite roupas muito fashion
Evite usar uma roupa muito fashion e nada convencional. Uma pesquisa mostrou que homens detestam macacões e calças, além de casacos de smoking, sandálias gladiador e botas.

Mostre seu pescoço
O pescoço é uma zona erógena e uma dica para chamar atenção para esta área é usar um colar. Mas cuidado, não exagere no decote. "Os homens são atraídos por carne, principalmente quando procuram por um encontro breve. Mas quando eles buscam alguém para uma relação duradoura, evitam as mulheres acessíveis demais, porque não podem contar com a sua fidelidade", afirmou Kate.

Não use tanta maquiagem
Um em cada cinco homens acham que suas parceiras usam muita maquiagem, com base e blush muito carregados. Se você quiser acentuar algo, dê atenção especial aos lábios. Um homem vai gastar metade dos primeiros 10 segundos de um encontro com você olhando para eles. Se você está usando batom, ele vai olhar por mais tempo ainda ¿ o rosa prende sua atenção para 6,7 segundos e vermelho para 7,3 segundos.

A cor vermelha atrai mais dinheiro, diz pesquisa

A pesquisa mostrou que garçonetes de vermelho ganham mais gorjeta dos homens Foto: Getty Images

A pesquisa mostrou que garçonetes de vermelho ganham mais gorjeta dos homens

Pesquisas já revelaram que os homens se mostram mais atraídos a mulheres que usam vermelho. No entanto, de acordo com um novo estudo, eles não só se sentem mais atraídos como também gastam mais dinheiro com elas quando a cor está em jogo. As informações são do site da revista Cosmopolitan.
 
O estudo, publicado no Journal of Hospitality and Tourism Research, descobriu que os homens dão gorjetas maiores para as garçonetes que vestem peças vermelhas. Para a pesquisa, os cientistas vestiram as garçonetes com a mesma camiseta, só que em cores diferentes: preta, branca, vermelha, azul, verde e amarela. As meninas foram instruídas a agir exatamente do mesmo jeito que elas agiam normalmente e a gravar quanto dinheiro elas recebiam de cada cliente. A experiência durou seis dias.
 
Os pesquisadores analisaram os resultados e descobriram que os homens deram de 14% a 26% mais gorjeta para garçonetes que vestiam vermelho. Já entre as mulheres, o fator cor não mostrou mudanças de comportamento.

Ser emocional pode prejudicar finanças das mulheres

Insegurança e medo podem levar as mulheres a terem salários mais baixos Foto: Getty Images
 Insegurança e medo podem levar as mulheres a terem salários mais baixos

Insegurança para pedir aumento salarial, medo de parecer rude por falar que a conta deve ser dividida de maneira justa. Essas são algumas das atitudes que mostram que o lado emocional pode prejudicar a vida financeira das mulheres, como acredita Simonne Gnessen, fundadora da empresa de conselho financeiro Wise Monkey Financial Coaching, do Reino Unido. Os dados são do jornal Daily Mail.

“Fortes respostas emocionais podem bater quando nós menos esperamos e sequestrar o nosso comportamento racional”, disse Simonne. “Quando enfrenta uma crise, um cabo de guerra prossegue entre caminhos opostos dentro do cérebro, e quanto mais você deixa suas emoções vencerem, mais problemas vai ter para aplicar a lógica e a razão”, acrescentou.
A resposta emocional ao dinheiro talvez seja a razão pela qual as mulheres, em média, ganham 15% menos que os homens e são mais propensas a serem despedidas em uma recessão. Outro dado que mostra os problemas financeiros femininos é que apenas 47% economizam o suficiente para a aposentadoria, em comparação com 59% dos homens, segundo Scottish Widows.
 
Simonne ainda ressaltou que o sexo feminino consegue falar abertamente sobre vários assuntos, mas não costuma comentar sobre dinheiro. A dica da especialista financeira Sasha Speed é estar no controle do dinheiro e nunca ignorar a situação. Converse com os amigos e deixe claro sobre o momento instável, assim, evitará gastos desnecessários com passeios caros, por exemplo. Quando alguém pede três garrafas de vinho e você apenas um refrigerante, deve, sim, pedir para dividir a conta de maneira justa.

Confira 8 formas de se sentir sexy após a separação

Um divórcio pode acabar com sua autoestima, porém alguns hábitos podem ajudá-la a se sentir melhor e mais sensual Foto: Getty Images
Um divórcio pode acabar com sua autoestima, porém, alguns hábitos podem ajudá-la a se sentir melhor e mais sensual

Divórcios acontecem. Segundo o site The Stir, cerca de 45% das pessoas que sobrem no altar acabam se separando. Porém, mesmo com um índice tão alto, o divórcio é capaz de detonar com a autoestima da mulher. Por isso, para ajudá-la a contornar essa situação, a publicação reuniu 8 dicas para você se sentir sexy após a separação.   
1. Mude o penteado
Corte o cabelo, pinte, faça luzes, escolha o que quiser, mas mude o visual. Pode parecer clichê, porém, isso realmente ajudará você a encontrar seu novo eu.

2. Renove sua rotina de exercícios
Claro, talvez você tenha planejado dar um tempo antes de voltar a correr ou malhar, mas, com isso você pode perder a noção do tempo, se acomodar e até ganhar alguns quilos. Depois do divórcio, você precisa se esforçar para manter sua aparência boa e se sentir melhor consigo mesma. Além disso, o exercício libera endorfina, hormônio que vai ajudá-la a se sentir mais feliz.

3. Não abra mão da produção
É hora de se preocupar com sua aparência e não com a imagem que você achava que devia ter como esposa. Nada como um par de sapatos extravagantes para mudar sua atitude.

4. Esqueça lingeries velhas
Compre novos sutiãs e calcinhas e, quanto mais sensuais, melhor. Pode parecer bobo, mas usar um artigo sexy por debaixo da roupa faz você se sentir mais feminina e poderosa.

5. Saia com as meninas
Crie oportunidades para praticar suas habilidades em paquerar! Você provavelmente está um pouco enferrujada depois de anos sem fazer isso, porém, tem que começar em algum lugar.

6. Faça as unhas regularmente
É uma coisa pequena e simples, mas pode fazer você se sentir como se tivesse feito alguma coisa para si mesma. É um momento para se curtir e se sentir mais bonita.

7. Experimente fazer dança do ventre ou aulas de strip-tease
Se testar e aprender coisas novas é ótimo para você, especialmente se for algo que a faça movimentar-se. Mesmo que no começo você ache estranho e até possa se sentir um pouco ridícula, insista. Quem sabe você não encontra alguém com quem praticar em breve?

8. Perdoe o seu ex
Por mais que possa parecer impossível, principalmente se ele foi infiel, isso será muito bom para você. Permitir-se perceber o que aprendeu com essa relação pode deixá-la mais poderosa. E com o poder, vem a sensualidade.

Homens preferem que mulheres usem roupas curtas e decotadas

 Foto: Getty Images
Maioria dos homens acha que, quanto mais partes do corpo feminino à mostra, melhor

O famoso visual periguete realmente agrada aos homens. Segundo uma pesquisa do site Watch My Wallet, a maioria acha que, quanto mais partes do corpo feminino à mostra, melhor. Os dados são do site Female First.
O levantamento ouviu a opinião de pessoas do sexo masculino do Reino Unido. Constatou que 51% deles gostam de apreciar mulheres com trajes, digamos, econômicos. 
Para as que preferem equilíbrio, uma boa notícia. A votação foi bem apertada e 49% mostraram se sentir mais atraídos pelas que cobrem seus atributos.

Veja 20 formas simples de impressionar as mulheres

1. Seja confiante: confiança - esta é a palavra chave para ser bem-sucedido em todos os seus relacionamentos. Porém, não confunda confiança com arrogância. Estar certo do que está fazendo é um ótimo começo para qualquer relação, diz Marina Penteado, psicóloga especialista em relacionamentos. Estudar suas ações antes de colocá-las em prática é a melhor maneira de sentir-se bem na hora do encontro. E sentindo-se bem, você esbanjará confiança e todas as outras 19 dicas tornam-se fáceis Foto: Getty Images
1. Seja confiante: confiança - esta é a palavra chave para ser bem-sucedido em todos os seus relacionamentos. Porém, não confunda confiança com arrogância. Estar certo do que está fazendo é um ótimo começo para qualquer relação, diz Marina Penteado, psicóloga especialista em relacionamentos. Estudar suas ações antes de colocá-las em prática é a melhor maneira de sentir-se bem na hora do encontro. E sentindo-se bem, você esbanjará confiança e todas as outras 19 dicas tornam-se fáceis

2. Leve-a um bom restaurante: que tal convidá-la para jantar? Só não vá errar na hora de eleger o local. O tipo do restaurante vai do gosto da pessoa que você está convidando, mas mesmo assim, procure um cardápio variado com saladas, carnes, massas, pratos vegetarianos, recomenda o maître Francisco Brito, do restaurante Sallvattore, no Itaim Bibi, em São Paulo

3. No restaurante, saiba o que pedir: se você tiver buscado informações sobre o cardápio, é bem provável que tenha uma ideia de quais são os principais pratos servidos pelo estabelecimento. Opte pelo clássico ou peça ajuda ao maître. São duas opções que nunca falham, completa Francisco

 4. Escolha um bom vinho: o vinho, por ser uma bebida mais sofisticada, atrai o interesse das mulheres. E saber escolhê-lo diante de uma infinidade de garrafas pode ser um passo para uma noite de sucesso. Nesta hora, é muito importante saber qual prato a convidada irá escolher. O vinho e a refeição devem compor um casamento perfeito, diz Alberto Amorim, sommelier do restaurante Spadaccino, em São Paulo. Na dúvida, segundo o sommelier, o champanhe é sempre sucesso entre o público feminino

 5. Saiba cozinhar, ao menos, um prato: convidá-la para ir à sua casa e preparar algo para vocês comerem é um grande diferencial. Pode ser um petisco ou uma refeição completa: a escolha vai depender das suas habilidades com as panelas. Mas, se você não sabe nada de fogão, vale tentar? Claro. Na internet, tem diversas soluções práticas para se virar na cozinha, diz Renato Carioni, chef do Cosi, em São Paulo. O importante é a intenção de agradá-la

6. Faça um drinque: mulheres acham homens na cozinha uma verdadeira dádiva. E para acompanhar uma refeição, que tal uma caipirinha? Preparar um bom drinque pode aumentar suas chances de sucesso e a estratégia para alcançar a perfeição é o treino. Mas aí vai a dica: o maior erro é colocar açúcar demais na bebida. Quando se coloca pouco açúcar pode-se corrigir, mas se colocar a mais, será necessário fazer outra, orienta Ricardo Bassetto, bartender do Rock n' Cycles, em São Paulo

7. Saiba o que vestir: estar bem vestido é estar coerente com o que a ocasião pede, de acordo com seu estilo, tipo físico e ambiente. "Quando você se veste bem, se sente mais seguro e autoconfiante. Isso ajuda a diminuir a timdez e a tornar as pessoas mais próximas", explica Ana Vaz, consultora de imagem pessoal e autora dos livros Pequeno livro de estilo: Guia para toda as horas e Pequeno livro de etiqueta: Guia para toda as horas, ambos da Editora Verus

8. Seja educado: "atualmente, as relações estão cada vez mais casuais e isso nos torna mais relapsos quando o assunto é gentileza", afirma Ana. Você não é obrigado a abrir a porta do carro, mas pode fazer isso para agradá-la. Além disso, mantenha a educação com todos que estão ali. "Não adianta encenar o número. Ser gentil com todos é essencial. Se essa mulher for educada vai apreciar isso também", completa

9. Mostre interesse, mas sem ser pegajoso: quando estiverem conversando, mostre-se feliz pelas conquistas dela, mesmo que elas não impactem sua vida diretamente. Só tome cuidado para não virar um chato, que quer saber de tudo a toda hora. Em excesso, isso acaba parecendo intromissão e incomodando muita gente, diz Marina

10. Saiba o que falar: ela certamente ficará ainda mais interessada na relação se vocês conseguirem manter uma conversa dinâmica e produtiva. Busque inspiração para as conversas em notícias atuais, por exemplo, e tenha alguns temas em mente na hora do encontro, diz a date coaching Silvana Mafre

11. Tenha cultura: manter um bom diálogo exige bagagem cultural. Por isso, fique por dentro dos últimos lançamentos do cinema, de peças de teatro e música. Isso pode ajudar a encontrar pontos em comum com ela

12. Aprenda a dançar: a dança aproxima o casal. Além do que dançar coladinho é muito sensual. Você sente o corpo do outro, fala José Luiz dos Santos, dançarino no Clube das Mulheres

13. Tenha bom humor, mas não se torne um idiota: fazer piadas e comentários engraçados deixa a conversa mais leve e torna as coisas menos monótonas e frias. Mas fazer piada de tudo pode ser sinal de desespero. "Encontre a medida", orienta Marina

14. Respeite o ritmo dela: não adianta calcular milimetricamente os seus passos se, na hora em que as coisas esquentarem, você quiser logo partir pros finalmentes. Siga as pistas que ela te der e saiba o ritmo em que as coisas devem acontecer

15. Saiba o que fazer na hora H: confiança, pegada e elogios. O resto, você vê na hora, diz o dançarino José Luiz

16. Dê presentes sem valor monetário: não precisa comprar um anel de diamantes a cada vez que for encontrá-la. Mas um presentinho sem valor monetário é uma boa estratégia para você mostrar que sempre lembra dela, orienta Silvana. Só tome cuidado: nas datas especiais, saiba fazer um agrado mais

17. Saiba onde está indo: se você é daqueles que não gosta de perguntar como chegar a um lugar, tenha certeza do caminho a ser feito. Ficar rodando horas pode irritar não somente ela, mas qualquer um

18. Seja criativo: só porque ela disse gostar de um tipo de comida, não quer dizer que ela queira sempre a mesma coisa. A ideia também vale para passeios e até mesmo para a posição na hora do sexo. A criatividade é essencial para que o relacionamento que está começando não caia na rotina, diz Marina

19. Seja discreto: não saia aos quatro ventos falando com quem você saiu e como foi a noite. Alguns detalhes devem ficar só entre o casal. Falar disso pode expor a parceira, mesmo que esse não seja o objetivo, completa Silvana

20. Aposte na naturalidade: não adianta nada anotar 19 dicas na ponta do lápis e colocá-las em prática se tudo parecer mecânico. Ser natural e verdadeiro é a chave de um relacionamento. Seja no primeiro ou no centésimo encontro, finaliza a date coaching

Substância que inibe espermatozoide pode virar pílula masculina, diz estudo

De tempos em tempos, cientistas conduzem estudos que os fazem acreditar que a pílula anticoncepcional masculina está cada vez mais perto de se tornar real. Desta vez, pesquisadores de três universidades americanas publicaram na revista "Cell" a descoberta de uma substância que pode virar um comprimido para os homens controlarem a própria fertilidade.

Os testes foram feitos com camundongos machos, que ficaram estéreis, mas não tiveram prejuízos no desempenho sexual, nas taxas de testosterona nem no comportamento.

Além disso, os autores - do Instituto do Câncer Dana-Farber, ligado à Universidade de Harvard, da Universidade de Washington e da Faculdade de Medicina Baylor, no Texas - não observaram efeitos colaterais nos futuros filhotes.

O novo composto, chamado JQ1, é livre de hormônios - ao contrário da pílula feminina, que costuma misturar doses de estrogênio e progesterona. A substância inibe uma proteína presente nos testículos de camundongos e homens, conhecida como BRDT, que é essencial para a fertilidade. Dessa forma, as cobaias começaram a produzir menos espermatozoides e, mesmo quando os fabricavam, eles não se locomoviam direito.

Assim que os animais pararam de fazer esse controle de natalidade, os gametas se recuperaram rapidamente e readquiram a capacidade de procriação, de forma saudável, destaca o principal pesquisador, James Bradner.

A grande dificuldade da ciência em formular um anticoncepcional masculino está justamente no fato de que as drogas precisam entrar na corrente sanguínea, chegar até os testículos e atingir as células produtoras de esperma, o que esse estudo parece prometer.

Os autores dizem que um medicamento como esse é necessário porque quase um terço dos casais americanos depende exclusivamente de métodos contraceptivos masculinos, como a camisinha. E muitas mulheres acabam engravidando de forma não planejada.

Na opinião do urologista Marcelo Vieira, do Hospital Albert Einstein e do Instituto H. Ellis, especializado em sexualidade e reprodução humana, a ideia de uma pílula para o homem é antiga e serve para dividir entre o casal a responsabilidade de controlar a concepção.

"O primeiro contraceptivo estudado era à base de testosterona, mas havia problemas de retorno na produção de espermatozoides após o uso", explica. Por essa razão, tem-se procurado uma droga sem hormônios, segura, de fácil administração e com uma volta rápida dos gametas.

Vieira foi em maio a um congresso da Associação Americana de Andrologia, em Tucson, no Arizona, EUA, onde foram apresentados estudos de dois novos medicamentos não hormonais em camundongos - um deles é o mencionado nesta reportagem.

"Os resultados em animais mostram que a droga é segura, que o retorno à normalidade acontece em um curto prazo e não existem outros efeitos importantes. A medicação estava entrando em uma fase diferente de testes, com ajuste de doses e administração, para ver se uma dose maior com um menor número de ingestões teria um efeito melhor que o contrário, por exemplo", destaca o médico.

Arte marcial deixa cérebro mais rápido e mais forte, diz estudo

O poder cerebral, e não a força bruta, pode explicar que os especialistas em caratê consigam quebrar tijolos com um simples golpe com a mão, afirmaram cientistas, segundo os quais anos de treinamento em artes marciais alteram o cérebro.

Cientistas compararam na Grã-Bretanha os golpes curtos de uma dezena de especialistas em caratê com os de 12 principiantes em bom estado físico, e descobriram que o segredo dos donos de faixa preta não está no poder muscular, mas na capacidade de coordenar a velocidade máxima do ombro e do punho.

Isso permite maior aceleração e maior impacto, afirmaram os cientistas no último número da revista Cerebral Cortex.

Em seguida, os cientistas escanearam os cérebros dos dois grupos e descobriram que aqueles que davam golpes mais fortes apresentavam mudanças na estrutura da substância branca, que transmite sinais entre as regiões cerebrais de processamento.

Quanto mais prolongado for o treinamento, maiores são as mudanças.

"Os faixas pretas de caratê conseguiram coordenar rapidamente seus golpes com um nível de coordenação que os principiantes são incapazes de produzir", afirmou em um comunicado um dos autores do estudo, Ed Roberts, do Departamento de Medicina do Imperial College de Londres.

"Nós pensamos que a capacidade pode estar relacionada com a sintonia das conexões neurais no cerebelo (parte do cérebro que controla a coordenação motora), permitindo sincronizar seu braço e os movimentos do tórax em forma muito precisa", afirmou.

Os cientistas acreditam que, através do processo de adquirir uma habilidade, os padrões de conduta da atividade cerebral se adaptam quando melhora o desempenho.

Agora também acreditam ter encontrado mudanças na estrutura cerebral.

"Isto tem implicações em nossa compreensão sobre o papel da conectividade da substância branca na coordenação motora", destacou o estudo.

Cientistas americanos descobrem sistema de limpeza do cérebro

Neurocientistas do Centro Médico da Universidade de Rochester, nos EUA, descobriram um sistema de drenagem pelo qual o cérebro elimina resíduos.

O estudo foi publicado esta semana na revista "Science Translational Medicine", e os pesquisadores esperam aplicá-lo em tratamentos de Alzheimer e Parkinson.

O sistema atua como se fossem encanamentos que aproveitam os vasos sanguíneos do cérebro e fazem a "drenagem" da mesma forma que o sistema linfático no restante do corpo. A equipe chamou o novo sistema de "glinfático", já que está administrado pelas células do cérebro conhecidas como células da glia.

A equipe fez a descoberta em ratos, cujos cérebros são muito similares aos dos humanos. A autora principal do artigo e co-diretora do Centro de Neuromedicina da Universidade de Rochester, Maiken Nedergaar, afirmou que "a limpeza de resíduos é de vital importância para todos os órgãos, e há muito tempo há perguntas sobre como o cérebro se desfaz de seus resíduos".

"O trabalho demonstra que o cérebro está se limpando de maneira mais organizada e em uma escala muito maior do que se tinha pensado anteriormente", disse Maiken, que expressou seu desejo de que a descoberta sirva para tratar doenças cerebrais.

"Temos a esperança de que esses resultados tenham implicações para muitas condições que afetam o cérebro, como lesões cerebrais por traumatismo, derrames, mal de Alzheimer e Parkinson", acrescentou.

Os cientistas observaram que o líquido cefalorraquidiano tem um papel importante na limpeza do tecido cerebral, encarregado de levar os produtos dos resíduos e os nutrientes para o tecido cerebral, por meio de um processo conhecido como difusão.

O sistema recentemente descoberto circula por todos os cantos do cérebro de maneira eficiente, pelo que os cientistas chamam de fluxo global.

"É como se o cérebro tivesse dois coletores de lixo: um lento que já conhecíamos e um rápido que acabamos de conhecer", disse Maiken.

"Dada a alta taxa de metabolismo no cérebro e sua grande sensibilidade, não é de se estranhar que seus mecanismos para se desfazer dos resíduos sejam mais especializados e amplos do que se pensava", acrescentou.

Anticoncepcional em regime contínuo pode ser a melhor opção para atenuar cólica menstrual

Embora outras formas de tomar a pílula também reduzam os sintomas dolorosos, a ingestão ininterrupta surte o efeito com menos tempo de uso

Cartela de pílula anticoncepcional
Pílula anticoncepcional: mulheres que sofrem de cólicas menstruais podem ser beneficiar de maneira mais rápida se tomarem os comprimidos de forma ininterrupta

Fazer uso de pílula anticoncepcional em regime contínuo pode ser a melhor opção para mulheres que sofrem de cólicas menstruais atenuarem as dores. Segundo um novo estudo americano, esse método, que é utilizado quando a paciente toma os comprimidos sem obedecer aos intervalos entre uma cartela de pílula e outra, além de reduzir as dores, surte um efeito positivo mais rapidamente do que a ingestão dos comprimidos em regime cíclico.
Normalmente, a pílula anticoncepcional é ingerida durante um período de 21 dias e, depois, a mulher permanece sete dias sem tomar os comprimidos. É justamente nesse tempo em que vem a menstruação. Uma cartela pode ter 28 comprimidos, mas sete são placebo, e é recomendada para mulheres que se esquecem de reiniciar uma nova cartela. Quando regime é contínuo, a mulher inicia uma nova cartela no dia seguinte ao fim da última, não respeitando o intervalo. Nem sempre a paciente evita a menstruação: ela pode ter sangramentos leves enquanto toma a pílula ou até hemorragias mais graves — o que é mais incomum e deve levar a mulher imediatamente ao médico. Não há limite de tempo para o uso desse método.
“Os contraceptivos orais são frequentemente prescritos para tratar as cólicas, já que a redução da menstruação é uma forma relativamente simples de aliviar essas dores. Porém, nós queríamos determinar se há uma diferença entre o regime cíclico e o contínuo desse método de tratamento com contraceptivos”, diz Richard Legro, da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Para isso, ele e sua equipe selecionaram 38 mulheres que não faziam uso de nenhum método contraceptivo e que sofriam de dismenorreia, ou cólicas menstruais. Muitas pacientes que apresentam esse problema também têm episódios de náusea, diarreia, dor de cabeça e fadiga. Parte das participantes passou a fazer uso da pílula em regime cíclico e o restante, em regime contínuo. Elas foram acompanhadas durante seis meses. Os resultados foram publicados no periódico Obstetrics and Gynecology.
Após o período do estudo, todas as mulheres apresentaram uma melhora significativa em relação às dores decorrentes da cólica. No entanto, as participantes que haviam adotado o regime contínuo relataram esse alívio até três meses mais cedo. Isso se deve, segundo os pesquisadores, ao fato de o tratamento não ter interrupção. Eles explicam que, embora haja pouca diferença nos efeitos colaterais entre um método e outro, é importante que a paciente procure um médico antes de optar ou alterar o regime.

Casamento pode revelar defeitos que parceiros não percebiam um no outro durante o namoro

Transformar uma pessoa carinhosa, por quem nos apaixonamos, em marido ou mulher continua sendo o caminho mais natural para muita gente. No entanto, dividir o mesmo teto não significa romance eterno. Pior: em alguns casos, o parceiro acaba mostrando um lado nada atraente, o que desperta a questão: "Foi com essa pessoa que eu me casei?". 

Há uma explicação para tamanha transformação: a atração inicial acontece, principalmente, inconscientemente. "Durante o namoro, em especial em seu início, existe a tendência em mostrarmos o que temos de melhor. Ou seja, agimos de maneira que, no nosso entendimento, o outro gostaria que agíssemos", explica a psicóloga Juliana Morillo, especialista em terapia familiar e de casal pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica). 

Para a psicóloga Marcella Almeida, da Clínica de Especialidades Integrada, muitas razões podem nos impedir de notar as verdadeiras características de um parceiro. "A mais comum é a necessidade de, durante o relacionamento, só enxergarmos aquilo que se deseja e criar uma fantasia ideal do ser amado, baseado no amor romântico", diz. Por isso, ela afirma que a fase do namoro é fundamental para que um conheça bem o outro, as família e suas histórias. “Quando você percebe na pessoa amada algo divino, mesmo que os amigos e os parentes não vejam o mesmo, é uma boa dica para avaliar se estamos ou não fantasiando”, diz. 
Além disso, ao iniciar um romance, buscamos características no outro que, por razões pessoais, são desejáveis e importantes existir. “É natural começar uma relação com a visão ofuscada pela empolgação de estar com alguém que nos atrai”, diz Juliana. Portanto, não se pode afirmar que uma pessoa omite más qualidades, afinal, o outro também não as quer enxergar. “Os defeitos e as virtudes já estavam ali, só não foram avaliados por quem idealizou algo diferente ou alimentou a crença de que alguma característica poderia ser mudada”, afirma a psicóloga Triana Portal.
O perfil real de uma pessoa só é realmente descoberto quando o casal passa por uma situação de estresse, segundo o psicólogo Maurício Pinto. “Com o tempo e de acordo com as circunstâncias, as pessoas podem mudar para melhor ou para pior, e é fundamental estar preparado para isso”, diz. Convivência significa intimidade, o que faz com que você mostre quem realmente é. Com qualidades, aquelas que fizeram o outro se apaixonar, mas com defeitos também, não tão apaixonantes assim.
A rotina ajuda a enxergar o outro com uma visão menos embaçada. Com o passar do tempo, não dá para sustentar papéis (lembrando que, normalmente, eles são interpretados inconscientemente) que não fazem parte de um comportamento natural. “Se passamos a agir de forma diferente, o outro também passa a reagir de outra maneira, e vice-versa”, explica Juliana. 
Tais conflitos precisam ser conversados, negociados e solucionados para que o casamento se mantenha saudável. Juliana diz que, dependendo de como foi o namoro, a negociação pode não ter sido necessária e os parceiros não aprenderam a solucionar diferenças. Com isso, as emoções geradas pelo conflito facilitam reações mais impulsivas, provocando o "efeito surpresa" --quando alguém revela ou percebe uma faceta até então oculta. 
Mas ao descobrir os defeitos que não conhecíamos até o casamento, como agir? “É fundamental colocar na balança não apenas as coisas ruins, mas as virtudes. O casamento pode ter salvação por meio de mobilização mútua em um objetivo comum”, explica Triana. 
Para Maurício Pinto, algumas perguntas básicas devem ser feitas, como: ainda gosto dessa pessoa? Tenho admiração? Vale a pena? “Uma terapia de casais pode ajudar neste processo, onde os pontos negativos podem ser abordados de forma protegida e segura na busca de um relacionamento saudável”, afirma. 
Mas não adianta apenas um estar disposto, ambos devem estar em sintonia. “Todos são passíveis de mudanças, mas é preciso disponibilidade para isso, querer fazer dar certo. Se esta vontade existir, um grande caminho foi percorrido e a chance da mudança real acontecer é grande”, diz Marcella. Porém, se o relacionamento estiver comprometido e o parceiro não transmitir mais confiança, a separação é o melhor caminho. “Se não há mais sintonia e a relação tira mais do que acrescenta, não vale insistir”, afirma Maurício.

Estigmatizados, solteiros sofrem para provar que não são solitários, infelizes e encalhados

Solteiros nem sempre estão em busca de alguém. Ao contrário: podem estar felizes com sua condição
Solteiros nem sempre estão em busca de alguém. Ao contrário: podem estar felizes com sua condição

  Solteiros sofrem. Não de solidão, mas com o preconceito. É o "solteirismo", no termo cunhado por Bella DePaulo, psicóloga social da Universidade da Califórnia com quase seis décadas de solteirice invicta. "Basta dizer que você é solteiro a alguém que acabou de conhecer que, em geral, a pessoa pensa que sabe muito sobre você. Que entendem suas emoções", escreve DePaulo no livro "Singled Out" (sem versão em português).

Na imaginação de quem não compreende o solteiro, poucas presunções são lisonjeadoras: "Quem não se casa só pode ser um solitário soturno" ou "No fundo, só quer encontrar alguém". Mais: o solteiro é egoísta, imaturo, incapaz de assumir compromissos e só pensa em diversão. Ou é seletivo demais, intolerante, promíscuo, frívolo, suspeito ou encalhado. Nada poderia estar mais distante da realidade. Ser solteiro não é necessariamente falta de opção. Nem é sinônimo de solidão. Pode significar mais contato com pais e amigos, mais dedicação ao trabalho, mais realizações pessoais. 
Nem solteirão, nem casado
Esqueça as palavras solteiro e casado. "Elas estão se tornando muito limitadas para descrever a gama de opções e comportamentos possíveis para estar ou não com alguém", diz Sergio Savian, terapeuta e escritor especializado em relacionamentos. De que forma classificar como casadas ou solteiras, por exemplo, pessoas com um envolvimento sério, mas que não moram na mesma casa nem tenham assinado papéis? Esse é o caso da gestora de mídias sociais Maria Eugênia Mourão. Aos 43 anos, ela já se casou formalmente com três homens. Informalmente, com outros dois. "As pessoas têm muito medo de abrir mão do que elas têm e acabarem sozinhas. Mas eu, não. Não consigo continuar um casamento se amar outro", diz.
Hoje, Eugênia está feliz em um relacionamento estável --ele na casa dele, ela na casa dela. "O que acho mais divertido é que muita gente acaba achando que nós somos gays. Procuram um padrão --e, para quem não está casado, outro padrão é ser homossexual", diz Eugênia. "Acontece que, para mim, não há uma regra fixa. É circunstancial. O que tenho que procurar é o meu bem-estar e o do outro. No momento, a gente está superbem. Se nos casarmos, não vai ser para calar a boca dos outros. Vai ser uma decisão autônoma."
Para a psicóloga Marcella Almeida, assim deve ser um relacionamento: negociado pelas duas partes. "Eu tenho filhos. Mas acho encantador quando um casal escolhe não morar junto ou ter filhos, pois demonstra um respeito mútuo muito grande. Não coloca no outro a responsabilidade pela sua felicidade", diz Almeida. 
Família, família
A engenheira paulistana Ana (que preferiu não publicar seu nome real) é solteira --e não por opção. "Só não achei o cara certo. No máximo tive um rolinho de seis meses. Aos 32 anos, a gente vai se decepcionado, endurecendo com as experiências anteriores", diz. Mas ela não é uma pessoa solitária. Sempre está acompanhada de amigos. Só tem um problema: a família. 
"É um inferno. Minha mãe fica me apresentado para o farmacêutico, para o padeiro, para o filho do médico. E isso piorou agora que conheci uns caras de um site de relacionamentos", conta Ana. Um só queria transar. Com outro não rolou química. O terceiro virou amigo. “E minha mãe fica falando para eu voltar a buscar alguém da internet."

O pai de Ana não fala sobre o assunto. A irmã cobra que ela tenha filhos. "Ela é mais nova, mas é casada e está grávida. Diz que não preciso de convenções, que tenho de adotar, que tenho de fazer uma produção independente. Não quero um filho, quero um cara bacana. Só não encontrei um, ainda."
Para Antonio Carlos Amador Pereira, professor de psicologia da PUC-SP, solteiros precisam lidar com o choque de gerações. Pense em reuniões da família estendida. Dia dos pais. Dia das Mães. Natal. Casamentos. Lá estarão tios e avós ávidos para saber quando você se casará --ou ao menos apresentará alguém à família. "Até certa época, uma mulher com 22 anos já era considerada encalhada. E o homem só era solteiro se quisesse ser padre, afinal, casar e ter filhos era prova de masculinidade, posta em dúvida caso fosse solteiro", diz.
Isso mudou. Apenas 45,8% dos brasileiros com mais de 15 anos são casados, segundo o IBGE, com dados de 2010. Somente depois dos 29 anos que o número de casados ultrapassa o de solteiros. Mas as gerações passadas mantêm as expectativas de quando eram jovens.
Então, como reagir diante da pressão familiar? Primeiro, relaxe. Se você reagir a toda cobrança, não ficará numa boa situação. Quanto menos você mostrar incômodo, menor será a cobrança. Agora, entenda o lado do outro. Pessoas têm incertezas e buscam respostas para elas. Se perguntarem, basta dar uma resposta. Não precisa mentir, mas tampouco precisa falar a verdade detalhada. Em geral, o curioso se satisfaz com respostas como "ainda não encontrei a pessoa", "não é o momento" ou "preciso me dedicar primeiro à carreira". 
Isso não quer dizer que você deva satisfações sobre sua vida. "O crescimento pessoal é proporcional ao fortalecimento de sua autorreferência, não considerando tanto o que os outros esperam de você", diz Savian. "Aqueles que são muito dependentes das opiniões familiares sentem-se culpados por não atingir o padrão de comportamento que lhes é cobrado, segundo o qual todos nós devemos nos casar para ser felizes". Mas isso é verdade? Em 2010, foram registrados 977,6 mil casamentos no Brasil  -- mas, também, 243 mil divórcios. 
E quando você ficar velho?
"Dizer que você vai envelhecer sozinho é um dos mitos favoritos para assustar solteiros", afirma DePaulo. "Mas o que me irrita nisso é como alguém pode garantir que o casamento não o fará morrer só". Marcella Almeida acredita que a verdade pode ser o contrário. "Nós nos perguntamos se não vamos precisar de um parente quando ficarmos velhos. Não. Em asilos, por exemplo, o sofrimento não é o de estar só, mas de ter sido abandonado pela família. A gente só se decepciona quando cria uma expectativa --por exemplo, de viver com os filhos e netos. E não é o que acontece com quem construiu uma velhice consigo mesmo", diz Almeida.
E isso é apenas opinião? Um estudo feito em seis países com pessoas de 65 anos ou mais buscou descobrir se solteiros sem filhos ficam sem uma rede de apoio na velhice. Homens que nunca se casaram e não têm filhos tendem a ter redes de apoio mais restritas do que outros. Mas o caso é o contrário para mulheres que nunca se casaram nem tiveram filhos. Elas mostraram ter contato maior com parentes, amigos e membros de grupos voluntários do que as demais. Ou seja, entre elas --que têm expectativa de vida maior do que homens--, a eterna solteira se preparou mais para uma velhice não solitária. "Ela aprendeu que o contato com outro traz alegria, mas a dependência do outro, não", diz Almeida.  

Solteiros, sim, solitários, não

Solteiros podem realmente ser felizes com sua condição. Da mesma forma como compromissados podem ser felizes ou tristes. "Há solteiros que não desejam um relacionamento e outros inconformados por não encontrar alguém para se relacionar", diz Sergio Savian. "Paradoxalmente, notamos que o desespero para arranjar um par acaba atrapalhando muito, enquanto que, com a cabeça fria, aumentam as chances de se envolver." 
Para verificar se o casamento realmente melhorava a qualidade de vida, um estudo da Universidade Cornell, EUA, pediu a mais de 2.700 solteiros americanos que avaliassem sua felicidade geral, seu contato com pais e o tempo gasto com amigos. Passados seis anos, repetiram as perguntas. 
Num primeiro momento, o estudo pareceu reforçar o lado bom do casamento. Quem se casou ficou mais feliz do que quem ficou solteiro --ainda que por uma pequena diferença. Mas há dois detalhes: primeiro, os casados há menos de três anos estavam mais felizes do que os casados por mais tempo, o que indica que parte da felicidade dos casados é um efeito lua de mel. E mais. Aquelas pessoas que foram morar junto sem se casar oficialmente eram mais felizes do que as que se casaram --e isso, segundo os pesquisadores, indica que o casamento formal diminui o sentimento de autonomia e de crescimento pessoal. 
Agora, será que os solteiros são mais sozinhos? O estudo provou que não. Aqueles que se casaram diminuíram o contato tanto com os pais quanto com os amigos --independentemente do tempo que são casados. Ou seja, em comparação com solteiros, casais acabam se isolando. E, diferentemente da felicidade, esse isolamento é de longo prazo. "Certamente não estamos dizendo que o casamento é irrelevante para o bem-estar individual. O que descobrimos é que, levando em consideração as diferenças individuais, o casamento está longe de ser uma prescrição para o bem-estar", afirmam os pesquisadores.

Videogame demais pode trazer riscos para a saúde física e emocional

Jovens que dedicam muito tempo a videogames podem enfrentar ameaças perigosas à saúde e devem tomar cuidados especiais ao jogarem durante períodos longos de tempo.
Existem casos de pessoas que morreram ou precisaram ser hospitalizadas após terem sessões extensas de jogo. Dentre alguns casos, um adolescente Taiwanês foi encontrado morto após ficar 40 horas jogando Diablo 3 e um jovem do Reino Unido também morreu após jogar com seu X-box por 12 horas. Em ambos os casos a fatalidade foi causada por coágulos sanguíneos que se formaram durante o tempo passado em frente ao computador ou o videogame.
Apesar de esses serem casos extremos, eles são importantes para alertar pais e educadores dos riscos de se passar tempo demais sentado, sendo para diversão ou trabalho. Além disso, dedicar tempo demais aos jogos pode prejudicar a vida escolar e social do indivíduo. Os conteúdos dos jogos também podem ser uma questão delicada, já que existem estudos que estabelecem ligações entre a violência que ocorre na tela e comportamento agressivo nos jogadores. Porém, as pesquisas não são apresentam resultados conclusivos.
Se o rendimento e socialização do filho estão sendo comprometidos pelo passatempo, pais podem tomar medidas simples de correção, como a limitação de tempo que ele poderá passar jogando. Mas se eles perceberem uma associação entre a agressividade na tela e atitudes da criança ou adolescente, os pais podem ter mais problemas para controlarem a situação e procurar ajuda profissional pode ser indicado.
Vale lembrar que não serão todos os jovens que enfrentarão serão afetados dessa forma. De acordo com o psicólogo Patrick Markey nem todos são susceptíveis à exposição de violência dessa forma.
“A verdade da questão é que a maioria das pessoas consegue lidar com essa mídia, mas algumas pessoas com uma pré-disposição específica (...) podem ser um pouco mais agressivas”, ele explica. “A parte mais importante é que não existe realmente uma pesquisa que sugere que videogames têm um efeito diferente do que a televisão ou filmes. Isso nunca foi empiricamente mostrado. Qualquer mídia tem o objetivo de nos cativar emocionalmente, e videogames são uma forma de mídia, até mesmo uma forma de arte”, completa Markey.
A pesquisa de Markey foi publicada em 2010 no periódico Review of General Psychology.

Mulheres que exageram nos anabolizantes têm a voz alterada

Esteroides podem provocar também alteração na pressão, acne e agressividade

Algumas mulheres que fazem o uso regular de anabolizantes podem apresentar alteração na voz. Além disso, podem provocar graves problemas de saúde.
A fonoaudióloga Vanessa Pedrosa explica o que pode gerar alterações na voz da mulher:
— As transformações na voz acontecem principalmente por causa de alterações hormonais. Quando elas utilizam esteroides, há uma modificação na voz para uma região muito mais grave e isso é irreversível.
Os anabólicos esteroides são drogas fabricadas para substituir o hormônio masculino, a testosterona.
Antes, as mulheres usavam dessas drogas apenas para melhorar o desempenho no esporte, mas, agora, o objetivo também é estético.
Os anabolizantes aumentam a massa muscular e secam a gordura. Mas os resultados indesejáveis vêm junto como a masculinização da voz, acne, aumento de pelos (inclusive no rosto), perda de cabelos, disfunção sexual, aumento da pressão arterial e do colesterol, insuficiência cardíaca, agressividade e problemas no fígado.
O médico Samir Salim Daher explica:
— Quando o indivíduo ingere essa substância, ela precisa ser eliminada pelo organismo e quem elimina é o fígado. Com isso, acaba tendo uma sobrecarga hepática levando a casos como cirrose e até câncer de fígado.

Sedentarismo causa uma morte a cada dois minutos, avisa especialista

Prática regular de atividade física pode evitar mortes prematuras

Especialistas em nutrição e profissionais da saúde brasileiros divulgaram nesta quinta-feira (16) que as causas da obesidade são múltiplas, defenderam o uso de fármacos para completar algumas dietas e sublinharam a importância da atividade física para melhorar a qualidade de vida e evitar mortes prematuras.
Durante a primeira jornada de um simpósio sobre equilíbrio energético realizado no Guarujá, em São Paulo, Victor Matsudo, professor da Universidade Gama Filho de São Paulo, avisou que o sedentarismo também mata.
— A inatividade física mata tanto quanto o cigarro, mata mais que a obesidade e mais que o diabetes.
Matsudo alertou que a população brasileira está ganhando peso rapidamente, afirmou que 70% dos cidadãos da cidade de São Paulo são sedentários e que a inatividade causa uma morte cada dois minutos.
Matsudo lembrou que o exercício não deve ser contemplado só como prevenção mas "faz parte do tratamento".
— Minha perspectiva é construir saúde a partir da atividade física.
Além disso, disse que a falta de atividade física causa 9% das mortes prematuras e mostrou estudos que revelaram que os benefícios de combater o sedentarismo são mais elevados que alguns tratamentos e cirurgias.
Já o professor de Medicina Alfredo Halpern, da Universidade de São Paulo, defendeu o uso de remédios para ajudar na perda de peso de pacientes que não alcançam emagrecer com dietas, mas matizou que o mesmo medicamento pode ter diferentes efeitos em pessoas distintas.
— Não é obeso o que quer, é obeso o indivíduo que entre outros fatores tem um distúrbio bioquímico por razões que ainda não se conhecem.
Além disso, detalhou que o estresse, a falta de sono, as bactérias e a carência de algumas vitaminas como fatores que influem no sobrepeso. Outro especialista que discursou no debate foi o professor de Epidemiologia e do Programa de Ciências Nutricionais da Universidade de Washington, Adam Drewnowski, que desmentiu que as bebidas com adoçantes baixas em calorias causem fome ou superestimulem os receptores do sabor.
O especialista disse que esse tipo de bebida é "uma ferramenta útil a mais" no controle do peso, mas esclareceu que não é uma "varinha mágica". Drewnowski destacou que não há estudos a longo prazo e assegurou que é difícil a extrapolação dos dados de uma região geográfica a outras, por isso recomendou estudos próprios sobre a América Latina.
O pesquisador também falou da escolha dos sabores e manifestou que é natural a inclinação das crianças pelo doce e a evolução dessa escolha com a passagem dos anos.
Segundo o professor, o ser humano relaciona o sabor amargo com venenos e substâncias que põem em perigo sua sobrevivência.
O endocrinologista mexicano Fernando Lavalle foi o encarregado de abrir hoje (17) os debates, que reúnem mais de 130 participantes, e têm o objetivo de aprofundar sobre os pilares científicos do balanço energético.
Lavalle, que preside o comitê organizador da Série Científica Latino-Americana, iniciativa que promove o simpósio, alertou sobre os riscos de obesidade e falta de atividade física na América Latina e acrescentou que os sistemas de saúde não estão suficientemente desenvolvidos para enfrentar essa realidade.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Café pode ajudar a aliviar tremores em pessoas com mal de Parkinson

Duas xícaras diárias de café podem aliviar os tremores e outros sintomas causados pelo mal de Parkinson Foto: Getty Images
Duas xícaras diárias de café podem aliviar os tremores e outros sintomas causados pelo mal de Parkinson

Beber café moderadamente já foi relacionado à menor probabilidade de desenvolver mal de Parkinson. Agora, uma pesquisa da Universidade McGill, no Canadá, constatou que duas xícaras diárias da iguaria podem aliviar os tremores e outros sintomas causados pela doença. Os dados são do jornal Daily Mail.
Os cientistas avaliaram mais de 60 pacientes com sonolência diurna e alguns problemas motores. Metade recebeu placebo (grupo controle) e, o restante, pílulas de 100 mg de cafeína duas vezes ao dia por três semanas e, então, de 200 mg duas vezes ao dia por mais três semanas.
Os participantes que lançaram mão da cafeína apresentaram, em média, uma melhora de cinco pontos nos índices de severidade da patologia e de três pontos na velocidade do movimento e quantidade de rigidez. No entanto, não houve benefícios relacionados ao cansaço durante o dia. A equipe disse que a duração do estudo foi curta e não se sabe se os efeitos da cafeína podem diminuir ao longo do tempo.

Pelos em excesso pode ser sinal de infertilidade

Pelos em excesso pode ser sintoma da síndrome do ovário policístico Foto: Getty Images

Pelos em excesso pode ser sintoma da síndrome do ovário policístico

Todas as manhãs, a norte-americana Marianne Ponsonsby sai da cama e corre para ver seu rosto no espelho à procura de pelos indesejados. "Pelo menos uma dúzia de grossos pelos negros tem aparecido nas minhas bochechas e queixo diariamente" conta. Isso porque ela sofre da síndrome dos ovários policísticos, um desequilíbrio hormonal em que os ovários produzem quantidades excessivas de testosterona – o hormônio masculino. As informações são do Daily Mail.
 
Marianne não é a única. A síndrome, que afeta 3 milhões de mulheres, resulta na formação de pequenos cistos inofensivos e sintomas como o crescimento excessivo de pelos, calvície, menstruação irregular, ganho de peso e acne. Além disso, cerca de 40% dessas pacientes também têm infertilidade.
 
A síndrome dos ovários policísticos pode ser devastadora para a autoestima das mulheres, diz Rachel Hawkes de Verity, que lidera um grupo de apoio para essas pacientes. "Eu conheci pessoas que tentavam suicídio porque elas simplesmente não conseguiam lidar com o excesso de pelos e aumento de peso”.
 
De acordo com especialistas, a melhor maneira para driblar os efeitos indesejados é ter cuidado com a alimentação e controlar o peso. Isso porque, além de piorar a condição cardíaca e aumentar o risco de diabetes tipo 2, a gordura produz mais insulina, aumenta a produção de hormônio masculino e agrava os sintomas.
 
Apesar de as mulheres já nascerem com a doença, ela é diagnosticada após os 20 anos na maioria dos casos, quando começa uma mudança no estilo de vida. "Na idade adulta jovem, muitas mulheres saem de casa. Elas se alimentam de forma menos saudável, fazem menos exercícios e param de crescer - todos os fatores que podem levar ao ganho de peso", justifica Gerard Conway, endocrinologista do Instituto de Saúde da Mulher, da Universidade College London.

Estresse e depressão podem encolher cérebro, diz estudo

O estresse e a depressão afetam no sistema que garante o bom funcionamento mental Foto: Getty Images
O estresse e a depressão afetam no sistema que garante o bom funcionamento mental

A depressão grave e o estresse crônico podem encolher o cérebro, bloqueando a formação de novas conexões nervosas. Isso foi o que apontou um estudo americano divulgado no jornal Daily Mail. Segundo a pesquisa, esses problemas interrompem circuitos associados com o funcionamento mental e emotivo.
Isso poderia explicar porque pessoas com grande transtorno depressivo sofrem de perda de concentração e memória e têm suas respostas emocionais prejudicadas. De acordo com os cientistas, esses pacientes apresentam vários genes envolvidos na construção das sinapses, pontos de conexão entre as células cerebrais, suprimidos. Esse processo contribuiria para a retração do córtex pré-frontal do cérebro.
Os pesquisadores analisaram o tecido cerebral de pacientes que morreram após serem diagnosticados com grande transtorno depressivo. Eles descobriram sinais moleculares de atividade reduzida em genes necessários para a função e estrutura das sinapses no cérebro. As evidências apontam para o envolvimento de um único "interruptor" genético, ou fator de transcrição, uma proteína chamada GATA1.
"Nós queríamos testar a ideia de que o estresse provoca uma perda de sinapses cerebrais em humanos. Então, mostramos que os circuitos normalmente envolvidos na cognição são interrompidos quando este fator de transcrição único é ativado", afirmou Ronald Duman, professor da Universidade de Yale e líder do estudo. A pesquisa foi publicada na última edição da revista Nature Medicine.
Outros estudos em ratos mostraram que quando GATA1 foi ligada, os roedores mostraram sinais de depressão. Isso sugere que a perda de sinapses no cérebro pode estar ligada a sintomas depressivos, bem como perturbações mentais. "Esperamos que através do reforço de conexões sinápticas, seja com medicamentos novos ou terapia comportamental, poderemos desenvolver terapias antidepressivas mais eficazes", acrescentou Duman.

Garotas estão demorando mais para perder a virgindade

Segundo dados do CDC, nos últimos anos, tanto homens quanto mulheres estão perdendo a virgindade mais tarde Foto: Getty Images
 Segundo dados do CDC, nos últimos anos, tanto homens quanto mulheres estão perdendo a virgindade mais tarde

As garotas americanas estão esperando mais tempo para tornarem-se sexualmente ativas. Isso é o que aponta uma pesquisa feita pelo site Hercampus.com, uma comunidade online para universitárias. As informações são do NY Daily News.
Segundo o estudo, que foi feito com 2.600 garotas com idade entre 17 e 23 anos, 69% das entrevistadas disseram só ter perdido a virgindade após completar 18 anos. Para as entrevistadas que mantinham relações sexuais, 12,3% perderam a virgindade aos17 anos e 9,5% disseram que sua primeira vez tinha acontecido aos 16 anos.
“A demora para acontecer a primeira relação sexual parece alta. Isso pode acontecer por conta da seleção dos entrevistados”, diz Laura Lindberg, pesquisadora do Guttmacher. No entanto, Lindberg defende que isso não é surpreendente, devido à renda, escolaridade e raça.
A pesquisadora ainda ressalta que a virgindade hoje tem menos estigma do que no passado. De acordo com o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC), nos Estados Unidos, a proporção de meninas que já tinham tido relações sexuais aos 19 anos diminuiu. Em 1988, eram 51%; em 2010, esse número caiu para 43%. Já para os homens, o declínio parece ainda maior: se em 1988 eram 60%, em 2010 passaram a ser 42%.

Pés quentes ajudam a ter orgasmos mais intensos; veja mais

Aumente a temperatura: para ter orgasmos mais intensos, não é só o calor entre os lençóis que conta. "Um estudo holandês mostrou que as mulheres têm uma probabilidade quase 30% maior de chegar ao orgasmo se seus pés estiverem quentes", diz Dylan Thrasher, autor do livro How to Find and Create Lasting Love (Como encontrar e criar amor durável, em tradução livre). "Usar meias durante o ato sexual ou tentar uma massagem nos pés com óleos de massagem vai ajudá-la a chegar lá”, disse Foto: Getty Images
Aumente a temperatura: para ter orgasmos mais intensos, não é só o calor entre os lençóis que conta. "Um estudo holandês mostrou que as mulheres têm uma probabilidade quase 30% maior de chegar ao orgasmo se seus pés estiverem quentes", diz Dylan Thrasher, autor do livro How to Find and Create Lasting Love (Como encontrar e criar amor durável, em tradução livre). "Usar meias durante o ato sexual ou tentar uma massagem nos pés com óleos de massagem vai ajudá-la a chegar lá, disse
Nem toda mulher tem orgasmos com facilidade. "Se está estressada, irritada, sentindo-se pouco atraente, pensando sobre a roupa, as crianças, trabalho, problemas de dinheiro, ou qualquer outra coisa da vida, as chances são mais difíceis", explica Alyssa Dweck, autora do livro V is for Vagina. Por isso, o site Shape selecionou sete dicas para ajudá-las a chegar ao clímax. Confira a seguir.

Objetos e lubrificante:
você não precisa ser um especialista em sexo para saber que as preliminares são a chave para chegar ao orgasmo. Por isso, não tenha medo de inovar com novos objetos para atingir o clímax. Além dos brinquedos, intensificar a lubrificação também pode ajudar. “Por alguma razão, as mulheres tendem a ter medo de usar lubrificante”, disse a sexóloga Shanna Katz. Especialistas explicam que qualquer mulher pode usá-los, até mesmo as mais jovens, para tornar o sexo mais prazeroso.
Fortaleça os músculos: não, a ideia não é ir à academia, mas trabalhar com o grupo muscular do órgão sexual feminino. Os exercícios de Kegel, que consistem nos movimentos de contração e descontração, fortalecem as paredes pélvicas e geram espasmos mais fortes durante o orgasmo. O ideal é repetir o movimento 10 vezes, pelo menos três vezes ao dia. E o melhor, você pode fazer isso em qualquer lugar e ninguém vai descobrir.
Aumente a temperatura: para ter orgasmos mais intensos, não é só o calor entre os lençóis que conta. "Um estudo holandês mostrou que as mulheres têm uma probabilidade quase 30% maior de chegar ao orgasmo se seus pés estiverem quentes", diz Dylan Thrasher, autor do livro How to Find and Create Lasting Love (Como encontrar e criar amor durável, em tradução livre). "Usar meias durante o ato sexual ou tentar uma massagem nos pés com óleos de massagem vai ajudá-la a chegar lá”, disse.
Conexão entre corpo e mente: o prazer sexual é mais “emocional” para as mulheres que para os homens. "As pessoas dizem que o cérebro é o órgão sexual mais importante e por boas razões. É fundamental acalmar os pensamentos irritantes que interrompem momentos íntimos", afirma Dylan Thrasher. Por isso mesmo, além de ter uma conexão com o parceiro, também vale imaginar fantasias sexuais e ler um conto erótico para ativar a mente e deixar o clima mais quente.
Explore os sentidos: não vá direto ao ponto. Que tal sugerir um jogo para aguçar os cinco sentidos? Pode ser uma massagem suave com óleo levemente perfumado, venda nos olhos, penas, cetim, vela e qualquer outro objeto que explore os sentidos. Acredite, essa brincadeira faz toda a diferença na hora H.
Finja até que se torne real: não, não estamos falando para você fingir que tem orgasmos. Mas “fazer de conta” que sabe o que está fazendo na cama ajuda a aumentar a confiança e, consequentemente, torna o orgasmo mais intenso. “Mesmo se você não tiver certeza sobre experimentar um novo movimento ou posição, concentre-se na respiração e pense que você terá o melhor momento da sua vida!", aconselha a sexóloga Shanna Katz.
Não esqueça as zonas erógenas: segundo Ava Cadell, fundadora da Universidade Loveology, as pessoas deixam de ter orgasmo por não explorar as zonas erógenas.  Para as mulheres, apenas o fato de acariciar os mamilos libera ocitocina, popularmente conhecido como hormônio do amor, ajuda a atingir o orgasmo.

Elas falam como convencê-las a fazer sexo no primeiro encontro

Para os homens, sexo no primeiro encontro é fácil e natural, mas nem todas as mulheres encaram o assunto dessa forma. Às vezes, o medo de se envolver e a falta de confiança falam mais alto na hora de ir para um lugar reservado com quem elas acabaram de conhecer. Isso não quer dizer, claro, que a possibilidade de “rolar algo mais” está descartada no universo feminino. “Se o cara for interessante e tiver química, por que não?”, questiona a estudante de psicologia Cláudia Carvalho Foto: Getty Images
 Falta de confiança é um dos motivos que fazem as mulheres desistir do sexo no primeiro encontro

Para os homens, sexo no primeiro encontro é fácil e natural, mas nem todas as mulheres encaram o assunto dessa forma. Às vezes, o medo de se envolver e a falta de confiança falam mais alto na hora de ir para um lugar reservado com quem elas acabaram de conhecer. Isso não quer dizer, claro, que a possibilidade de “rolar algo mais” está descartada no universo feminino. “Se o cara for interessante e tiver química, por que não?”, questiona a estudante de psicologia Cláudia Carvalho.

Os motivos são diferentes para cada uma, mas todas defendem que equilíbrio é essencial. “Forçar a barra faz com que eu perca a vontade, mas fazer mil planos como se fosse meu namorado também assusta”, conta a produtora de eventos Andreia de Oliveira.


Para a profissional de relações públicas Thais Souza, que já fez sexo na primeira vez, o mais importante é saber entender o clima do encontro. “Se a mulher der alguma abertura para ele ousar mais, ele tem que saber usar a conversa a seu favor. É preciso ter noção e observar se as investidas estão sendo bem recebidas, pois muitas mulheres, por mais que estejam gostando do encontro, se sentem desconfortáveis se o cara for ousado além da conta. Mulheres tímidas não curtem esse negócio de ‘e aí, vamos ou não vamos?’”, opina.


Assim como Thais, Andreia também já se relacionou com um homem que conheceu na primeira noite, mas depois de se apaixonar, admite que não soube “separar as coisas”. “Não vejo problema em fazer sexo com um cara logo na primeira vez, mas é um tiro no escuro. Ele pode ser incrível em uma noite e um babaca nos próximos dias. Não tem como conhecer alguém em duas horas”, explica.


Mesmo sem nunca ter feito sexo na primeira noite, a assistente de projetos Natacha Carnovale leva o assunto numa boa. “Se não for uma garrafa de vodca, é preciso ter um papo muito bom, acompanhado de um bom beijo e cara de bom moço para me convencer”, brinca. Para ela, há dois motivos que a fariam desistir da experiência. “Se eu quisesse só por uma noite e ele mostrasse que quer casar e ter 20 filhos comigo ou quando o cidadão se acha a última bolacha do pacote. Adoro quando eles fazem cara de ‘como ousas não dar para mim, ó ser inferior?’ quando levam um fora”, ironiza.
Claudia concorda com Natacha. Ela não deixaria de fazer sexo na primeira noite se sentisse vontade, desde que seu parceiro estivesse no mesmo ritmo. "Tem homem que faz sexo só para se gabar e contar quantas mulheres ele já pegou. Pode ser só por uma noite desde que seja legal para os dois", explica.
Ainda existe o tabu?
Todas as entrevistadas não deixariam de fazer sexo no primeiro encontro por tabu. Ainda assim, elas concordam que algumas pessoas ainda encaram a experiência como vulgaridade. "Acho que depende da localidade. Tenho amigas de outros estados que afirmam que sexo no primeiro encontro pega mal. O tamanho da cidade influencia no tamanho do círculo de conhecidos e, por sua vez, na mentalidade das pessoas e na fofoca", opina Thais.
Natacha defende que, com ou sem tabu, o importante é saber aproveitar as oportunidades. "O tabu ainda existe, mas acho que a mulher tem que se valorizar e fazer o que tem vontade".

Elas falam se fariam sexo com um amigo

Questionadas se uma amizade (sem segundas intenções!) pode acontecer entre homens e mulheres, as entrevistadas tiveram uma opinião unânime: “sim”. “Tenho amigos que trato como se fossem minhas amigas”, contou Marcela. Lilian concorda, mas acha que apesar de viável, é difícil não cair em tentação.  “Nós mulheres precisamos muito de alguém do nosso lado, que nos de carinho, atenção, companhia”, defende Foto: Getty Images
Amizade entre homens e mulheres pode acontecer, mas em alguns casos acaba rolando algo mais

Ela te liga sexta à noite para dividir a mesa do bar, conta sobre o cara que conheceu na balada, faz convite para passar o fim de semana na praia e te apresenta algumas mulheres interessantes do trabalho. Acredite, a amizade entre homens e mulheres pode acontecer. Mas em alguns casos, por impulso ou vontade, acaba rolando algo mais. 
A professora Lilian Ponce já viveu esse tipo de relação. ”Na hora foi bem divertido, pois por sermos amigos não teve aquele medo de fazer alguma coisa errada. A pessoa já te conhece, sabe dos seus defeitos e qualidades então no momento tudo fica mais fácil! Mas se essa relação não for pra frente, é muito provável que a amizade acabe. No meu caso isso aconteceu, percebemos q foi só um momento de carência de ambos, só que depois acabamos nos afastando”, relembra.
Assim como Lilian, a estudante de biologia Giovanna Melo também já se envolveu com um amigo e acha que esse tipo de relação é natural. “Acho que fazer sexo com amigo pode até deixar a relação mais próxima. Só é preciso tomar cuidado para não se apaixonar. Eu já fiquei com um amigo que confundiu as coisas e começou a ter ciúme de outros caras”, disse. Nessas horas, ela conta que se o sentimento não for recíproco, o melhor é esclarecer a situação para que tudo volte ao normal.
Sem dúvida, ter intimidade com um homem antes mesmo de se relacionar com ele tem lá suas vantagens, mas o contrário também pode acontecer. A designer digital Talita Teves já ficou com um amigo e a experiência não deu certo. “Um acabava jogando coisas na cara do outro por nos conhecermos demais”. Mesmo assim, ela defende que é melhor se envolver com quem já convive e sabe lidar com suas qualidades e defeitos.
Das entrevistadas, a estudante de direito Marcela Barbosa foi a única que não encararia esse tipo de relação. “A partir do momento em que você faz sexo com alguém, não dá para dizer que é seu amigo. A situação muda. Se acontecesse, eu teria medo de me envolver, de não conseguir ter as mesmas conversas e ficaria com receio de chamar ‘meu amigo’ para sair e ele pensar que eu estou dando em cima”, explica.
Sem segundas intenções
Questionadas se uma amizade (sem segundas intenções!) pode acontecer entre homens e mulheres, as entrevistadas tiveram uma opinião unânime: “sim”. “Tenho amigos que trato como se fossem minhas amigas”, contou Marcela. Lilian concorda, mas acha que apesar de viável, é difícil não cair em tentação.  “Nós mulheres precisamos muito de alguém do nosso lado, que nos de carinho, atenção, companhia”, defende.

Já Giovanna e Talita acham que é complicado não pensar num possível envolvimento, mas é preciso saber lidar com a situação. “Acredito na amizade entre homem e mulher, mas pelo menos uma vez na vida você vai pensar na possibilidade de dar certo ou errado se envolverem. Não adianta, todo mundo pensa. Eu tenho amigos homens incríveis, mas antes de começar qualquer relacionamento já coloco na mesa que minha amizade com eles não vai mudar”, justifica a designer.

Parto normal libera proteína que ajuda cérebro do bebê, diz pesquisa

Ter um filho por parto natural aciona a produção de uma proteína no cérebro dos bebês que melhora o desenvolvimento do cérebro - um acionamento que não ocorre com a mesma intensidade no parto via cesariana, informa um estudo feito na Escola de Medicina de Yale, nos Estados Unidos, divulgado na revista especializada PloS ONE.

A equipe liderada por Tamas Horvath estudou as diferenças entre os dois tipos de partos na produção de uma proteína chamada UCP2, que é importante para o desenvolvimento adequado dos neurônios do "hipocampo" - região do cérebro responsável pela memória.

A proteína também atua no metabolismo da gordura. Por isso, os cientistas também acreditam que a sua produção pelo parto natural ajuda os bebês a processarem melhor o leite materno.

Os pesquisadores estudaram camundongos. Na hora do parto natural, os roedores recém-nascidos acionaram a produção da UCP2 nessa área do cérebro. No parto césareo, a produção da proteína foi consideravelmente menor.

"O aumento da prevalência das césareas por motivos de conveniência e não necessidades médicas pode ter tipo um efeito prolongado no desenvolvimento do cérebro de humanos também", acredita Horvath.

Homens estressados preferem mulheres gordinhas, diz pesquisa

Os homens estressados preferem mulheres com peso maior, afirma um estudo britânico publicado  na revista científica PLoS ONE. Segundo a pesquisa, eles também tendem a achar atraentes um grupo mais diverso de mulheres.

Historicamente, a preferência por pessoas mais gordinhas está ligada a períodos de maior escassez de recursos, informa o estudo. Nesses casos, elas são vistas como pessoas com mais acesso a comida e bens. Os magros, por sua vez, são vistos como mais expostos a doenças.

Estudos anteriores indicaram que a fome também tem um impacto na avaliação dos homens sobre a beleza das mulheres. Homens famintos tendem a achar mulheres com mais peso mais bonitas.

Para estudar esse fenômeno, a equipe da Universidade de Westminster, em Londres, reuniu 81 homens britânicos. Metade deles foi convidada a avaliar quais mulheres eles achavam atraentes a partir de algumas fotografias. A outra metade fez a mesma coisa, mas após uma série de atividades para deixá-los estressados - por exemplo, discursar por cinco minutos na frente de estranhos e fazer cálculos complexos rapidamente.

O grupo estressado deu notas mais altas para as mulheres de peso normal e acima do peso, enquanto o outro grupo preferiu as mais magras.

Pensar grande traz autocontrole para atingir objetivos

Todos temos ideais e objetivos de longo prazo.
Para alcançá-los, precisamos de autocontrole e, quase sem exceção, precisamos renunciar a gratificações imediatas em benefício do objetivo futuro.
Isso pode significar deixar de sair com os amigos para ir à faculdade, poupar para comprar algo mais importante no futuro ou escolher uma comida que nos ajude a emagrecer.
Ainda assim, deixar de lado nossos desejos imediatos, mesmo sabendo que vamos colher benefícios futuros, é frequentemente algo muito difícil de fazer.
Mas a solução para esse dilema pode ser mais simples do que parece.
Tudo pode estar na forma como você compreende, ou interpreta, os eventos.
Essa compreensão, ou interpretação, é que influencia seu autocontrole.
É o que ensinam Kentaro Fujita e Jessica Carnevale, da Universidade do Estado de Ohio, em um artigo publicado na revista científica Current Directions in Psychological Science.
Pesquisas das ciências psicológicas sugerem que categorizar as coisas de forma abstrata, criando grandes categorias, permite que nos distanciemos psicologicamente do puxa e empurra do momento imediato.
Esta assim chamada interpretação de alto nível, por sua vez, nos torna mais sensíveis às implicações de longo prazo do nosso comportamento atual, e gera uma maior coerência entre nossos anseios e nosso comportamento.
Por exemplo, alguém que está fazendo dieta, mas realiza escolhas com base na interpretação de baixo nível - levando em conta as diferenças imediatamente aparentes entre as opções - pode se concentrar no sabor e optar por uma barra de chocolate, em vez de uma maçã.
A mesma pessoa, contudo, se escolher com base na interpretação de alto nível, pode ver a escolha em termos mais amplos de uma escolha entre a perda de peso e o comodismo, e optar pela maçã.
Os pesquisadores fizeram vários experimentos que dão informações claras sobre o papel destes diferentes tipos de interpretação nas decisões que envolvem o autocontrole.
Eles argumentam que o estudo sobre a ligação entre o nível de interpretação e o autocontrole é importante e oportuno, já que alguns dos problemas mais prementes da sociedade - incluindo a obesidade, o vício e o endividamento - estão associados a falhas de autocontrole.

Uma aspirina por dia diminui o risco de mortes por câncer

Um extenso estudo mostrou que efeito protetor ocorre principalmente em relação a doenças do trato gastrointestinal

Aspirina: nova fórmula reduz o tempo de absorção do medicamento pelo organismo
Aspirina: mortalidade por câncer pode ser evitada com um comprimido por dia

Mais um estudo identificou os benefícios da aspirina em relação ao câncer. Dessa vez, pesquisadores da Sociedade Americana do Câncer concluíram que o remédio, além de reduzir o risco dessa doença e também de problemas cardiovasculares, como outros trabalhos anteriores sugeriram, pode diminuir o número de mortes provocadas pelo câncer. A pesquisa, feita com mais de 100.000 pessoas, foi publicada na edição deste mês do periódico Journal of the National Cancer Institute.
Participaram desse estudo homens e mulheres com mais de 60 anos que não eram fumantes. Segundo os resultados, aqueles que disseram tomar uma aspirina ao dia apresentaram um risco 16% menor de morrerem em decorrência de algum câncer em comparação aos participantes que nunca faziam uso do medicamento. O benefício foi maior entre os homens e em relação a cânceres associados ao trato gastrointestinal, como o de cólon e o de estômago.
Os pesquisadores explicam que como os resultados não se baseiam em um ensaio clínico, mas sim em questionários feitos entre os participantes, é possível que, além da aspirina, outros fatores tenham contribuído para esses dados. Mesmo assim, o coordenador do estudo, Michael Tun, acredita que os achados podem favorecer as diretrizes em relação ao uso da aspirina. “As conclusões sobre os efeitos da aspirina em relação à doença são muito encorajadoras, mas, embora os estudos estejam avançados, é preciso ressaltar que ainda estão em andamento”, diz o pesquisador.

Facebook permite anúncio de gravidez em perfil

Novo recurso, por ora, é válido somente para usuárias residentes nos EUA

Thinkstock

O Facebook anunciou nesta segunda-feira, em seu blog oficial, um novo recurso para as futuras mamães. A partir de agora, as usuárias da rede podem anunciar a gravidez em seus perfis.
Através da ferramenta "Eventos do Cotidiano", as pessoas cadastradas na rede podem marcar momentos importantes em sua vida, como o casamento, a compra de uma casa ou viagens.
A novidade sobre a gravidez também pode ser dividida com os amigos do Facebook, por meio do recurso "Compartilhar", disponível para os demais conteúdos e eventos da rede. Além de notificar a gravidez, a usuária pode ainda inserir em seu perfil o sexo do bebê, quando será o seu nascimento, além do nome do pai da criança.

Ouvir música no trabalho melhora a produtividade, diz estudo

Uma pesquisa feita na Universidade de Miami (EUA) indica que ouvir música no trabalho pode melhorar a produtividade do funcionário. O estudo, feito com profissionais do setor de tecnologia, indica que, em geral, aqueles que costumam escutar canções terminam suas tarefas mais rápido e têm ideias melhores, porque o som melhora o humor.
"Quando você está estressado, pode tomar decisões de modo mais precipitado, porque está com um nível de atenção muito baixo. Quando seu humor está mais positivo, você pode analisar melhor as opções", disse Teresa Lesiuk, professora do departamento de musicoterapia da universidade, responsável pelo estudo, ao jornal "The New York Times".
Mas há diferenças nos resultados de acordo com o nível de experiência do funcionário. A pesquisadora diz que as pessoas com "experiência moderada" no trabalho foram as que mais se beneficiaram, enquanto os mais mais vividos na profissão não apresentaram muitas melhoras na produtividade. E a música pareceu distrair os mais novatos.
Mas é preciso estar atento à política da empresa --se ficar com fones de ouvido no escritório é aceitável na organização. Também é indicado impor limites, já que ouvir música o dia todo pode ser classificado como mal-educado pelos colegas. Amit Sood, médico da Clínica Mayo, diz que entre 15 e 30 minutos são suficientes para melhorar a concentração e que canções sem letra funcionam melhor.
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